História How Not to Fall in Love For A Hybrid - Capítulo 17


Escrita por: ~

Visualizações 361
Palavras 3.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH 200 FAVS E UM VKOOKINHO AÍ HEIN

Capítulo 17 - Você Gosta Dele?


Jungkook remexia-se na cama. Qualquer posição parecia desconfortável para si. Decidiu então levantar-se para beber um copo de leite quente. Leite sempre o dava sono. 

Destrancou a porta de seu quarto e já estava fazendo seu caminho até a geladeira, quando notou que Taehyung estava em sua sala, exatamente onde ele estava na noite passada antes de Jeon o dar as costas. O garoto havia dormido ali, na cadeira de rodas. Aquilo apertava seu coração. O garoto deu meia volta e acocou-se de frente para o híbrido. Seus olhos estavam extremamente inchados. 

Taehyung era um garoto sensível demais, puro demais, bom demais. Ver ele naquela situação fazia o coração de Jeon doer. De repente, o mais novo recordou-se de noite passada. De tudo o que Taehyung havia dito para si. De como ele disse que gostava dele. Taehyung realmente gostava dele? Realmente no sentido garoto e garoto? Ele realmente gostava de Jungkook como um homem? Diversas coisas passavam pela cabeça de Jeon. 

O mais novo também não sabia o que sentia pelo pequeno. Quer dizer, ele sempre gostou de Jimin, certo? Mesmo quando dizia que o odiava, usava aquilo para convencer a si mesmo que não mantinha mais nenhum sentimento pelo garoto. Mas então Taehyung entrou em sua vida sem sequer bater na porta e então seu mundo, sua vida de repente viraram de cabeça para baixo. Jungkook estava diferente e seus sentimentos também. 

Pegou o pequeno no colo, tomando cuidado para não acordá-lo, logo tomando rumo para o seu quarto. Talvez fosse esse o motivo de tal desconforto durante o sono: Taehyung não estava consigo. 

Deitou o garoto em um lado da cama e ajeitou-se sobre o outro lado. 

Agora sim posso dormir. – Foi o que Jeon pensou, mas sequer imaginou que acordaria mais algumas vezes durante a madrugada.

A primeira vez que acordou foi porque Taehyung estava remexendo-se muito. Jeon então começou a acariciar a cabeça do pequeno, o fazendo se acalmar imediatamente.

A segunda vez foi porque Taehyung parecia procurar mais contato seu, então Jeon deu a mão para o pequeno. Mais uma vez o garoto parou quieto. 

Na terceira vez, Jeon acordou com fungadas baixinhas do híbrido. Ele estava chorando. Jeon não fazia ideia se ele estava dormindo ou se estava acordado, já que o mesmo estava virado para o lado contrário ao seu, mas ele não pensou muito quando decidiu abraçá-lo. E os  dois dormiram assim: Abraçadinhos. 

Jeon não sabia mais como reagir ao pequeno. Sentia-se diferente em relação a ele, chegou um momento que começou a cogitar a ideia de estar gostando dele assim como ele parecia gostar de si: Como um homem. Mas aquilo era impossível, certo? Jeon não poderia estar sentindo algo assim pelo garoto. Seu coração era de outra pessoa, não é mesmo? Mas de quem? De Jimin? No momento a única coisa que ele sentia por Jimin era irritação. Sim, estava irritado com ele. 

...

Quando Jungkook acordou, não encontrou Taehyung ao seu lado. 

– Tae? – Chamou baixinho. 

Jeon  já estava quase surtando, quando o encontrou se arrastando no chão de seu quarto.

– O que você está fazendo? – Perguntou. 

Taehyung chorava. 

– Eu não consigo fazer nada, Jeon. Nada. Eu só queria tomar banho, mas eu sequer consigo chegar até o banheiro. Eu não quero viver assim, Jungkook. Eu prefiro morrer a viver assim. 

– Ah, qual é, Tae? Você mesmo sabe que isso pode ser temporário e..., e mesmo se não for, Taehyung. Eu... Eu... Eu vou estar do seu lado. Eu nunca vou te abandonar. Vem, eu te ajudo. – Jeon estava prestes a pegar o híbrido quando o mesmo o parou.

– Por quê? Por que você está fazendo isso? Jungkook você é idiota? Eu nunca quis isso. Eu sempre quis que você gostasse de ficar comigo, que me quisesse como uma família. Eu não quero que você fique comigo por pena. Eu espero tudo de você, Jeon, exceto pena. Guarde a sua pena para si mesmo. 

