História Human Universe (Steven Universe) - Capítulo 75


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Categorias Steven Universe
Personagens Connie, Garnet, Greg Universo, Jasper, Lápis Lazuli, Peridot, Pérola, Personagens Originais, Rose Quartzo, Rubi, Safira, Steven Quartzo Universo
Tags Amedot, Amethyst, Garnet, Greg, Jasper, Lapidot, Lápis-lazuli, Lasper, Pearl, Pearlmethyst, Peridot, Rose, Ruby, Sapphire, Steven, Steven Universe
Exibições 162
Palavras 3.788
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Orange, Romance e Novela, Super Power, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente.. venho com boas notícias :3
Estamos chegando a quase 150 favoritos <3 é uma grande conquista, graças a isso me dediquei pra caramba, queria fazer um capítulo de Morgamber muito legal, sério, fiquei muito tempo planejando e escrevendo, aos tímidos eu adoraria ouvir os comentários sobre o que acharam da história.
Quem sabe não me inspire pra fazer mais capítulos grandes e bem criativos como esses?
Por eu amar vocês, preferi não dividir o capítulo em mais partes, apenas duas ;)
Boa leitura :3

Capítulo 75 - Mansão do pânico (Parte 2)


-Morgana-

Aquela sensação de pânico, tomava ela, consequentemente começava a me consumir também. Aquele sentimento não era meu, mas não conseguia o afastar. Preocupada com ela, parecia um pouco pálida, sento a mesma ao chão, seguro a mão dela fazendo a mesma olhar pra mim.

-Sua força é absurda. Podia quebrar a porta.- Tentava sugerir para acalmá-la, já que ela estava suando frio.

-N-não consigo usar minhas habilidades nesse estado... - Era perceptível a dificuldade dela em falar, nessa hora gelei, aquele horrível medo dela era compartilhado comigo. Fora que.. era óbvio ela não conseguir usar suas habilidades assustada desse jeito.

Várias coisas se passavam pela minha cabeça de como ajudar ela. Nenhuma parecia eficiente. Os olhos dela vibravam, me abraçava forte, assustada. Quase que eu caí quando ela me puxava pra abraçar, caramba, tinha muita força. Ainda não conseguia entender como ela não conseguia quebrar a porta ou algo do tipo. Ela estava chorando, minha nossa, isso me causava uma horrível sensação de pânico.

-Morgana, sou muito covarde, desculpe te deixar mal com isso. Essa coisa sinistra de coisas sombrias me dá medo até na alma. Tenho traumas desde criança, me tira daqui... - A respiração dela estava cada vez mais forte, tais palavras eram ditas entre lágrimas. Acho que estava sentindo um certo arrependimento por tê-la trazido aqui.

Mal conseguia pensar, estava quase tão assustada quanto ela, a diferença era que eu não demonstrava. Estava muito difícil pensar. A única solução que vi foi erguer o queixo dela, fazendo a mesma olhar pra mim.

-Olha nos meus olhos. Dê o exemplo pro Phanton, aposto que ele está com mais medo que você.- Coloco o ursinho ao colo dela, vendo um pequeno sorriso surgir aos lábios da mesma. Os olhos úmidos dela agora focavam em mim, ainda vibravam de medo, mas acho que o encanto que ela tinha por mim a fez esquecer.

Bem, até que essa ideia deu certo. Levo a mão a bochecha dela, secando as lágrimas que escorriam. Meu rosto se aproximava do dela, sem demora nossos lábios se tocavam. Foi quando ouvi um longo suspiro. Ela fechava os olhos apreciando aquele caloroso beijo. Até que me senti melhor com aquilo. Agora ela se sentia segura, o pânico passou, sendo assim, também estava bem. Eis que levei um dos braços a nuca dela e outro abaixo do joelho, onde me levantei com a mesma no colo, claro que Phanton estava em cima dela. A mesma leva uma das mãos ao meu rosto enquanto a outra acariciava o ursinho. A essa altura nem ligava se o batom de nossos lábios ficaria todo borrado, e acho que ela também. Aos poucos separei o beijo, abrindo os olhos e olhando nos olhos dela, que sorria feito boba.

