História Human Universe (Steven Universe) - Capítulo 66


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Categorias Steven Universe
Personagens Connie, Garnet, Greg Universo, Jasper, Lápis Lazuli, Peridot, Pérola, Personagens Originais, Rose Quartzo, Rubi, Safira, Steven Quartzo Universo
Tags Amedot, Amethyst, Garnet, Greg, Jasper, Lapidot, Lápis-lazuli, Lasper, Pearl, Pearlmethyst, Peridot, Rose, Ruby, Sapphire, Steven, Steven Universe
Exibições 156
Palavras 1.683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Orange, Romance e Novela, Super Power, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Aviso, algumas pessoas podem vomitar arco-íris, sugiro tomarem cuidado. Atenção.. algumas revelações também :v

Capítulo 66 - Cartão amarelo


~~Lazuli~~

Por mais que Pery tentasse não demonstrar, eu sabia que ela estava chateada. Enquanto esperamos o pai dela sentadas em um banco próximo ao colégio. A outra ficava olhando aquele cartão amarelo. Parecia pensativa, sinceramente, acho que ela não devia ligar, mas tal decisão caberia a ela. Pegava meu celular colocando um dos fones ao ouvido dela e o outro em meu ouvido. Música depressiva? Claro. Eram um tipo de música que me fazia pensar, ao ouvir a música minha pequenina me abraçava, escondendo o rosto em meu peito. Levo a mão até os cabelos dela, acariciando os mesmos. 
-Não é sempre que se ganha Doritinha, pensa por outro lado. Conseguiu chegar até as finais naquele campeonato de jogo, podia treinar um pouco, é muito talentosa. Além de desenhar, eu não faço nada.
Percebia a mesma ainda com o rosto escondido, não dizia nada, nem olhava pra mim. Era então que afastava um pouco o corpo, o óculos dela estava embaçado,a mesma chorava. Se bem que não gostava de vê-la assim. Tirava o fone dela.
-Amor, não chore, não precisa de troféu bobo pra dizer o quanto é boa. No futuro aquela garota vai ver que o troféu não é nada, até alguns adultos de admiram, tens um grande potencial, ainda mais na empresa do seu pai.
Os lábios dela se moviam em um obrigado, mesmo sem dizer uma palavra, já entendia. Um pequeno sorriso surgia aos lábios dela quando fechava os olhos. Passo a mão nos cabelos dela deixando os mesmos afastados da testa, onde selava meus lábios ao local. Era fofo ver que ela ainda corava com isso, mesmo depois de tanto tempo namorando. Ouvia uma buzina, finalmente o pai dela chegou. Foi quando peguei a caixa, coloquei ao carro, logo ele nos levava pra casa.
-Perdoem a demora meninas. Estava ocupado.
-Sophia.
Dizia Pery fazendo careta, o que me fazia rir.
-Foi dar uma volta com ela senhor?
Ele também ria negando com a cabeça.
-Só visitar mesmo. Aquela mulher.. bem.. acho que vou convidar ela pra dar uma volta hoje a tarde, querem ir?
Geralmente deixava Pery decidir, mas ao olhar pra ela a mesma dava de ombros, acho que eu teria que decidir, mas estava tão indecisa.
-Acho que é melhor irem a sós, Pery e eu temos planos pra essa tarde. Né?
Com sorriso olhava pra ela, via ela parecendo confusa, mas acenava de maneira positiva com a cabeça. Foi quando ele nos deixou em casa, corria para o quarto se arrumar. Levei o experimento de Pery pro quarto dela, onde a mesma apenas chegava e se jogava na cama. O Leo corria pra lá e pra cá arrumando as roupas, já logo descia. Que pressa hein! Deito ao lado da amorinha, ficando com o rosto frente a frente ao dela.
-Aquilo ainda te aborrece?
Em um suspiro ela fechava os olhos.
-Só quero esquecer. Apenas estou indecisa se ligo ou não pra pessoa do cartão. Se graças a ela eu não ganhei o prêmio, fiquei curiosa pra saber o quão importante sou.
Por um lado ela tinha razão, até eu fiquei curiosa.
-Bem.. vai em frente. Pode ser perigoso, cuidado.
Via um sorriso surgir aos lábios dela, talvez quisesse apenas minha aprovação. A mesma sentava pegando o cartão e o celular, discando o número. Me sento na frente dela segurando a mão da mesma, já estava chamando, parecia um tanto nervosa e preocupada com aquilo.

