História Hurry Up, We're Dreaming - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Anna Heartfilia, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe, Yukino Aguria
Tags Drama, Nalu, Stincy
Exibições 182
Palavras 1.263
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HELLO SWEETIES!
Esse capítulo era para ter ficado maior, mas eu deixei algumas coisas para o último!
Eu ia postar amanhã, mas não tive aula hoje ( Graças a Deus )
Fiz esse capítulo ouvindo a Flor e o Beija-Flor do Henrique e Juliano, não curto sertanejo, mas essa música é bonitinha kkkkj
Chega de enrolação
Até as notas finais

Capítulo 2 - A Flor e o Beija-Flor


Fanfic / Fanfiction Hurry Up, We're Dreaming - Capítulo 2 - A Flor e o Beija-Flor

Lucy

Senti meu corpo estremecer ao ouvir aquela voz: Ele estava de volta

- Pelo jeito você estava bem feliz não é mesmo Lucy? - eu apenas fiquei calada, ele passou o polegar em meus lábios e deu um sorrisinho - Não vai me dar nem um oi? - engoli o seco - Que seja, pegue - ele me entregou um cartão com o número do seu apartamento e seu telefone - Te espero hoje às 22h00min. - então ele foi embora. Eu fitei o cartão ainda em choque e o pressionei contra o peito, Sting veio até mim um tanto quanto preocupado.

- Lucy? Aconteceu alguma coisa? - neguei com a cabeça e abri um sorriso forçado escondendo o cartão. Acho que o convenci - Ótimo, então quer assistir Supernatural?

[...]

Algumas horas depois Sting foi embora e eu me sentei na cama. Ele estava de volta

- Ó deuses de todos os corações partidos, me deem uma ajuda! - pus as mãos no rosto e suspirei me deparando com o casaco de Sting de cor azul escura, na verdade estava mais para um sobretudo. Saí de meus pensamentos e fui para o banheiro tomar uma ducha quente.

...

Já eram quase 22h30min quando o meu celular apitou:

Prezada Srta. Heartfilia,

Preciso falar com você sobre um assunto de considerável urgência.

Por favor, entre em contato comigo o mais rápido possível. Pode me telefonar no número 416-555-0739 ( celular ).

Cordialmente,

Natsu D. Dragneel

 

- PUTA QUE PARIU! - coloquei a mão sobre a boca - Calma Lucy, calma. Espera. Como ele conseguiu meu número? - desviei a mão até meu queixo - E como soube que esse é meu apartamento? - isso ficou martelando em minha cabeça

 

- Toda vez que nós conversamos o Natsu pergunta de você Lucy, sei lá ele parece tão preocupado. Acho que ele só queria ter uma chance de consertar tudo mesmo sabendo que teria altas chances de fuder tudo outra vez.

 

- LEVY SUA PRAGA EU VOU TE MATAR

- CALA A BOCA VIZINHA - eu suspirei e fui até meu closet

- O que eu fiz para merecer isso? - inspirei o ar de forma pesada e optei com um vestido azul claro com um palmo abaixo do joelho, fiz uma trança simples e peguei o cartão que havia deixado sobre o criado mudo. Tranquei meu apartamento e peguei o elevador

- Número 53. - batia o cartão contra a mão enquanto mexia os lábios. Saí do elevador e toquei a campainha

- Olá - ele abriu a porta sorrindo com um casaco em mãos. - Perdão por não lhe avisar, mas vamos até minha casa - deu uma ênfase na palavra minha. Eu não disse nada, apenas desci até a garagem do prédio e entrei na BMW preta, seguimos até sua mansão.

[...]

- Antes de começarmos a conversar, você poderia me fazer um favor? - ele disse dando espaço para eu entrar naquele lugar enorme, o que fez meu apartamento parecer uma toca de Hobbit.

- Depende.

- Poderia ser minha modelo? - ele passou a mão em meu queixo - Você é linda e eu sempre quis você em um de meus quadros. - Acho que não teria problema.

- Tudo bem.

