História How not to love her? - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lily Collins, One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais
Exibições 6
Palavras 1.155
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁ, PEOPLES.
Tudo bom com vocês? Comigo está tudo ótimo!!! Espero que curtam esse capítulo, comentem, Favoritem, por favor, gente.
Beijos e até lá em baixo!

Capítulo 6 - Five


Fanfic / Fanfiction How not to love her? - Capítulo 6 - Five

Quinto Capítulo 

"Eu só quero que você me dê, algo que nunca tive." - Rihanna

POV'S JADE

29 de novembro de 2016, às 3:00 AM.

Eu fiquei estática, já fazia 3 anos, eu havia o esquecido, completamente, mas quando ouvia falar seu nome ou comentarem sobre ele, meu peito apertava.

Ele deu um meio sorriso sarcástico, e, pela primeira vez, me dirigiu a palavra:

- Da última vez que nos vimos, você era mais educada. - Levantei minha sobrancelha, e deixei - o passar, folgado como sempre, sentou - se no sofá, com as pernas esticadas, apoiadas na mesinha de centro, na qual era vidro. Revirei os olhos, ao fechar a porta e reparar naquela cena, sentei na poltrona e fingi estar mais calma possível.

- O que você quer? - perguntei sendo direta, mas não o fitei, continuei admirando a paisagem lá fora, era inverno, pois no Brasil, era primavera. 

- Quero dinheiro, fama, tudo. - Depois de alguns anos, ele ainda continuava o mesmo, egoísta e manipulador. 

- Você já teve isso quando eu era uma idiota e não sabia nada da vida. - disse me levantando e ido abrir a porta para ele sair. - Agora vaza e não me procura nunca mais. - Ele se levantou e seguiu calmamente até a saída, porém antes, virou o rosto para mim, num contraste ameaçador.

- Quero 50 milhões de euros até o dia primeiro, se não, adeus ao maninho, Joãozinho e Mariazinha, e até o seu peguete. - Foi embora e eu bati a porta com força, Tadeu era perigoso, e realmente poderia fazer aquilo, e o que me dava um pouco de raiva que ele errou o nome do meu sobrinho, é Juninho e não Joãozinho. IMBECIL!

Me encostei na porta, e desci até sentir o chão frio, comecei a chorar, não tinha todo aquele dinheiro e eu não podia contar a ninguém, nem pedir ajuda, Tadeu gosta das coisas em segredo, quanto mais gente souber, mais pessoas mortas, podemos até achar que está em sigilo, mas ele é venenoso, sabe das coisas, com certeza, dói mais ver as pessoas que eu amo morrer, do que eu mesma, ele tem noção disso. 

Bebi um pouco de água e subi as escadas, querendo que aquilo tudo fosse só um pesadelo, queria muito contar ao Lippe, mas não podia, ele iria matá - lo. E ele não merece, uma pessoa maravilhosa, um ser humano incrível e um pai exemplar, não deixarei destruir a família. Então resolvi, viajar o mais rápido possível, peguei meu notebook e comprei passagem para França. Ele não me acharia lá, nem tem dinheiro o suficiente, não sei nem como me encontrou aqui.

[...]

1 de dezembro de 2016, às 05:00 AM.

Estava pronta para viajar, o mais secreto que fosse, não queria que ninguém me reconhecesse, nem paparazzis, fãs, nada do gênero. Passou - se algumas horas e avião todos presentes estavam desembarcando, assim fiz também, peguei minha mala, e entrei em um táxi, que me levou no local que eu encontrei na Internet, um hotel/casa, escondido da vida na cidade, porém não deixava de ser na cidade.

Cheguei no mesmo e uma placa, um pouco enferrujada dizia: "Mama's Home", parecia bom, assim que abri a porta, o cheiro de cookies inalou meu nariz, uma recepção na frente, cheguei na frente da bancada e quando ia apertar o sininho, uma moça, muito bonita por sinal, se levantou e apareceu de trás do balcão. 