-Ai Morgana.. só você pra me deixar sem jeito.- Percebia o rosto dela corado, assim como o meu, mas claro que era mais evidente em mim pois minha pele era beeem mais clara. -Sua lindinha. Eu te amo viu? Sabe.. acho que aqui no seu colo eu consigo aguentar essas coisas assustadoras, por você meu bem.- Um tímido e pequeno sorriso surgia aos meus lábios, o que me fazia ganhar mais um selinho dela. -Adoro seu sorriso sincero. Tinha razão quando disse algo sobre quando espontâneo o sorriso era mais bonito.- Eu olhava pro lado meio sem graça, a mesma mexia na bolsa, pegava algo. Era um guardanapo, onde a mesma limpava minha boca do seu batom. Ela pegava um espelho fazendo o mesmo com a própria. Agora ela retocava o batom. Sério? Ela fazia tudo isso em meu colo?

-Está forte em Morgana. Eu tenho habilidade de super força, mas sua força física é excelente! Deve ter o corpinho bem sarado.- Acho que nunca tinha ficado tão rubra quanto agora, discretamente fazia um sinal positivo com a cabeça. Aonde a mesma ria com um leve rubor ao rosto. -Se fosse hétero você seria o sonho de muito homem.- Aquele tom brincalhão retornava. Eis que eu começava a andar pela mansão, onde o objetivo era procurar alguma saída. Claro que algumas pessoas desmaiavam, então eles recomendavam pessoas de extrema coragem. Acredito que Amber apenas aceitou por minha causa.

Em um corredor sombrio notava ela se encolher, a mesma olhou pra mim, foi quando mostrei minha língua a ela. Ouvia algumas gargalhadas bestas, como ela conseguia achar tudo engraçado? Até me chamava de boba. Dessa vez levei um susto quando algum tipo de fantasma apareceu do nada, claro que era um holograma, mas fez eu jogar Amber pra cima e pegá-la de volta na queda. A desgraça ainda ria, franzia a testa olhando pra ela.

-Nunca te vi levando um susto. Foi tão engraçado.- A garota dizia entre risos. Só fazia um movimento de deboche com a boca, onde a mesma mantinha sua risada, agora mais alta. Imagino que as pessoas devem estar pensando que aquilo nem assustava, ou talvez alguém estaria sendo torturado, pois sinceramente? Algumas risadas dela eram ensurdecedoras.

Chegamos em uma cozinha, havia comida de plástico a mesa. Uma bizarra decoração com teias de aranha, caldeirões expelindo fumaça. Alguns esqueletos velhos, surrados, meio quebrados e cobertos por teias estavam sentados a mesa.

-Amber fecha os olhos.- Sabia que ela surtaria se visse aquilo, pois ela estava distraída tirando algumas fotos no celular.

-Por que?- A mesma questionava, mas fazia o que eu pedia.

-Vou me sentir melhor assim.- Sussurrava, uns sons de ossos batendo tomava o ambiente. Um sinistro ar gélido soprava pelo local. Mal conseguia ver o chão aonde pisava. Engolia em seco, aqueles sons estavam assustando Amber, ainda mais aquela risada de bruxa velha ecoando pelo ambiente.

-O que foi isso?- Ela escondia o rosto em meu peito, por sorte ainda mantinha seus olhos fechados.

-Fala uma música aí.- Dava uma breve olhada por aquela cozinha, parecia ter algo mais ao fundo, seria a saída? Estava bolando ideias para passar por ali, sem que Amber tenha a maldita curiosidade de abrir os olhos.

-Que tal Team, da Lorde?- Franzia a testa. -Adoro essa música, é bem viciante, conhece?- Percebia um sorriso aos lábios dela. Por sorte conhecia então.. lá vai..

-Call all the ladies out .. They’re in their finery... A hundred jewels on throats- Claro que pulei uma parte, eu logo comecei a cantar de onde sabia. Costumava ser segunda voz, não achava que cantava muito bem.

-Caramba, você canta muito bem. Continua.- Um enorme sorriso estava ao lábios dela, onde a mesma parecia confortável em meus braços. Acho que deveria continuar...

-A hundred jewels between teeth..- Algumas bruxas surgiam, voando e gritando, porém continuava cantando. -Now bring my boys in..- Aqueles horrendos sons não foram capazes de assustar minha amada, acredito que se concentrou na minha voz. Era perceptível o encanto dela por alguém que cantasse.

