História Humano Outra Vez - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias A Bela e a Fera
Personagens Bela (Belle), Fera, Personagens Originais
Tags A Bela, A Fera, Adam, Bela, fera, Gaston, Horloge, Lumiere, Madame Samovar, Maurice, Zip
Exibições 14
Palavras 2.888
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, pessoal!
Primeiramente, peço desculpas pela demora, mas estou em maratona de provas e trabalhos finais, e devo aparecer muito pouco, até o meio de dezembro, se aparecer. Ainda assim, trago a vocês este capítulo, esperando que gostem.

Capítulo 2 - Fazendo planos


Fanfic / Fanfiction Humano Outra Vez - Capítulo 2 - Fazendo planos

Começo do outono

 

                Peregrina se recuperara depressa, mas, devido à lesão sofrida, não conseguia executar voos muito longos. Entretanto, tornara-se companheira inseparável de Bela, em cujo ombro estava sempre empoleirada; Oiseaux insistia em que a garota usasse alguma proteção contra as garras do falcão, mas verdade era que a jovem pouco ligava para os eventuais arranhões, e ficava mais do que feliz ao sentir o peso do minúsculo falcão em seu ombro, quando este voltava de um curto esvoaçar.

                - Parece que arranjou uma seguidora, filha! – comentou Maurice, ao ver a ave pousar na mão de Bela e observar curiosamente o amontoado de peças que o senhor montava.

                - Ela deve achar que sou sua mãe. – respondeu, fazendo carícias na cabeça de sua mascote. – no que está trabalhando, papai?

                - Nada complexo: apenas um andaime de altura regulável – ele mostrou a roda de alavanca – vê? Basta girar, e o andaime sobe ou desce; nada de ficar pendurado em cordas ou subindo em cadeiras para alcançar lugares altos!

                - E o motivo disso? – perguntou ela, desconfiada de uma invenção que não envolvia cálculos complexos, química explosiva ou caldeiras a vapor.

                - Angelique pediu. Disse que será muito útil, para decorar o castelo na primavera. – ele olhou com amor para a filha – para o seu casamento. – Bella deu um sorriso, mas não parecia realmente feliz, e isso fez seu pai se preocupar, indo até ela e segurando suas mãos enquanto o falcão explorava a mesa de peças brilhantes – não está feliz, Bela? Não quer se casar com Adam?

                - É exatamente o contrário, papai. O senhor sabe como sempre fui uma pessoa simples e... Se dependesse de mim, já estaria casada com Adam, mas teremos de esperar mais seis meses, para que isso se realize com uma festa na qual teremos de receber nobreza, burguesia, embaixadores e... Não era minha ideia de casamento ideal. Com tanta gente, sequer teremos tempo um para o outro!

                - Oras, então é muito simples! – riu-se o inventor – case-se com ele duas vezes!

                - O quê?!

                - Você ouviu, Bela! Casem-se duas vezes! Podem se casar agora, numa celebração pequena, e depois refazer a coisa toda formalmente, na primavera, de modo oficial!

                Bela riu e abraçou o pai:

                - Ah, papai, o senhor tem a ideias mais impensáveis e maravilhosas!

                - Sim, sim... Seu pai está velho, mas ainda sabe uma coisinha ou duas.  – ele segurou o rosto da filha nas mãos – cada dia mais inteligente, bonita e gentil... Cada dia mais parecida com sua mãe. Ela teria orgulho de você, tanto quanto eu tenho.

                - Obrigada, pai. – a moça beijou a testa do senhor – agora diga-me: precisa de ajuda?

                - Ah, sim! – ele entrou sob o andaime – vá me passando as ferramentas, por favor!

                Ela ia passando as ferramentas ao pai, relembrando dos tempos em que ainda viviam na vila; curiosa, perguntou:

                - De onde tirou essa ideia de um duplo casamento, pai?

