História Hurricane Jimin - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Jimin, Park Jimin
Exibições 152
Palavras 2.712
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meu amores, espero não ter demorado tanto pra postar pois essa semana foi corrida kkk' Provavelmente esse cap vai ser bem chato (porque eu estou meio sem ideias) por isso talvez seja um pouco mais curto. Beijos da tia Sammy

Capítulo 8 - Bem-vindos de Volta!


Nem preciso dizer que acordei destruída. Apesar de o final de semana ter passado rapidamente, com certeza seus eventos não passaram despercebidos. Primeiro, eu resolvi dar uns "amassos" em Park Jimin;  segundo, eu chamei Jin para vir até a minha casa, no intuito de assistirmos um filme mas acabei dormindo e ainda usei suas pernas como travesseiro. No mínino, constrangedor. Como eu poderia acordar bem em plena segunda-feira? 

Continuo deitada em minha cama, olhando para o teto. Meus pais chegariam em algumas horas e mesmo que eu esteja louca de saudades, não sei se estou pronta para revê-los. A confusão de sentimentos dentro de mim está me deixando maluca. Quer dizer,  Jin foi um fofo comigo mesmo depois de eu passar a maior vergonha ontem e pode ser esse o motivo de eu estar achando que gosto dele. Com certeza não passaremos da amizade. Mas e Jimin? O beijo de sábado foi mesmo... Incrível.  Porém, eu me recuso a acreditar que posso gostar dele. 

Pego o celular e olho as horas. Já são quase 6:30 e eu tenho que estar na escola até às 7:00. Que ótimo, atrasada de novo. Num pulo me levanto da cama e começo a correr para lá e para cá, me arrumando para mais um dia de aula. 

                                       ※

Já na escola, entro para a sala de aula, evitando ao máximo olhar para qualquer um dos garotos. Perto de minha mesa estão minhas amigas. Me aproximo delas, cumprimentando cada uma. 

- Eunjung, que bom que chegou. - diz Hyun Hee, assim que me sento. - Fiquei sabendo que foi numa festa no fim de semana. 

- É, e que ficou com o Jimin. - completa Yeon Ju e ambas dão risinhos. 

- Na Young! Não acredito que já contou a elas. - digo irritada para minha amiga, que encolhe os ombros. 

- Nossa, Eunju. Achei que confiasse em nós. - Yeon Ju diz, como se estivesse magoada. 

- Me desculpe... - solto um suspiro. - Eu confio mas... Não quero que a escola toda saiba. Prometam que não vão contar a ninguém. 

- Prometemos. - Hyun Hee diz enquanto Yeon Ju faz um gesto como se estivesse fechando um zíper em sua boca. - Mas você vai ter que nos contar como foi. 

- Foi um beijo qualquer, oras. - digo, mas começo a ficar corada ao ver os olhares maliciosos delas. - O que foi? Aquele beijo não era para acontecer. Nós dois tínhamos bebido e... Tudo foi um acidente. 

- Um acidente que você adorou. - interveio Na Young.  - Vocês deviam ter visto a cara dela. Parece que foi um beijo e tanto. - as três riem de mim. 

Começo a dizer a elas para pararem de rir de mim quando vejo Jin se aproximando. 

- Oi, Eunjung. Olá, meninas. - Jin nos comprimenta, educado. - Eunjung, eu gostaria de agradecer o convite de ontem. Gostei muito de ir. E não se preocupe com o que aconteceu, eu não ligo. 

- Bem... Não foi nada. - sorrio para ele. - E mesmo assim te peço desculpas. Não foi educado de minha parte. Queria que tudo tivesse dado certo. 

- Mas deu tudo certo. - ele sorri para mim mas antes que possa continuar, ouço Jungguk chamando seu hyung. - Bom, preciso ir. Até mais. - observo Jin caminhar em direção aos seus amigos. 

Volto a olhar para as minhas amigas e todas elas me olham boquiabertas. 

- Então você se encontrou com Jin ontem? - pergunta Na Young, a sobrancelha erguida. 

- Nossa, Eunju. Quem você vai escolher? Jin ou Jimin? - pergunta Yeon Ju, ainda olhando para o Jin descaradamente. 

- Parem com isso. Não rolou nada entre eu e ele. Nunca vai rolar. Ele só foi na minha casa ontem...