Jeon mais uma vez, foi tentar ajudar o híbrido, mas Taehyng o empurrou. 

– Eu não quero a sua ajuda, Jungkook.

O mais novo bufou. Estava cansado de ser gentil.

Pegou Taehyung bruscamente, mantendo uma das mãos no tronco do pequeno e a outra na dobra das pernas. 

– O que você está fazendo, Jungkook?! Me solta agora! – O híbrido começou a se debater, mas de nada adiantava, Jeon seguia firme até o banheiro. 

Já no comodo, Jeon pousou Taehyung na privada com a tampa fechada, logo ligando o chuveiro e esperando a água encher a banheira. 

O híbrido parecia não pretender fazer nada, apenas mantinha a cabeça abaixada. 

– Eu preciso que você tire a roupa, Taehyung. – Jungkook pediu, mas aquilo mais parecia uma ordem.

– Você vai continuar aqui? – O híbrido perguntou, acanhado. 

– Você espera chegar até a banheira como? 

Taehyung bufou. 

– Eu tenho vergonha, Jeon. 

– Eu prometo não olhar para o seu corpo, Tae. 

– Mas... Mas... –.

– Você prefere que eu tire suas roupas para você? 

Taehyung arregalou os olhos. 

– Não, não... Eu só... Vire-se de costas, Jeon. Por favor. 

O mais novo então virou-se. 

Ouviu quando as peças foram sendo jogadas ao chão. 

– Jeon, eu não consigo tirar minha calça.

O mais novo vorou-se mais uma vez, Taehyung agora estava sem camiseta, sua pele bronzeada e magra tão exposta. Ajoelhou-se de frente para o pequeno e o encarou nos olhos como se pedisse permissão, tendo assim um aceno como resposta. 

Jeon acomodou suas duas mãos nas laterais da cintura do garoto, logo descendo suas calças para baixo, notando assim que o híbrido não usava cuecas. Arregalou os olhos com a imagem captada pelos seus olhos. 

– Jeon! Você disse que não ia olhar!

– Desculpa, eu só... fiquei surpreso. 

Taehyung corou instintivamente. 

– Me bote na banheira logo.

– Uau, dez minutos atrás você sequer queria minha ajuda e agora eu virei seu escravo?

– Sim, agora vamos logo, escravo. 

Jeon gargalhou alto, logo pegando o híbrido no colo e o posicionando sentado na banheira, sequer direcionou seu olhar para o corpo do pequeno. 

– Que quentinha. – Taehyung comentou.

– Hoseok arrumou esse chuveiro, você não precisa mais tomar banho no outro banheiro agora. 

– Aquilo não é um banheiro, Jeon. Mal sai água do chuveiro e o pouco de água que sai é gelada. 

– Isso mesmo. Reclama do prato que comeu. Tão mal agradecido. 

Taehyung riu. 

– Você não vai sair? – O híbrido perguntou. 

– Não mesmo. – Jeon respondeu, pegando o shampoo e passando no cabelo do pequeno.

– Jungkook! Você está usando muita força!

– Ah! Desculpa. 

– Tudo bem. – Taehyung respondeu e logo foi enxaguar seu cabelo.

– Agora o condicionador... 

...

– Eu estou tão limpinho. Pareço um bebê. 

– Você é um bebê. 

– Eu sou um adulto, Jeon. Eu sou mais velho do que você.

– É sim, hyung. Um bebê adulto. 

Taehyung arregalou os olhos. 

– Wa! Você me chamou de hyung. 

– Eu nunca fiz isso.

– Fez sim, acabou de fazer. Eu sou oficialmente seu hyung. Agora pegue um suquinho de uva para mim, dongsaeng.

– Pega você, seu preguiçoso. – ... – Tae, eu acho que conheci alguém importante para você. 

O híbrido levantou as orelhinhas, prestando atenção no garoto. 

– Quem? 

– Você conhece alguém chamado Yoongi?

Taehyung arregalou totalmente seus olhos, Jeon pensou em apoiar as mãos em suas bochechas para caso os globos oculares caíssem.

– Yoongi? 

– É, Min Yoongi. 

– Você conheceu o Yoongi?

– Depende. De qual Yoongi estamos falando? Ele é extremamente magro, cabelos brancos, a pele tão clara quanto a neve e uma personalidade um tanto quanto brusca?