                - Foi o que sua mãe e eu fizemos – riu o cientista, espiando a jovem por baixo do andaime – você sabe que a conheci quando ela fazia aulas de arte, em Paris. Apaixonamo-nos e queríamos nos casar logo, mas a família dela queria que o casamento fosse em sua cidade natal... Então nos casamos duas vezes. Nada impede que você e Adam façam o mesmo.

                - O mesmo o quê?! – perguntou uma voz masculina, que fez Bela sorrir e correr para seu amado. Ele a recebeu num abraço, e perguntou - Posso saber que ideias você e seu pai andam tendo?

                Bela ficou extremamente corada, imaginando se não pareceria afoita demais; ao perceber que a filha não sabia como falar, Maurice interrompeu:

                - Eu estava sugerindo a ela que vocês antecipem o casamento, já que ambos parecem incomodados com a grande festa na primavera. – Adam prendeu a respiração por um instante, sabendo que certamente pareceria muito... Não-civilizado... Querer adiantar o casamento daquele modo. Mas agora o sogro lançava a ideia sobre ambos!

                - O senhor diz... Casarmo-nos mais cedo, e depois apenas realizarmos uma oficialização para a corte?

                - E por que não? – Maurice saiu de baixo do andaime, limpando as mãos sujas – Você a ama, ela o ama... O que estão esperando, garoto? – Adam riu do modo como Maurice falava: era a única pessoa no castelo que o tratava por “rapaz”, “menino”, “criança” ou, quando estava de mau-humor, “pirralho”. E tinha direito de fazê-lo, afinal... Adam o trancara em um calabouço por dois dias, em seu primeiro encontro, e o afastara da filha por meses! O conde aceitaria o que fosse, de seu sogro. Além disso, a ideia lhe pareceu muito interessante...

                Olhando de esguelha para Bela, viu que ela parecia radiante, então perguntou ao engenheiro:

                - Então, o senhor concordaria que eu me case com sua filha ainda neste mês? – e para Bela – se aceitar, é claro.

                - SE eu aceitar?! – Bela deixou cair o martelo em sua mão e lançou ambos os braços em redor de seu amado – é claro que sim!

                Ele a levantou pela cintura, girando-a no ar, o que fez Maurice ralhar:

                - cuidado com a bancada! Vão acabar explodindo alguma coisa!

                - Opa, desculpe! – falaram ambos ao mesmo tempo, Adam pondo Bela no chão, um tanto envergonhado de seu comportamento impulsivo, como se fosse só um menino entusiasmado. Adotando postura mais digna de um conde, o moço se dirigiu a sua noiva e ao sogro:

                - Se realmente todos concordam, resta uma pergunta: quando?

                - Em dois dias! – disse Bela, entusiasmada – será lua cheia, e a noite estará belíssima!

                - Dois dias? – espantou-se Adam – não haverá tempo para preparativos, você sabe...

                - Pretendemos nos casar clandestinamente ou dar uma festa para todos? – riu-se a moça – não precisamos de preparativos, Adam! Só você, eu, papai e algumas testemunhas.

                - Eu me esqueci de que falava com a senhorita simplicidade. – provocou ele. Ia falar mais alguma coisa, quando Maurice os interpelou de novo:

                - Se já estão decididos, então vão logo acertar o que precisa ser acertado, e depois me avisem! Algumas pessoas precisam trabalhar! – e tratou de ir enxotando o casal apaixonado do porão, rindo internamente ao se lembrar de como ele próprio vivera algo parecido com Anne, a mãe de Bela, tantos anos atrás. Entre risos, a moça parou por um instante e chamou:

                - Peregrina! – de imediato o falcão parou de bisbilhotar as peças brilhantes e voou para o pulso da dona, empoleirando-se ali firmemente. Saíram do laboratório de Maurice, a filha deu um beijo de despedida no pai e então este voltou para suas invenções.