-Their skin in craters like the moon... The moon, we love like a brother...- Os esqueletos levantavam das cadeiras, imagino que fosse algum tipo de robô. Eles estavam equipados com facas, que estranho. Uns tinham espadas, outros lança. Mesmo que alguns deles mal tivessem o braço inteiro.

-While he glows through the room.- Lentamente eles caminhavam em minha direção, rangendo os ossos. Sentia uma sinistra energia gem naqueles malditos, eram reais? Engolia em seco, mas não podia parar a música.

-Dancin' around the lies we tell... Dancin' around big eyes as well...- Agora a coisa ficou preta, eles corriam pra cima de mim. Ao olhar rapidamente para trás via a porta se fechar. Acho que iria lutar, mas com cuidado pra Amber não desconfiar.

-Even the comatose, they don’t dance and tell.. - Desviava com facilidade de um deles, no qual tentava me acertar com uma lança. Nunca agradeci tanto por aquelas aulas de artes marciais. -We live in cities you'll never see on a screen..- Pisava com força na lança que batia ao chão, onde a mesma quebrava ao meio. -Not very pretty, but we sure know how to run things...- Aproveito para saltar acertando um pontapé no queixo ossudo de um deles, onde a cabeça caía e o corpo desmontava. Achei o ponto fraco deles.

-Living in ruins of a palace within my dreams..- Pelo visto Amber estava gostando, pois não parava de sorrir. Em um movimento rápido coloquei a ponta da lança em cima do meu coturno, usando o outro pé. Chutava a ponta para cima.. -And you know, we're on each other's team..- Enquanto a ponta caía, acertava um chute nela, acertando o pescoço de um esqueleto, fazendo a cabeça do mesmo cair.

-Uool que incrível Morgana, está ótima.- Amber elogiava com aquele seu enorme sorriso, acho que estava gostando.

-I'm kind of over getting told to throw my hands up in the air...- Levo o pé embaixo de uma cadeira, empurrando em direção de um esqueleto com uma espada, onde a mão com a espada batia na cadeira. -So there..- Em um rápido movimento usava a cadeira de apoio para acertar um chute ao crânio dele, onde voava para longe. Aproveitava para correr dos outros.

-So all the cups got broke..- Olhava para trás, estava sendo seguida, era óbvio. Coloco Amber sentada no balcão da pia, dava um rápido selinho nela tornando a cantar.

-Shards beneath our feet...- Por sorte ela não ligou, pois ficou em silêncio apenas sorridente. -But it wasn’t my fault...- Agora corria em direção aos esqueletos, onde acertava uma voadora ao crânio do que estava a frente, fazendo o corpo inteiro se desmontar, sem cabeça.

-And everyone’s competing..- Um tentava me acertar com a espada, golpeando de baixo para cima. Cruzava meus braços em "xis", segurando o que seria o pulso dele, usava a espada para bloquear um esfaqueamento, ainda com o esqueleto segurando ela. -For a love they won't receive..- arremesso aquela pilha de ossos pra cima dos outros, derrubando eles. -Cause what this palace wants is release..- Mandava um beijinho para eles caídos, correndo até a Amber, onde tornava a pegar ela no colo. Dã.. ao fundo da cozinha tinha um tipo de túnel, com certeza era a passagem. Até eles levantarem eu já teria fugido.

Ainda tinha fôlego pra correr naquela passagem, já havia parado de cantar, ali era quieto e úmido. Amber sorridente abria os olhos.

-Incrível Morgana, vai cantar mais vezes pra mim. Ela observava o local. É a saída?- Acenava de maneira positiva com a cabeça. Finalmente havia uma luz  no fundo. Várias pessoas estavam lá fora quando saímos. Estava arfante e ela sorridente. Havia alguns selos dizendo que o brinquedo estava com defeito e não podia ser usado. Mas como nos deixaram usar antes? Olhava para trás ouvindo aqueles malditos esqueletos. Colocava Amber no chão indo bem pra longe daquele local, já me misturava a multidão.

-Caramba Morgana, foi tão divertido. Ouvir você cantar espantou todos os meus medos.- Ela parecia tão animada.

-Quem canta os males espanta. É o que dizem.- Novamente aquela risada ensurdecedora. Acho que já deu por hoje, melhor irmos pra casa. -Acho melhor irmos querida, não quero chegar muito tarde.- A mesma concordava com a cabeça.