– VOCÊ REALMENTE VIU O YOONGI? ONDE? COMO? QUANDO? ONDE ELE ESTÁ? VOCÊ SABE ONDE ELE ESTÁ?

– Ele está com Hoseok, na casa dele.

– Isso é sério? Como? Nós podemos ir vê-los? 

– Eu já liguei para Hoseok. Ele vai vir aqui durante a tarde. 

– Isso é demais, Jeon! O Yoongi está bem? Ele estava realmente muito magro? 

– Ele parecia estar um pouco machucado. Bom, você vai encontrá-lo hoje então chega de perguntas. – Estava claro que Jungkook estava enciumado. Afinal, qual era a de Taehyung? Querendo saber se Yoongi anda comendo, ora bolas. Ele tinha que se preocupar era consigo. – Tae... A sua fisioterapia começa na quarta. Eu vou ficar com você lá, tudo bem?

Taehyung então pareceu ter se lembrado de seus problemas. 

– Tudo bem. 

Taehyung passou a manhã na completa angustia e ansiedade para rever seu melhor amigo. 

E então a campainha soou em seus ouvidos. 

– Eu atendo! – Taehyung gritou e já estava prestes a levantar, mas então sentiu uma pontada em sua cintura. Estava realmente se sentindo um lixo. Maior do que a sua dor física era a sua dor psicológica. Taehyung sentia-se um estorvo e cada vez mais sentia que não conseguiria viver daquela forma. Não sobre as custas de Jeon. – JEON, TEM ALGUÉM NA PORTA! 

– É Hoseok, certeza. Eu tirei minhas chaves da porta de debaixo do tapete. Ele nunca mais vai conseguir invadir minha residência. – Foi só Jeon terminar sua frase, todo convencido que a porta foi aberta com um estrondo. 

– CHE-GUEI. – Hoseok gritou. – Jeon! Você por aqui? Ah e qual é, meu caro? Colocar a chave atrás de uma planta? Você é extremamente clichê.

Taehyung não conseguia prestar atenção em nada que o garoto falava, ao invés disso mantinha seu olhar preso no corpo franzino de um segundo indivíduo um tanto quanto quieto atrás dele. 

– Yoongi? – Chamou baixinho, captando a atenção do outro. 

– Taehyung? 

Primeiro ouve um momento de silêncio. Apenas dois pares de olhos se encarando, no segundo momento o híbrido mais velho correu até o outro e pulou em cima de si. 

– TaeTae! Mas que saudades! Por onde você esteve? Você está bem? Está comendo direito? Você está magrinho. 

– Yoongi Hyung! Que saudades! Meu Deus! Você fugiu do Japão? Como chegou aqui? Você está bem? Você está pálido!

Era muita informação para os dois.

– Quantas perguntas, Tae, mas primeiro responda as minhas.

– Eu estou morando provisoriamente nessa casinha. Eu estou bem sim e também estou comendo direito. Quem aparenta não estar comendo é você, está tão magrinho. Mas e você? Por onde você esteve? Você está bem? O que aconteceu com essa carinha? – Taehyung perguntou se referindo ao rosto do garoto. Nem parecia ser Yoongi na sua frente. Ambos haviam crescido bastante. 

– Yoongi acabou apanhando de uns brutamontes na mesma instituição que você iria ficar daquela vez, Tae. Eu consegui tirá-lo de lá antes que fizessem algo pior a ele e agora ele está comigo. – Hoseok explicou pelo híbrido mais velho. 

– Você está tão crescido, Tae, não parece mais ser aquele garotinho. Isso é tão estranho. Digo, você está tão diferente. Nós estamos. Eu senti tanto a sua falta. – Yoongi disse, abraçando o corpo pequeno do outro e causando ciúmes em Jungkook. O mais novo entre todos naquela sala já estava aceitando o fato de que não gostava de outras pessoas forçando muito contato com Taehyung.

Jeon tossiu propositalmente. 

– Então... O que vamos comer? – Jeon perguntou, nem se dando ao trabalho de dirigir uma palavra sequer ao híbrido recém chegado.

– Kimbap! – Taehyung respondeu. 

– Todos estão de acordo? – Todos concordaram. – Ótimo, então pode ir começar a preparar o Kimbap, Hoseok. 

– Quê? Eu? Eu achava que você ia cozinhar. 

Jeon riu.

– Eu? Eu estou sendo realista, Hyung. Você quer comer lixo? Não, né? Então vai logo, a cozinha é por ali ó. – Disse apontando para o comodo. 