~~Pery~~

O telefone chamava, será que alguém atenderia? Era quando ouvia uma voz, era familiar, mas não lembrava de onde era. Deixava no viva voz pra Blu ouvir.
-Linha direta Diamond, Pearl, em que posso lhe ser útil?
Olhava pra Zuli. Não sabia o que falar, a mesma acena de maneira positiva com a cabeça.
-P-Peridot.. sou Peridot.. mas sou conhecida como Pery, o prodígio da feira de ciências, ganhei esse cartão a pouco. Me pediu pra eu ligar.
Ouvia o barulho de algumas teclas.
-Pery.. aquele garoto da réplica do sistema solar?
-É..
Novamente alguns sons de teclas.
-Bem.. lamento informar mas Diamy está ocupada no momento, não poderá falar com você.
A voz dela soava um pouco arrogante, foi quando ouvi uma voz mais ao fundo.
-Com quem está falando Pearl? Alguém ligou na linha direta?
Algo parecia tentar cobrir o telefone, pois fazia um som estranho.
-Não é nada, só mais alguns idiotas, não se preocupe senhora..
-Me dê esse telefone.
-Mas senhora não precisa se in..
-ME DÊ AGORA..
Mais alguns barulhos eram ouvidos, olhava para Lazuli confusa.
-Diamy falando, segundo o que Pearl deixou na tela, você é Pery não é? Oi.. está ouvindo?
Via Zuli acenar de maneira positiva novamente.
-S-sim estou. Sou Pery, ganhei esse cartão hoje na feira de ciências.
Novamente algumas teclas eram ouvidas.
-Hmn.. réplica do sistema solar. É incrível. Imagino que ficou chateada por não ter ganho o troféu.
A voz dela era direta, era como se soubesse de tudo.
-Até que não. Aprendi bem mais com não ganhar nada. Só fiquei curiosa. Agora, o que deseja comigo?
Blu segurava uma risada, fui tão direta. Sem demora já obtinha minha resposta.
-Oras, apenas iria pagar uma boa nota pra você fazer uma réplica maior. Soube que usou magnetismo e um tipo de sistema pra configurar. Vamos supor que um dos planetas seja destruído, o que aconteceria com sua réplica?
Era uma pergunta estranha, mas ficava pensativa.
-Acredito que o planeta correspondente iria tocar a plataforma, invés de flutuar como os outros. Trabalha pra alguma empresa Diamy, err.. esse é seu nome né?
Aquela voz parecia bem confiante, ficava imaginando como ela seria.
-Não trabalho pra ninguém querida, sou uma das quatro líderes de uma organização. Cujo não é de seu interesse. Será que pode me mandar a planta dessa sua réplica, pago pelo seu projeto, acho melhor mandar alguém fazer.
Franzia a testa.
-Só eu farei isso. Seu dinheiro não vai me convencer, mesmo que pague, quero algumas informações.
Ouvia um som no telefone, era como se ela tivesse bufado ou algo do tipo.
-Certo, o que deseja sabe?
Começava a rir, Zuli me olhava com uma careta.
-Não vindas de você, quero informações sobre o sistema que usam, informações armazenadas de antigos projetos que fizeram.
Outra risada era ouvida por parte daquela misteriosa mulher.
-Não terá acesso ao nosso sistema, só as quatro líderes tem.
-Sem negócio então.
Respondia na lata.
-Arghh pestinha, posso negociar um pequeno e restrito acesso a alguns dados sobre nossa organização e antigas pesquisas, mas a parte mais básica.
Deixava um sorriso tomar meus lábios, Blu negava com a cabeça.
-Fechado. Negociamos o preço, mas não tenho certeza se tenho os materiais necessários.
-Os materiais deixa comigo. O dia será segunda feira, de tarde, após as três horas, na praça de alimentação do Shopping, aquele perto do colégio onde foi a feira de ciências.
