História Hunting War: Number 7 - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~MaDu_Oliveira28

Visualizações 3
Palavras 642
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei um bom tempo... mas ainda vou terminar essa história
Espero que gostem, cambada!
Dúvidas, sugestões, críticas, elogios aqui em baixo nos comentários
Segue o drama ksksks.

Capítulo 2 - Não Há Perdão


Niklaus Mikaelson, o nome mais temido entre os seres, ao menos depois do que ocorreu. E parece clichê, mas seu nome sempre carregou  o poder sobrenatural. Não é tão conhecido como o tamanho da sua força, mas por ser reservado, sempre preferiu assim. Até porque muitas vezes ele conhece seus inimigos mas seus inimigos não o conhecem, por este motivo nunca está em desvantagem.
Olhou um pouco ao redor, aquela fábrica no fim de New Jersey, abandonada e coberta de entulhos, imaginando o que poderia fazer. Bocejou um pouco enquanto limpava o pó do seu terno. Ele poderia colocar as gaiolas para seus animais de estimação bem no centro do grande pavilhão, ou apenas usar algumas correntes para prendê-los e os seus brinquedinhos de tortura, como não eram muitos, não ocupariam muito espaço.
O hibrido levou a mão aos lábios, e virou rapidamente quando foi interrompido por Caroline:
- Com licença - entrou de cabeça baixa, sempre muito submissa á Klaus - Os meninos esperam suas ordens, e... - Levou um tempo para falar - Daniel e Shawn trouxeram seus...
  Antes mesmo de terminar Caroline foi interrompida pelo olhar impiedoso de Klaus.
- Eu deixei bem claro - aproximou-se de Caroline e tocou em seu rosto - As ordens eram para que os trouxessem quando EU MANDASSE - empurra-a violentamente, então começa a andar lentamente, ficando de costas voltando para onde estava.
- Caroline querida, peça para esses montes de merda acorrentarem o rebanho, colocá-los no centro, bem neste foco, os materiais ali e bem é isso... - ele apontava enquanto falava - AGORA CAROLINE.
 Caroline assentiu e desapareceu a fora do grande salão. Klaus contorcia-se em uma fúria intensa. Não estava nos planos que os Querubins estivessem lá neste momento.Ele pensava em seus irmãos, todos os que morreram durante o período dos 7 lamentos - como costumava chamar - ele mesmo quase havia perdido sua vida tentando salvar alguns deles, nestas horas a imortalidade não servia para nada. Não que ele fosse sentimental, mas ele precisava fazer algo para vingar todos aqueles que perdeu. Tantos deles que o apoiaram e estiveram com ele desde 1835. Afinal o mal não precisaria acontecer se o bem existisse de verdade.
Em corte à seus pensamentos, sorriu em ver todos aqueles indivíduos destroçados, acorrentados, com ar de súplica nos olhos, adentrando na escuridão do pavilhão empoeirado.
-Onde está o Pai de vocês agora? Engraçado, todos devem fazer a mesma pergunta e vocês continuam devotos á ele. Quem dera se eu tivesse esse discernimento dos meus homens - lançou um olhar frio a Daniel e Shawn.
Em postura impositora, Klaus andava de um lado á outro, enquanto fazia aqueles pobres o escutarem.
De repente, ao observar aqueles olhos azuis o fitando, reluziu em sua mente uma grande idéia.
- Meus caros funcionários, tive uma idéia! Levem essas dezenas de seres podres ao frigorífico abandonado, perto das fazendas. Retirem todos, menos... aquele ali - Apontou ao   homem que já sabia o que iria acontecer - Vão saber a hora de trazê-los para cá novamente, preciso realizar uns testes primeiro.
    Aos poucos retiraram todos, deixando apenas as "ferramentas" e o indivíduo a sua frente. Klaus se aproximou dele, olhando fundo em seus olhos.
- Eu sei o que está sentindo, já estive aí, acontece que hoje, eu ditarei às regras do nosso tabuleiro. Não há perdão. - Klaus se afastou um pouco, juntou às mãos e deu uma palma, o que foi suficiente para ligar os raios das lâminas de anjo, todos indo em direção ao espaço onde estava a pobre alma.
Depois disso, Klaus olhava atentamente os gritos extremamente altos da criatura dos olhos reluzentes cor azul e um sobretudo que cobria pequenos detalhes do seu corpo maltratado, como sofrimento intenso. Ainda bem que ninguém estava por perto daquela fábrica, os gritos poderiam acordar a cidade toda. 


Notas Finais


Ah... eu estou tão ansiosa para contínuar!
Vem muita coisa por aí!
Vamos nessa galera♡


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