- O que? Ele foi para sua casa? - pergunta Hyun Hee. - Você é mesmo uma pervertida. 

- Não é nada disso! - digo, irritada. - Apenas vimos um filme. Quer dizer, ele viu. Eu resolvi dormi e usar as pernas dele como travesseiro. Isso acabou com qualquer chances de rolar algo a mais. 

-  Então você queria que acontecesse "algo a mais"? - pergunta Na Young e todas voltam a me encarar maliciosamente. 

Antes que eu possa me defender, o sinal toca e todas voltam ao seus lugares. O professor de Química entra na sala e coloca a pasta em cima da mesa. 

- Bom dia, turma. - nós dizemos "bom dia" em coro. - Já quero avisar que vou marcar um trabalho em dupla. E essas duplas vão ser escolhidas por mim. O trabalho é para essa quinta-feira então sugiro que comecem bem rápido. 

O professor começa a passar algo no quadro sobre o trabalho e, enquanto anoto, sinto um olhar sobre mim. Olho para trás e vejo Jimin me encarando. Ele sorri para mim e pisca, o que me faz virar para frente e revirar os olhos, ignorando meu coração acelerado. 

- Bom, quero que vocês fazem um trabalho bem rápido sobre Ligações Químicas. Vou anunciar logo as duplas. - o professor procura por um papel em sua pasta. Coloca os óculos de leitura e começa a anunciar as duplas. 

A única coisa que penso é que eu não quero sair nem com Hyerin, nem com Jimin. Fico silenciosamente rezando para não sair com nenhum dos dois e só relaxo quando o professor fala que Jimin é o par de Jungguk e que Hyerin é o par de Yeon Ju. Aliviada, espero com uma certa ansiedade pelo meu nome. 

- Taehyung fará com Na Young e Eunjung... Você ficará com Namjoon. - o professor termina finalmente de ler a lista e eu olho na direção de Namjoon, que sorri de modo fofo para mim. Pelo menos ele é uma pessoa legal. - Não se esqueçam turma, o trabalho é para quinta. Agora abram seus livros na página 53.

Com isso, o professor começa a aula. 

                                       ※

Já é intervalo e estou escutando as reclamações de Yeon Ju sobre como é azarada de ter saído com Hyerin. Tento consolá-la, mas a garota continua insistindo no fato de que ser par de Hyerin não tem nenhum lado positivo. 

- Eunjung, podemos conversar? - a voz de Namjoon me faz olhar para trás. 

- Claro. - sorrio e me levanto para ir para os fundos da sala com ele. - Pois não? 

- Sobre o trabalho... Podemos fazer hoje? - pergunta ele. 

- Ah, hoje não dá... Meus pais chegam de viagem. - digo e ele assente. - Mas acho que amanhã dá. Tudo bem pra você? 

- Claro... Na sua casa ou na minha? 

- Pode ser na minha, depois da aula, okay? - sorrio novamente para ele. 

- Okay. Combinado. - ele sorri de volta, mostrando suas covinhas. - Então, até mais tarde. - ele diz e se afasta de volta para o lugar e eu faço o mesmo. 

- Você é que teve sorte, Eunju. - diz Yeon Ju, olhando sonhadora para Namjoon. - Ele é tão lindo... 

- Ah, pare com isso. Não vai ser tão ruim assim com Hyerin. Não é mesmo, Na Young? - pergunto para minha amiga mas ela parece perdida em pensamentos enquanto olha para Namjoon. - Na Young? Você está bem? 

- Ahn, o que? Ah...Eu... Estou bem sim. Desculpe. - ela sorri fraco e fico preocupada com ela. 

- Aliás, Eunjung. Vai falar alguma coisa com o Jimin? - pergunta Hyun Hee. 

- Não, por que eu deveria? 

- Bom... Ele parece querer falar com você. Não para de te encarar. 

                                        ※

No final da aula, fico até depois de todo mundo sair, como é de costume. Guardo lentamente os meus materias e coloco a mochila nas costas. Vou até a porta mas um corpo bloqueia a passagem. Olho para o Jimin, que está na minha frente com as mãos no bolso.

- Licença. - digo, tentando conter a raiva em minha voz. 

- Você realmente achou que ía embora sem falar nada comigo? - pergunta ele, a voz carregada de malícia. 