-Melhor comemoração de três meses de namoro.- A mesma abraçava meu braço, logo íamos até a moto.

Percebia que ela esfregava o braço, imagino que estivesse com frio. Tirava meu casaco de couro, coloco sobre os ombros dela. A mesma ficava paralisada de inicio, mas acaba aceitando, pois colocava o casaco. Dessa vez quando fomos de moto pra casa, ela não segurou forte, se sentia segura por estar comigo. Acho que provei para ela que podia confiar em mim, até quando estivesse morrendo de medo, aquilo me deixava contente.

Finalmente chegamos em casa, estava tudo escuro, tratamos de não fazer barulho algum. Bebia um copo de água na cozinha, estava ainda meio enjoada por ter comido tanto. Amber ainda abria a geladeira para pegar um pedaço de uma torta salgada, que eu fiz com a mamãe. Ficou meio mole, mas ela gostou. Ainda não acreditava que ela conseguia comer mais. Dessa vez fui pro meu quarto. Ela já havia me devolvido a jaqueta. Escovei meus dentes, tirei a maquiagem do rosto, agora iria me vestir pra dormir. Ouvia alguém batendo a porta, logo Amber entrava.

-Se importa se eu domir com você?- Negava com a cabeça. Percebia ela desviando o olhar um pouco sem graça, colocando os cabelos atrás da orelha, sério que ela ainda não se trocou? Notava uma certa insegurança nela, mas de fato era, o que estaria acontecendo.

-Be, o que houve?- Perguntava pra ela. Notava a mesma virar de costas pra mim.

-Nosso dia foi magnífico.. mas eu queria passar um pouquinho do dia namorando sabe.. beijando você.. é tão bom.- Notava a voz dela sem graça, imagino que ela não queria que eu pensasse que ela teria segundas intenções.

Me aproximei sem que ela percebesse. Abraçava a mesma pelas costas, dando um beijo na bochecha dela. A mesma se virava, com um sorriso nos lábios ela tocava os próprios aos meus deslizando os mesmos com carinho. A única coisa que fiz foi suspirar, retribuindo aquele beijo. Não demorava para que a língua dela adentrasse minha boca, foi onde abri um pouco mais, dando um espaço maior a ela. Sentia a mesma acariciando meu piercing com a própria língua, acredito que apesar de curtir piercings em mim, ela não curtisse nela. Sem separar nossos lábios, puxei ela para minha cama, deixando a mesma por cima. Passava as mãos por trás da coxas dela, estava com o rosto rubro, era tímida, mas me sentia atraída por ela, podia sentir o mesmo por parte dela. Amber colocava as mãos em meus ombros apertando levemente os mesmos. Aquele beijo era bem quente, eu admito, minha pele chegava a arrepiar quando ela mordia minha língua. Essa tola, não tirava aquele sorriso bobo do rosto.

Lentamente colocava as mãos por baixo do vestido dela, onde apalpava a bunda da mesma. Eram bem volumosas, acredito que ela fazia sucesso com os rapazes. Mas a questão era.. agora era toda minha. Sentia as mãos dela erguendo minha blusa lentamente, era como se pedisse permissão. Pra mim não teria problema, já que confiava nela.. confesso até estar desejando aquilo. Nunca havia sentindo uma vontade louca assim.

 

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-Amber-

Morgana apenas estava sem seu casaco, pulseiras, colar e maquiagem, porém ainda usava a roupa do nosso maravilhoso encontro. Aquele beijo quente era tão agradável, ainda mais com aquele piercing dela na língua. Por mais inexperiente que ela fosse, aqueles apertos que ela davam em minha bunda já me agradavam. Cessava o beijo por alguns instantes pra tirar a camisa dela, onde olhava aquele corpo pálido e o rosto corado dela.

-Caramba Morgana, você é bem gostosa mesmo.- O abdome dela era sarado na medida certa, sem muitos músculos, apenas curvinhas delicadas e magníficas. Nunca vi um rosto tão vermelho na vida, minha nossa. O sutiã preto dela prendia bem aqueles seios medianos delas, acho que meus seios eram pouca coisa maior. Passava o dedo por cima do sutiã dela. -Quer mesmo isso? Sabe que desde que pus os olhos em ti estava esperando por esse momento. Mas claro, tem que ser algo espontâneo.- A timidazinha mordia o lábio inferior, acenando de maneira positiva com a cabeça. Era com um sorriso que novamente tornei a beijá-la.

