História Hurt - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Dor, Fim À Dor, Liberdade, Livre, Ponto Final, Suicide, Tristeza
Exibições 29
Palavras 325
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Mutilação, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Lá vem ela com mais uma OS levemente depressiva, pois é.

Capítulo 1 - Capítulo único.


   “Hold on this will hurt more than anything has before”

 

  No ar, propagava, não apenas o ar gélido da noite, mas também o cheiro de chuva que logo romperia a barreira das densas nuvens acinzentadas. Era tão tarde, que chegava a ser cedo. Ela não deveria estar ali, sentada naquele balanço de pneu, preso na antiga árvore onde uma vez existiu uma casinha. Mas ali, ali ela se sentia segura. Local onde tantas noites correu para se esconder, e por fim, render-se ao choro. Não desesperador, mas, silencioso. Ninguém poderia achar, ou desconfiar que estivesse ali. Sempre fora assim, fugindo e se escondendo… não aquela noite!

 

  “I've worked for so long just to see you mess around”

 

  Respirou fundo, pausadamente a cada segundo, como se guardasse na memória, o peso daquele ar… ou a leveza que, agora, ele trazia. Era difícil, de certo modo, constatar que, para se livrar, precisaria destruir tudo, absolutamente tudo.

 

  “We'll fall just like stars being hung by only string”

 

  Precisaria cortar o fio com a navalha, livrar-se das próprias amarras, dando liberdade à sua cansada e castigada alma. Era triste? Talvez, visto de fora. Não pra ela. Pra ela, era a tão sonhada liberdade. Liberdade que sonhou na primeira noite na casa da árvore, liberdade que sonhou quando foi tão brutalmente usada, física e psicologicamente.

 

  “Everything, everything, here is gone
No map can direct how to ever make it home
We're alone, we're alone, we're alone”

 

  Não havia mais nada ali, nada que pudesse ser salvo. Não quando o hospedeiro achava o corpo desonroso, sujo. Não havia lar, não havia laço que a prendia, e a impedia de ser livre. Era apenas um adeus, adeus no lugar onde certa vez sentiu-se segura. Estava sozinha, por toda a vida, na morte também. Um corte único e certeiro. A dor, não a atrapalhava de sentir o alívio…


  “Oh take it all away
I don't feel it anymore
Oh take it all away.”


Notas Finais


Espero que tenham gostado, espero que tenha leitores! #issoNÃOéINCENTIVO


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