Hoseok saiu bufando. Era óbvio que Jungkook não teria falado da própria comida na frente de todos porque realmente concordava que sua comida era um lixo, ele só queria ficar na sala e observar os dois híbridos. 

– TaeTae? Será que você ficou maior do que eu? Eu sempre fui maior do que você, certeza que continuo assim. Vamos, levante. Vamos nos medir. – Yoongi disse, ficando de frente para o gatinho. 

Taehyung abaixou a cabeça. O que ele falaria, afinal? 

Jeon notou a tristeza aparente no rosto do garoto. 

E então Yoongi também pareceu notar, de repente ele notou que o híbrido não estava sentado em uma simples cadeira, ele estava em uma cadeira de rodas. Suas orelhas decaíram na hora. 

– Tae, o que aconteceu? 

– Eu... Eu perdi o movimento das pernas, Hyung. 

Jeon queria apenas correr até o híbrido e abraçá-lo, mas não seria daquela vez que deixaria seu coração falar mais forte que a sua razão. 

– Como? – Yoongi desesperou-se. – Como, Tae? Quando? Está doendo? 

– Isso é engraçado mas foi ontem, Hyung. – Sorriu fraco. – Você viu o terremoto que aconteceu em Daegu? Então... Foi isso que aconteceu. Está tudo bem agora. Hyung, meu psicológico está doendo mais do que essas pernas. Eu estou com nojo de mim mesmo, Yoongi.  

E o mais velho o abraçou, da mesma forma que Jeon queria, mas a diferença é que o híbrido tinha mais coragem que si. 

– Não diga isso, Tae. Está tudo bem, meu pequeno. Isso tudo vai passar.

– Eu espero que sim, Hyung. Eu espero que sim.

Jeon decidiu sair daquele lugar, faria algo se continuasse presenciando aquela cena toda e não estava com paciência para explicar o porque de ter enxotado Yoongi de sua casa. 

O jantar ficou pronto e todos se reuniram na mesa. Yoongi fez questão de empurrar Taehyung até a sala de jantar e ajustá-lo ao lado de sua cadeira. 

Tudo bem – Jeon pensou –. Eles são só amigos.

...

O relógio da sala de estar de Jungkook marcou nove e trinta e nove da noite quando Hoseok e o híbrido mais velho decidiram que era hora de irem para a casa. Jeon ouviu cada palavra, e observou cada gesto trocado pelos híbridos. Yoongi havia contado tudo o que havia acontecido consigo desde quando Taehyung havia sido obrigado a fugir de uma tal instituição no Japão até o momento que ele passou pela porta da casa de Jungkook. 

O mais novo sentiu pena, não só de Taehyung mas de Yoongi também. Eles haviam passado por muita coisa e Jungkook nunca conseguiria passar por tudo isso e ainda ter uma mente sã. Ele esperneava por qualquer coisa, enlouquecia por qualquer coisa. Jeon pela primeira vez sentiu-se como um mais novo perto dos híbridos. Eles naquele momento pareceram mais maduros que si. 

Hoseok havia passado pela porta e era a vez de Yoongi fazer a mesma coisa, quando de repente ele se virou e deu um selinho em Taehyung, 

– Tchau, Tchau, TaeTae. Nos vemos amanhã. 

Jeon sentiu seu queixo tocar o chão. 

O QUE CARALHOS ACONTECEU?

A porta foi batida e trancada, a boca de Jeon ainda não havia se fechado enquanto observava o hibrido dar meia volta e seguir rumo a sala. 

– TAEHYUNG! – O híbrido virou-se rapidamente, assustado. – O QUE CARALHOS VOCÊ ACABOU DE FAZER?

– EU? EU O QUÊ? QUE SUSTO, KOOKIE! POR QUE ESTÁ GRITANDO? POR QUE EU ESTOU GRITANDO? VOCÊ ME DEIXA CONFUSO!

– TAEHYUNG! O QUE FOI ISSO? VOCÊ BEIJOU O YOONGI!

– BEIJOU? COMO ASSIM? NÓS TROCAMOS UM ABRAÇO DE BOCA, JEON! VOCÊ É BURRO?

Jungkook bateu na própria cabeça. 

– ISSO É UM BEIJO, TAE. BEI-JO. VOCÊ GOSTA DELE, TAEHYUNG? É ISSO? VOCÊ GOSTA DELE, NÃO É MESMO? EU NÃO ACREDITO NISSO. – Jeon saiu esbravejando e batendo a porta de seu quarto ao entrar no mesmo.