Passava minha mão pelo abdome dela, em cima do umbigo tinha um piercing, minha nossa, quantos desses mais ela tinha? Sem demora tirava o sutiã dela, levo uma das mãos ao seio dela, era pega de surpresa por um piercing no mamilo dela. Isso eu tinha que ver. Separava o beijo para observar, era em apenas um dos seios. Um delicado semi círculo prateado, com duas bolas na ponta, não sei o nome desses piercings, mas era adorável.

-Que sexy, tem um piercing no mamilo. Vai dizer que tem no clitóris também?- Nesse momento ela negava com a cabeça, estava tão vermelha, ela desviava o olhar, era tão fofa.

-Se quiser posso colocar.- Morgana afirmou baixo, sério que ela faria aquilo? Era louca só pode, mas neguei com a cabeça.

-Está perfeito assim. Bem.. nesse tempo que já fui tocada.. adquiri certa experiência.. posso de deixar louquinha.. eu vou te deixar louquinha.. essa noite vai ser inesquecível.- Ela sem graça e desviando o olhar era tão fofo. Me sentava sobre o quadril dela, puxando me vestido, não demorava para retirar ele, jogando para o lado. Estava sem sutiã, e agora estava seminua, de calcinha apenas.

Por um breve momento Morgana me olhou, mas estava com tanta vergonha que novamente desviou o olhar. Soltava uma risadinha, novamente deitei por cima dela, aonde tornava a beijá-la com paixão. Novamente coloquei a mão sobre o seio dela, bem aonde tinha o piercing. Passava meu dedo ao piercing, mexia nele com o dedo. Percebia ela suspirar durante o beijo, com certeza estava gostando. Acredito que dava tesão ficar mexendo nele daquela maneira, portanto eu continuava. Sentia as mãos dela deslizarem por minhas costas, aonde abaixavam um pouco minha calcinha, tirava a mão dela dali negando tal ato.

-Nananão. Eu que vou tirar, mas antes.- Havia separado o beijo pra poder falar. Eu adorava olhar aquele rosto tímido, sorridente tirava a saia dela, junto com a meia calça. Seria novidade eu dizer que a calcinha dela também era preta? Ela se apoiava nos cotovelos me olhando. Coloquei as mãos nos ombros dela, a fazendo deitar novamente. -Fica deitadinha aí querida. Quero que tenha a melhor primeira vez de sua vida.- De tão envergonhada que ela ficava seu rosto estava roxo. Confesso estar levemente corada, mas me sentia tão animada em ir em frente. Coloquei meu corpo sobre o dela, pressionando meus seios aos dela. Dessa vez tomei seus lábios de uma forma mais voraz. Me apoiava agora ao cotovelo, ficando um pouco mais alta que ela, onde conseguia deslizar perfeitamente minha mão até o seio dela, apalpando o mesmo, quanto ela soltava um suspiro. Era tão divertido brincar com o piercing dela. Mas não queria enrolar, iria logo pro aperitivo. Adentrava minha mão na calcinha dela, levando o dedo do meio até o clitóris da mesma. Estava toda molhadinha, que doçura, acredito que também estivesse assim. Portanto começava a massagear o local, com movimentos circulares. Sentia a respiração dela pesar, mas não a deixava gemer, abafava tudo com aquele beijo. Porém não iria parar. Continuei fazendo movimentos circulares.

O corpo dela ficava cada vez mais quente, até um pouco trêmulo. Aposto que se não fosse aquele beijo ela estaria gemendo loucamente. O clitóris dela estava bem inchado, isso me incentivava apenas a massagear o local, um pouco mais rápido dessa vez. Sentia as mãos dela segurando em meus ombros, incrível, era tão fofo ela tendo um orgasmo, chegava a me abraçar com força. Aposto que teria sujado um pouco da calcinha dela. Separava meu beijo olhando para a mesma, passando a língua em minha mão. Ela respirava forte, apenas observando sem entender. Foi quando abaixei meus dedos, deixando apenas o indicador e o dedo do meio levantados, foi onde comecei a chupar os dedos. Acho que a mesma já entendeu o recado, aquilo foi apenas pra animar ela um pouquinho. Virava minha bunda para ela, onde ainda ficava por cima, com meu rosto bem próximo a calcinha dela, na qual eu tratava de tirar.

