História How I Be The Perfect Selection?{INTERATIVA} - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção
Tags Interativa, Romance, Selecao
Visualizações 70
Palavras 869
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente vocês são demais! A fic já tem dez favs!!!
Vocês votaram e o reino será Monforte
❤❤❤

Capítulo 3 - Chega de camisas brancas!


Fanfic / Fanfiction How I Be The Perfect Selection?{INTERATIVA} - Capítulo 3 - Chega de camisas brancas!

Depois de um tempo "jogando" começou a chover. Eu, que estava com uma camisa branca e um short, decido tirar a camisa e a dou para um dos meus empregados.

Ainda bem que eu pus o tênis. Viu como eu sou prestativo? Eu e meus irmãos amamos a chuva. Eles ficaram lá comigo por alguns minutos até que Paty grita de dentro da casa para que eles saíssem da chuva e me deixam lá.

Deito no chão e fecho os olhos. O barulho da chuva é bonito, sinto as gotas caindo no meu rosto. Anoto mentalmente esse pensamento, para botar na minha música depois.

Olho para o meu relógio: já são dez horas, mas continuo ali. Me sento e começo a lembrar.

Eu e meu pai, há dois anos, nesta mesma chuva, nesse mesmo jardim. Ele cantarolando, eu rindo e debochando. Ele pega minha mão e começa a dançar. Eu, com meus dezessete anos, penso que é bobagem e inicialmente não danço, mas acabo me deixando levar.

Era uma melodia bonita, mas nunca parei para tentar me lembrar qual era. Inspirei quando a chuva parou e seu cheiro prevaleceu na grama. Chamo um dos empregados pelo relógio (que tem um botão, caso eu precise) e Hellen aparece.

-Oi Hellen!

Ela abre a boca, mas a fecha e olha para baixo. Ah claro, esqueci que estava sem camisa. Rio um pouco da minha idiotice e peço para que ela me traga uma toalha e uma camiseta limpa.

Ela faz uma reverência e entra na casa, enquanto eu rio.

-Garotas...- murmuro em meio a uma risadinha.

Depois de alguns minutos Hellen aparece com a toalha e uma outra camisa branca. Minha mãe é quem escolhe e manda fazer minhas roupas. Já falei mil vezes pra ela que eu prefiro preto, colorido, rosa, qualquer um menos branco, mas ela insiste!

Bufo enquanto me seco e coloco a camisa:

-Vou começar a fazer minhas próprias roupas- digo para Hellen tentando descontrair: todos no reino sabem que sou horrível em costura.

Ela da um sorrisinho e quando termino ela pergunta:

-Príncipe Gabe já não está tarde para estar aqui fora? Aposto que vossa majestade não aprovaria- ela fala se referindo à minha mãe.

-Já já eu entro Hellen, quer sentar?- falo apontando para o meu lado e ela senta.

-Do que precisa príncipe Gabe?- ela continua séria.

-Hellen por favor, já disse que não precisa ser tão formal comigo.

-Desculpe príncipe Gabe

Bufo.

-Como andam seus estudos?- tento puxar assunto para deixá-la mais confortável.

Seu relógio toca e ela se levanta, sem me responder e se desculpa:

-Desculpe príncipe Gabe, mas tenho serviço. Posso me retirar? - ela não sorri.

-Claro- sorrio, desanimado.

Por que não podem ser normais comigo?

Ela faz uma reverência e entra na casa de novo.

Suspiro desapontado. Minha mãe deu a todos os empregados ordens para não "tagarelar com o príncipe".

Ela diz que tenho mais o que fazer, e que não tenho tempo para ficar "jogando conversa fora com os empregados".

Pego a toalha e jogo-a por cima do ombro enquanto me levanto. Entro no palácio o mais silencioso possível, mas dou de cara com minha mãe.

-Gabriel Wood Mitchell - ela está com as mãos na cintura - são horas? Gabriel, agora você é quase um rei, terá que se casar em breve, você tem suas responsabilidades, não pode ir e vir a hora que quiser e...- já disse que ela adora dar bronca?

-Foi mal- murmuro enquanto subo as escadas para meu quarto.

Arrisco uma olhada para trás, minha mãe está com aquela cara de "onde eu errei" com a mão no rosto. Dou uma risada disfarçada e esbarro com outro empregado.

-Descul...Paty!- vejo a garota com cara de poucos amigos.

-Príncipe. - ela balança a cabeça e continua andando.

-Você pode levar isso lá pra baixo?- entrego a toalha.

-Claro - ela diz fria e continua descendo.

Achei estranho esse comportamento, ela normalmente é a empregada mais amistosa comigo. Mas tudo bem, depois eu converso com ela. Entro no meu quarto e me jogo na cama.

Pego uma foto de baixo do meu travesseiro: eu, meu pai e minha mãe. É uma foto muito antiga, provavelmente minha mãe nem se lembra da existência dela, eu tinha seis anos.

Estávamos os três na cama, meu pai rindo da minha mãe, que fazia uma careta pra foto enquanto eu gargalhava da cena. Meu primo tirou a foto, foi num dia em que ele tinha dormido aqui.

Olho a foto com cuidado e a coloco de volta embaixo do travesseiro. Suspirei lembrando daquela época, era muito bom ter meus dois pais ao meu lado.

Fecho os olhos e começo a pensar na minha nova canção. Por mais que minha mãe não goste, pelo menos um empregado conversa comigo, Adrien, meu professor de música.

Eu fiz questão de ter aulas. Pelo menos nisso sou bom, milagre? Milagre. Toco piano e canto. De vez em quando escrevo músicas e toco para Adrien.

Quando as escrevo eu me sinto livre para contar qualquer coisa. Já fiz uma sobre uma garota perdida no mundo, sobre um lugar secreto. Ah, já disse que eu amo escrever?

   Se eu não fosse príncipe, com certeza seria escritor. Um escritor de fantasias. Espalharia minhas obras pelo mundo, mudaria a vida das pessoas.



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