- Oh desculpe. - Ela disse, era meiga, aparentava ter uns 19 anos, era linda e doce, me fazia lembrar de mim, eu era assim, igual a ela. - Você quer uma hospedagem? - Perguntou receosa, me tirando dos meus devaneios.  

- Sim, sim, a propósito, me chamo Jade. - Eu disse mostrando minha mão, para que ela apertasse. - Sou Amélia. - Ela disse assim fazendo um cumprimento. - Neta da dona daqui, minha vó já é idosa, não memoriza bem números, é por isso que estou aqui, sou a recepcionista e calculista. 

- Espero que me ajude a achar um quarto. Cheguei de viagem, e queria lugar para descansar.

- Claro! Quarto 303, terceiro andar. A escada é no corredor a direita, terá o Seu Gustavo te esperando, ele é o tradutor daqui também, então se quiser alguma ajuda, pois percebi que você não é daqui.

- Obrigada, acho que peguei tudo, e tenho certeza, ele será bastante útil. 

Assenamos uma para a outra, e caminhei por onde ela falou, estava esperando alguém com uns 40 e poucos anos, mas eu encontrei um homem que aparentava ter 20 e poucos anos. Ia por o primeiro pé no degrau da escada, quando ele se pronunciou. 

- Precisa de ajuda? - Quase caí para trás do susto que levei, sua voz era grossa e rouca. - Mélia deve ter falado de mim, sou Gustavo. - Me virei e o analisei, não era feio, já que eu não fiz nada, ele tomou a frente, pegou minhas malas e começou a subir as escadas.

- Você que é o tradutor? - perguntei.

- Sim. - Fiz uma careta e uma cara de confusa, ele riu.

- Que foi?

- Eu achei que tinha uns 40 anos. - Ele riu um pouco, mas eu reprimi com um tapinha no braço.

- Ei, eu não tenho culpa se todos os meus mordomos, já estam na casinha do quarenta. - Assim que deixou as malas no meu quarto, massageou um pouco o lugar que eu havia batido minutos antes. 

- Você é magra, mas sabe machucar. - Disse fazendo biquinho. - É eu não sou seu mordomo. - Cruzou os braços. - Estou aqui pra te ajudar a entender a nossa língua, ou de outras pessoas que moram aqui. 

- Vai, de vezes em quando você não pode carregar minhas malas, igual fez agora?

- Só se você aprender bem rapidinho. 

Tá bom, mas quando eu precisar a minha... - Ele não deixou eu terminar, me cortou.

-A sua disposição. - Fez um gesto de militar. - Agora vou ir, creio que está cansada. - Disse dando um beijinho na minha bochecha e saiu. Eu analisei o quarto, ele era espaço e bonitinho. GOSTEI!

Tomei um banho, bem refrescante e relaxante, coloquei um pijama, fechei a porta, e deitei para assistir Netflix. Peguei meu celular e estava com inúmeras mensagens. 

Vida ☺

Onde você tá?! - P.C

Estamos preocupados!!! - P.C

Fomos na sua casa e nada de você. - P.C

Pelo amor de Deus, me responde!! - P.C

Mamis 💅

Garota, onde você se meteu? - R.C

Seu pai está uma pilha. - R.C

Joe V.S

Estou preocupado, não é questão de trabalho, está tudo bem?

Harry 💙

Menina, já me ligaram umas cem mil vezes perguntando se eu tô com você. Bem que eu queria estar. Onde tu tá?!

Todos muito preocupados... Diz alguma coisa, vou ficar careca!!

Como eles disseram, todos se preocupando, até ri um pouco com a do Harry, respondi todo mundo com um simples "Tá tudo bem." E pronto! Voltei a assistir o episódio que parei em Once Upon a Time.





Notas Finais


OBRIGADA POR LEREM, mas não sejam esses leitores fantasmas, comentem e Favoritem a fic, me estimula bastante a escrever.
Bjs e até mais!!!


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