Essa é uma velha história

De uma flor e um beija-flor

Que conheceram o amor

Numa noite fria de outono

E as folhas caídas no chão

Da estação que não tem cor

Natsu a guiou até a biblioteca de sua casa e espalhou algumas folhas em branco pelo chão

- Sente-se ali e fique parada - Lucy aconchegou-se na poltrona e ajeitou a rosa nos cabelos enquanto segurava a pequena margarida nas mãos

- Não sei se é uma boa ideia.

- Apenas fique parada - ela suspirou e olhou para a janela com a mão no queixo junto com a margarida. Natsu começou a pintá-la no quadro

 

E a flor conhece o beija-flor

E ele lhe apresenta o amor

E diz que o frio é uma fase ruim

Que ela era a flor mais linda do jardim

E a única que suportou

Merece conhecer o amor e todo seu calor

 

Lucy observava os flocos de neve caírem atravessando os galhos secos das árvores, olhava de relance o menino que estava concentrado em sua pintura. Ela estava confusa

Por que ele havia voltado? Queria atormentá-la? Afinal, o que ela havia feito de errado? Por que tinha que sofrer daquela maneira? Ela nunca se perguntou por que coisas ruins acontecem a pessoas boas, pois ela já sabia a resposta: coisas ruins acontecem a todos. Não que isso fosse uma desculpa ou uma justificativa para ofender outro ser humano. Ainda assim, todos os seres humanos tinham essa experiência compartilhada - o sofrimento. Nenhum ser humano deixou este mundo sem derramar uma lágrima, ou sentir dor, ou velejar no mar de tristeza. Por que sua vida seria diferente? Por que ela deveria esperar um tratamento especial e privilegiado? Mesmo Madre Tereza sofreu, e ela era uma santa. Lucy se levantou e correu para fora da sala deixando Natsu confuso.

- Lucy? - ela estava próxima à lareira abraçando o próprio corpo como forma de consolo - Aconteceu alguma coisa?

- Por que você voltou? - ele a puxou para um abraço, mas ela se esquivou - Não tente fugir da pergunta, Natsu - sua voz se manteu firme.

- Porque eu te amo, Lucy - ele segurou as mãos da menina, mas ela as soltou.

- E que porra de amor é esse?

- Lucy, eu te amo. Muito mais do que deveria, tenho certeza, mas não sei amá-la de outra forma. - ela franziu o cenho

- Você bebeu? - Natsu girou os olhos

- Eu jamais trataria você como uma borboleta, como algo que eu tivesse capturado por diversão. Jamais a prenderia em uma folha de papel e arrancaria suas asas.

Infelizmente, Lucy não conseguiu conter uma risada nervosa. Ela retirou a rosa de seus cabelos e empurrou no peito de Natsu

- Isso foi sarcástico não foi? - ela deu mais uma risada

- Por mais que não acredite, eu realmente te amo - sua voz serena a fez estremecer, mas ela conseguiu se manter firme. Lucy tratou de se recompor e jogou a rosa no chão virando de costas pronta para ir embora - E eu sei que você também me ama, Lucy.

 

- Ele está brincando com a minha cara, não está? Ele talvez não me quisesse, mas também não aceitaria que ninguém mais me tivesse. Qual é o problema dele? Medo de perder?

- Vai pro inferno. - saí da mansão batendo a porta com força

Natsu voltou para a biblioteca e fitou o quadro retratando Lucy, ele passou o polegar por seu olhar dócil e seu sorriso singelo. Pendurou o mesmo próximo à lareira e sentou-se na poltrona discando o número de Levy que o manteve a par das novidades.

- Baile de inverno? Interessante - ele olhou para o quadro. Talvez fosse a chance perfeita para reconquistá-la.

                                                                        ~*~

Após ficar horas trancada no banheiro chorando, Lucy resolveu cochilar um pouco para aliviar o stress e acabar com a enorme dor de cabeça que sentia. Ela abraçou o travesseiro e suspirou perdida em seus pensamentos

— Por que você tinha que voltar, hein? Mas sempre é assim, quando estou bem você reaparece para desgraçar com a minha vida — Lucy apertou mais ainda o travesseiro contra seu peito — Logo agora que estou recomeçando? Que injustiça, comigo e com Sting. Ó deuses de todos os relacionamentos complicados, ajudem-me!


Notas Finais


Gostaram?
Até o próximo capítulo
E não me matem até lá sz


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