                - Acho que o irritamos – comentou Adam, segurando delicadamente o queixo de Bela para beijá-la – agora... Devemos escolher cuidadosamente a quem chamar...

                - Lumière, Horloge e Madame Samovar não podem faltar.

                - Sem eles nós dois ainda estaríamos brigados por algum motivo tolo – ponderou Adam – Zip não ficará de fora, tampouco.

                - Por mim, eles quatro e meu pai bastariam. Mas creio que minha camareira, Madame Commode, e seu pajem, Râtelier, acabarão sabendo de um modo ou de outro, e ficariam muito ofendidos se os excluíssemos.

                - Certo... Então creio que temos a lista de com quem devemos falar. E pedir segredo absoluto, é claro. – ele conduzia sua noiva consigo, caminhando à esmo – falarei com o capelão do castelo. Deixe Horloge e Râtelier comigo, também.

                - Perfeito; falarei com Madames Samovar e Commode, e com Lumière. – ela mordeu o lábio inferior, marota – sabe que as fofocas vão se espalhar, quando passarmos a dormir no mesmo quarto, não sabe?

- Então todos poderão ver o anel em seu dedo e saber que sou o homem mais afortunado da Terra! - mal disse isso, uma voz os interrompeu:

                - Amo, Bela, estão atrasados para suas aulas! – Adam teve de controlar a vontade de socar Horloge por interrompê-los daquela forma... Em outros tempos, teria dado um rugido e espantado o ex-relógio, mas agora... Obrigou-se a manter um tom neutro e se voltou para o mordomo:

                - Sim, Horloge. – e com certa diversão – às vezes penso que é você o verdadeiro amo deste castelo, e não eu.

                - Bem, amo, as coisas precisam funcionar... E o senhor, bem... Ainda é...

                - Pode falar, Horloge: sou indolente, inexperiente, e tenho um atraso de dez anos em meu aprendizado como conde.

                - Eu ia dizer apenas inexperiente, amo, mas o restante se aplica. – e para Bela – e a senhorita! Também está atrasada para sua aula de etiqueta!

                - Está bem... – concordou a moça – mas estou esperando pelo dia em que me darão uma aula de literatura.

                - Há, Bela, nesta aula você não seria aluna, mas professora, meu amor – disse o conde, despedindo-se dela com mais um beijo. Ele se afastou com um “Ai”, levando a mão à boca: Peregrina o bicara, ciumenta, arrancando risos de Bela.

                - Bem, nos vemos mais tarde, querido. – e assim a jovem seguiu para a ala leste, enquanto seu noivo era praticamente arrastado por Horloge para a ala oeste, para suas respectivas aulas. Contudo, iam com um sorriso bobo no rosto, de quem em breve vai realizar um sonho muito desejado!

 

*

 

                - Mas quanta alegria! – comentou Babette, não exatamente surpresa, já que Bela era como um rouxinol alegre, sempre cantando e sorrindo; hoje, porém, havia uma alegria não serena, mas exultante! – nem parece que geralmente acha as aulas tão longas e maçantes!

                A moça deu de ombros e simplesmente disse:

                - Estou mais feliz do que de costume, apenas – e pegando os livros de cima da mesa, perguntou – sabe onde está Madame Samovar?

                - No terceiro andar, coordenando a limpeza, querida – respondeu a professora, uma mulher muito séria, sempre vestida de negro e com os cabelos presos em coque. Era a preceptora responsável por ensinar Bela a ser “uma dama da corte”, embora tanto a moça quanto seu noivo achassem que Babette exagerava na qualidade de seu serviço. Havia momentos em que o casal sentia mesmo falta dos tempos em que havia a maldição, mas então se lembravam de que, naquele tempo, não haviam declarado seu amor um pelo outro, e logo decidiam que as regras aborrecidas da nobreza eram um preço pequeno a pagar.