- Não devo satisfações a você, Jimin. - digo, olhando-o em seus olhos, sem economizar no veneno em minha voz. 

- Por acaso já se esqueceu daquele beijo? - seus olhos me examinam, como se pudessem enxergar através de mim. 

- Aquilo foi um acidente. Não devia ter acontecido. - digo e ele solta uma risada sarcástica.

- Acidente? Desde quando as pessoas se beijam daquele jeito por acidente, hein? - ele dá um sorriso torto. - Você me quer, Eunjung. Sei que quer. Por que não deixa isso acontecer? 

- Porque eu não sou um objeto, Jimin. - digo, já com raiva. - Não sou uma das suas amigas que você pega quando quer e faz o que quer. Quantas vezes vou ter que falar isso, porra? Me esquece. Esquece o beijo. Já disse que eu não queria aquilo. Não fique achando que todas as garotas do mundo caem aos seus pés porque o mundo não gira ao seu redor. Agora, licença que eu já vou indo. 

Ele me olha surpreso e sai da minha frente, deixando eu passar. Toda a raiva que sinto se esvai aos poucos enquanto eu caminho pelo corredor da escola, em direção a saída. Um sentimento de arrependimento aos poucos toma conta de mim. Mas por que eu estou arrependida? Porque eu falei a verdade para aquele moleque? Saio da escola o mais rápido possível, tentando esquecer de vez Park Jimin e tentando imaginar como vai ser chegar em casa e rever meus pais.

                                    ※

Caminho pela rua quase deserta em direção a minha casa. Após eu virar algumas esquinas, finalmente consigo avistar o carro de meus pais. E mesmo estando no começo da rua, sinto de longe o cheiro da comida de minha mãe. Vou até a minha casa, tentando controlar meus batimentos cardíacos. Finalmente veria os meus pais. 

Entro na casa, tiro os sapatos tentando ao máximo não fazer barulho e caminho na ponta dos pés até a cozinha. Vejo minha mãe cortando legumes na pia da cozinha. Seus cabelos preto e grossos como os meus estão amarrados num rabo de cavalo e ela usa o seu avental preferido. Como senti falta de vê-la com esse avental. Ela se vira para pegar algo no balcão e me vê parada na entrada da casa. Logo seus olhos se enrugam por causa do sorriso estampado em seu rosto. 

- Eunjung, filha. Como senti sua falta. - ela diz e abre os braços para me receber num abraço. Sem aguentar, corro em direção aos seus braços. 

- Mãe. Que saudade. - digo, tentando controlar as lágrimas e me concentro em seu doce cheiro de óleo de amêndoas. Ficamos uma eternidade assim ou talvez só alguns minutos até que ela me afasta e observa atentamente o meu rosto. 

- Como minha menina cresceu. - ela diz, acariciando de leve o meu rosto. - Vi que cuidou muito bem da casa. Está se tornando uma grande mulher. 

- Obrigada, mãe. - digo, retribuindo o seu doce sorriso. - Aliás, cadê o papai? 

- Ah, deve estar lá em cima. - ela diz, voltando-se para o fogão, onde mexe em algo dentro da panela. - Você pode chamá-lo para o jantar depois. 

- Claro. Me conte sobre a viagem, mãe. - falo, sentando  em cima do balcão e observando minha mãe andar pra lá e pra cá pela cozinha. 

- Foi cansativo mas bem. Seu pai conseguiu fechar negócio com algumas empresas. Mas os jantares formais que tive que ir... Todos chatos. Você sabe que odeio essas coisas. - ela diz, balançando a colher na minha direção. 

- Fico feliz que a viagem teve bons resultados. Morri de saudades. 

- Seu pai e eu também ficamos com saudades, filha. Preocupados também. Sério que sobreviveu comendo toda aquela porcaria que encontrei na geladeira? - ela pergunta e dou de ombros. - Bom, agora que estou aqui vou fazer um belo ensopado pra você com muita verdura e carnes do jeito que você gosta. 

Bato palmas que nem uma criança. Estava morrendo de fome e louca pra matar saudade da comida dela. Ficamos mais algum tempo conversando sobre a viagem até que ouço meu pai descendo as escadas.