-É... tem piercing aqui não.- Estava rindo. Caramba, nunca fiz isso com uma mulher, mas foi tão bom quando fizeram em mim, com certeza ela iria gostar. Sentia ela dar um tapinha na minha bunda, o que me arrancava mais alguns risos. Abri as penas dela mais, aonde abaixei meu rosto passando a língua sobre o clitóris dela, ouvia a mesma suspirando. Mas não ficaria apenas naquilo, tratava de envolver meus lábios ao local chupando o mesmo, foi onde ouvi um baixo gemido dela. A mesma segurava em minhas pernas, apertando cuidadosamente elas. Ela ainda estava toda molhadinha, então aproveitei para penetrar de vez, dois dedos em sua intimidade. Escutei um urro surpreso, acredito que havia doído um pouco, mas compensava com um forte chupão ao clitóris dela, novamente ela gemia. Portanto deslizava meus dedos ao interior dela, massageando o órgão já inchado dela, ela apenas gemia, sem falar nada.

Em um movimento rápido, sentia ela abaixar minha calcinha, não era exatamente a intenção, mas não rejeitaria. Sem demora sentia os dedos dela penetrando em minha intimidade. Aquela maldita, fazia um bom tempo que não dava, então estava meio apertado.. mas por sorte estava tão úmida que os dedos dela não tiravam problemas em me causar dor, estava com mais tesão ainda na verdade. Então continuei a chupar enquanto fazia a massagem no interior dela, apreciando aquela massagem que a mesma fazia em mim. Acredito que ela estava tão trêmula que não conseguia se levantar para chupar meu clitóris também, pois senti ela usar a outra mão para massageá-lo. Caramba aquilo estava tão bom. Sentia meu corpo trêmulo, assim como o dela estava. Ambas suadas, tentava abafar um pouco meus gemidos, mas eram evidentes. Sinceramente? Nem estava ligando se alguém ouvisse.

-Ahh Morgana, isso mesmo.. tá ótimo.- Tentava incentivar ela, já que estava um pouco tímida, portanto a mesma movimentava seus dedos mais rápido, e assim eu também fazia. Ela não demorava para gozar, onde fazia questão de lamber tudo, inclusive meus dedos. Morgana continuava os movimentos, já arfante, também não demorava pra ter um orgasmo, onde a mesma ergueu a cabeça, passando aquela deliciosa língua com seu piercing maravilhoso no local, tratando de deixar tudo bem limpinho, assim como sua mão. Percebia ela fazer careta, eu ria.

-É bom né?- Comento entre gargalhadas me ajeitando, pra ficar com a cabeça próximo a ela.

-Esquisito você quis dizer.- Claro, era meio azedinho, com certeza ela nunca tinha provado, então estranhou, mas que foi bom foi. -Vamos tomar um banho, e dormir cheirosinhas.- Meus olhos brilhavam. Puxava a calcinha amarela, que estava na metade das minhas coxas, pra cima, ajeitando ela.

Foi segurando a mão da mesma que fui ao banheiro com ela. Tomamos um bom banho juntas, onde pude ver melhor aquele corpinho escultural dela, e ela o meu. Por sorte não sujamos muito a cama, apenas alguns pingos, claro que amanhã iríamos tirar para lavar, de fato estávamos cansadas, era cerca de quase cinco horas da manhã. Bem.. passamos quase a noite toda fudendo, mas foi bom. Ainda mais aqueles carinhos que ela me fazia no banho, passando a esponja em mim e me ajudando a se secar. Ela vestia seu pijama trevoso, preto com caveiras, eu apenas vestia uma camisa aleatória dela, que ficava grande em mim, nela também ficava, mas ela gostava assim. E ficava apenas de calcinha. Deitava na cama com ela. Nem demorava para dormir, sinceramente? Esse foi o melhor encontro que já tive, até o momento.


Notas Finais


Pra quem não conhece a música.
https://www.letras.mus.br/lorde/team/ (cuidado é viciante :v )

Espero que tenham gostado. Aceito dicas, críticas, sugestões e ideias.


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