                Empolgada, Bela sequer ouviu a repreensão da senhora quando, em vez de descer as escadas normalmente, utilizou o largo corrimão de pedra como escorregador para descer ao pavimento inferior. Não havia jeito! Bela era, e sempre seria, uma criança na alma!

                Madame Samovar estava, de fato, supervisionando a limpeza no terceiro andar, e se surpreendeu ao ouvir o chamado de Bela:

                - Madame Samovar! Podemos falar em particular? – sem esperar resposta, segurou a mão da amiga e a puxou para longe dos demais, entrando numa saleta vazia e fechando a porta.

                - Bela, querida! – a senhora desviou a atenção das criadas, sem entender por que a jovem a levara longe dos demais – o que houve?

                - Preciso que me prometa total segredo!

                - Por Deus, menina, eu prometo, mas diga logo! – insistiu a governanta, sabendo pelo olhar e tom de voz da jovem que se tratava de algo importante.

                - Adam e eu vamos nos casar, dentro de duas noites. – a expressão de Madame Samovar foi mistura de surpresa e alegria – eu sei que é precipitado, mas...

                - Ah, menina, eu estava rezando para que vocês tivessem essa ideia maravilhosa! Afinal, um casamento diante de membros da nobreza, com milhares de convidados... Isso não combina com vocês! Mas um casamento clandestino, ah! – A mulher mais velha abraçou Bela com força – não se preocupe, querida, farei tudo para que tenham o dia mais perfeitos de suas vidas! E claro, ninguém saberá. – ela parou por um instante – a quem mais irão dizer?

                - Madame Commode, Ratelier, Horloge e Lumière. E Zip, é claro, se a senhora concordar.

                - Bem, se Commode vai fazer parte disso, então já terei uma ajuda decente. Ah, temos muito o que preparar! A suíte do casal tem que ser preparada, a ala norte precisa estar vazia, que você não pode se casar com um vestido qualquer! – Bela ia dizer algo, mas Madame a impediu – oras, por favor! Simplicidade é uma coisa, Bela, mas ainda será uma noiva. E uma das mais bonitas que o mundo já viu, é bem certo! – a senhora esfregou as mãos, esfuziante – minha querida, não se preocupe com nada. Nós faremos tudo para que as coisas saiam de modo perfeito!

                A jovem morena sentiu seu coração se encher de alegria ao saber que a simpática senhora não apenas aprovara, mas participaria de tudo! E com a ajuda da prestativa governanta, era mais do que certo que tudo correria perfeitamente bem!

                - Obrigada, Madame! – agradeceu a moça, esfuziante – ah, nunca poderei agradecer o suficiente!

                - Você nos devolveu nossa humanidade, menina! – disse a governanta – nós é que nunca poderemos agradecer! – ela acariciou o rosto da jovem – mandei que aprontassem o banho para você, e Commode certamente irá ajuda-la a se vestir. Assim, já fale com ela, também; diga a ela para vir falar comigo, está bem?

                - Sim, é claro!

                - Ah, e deixe que eu fale com Lumiére. Vou encontra-lo daqui a pouco, mesmo!

                - Está bem. – concordou a garota, dando um último abraço na amiga antes de subir para seu quarto.

Os aposentos de Bela compreendiam uma sala de visitas, um quarto amplo com cama de casal larga e dossel azul, e um banheiro; as paredes eram brancas, mas as molduras de portas e janelas eram adornadas com desenhos e esculturas douradas de trepadeiras e flores. Vidraças amplas tornavam o lugar iluminado e arejado, e os móveis em madeira clara, também trabalhados em entalhes dourados, eram belíssimos; e mesmo sendo aquilo tudo tão diferente da cabana simples na qual crescera, a dama se sentia em casa. Suspirou aliviada ao adentrar seu quarto, e procurou pela camareira que, como Madame Samovar dissera, terminava de preparar o banho para a “senhorita Bela”, como chamava a futura condessa.