- Mi Jeong, nossa filha já chegou? - diz meu pai enquanto desce as escadas. Ele olha na direção da cozinha e seus olhos parecem brilhar ao me verem. - Meu bebê. 

- Oi,  pai. - digo e já vou correndo para os braços dele assim como eu fiz com minha mãe. - Senti muito sua falta. 

- Meu Deus... Eunjung. Você cresceu tanto. - ele me aperta mais, fazendo eu inspirar o cheiro de colônia masculina e creme de babear que sempre o acompanhou. - Fiquei tão preocupado. Você ficou bem ?

- Fiquei, pai. Não se preocupe. Sejam bem-vindos de volta! - finalmente nos afastamos e pude perceber que novas rugas surgiram em seu rosto. - Mamãe me disse que ocorreu tudo bem na viagem. 

- Ah, sim. Mi Jeong e eu nos esforçamos o máximo para tudo ocorrer bem. - ele diz, indo até o fogão, onde fica atrás da minha mãe e observa atentamente o que ela cozinha. - Isso parece bom. 

- É pra Eunjung. - diz minha mãe, sorrindo. - Ela se comportou bem e merece uma comida especial. 

Caminho até eles e tento dar um abraço coletivo. Nos abraçamos, cada um inspirando um pouco do cheiro um do outro, matando a saudade do tempo em que ficaram fora. Nunca havia sentido tanta falta deles e aproveito para gravar na memória e no coração esse momento. Só nos separamos quando mamãe percebe que algo está queimando e, aos risos, termina o jantar. Papai me ajuda a arrumar a mesa, contando cada parte engraçada da viagem para Sydney e fico feliz que, mesmo que eles tenham ido lá a trabalho, também se divertiram. Mamãe põe o jantar e comemos juntos, rindo das piadas de meu pai e das vezes que mamãe o xinga por falar algo indecente perto de mim. Finalmente, me sinto amada e protegida. 

                                           ※

Já estou na cama, satisfeita e feliz, pronta para dormir porém algo me incomoda e impede que o sono venha. Ouço alguém bater de leve na porta e abrir uma fresta. 

- Filha, já tá dormindo? - ouço a voz de minha mãe, perguntando baixinho. 

- Não, mãe. Entra. - sento-me na cama e acendo a luz do abajur. 

Minha mãe se aproxima e senta na beirada da cama, me observando com um sorriso no rosto porém com olhar preocupado. Por fim, suspira e fala:

- Eunjung, me diga o que aconteceu na escola. 

- Nada... - murmuro. - Foram só alguns problemas que já resolvi. 

- Você estava tão distraída na hora do jantar. Estou preocupada, meu anjo. - ela diz, colocando uma mexe de cabelo atrás da minha orelha. - Sinto que não é algo relacionado a escola em si mas sim a alguém. 

- Mãe... - penso um pouco, respiro profundamente e resolvo contar a ela. - É que tem um garoto na minha sala... Não sei o que fazer. 

- Na verdade você não sabe o que sente. - ela sorri para mim. 

- Também. Mas eu não posso gostar dele. Ele é o oposto de mim, não daria certo. 

- Já ouviu aquele ditado que os opostos se atraem? - pergunta minha mãe. - Filha, se você não tentar nunca vai dar certo. Você é jovem, inteligente e linda. Dê uma chance a ele. Ele também gosta de você? 

- A-acho que sim. - digo, corando e olhando para as minhas mãos entrelaçadas. 

- Então tente. Se não der certo, isso não vai te matar. Não tem porque ficar se preocupando. - ela sorri novamente e acaricia meu rosto. - Vou deixar você descançar e dormir. Boa noite. - ela beija a minha testa. 

- Boa noite, mãe. E obrigada. - sorrio e a vejo se afastar e sair do quarto. 

Me deito e apago a luz do abajur. Fico pensando no que ela dissera. Será mesmo que gosto do Jimin? Deveria eu dar uma chance a ele? E se eu me arrepender depois? Com esses pensamentos, acabo adormecendo e sonhando com Park Jimin. 

 

 


Notas Finais


Me desculpem por ter atrasado um pouquinho hihi Esse cap ficou chato mesmo, eu sei. Me perdoem. Mas o próximo fortes emoções com hentai e.e obrigada por todos os comentários e favoritos, estou preparando surpresa pra comemorar haha e aguardem o próximo cap
Bjinhos


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