Taehyung apenas continuou parado, confuso. 

Esperou alguns minutos e foi até o quarto de Jeon, batendo na porta antes de entrar. 

– Jeon? – Taehyung perguntou, mas não obteve resposta, Jeon estava embaixo de no mínimo umas três cobertas. Posicionou-se ao lado da cama do garoto. A cadeira de rodas o impedia de se aproximar muito. – Jeon? Por que ficou tão furioso? – Sem resposta. – Ah! Qual é, Jungkook? Qual o problema de eu fazer isso com o Yoongi? Nós fazemos isso desde sempre. Eu não sabia que era tão importante, eu nem sequer sabia que isso se chamava queijo... Ceijo... Beijo, sei lá o nome disso. 

– É beijo, Taehyung. – Jeon começou, saindo debaixo das cobertas. – E é muito importante. Você deve fazer isso com alguém que você gosta, Tae. É algo que envolve sentimento. 

– Mas eu gosto do Yoongi, Jeon. 

O mais novo calou-se. 

– Você realmente gosta dele? Tipo de verdade?

– Como assim "de verdade", Jeon? Ué, eu gosto dele. 

Mais alguns segundos de silêncio pela parte do mais novo. 

– Você gosta dele, Taehyung? Você deseja estar perto dele todos os momentos do seu dia? Você pensa nele o tempo todo? Você se importa tanto com ele que parece que o seu coração vai explodir se não tiver certeza que ele está bem o tempo todo? E mesmo assim sente que seu coração vai ser despedaçado a qualquer momento? Você se sente angustiado quando ele parece não estar bem ou quando parece que você fez algo que o deixou triste? – Jeon parecia não estar mais falando sobre Taehyung e sim sobre si. 

– Ah, você quer dizer se eu gosto dele. – Taehyung finalmente parecia ter entendido. – Sim, eu gosto dele, Jeon – O coração do mais novo de repente parecia que ia explodir. Por breves momentos ele ouviu cada pedacinho do seu coração trincar e ceder. Nesses breves segundos somete uma coisa passou pela sua cabeça: Eu gosto de Taehyung. –, mas não como um homem. Yoongi é o meu melhor amigo, Jeon. Eu o vejo como um irmão mais velho. – Jeon deixou um longo suspiro escapar de seus lábios.

– Ah! Entendi. – Jeon corou. Todas as suas palavras de repente soaram infantis e vergonhosas. – Eu... –.

– Eu gosto de você, Jungkook. – Taehyung proferiu. 

Jungkook o encarou. Não sabia o que fazer, suas mãos começaram a suar e seu rosto foi ficando cada vez mais quente. 

– Você não precisa dizer nada, Jeon. Eu não estou esperando nem pedindo por algo também. Só queria que você soubesse do que eu sinto. – O híbrido com dificuldades virou sua cadeira de rodas e se dirigiu para fora do quarto quando de repente ouviu passos ligeiros atrás de si, teve sua cadeira virada bruscamente para o lado contrário e sentiu as mãos quentes de Jeon apoiarem nas suas. 

O mais novo ajoelhou-se na sua frente e Taehyung notou o quanto as suas bochechas estavam vermelhas. 

– Jeon...?

– Me desculpe se isso deixar as coisas mais confusas para nós, mas eu preciso fazer isso. – E então Jeon o beijou. Um beijo calmo. Jeon queria saber o que sentiria se os seus lábios tocassem os do outro. Não aguentava mais dúvidas e dúvidas. Ele queria saber o que sentiria quando o beijasse. E Jungkook sentiu algo que talvez tenha o deixado ainda mais confuso, mas que teria esclarecido sua irritação ao ver os híbridos trocando um simples selar, sua felicidade ao ver Taehyung sorrir para si e a angustia ao vê-lo machucado: Jeon gostava de Taehyung. Não como um amigo, não como um hyung sequer como um irmãozinho ou colega de apartamento. Ele gostava de Taehyung como um homem. E não deixaria esse sentimento de lado, seria responsável como tinha que ser. Pela primeira vez lidaria com algo como um homem.

 

 


Notas Finais


ROLOU BEIJINHO VKOOK KKKKKKKKKKKKKKKKK E TAEGI TMB LSNLKSBDLKBSLKBDSLKNBDLKDBKLBDSSLKN AI GENTE, POBRE TAE LSKNDLKSNDLKSNDLKNDSLK TE AMO VOCEIS É NOES


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