História HumanTale- O Código WingDing - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias O Código Da Vinci, Undertale
Personagens Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Bezu Fache, Bispo Manuel Aringarosa, Chara, Frisk, Jacques Saunière, Mettaton, Muffet, Papyrus, Personagens Originais, Robert Langdon, Sans, Silas, Sir Leigh Teabing, Sophie Neveu, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Humantale, O Código Da Vinci
Visualizações 9
Palavras 537
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


;-;

Capítulo 3 - Howdy/ Saudações/ Heya ou Oi?


Fanfic / Fanfiction HumanTale- O Código WingDing - Capítulo 3 - Howdy/ Saudações/ Heya ou Oi?

A um quilômetro e meio de distância, o gigantesco monstro chamado Flowey atravessava mancando os portões da luxuosa residência de arenito castanho-avernelhado na Rue La Brutneha. A cinta rodeada de espinhos cravavam a perna

Ele entro na mansão. Vazio. Subiuas escadas ssilenciosamente, evitando acordar qualquer um de seus companheiros de convívio.  A porta de seu quarto estava aberta; eram proibidas trancas ali. Ele entrou. Fechando a porta atrás de si.

O quarto era Espartano- assoalhos de madeira de lei, uma cômoda de pinho; a um canto, um catre que servia de cama. Era visitante ali aquela semana e, mesmo assim...

   *~♥~*

O ar fresco e revigorante de abril penetrava pela janela da Cintroen ZX, enquanto ele deslisava rumo ao sul, passando pela Opera e cruzando a Plave Vendomr. No assento de passageiro, Sans sentia a cidade passar rapidamente enquanto tentava ordenar os pensamentos. A ducha rápida e a barba feita as pressas o deixaram razoavelmente apresentável, mas pouco haviam feito no sentindo de aliviar sua ansiedade. A imagem perturbadora do curador ainda estava em sua cabeça.

"Asgore morreu"

Sans não podia deixar de sentir pesar pela morte dele. Apesar de Asgore  ter a fama de recluso, tudo foi ótimo quando se falaram. 

Lá fora, a cidade só estava parando agora- Os camelôs empurrando carrinhos de amêndoas açucaradas;  garçons carregando sacos de lixo para o meio-fio, um casal de namorados noturnos se abraçando para se aquecer de uma brisa perfumada pelas flores de perto. O Citroen atravessava aquele caos com autoridade, sua sirene  de dois tons  dissoantes  dividindo o transito como uma faca

Não tinha demorado muito até chegarem ao museu, Sans não conteve o brilho de seus olhos, como uma criança animada e entusiasmada, aquele era o museu mas prestigiado de toda a Europa, Não era assim que Sans esperava conhece-lo mas foi isso que aconteceu, o policial pegou seu telefone e em francês comunicou sua chegada, algumas sirenes começaram a tocar mais próximas,  e logo, eles estacionaram, de um dos carros policiais, saiu uma mulher ruiva, seus olhos eram da cor de mel, sua pele pálida, exceto por suas bochechas, que eram rosadas

Seu uniforme era diferente de todos dando a ela um destaque em meio aos policiais que acompanhavam

-Qual o nome dela? -indagou Sans.

-Undyne Fache- informou o motorista, aproximando-se da portaria da pirâmide- nós a chamamos de Le Taureau.

Sans olhou de relance, imaginando se todo francês tinha apelido de animal

-Vocês a chama de... a Toura?

O homem ergueu as sobrancelhas. 

-Seu francês é melhor do que admite...

"Meu francês é uma droga"

"Mas minha zodical é boa"

Tauros era sempre Touro...em todas as ocasiões, isso irritava um pouco

-Ali é que fica a porta...boa sorte.

-Você não vem?

-Tenho ordens de deixar você aqui. Preciso tratar de outras coisas

Sans suspirou profundamente e saiu da viatura. 

O policial acelerou o carro deixando ele sozinho naquele local que dava calafrios...

Ele poderia ir embora...

Ele queria ir embora...

mas sentiu que se o fizesse não seria algo bom...

Então pela porta giratória ele entrou no museu, dando de cara com a ruiva que o encarava

-Sr.Sans... sou Undyne Feche...

O Albino sentiu um arrepio. Os olhos da moça e o clima não eram tão bons.

De dia, aquele museu era cheio e lindo, de noite porém

era vazio

Mas Sans realmente estremeceu... 

Quando viu o corpo de Asgore no chão





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