Blu ainda negava com a cabeça.
-Certo. Encontrarei você lá pra falar de negócios. Só mais uma coisa.. não quero representantes, gostaria de falar diretamente contigo.
Via ela cruzar os braços, mas dessa vez acenava de maneira positiva com a cabeça.
-Certo. Apenas uma pergunta.
Olhava pra Blu engolindo em seco, esperava que ela não perguntasse de mais alguém ali.
-Seu pai já lhe contou que fizeram um experimento contigo?
Algumas cenas se passavam por minha cabeça, todas daquele vídeo que eu vi.
-Sim..
Aquela tal de Pearl, a voz era a mesma da garota de amarelo do vídeo, então ela foi a culpada.
-Nunca percebeu algo incomum em você? Por exemplo alguma marca ou habilidade que os outros não tenham?
Não podia ser ela aquela moça que não aparecia o rosto, graças e ela minha mãe morreu, graças a ela eu era assim.
-Acho que só uma mega inteligência, isso é incomum pra você?
Percebia um suspiro ao telefone.
-Talvez, mas não é o que procuro. Desde já agradeço.
A ligação foi desligada, olhava pra Blue, ela estava furiosa.
-Está louca? Vai fazer a réplica pra essa maluca? O que ela quer com isso? Podes ajudar ela a destruir planetas, é isso que quer? Achei que fosse mais esperta, sério? Acesso a só uma parte do sistema.
Calmamente levo a mão ao ombro dela.
-Calma Blu. Olha, com um pequeno acesso ao sistema, posso hackear ele inteiro, até me descobrirem já terei pego tudo, se descobrirem. Qualquer coisa que ela for fazer, colocará no sistema, posso modificar algumas coisas para não dar certo. Tenho certeza que ela nunca me daria acesso completo, sempre terá algumas travas ou pastas inacabadas. Segunda feira vou te levar junto, não vou encontrar aquele monstro sozinha... foi ela que fez isso comigo..
Zuli colocava a mão sobre a minha destra, a mesma que estava ao ombro dela.
-Pery.. até que foi um golpe esperto, mas não duvide dela, pode tentar passar a perna em você. Vou protegê-la assim como faz comigo.
Com um sorriso ficava olhando para ela, levo minha destra até o pescoço da mesma, onde deslizava ao encontro da nuca e consequentemente dos cabelos dela, onde acariciava os mesmos.
-Vai dar tudo certo. Vou enrolar o máximo pra não fazer o que ela quer, até lá consigo hackear o sistema dela. Aquele tal projeto diamante, tem que ser obra dela. Acho que devíamos impedir isso, pode ser um problema, se ela até fez aqueles seres loucos com habilidades. Pode acabar fazendo um perigoso exército.
A mesma acenava de maneira positiva com a cabeça.
-Sempre pensando em um bem maior Pery, por isso que te amo.
Ela aproximava o rosto do meu, tocando lentamente nossos lábios. Sem demora eu retribuía aquele doce beijo. Como era bom ser beijada, sempre me sentia bem com aquele carinho todo. Dessa vez separava meus lábios dos dela.
-Mor.. ainda to meio chateada, vamos ficar vendo filme?
Ela acenava de maneira positiva com a cabeça, arrumava alguns travesseiros, sentando na cama. Deitava entre as pernas dela, apoiando minha cabeça na barriga da mesma. Onde ela leva as mãos em meus cabelos acariciando. Deixava o controle com ela, para que possa escolher o filme, e assim ela fazia.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Aceito dicas, críticas, sugestões e ideias.


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