                - Boa tarde, Commode – cumprimentou a jovem – passou bem o dia?

                - Passei; mas estava imaginando onde a senhorita estaria! – e indicou a banheira – aprontei seu banho.

                - Obrigada, Madame. – agradeceu a moça, começando a desatar o próprio vestido. O espartilho, porém, estava difícil de desamarrar, e a mulher mais velha a ajudou – ah, Commode, é a última vez que uso isso! Babette pode esbravejar o quanto quiser, mas eu prefiro respirar a estar apresentável!

                A camareira riu: de fato, Babette insistia com a jovem para que ela usasse espartilhos “na moda”, mas estes eram tão apertados que ela, muitas vezes, suspeitava que a moça desmaiaria. E se Bela estava dizendo que não os usaria mais, ela duvidava muito que alguém fosse demover a futura condessa.

                - Madame... Tem algo que quero lhe contar. – disse Bela, enquanto despia a combinação e entrava na banheira morna, soltando os cabelos da fita que os prendia.

                - Pois conte, senhorita – a criada, a quem a moça encarava como amiga, e não serviçal, sentou-se ao lado da banheira enquanto a moça relaxava na água, deixando as tensões se desanuviarem. – sabe que sou curiosa.

                - Conto com seu absoluto segredo: pouquíssimas pessoas sabem do que vou lhe falar! – declarou, veemente.

                - Não me diga que está grávida do conde! – espantou-se a camareira, já fazendo suposições. As palavras fizeram Bela rir:

                - Não, não! De modo algum! De onde tira essas ideias, Madame?! – foi só ao parar de rir que conseguiu terminar – Sabe que meu casamento com Adam será na primavera...

                - Difícil esquecer, já que se tornou assunto corrente de todas as cercanias!

                - Pois bem... Sabemos que virão nobres, burgueses e centenas de pessoas em geral... Mas nem Adam, nem eu gostamos disso... Queremos poder ficar juntos, um com o outro exatamente como somo, e não representando papeis diante de uma corte... Por isso pensamos em um casamento secreto, dentro de dois dias.

                - Um casamento secreto? E seu pai aprovou isso?

                - Na verdade, partiu dele a sugestão. – respondeu Bela – e na primavera, apenas confirmaríamos nossos votos.

                A mulher mais velha silenciou por longos momentos, antes de abrir um enorme sorriso:

                - Quem mais sabe?

                - Lumiére, Horloge, Madame Samovar e Ratelier.

                O semblante da senhora se iluminou, e ela se levantou com enorme ânimo:

                - Oras, mas então temos de preparar tudo! Mesmo um casamento secreto não pode deixar de ter uma noiva belamente vestida! – ela fitou a garota na banheira – ah, sei muito bem o que você pode usar! Mas precisará de uns ajustes, é claro e... Ah, precisarei da ajuda de Madame Samovar! – ela foi interpelada pela futura condessa, que ria:

                - Acalme-se, Madame. Madame Samovar disse que queria falar com a senhora, mais tarde. Mas não há motivo para tanto alarde: será algo discreto e simples.

                - Discreto e simples, há! – desdenhou a camareira – a última coisa que permitirei é que você vista algo menos do que memorável no dia mais importante de sua vida! Mas não se preocupe, menina, pois Samovar e eu cuidaremos de tudo!

                A garota meneou a cabeça, sorrindo: as mulheres mais velhas pareciam mais empolgadas com seu casamento do que ela mesma! Isso a fazia recear, não sem razão, de que o dia da cerimônia fosse ser uma maratona de provas de vestido, penteados e coisas afins... Bem, ela não se importava, realmente: queria apenas casar-se logo com seu grande amor, pronunciar os votos que, em seu coração, já vigoravam há muito.

                


Notas Finais


E então? Mais alguém empolgado com o casamento clandestino?! Espero que sim!
Deixem suas reviews, ok, flores?
Beijos!


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