História Hurt - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Gay, Jeongguk, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kook, Lemon, Namjoon, Stalker, Suga, Taegguk, Taehyung, Taekook, Vkook, Yaoi, Yoongi
Exibições 32
Palavras 1.412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, Oi!!
Aqui estou eu com mais uma fic e estou empolgadíssima para essa!!
Eu queria agradecer mil vezes a Amanda ( @Kirsche_ ) por me suportar e me aguentar chamando toda hora no chat por uma dúvida boba. E agradecer por ela estar tão empolgada quanto eu e já ter me dado várias ideias e apoio etc etc.
Eu vou parar de falar. Não gosto de enrolar muito nas notas iniciais ahsuahushau
Boa leitura!!!

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Hurt - Capítulo 1 - Prologue

O céu já estava escuro, mas eu pouco me importava com isso. Neste momento, assim como todos os dias de minha vida desde os meus 17 anos, eu me encontro do lado de fora dessa loja de conveniência não tão movimentada. Tem sido assim desde que aquele garoto se mudara para a casa ao lado da minha. É um tipo de rotina, sabe? Como um ritual. Eu sempre o “acompanho” até o seu local de trabalho e o observo, com um olhar atento. Por que eu faço isso? Eu não sei dizer exatamente o porquê... Apenas... Ele despertou meu interesse. Na verdade, despertou minha curiosidade.

A luz do poste que estava acima de mim me iluminava intensamente. Eu usava um grande casaco de neve preto, com o capuz escondendo o meu rosto de forma que quem passasse por mim não conseguisse vê-lo. Minhas mãos trêmulas, expostas ao frio do fim de outono seguravam a câmera com firmeza.

Guardei a câmera em um dos bolsos do casaco e enfiei as mãos nos mesmos, tentando acobertá-las do frio. Respirei fundo, sentindo o ar gélido invadir meus pulmões e caminhei a passos lentos até lá. Adentrei o local e me senti melhor por lá estar bem mais quentinho. Peguei um simples ShinRamyun e me dirigi ao caixa, engolindo em seco. Mesmo já estando acostumado a fazer isso uma vez por mês, eu continuava a me sentir nervoso ao me aproximar tanto de minha “presa”.

– 5.892,29 won. – Ele falou simplista. Eu não podia ver bem o seu rosto já que o meu próprio estava oculto, mas apenas pelo seu tom de voz eu já sabia exatamente com que expressão ele estava.

Ainda de cabeça baixa, peguei minha carteira no bolso de minha calça e paguei pelo macarrão instantâneo que mais servia como uma desculpa para ter algum contato com o garoto. Levantei a cabeça apenas o suficiente para ver seu rosto e constatar que eu estava certo. A cara dele era de alguém que estava totalmente submerso ao tédio. Abaixei a cabeça novamente, antes que ele pudesse memorizar o meu rosto. Sorri de canto e peguei o que comprei, que já estava dentro de uma sacola, me retirando do local. Agora eu estava com um sorriso ainda maior, enquanto mordia o meu lábio inferior, tentando me conter. Eu amava vencer os meus próprios joguinhos que eu mesmo criava. Amava conseguir saber onde o maior estava, o que ele estava fazendo e qual expressão estava estampada em seu rosto.

Fiz o meu caminho para a casa, sem muita pressa, sabendo que daqui à dez minutos ele também sairia de lá. Tirei as botas assim que cheguei em casa e calcei as pantufas quentinhas, passando pela sala e vendo meu pai sentado no sofá, com o olhar fixado na TV, desviando apenas para me dar uma olhada e me dirigir um sorriso gentil. Retribuí o gesto e acenei com a cabeça, como se estivesse dizendo um “Oi”.

Joguei o Ramyun para o meu velho. Ele gostava de coisas picantes, eu não. Na verdade, eu detestava comida picante. Subi as escadas, indo até o meu quarto e tirando o casaco quente assim que adentrei o cômodo. Me joguei na cama e comecei a olhar as fotos que havia tirado. Cada movimento... Cada olhar... Cada palavra proferida por ele... Era tudo tão misterioso. Até o ar a sua volta se tornava um mistério!

Bufei, me sentindo um tanto frustrado, um biquinho se formando em meus lábios. Fazia 2 anos! Exatamente 2 anos que eu tentava descobrir algo sobre o meu não tão mais novo vizinho! Sempre tão silencioso, sempre tão recluso... Tá, eu também sou assim. Mas é diferente, entende? Não é a mesma coisa!

Me levantei, abandonando a câmera na cama e me dirigindo ao banheiro. Tirei as minhas roupas e as joguei no cesto. Liguei o chuveiro na água quente e me enfiei embaixo sem hesitar. Mesmo no banho, eu continuava a pensar sobre aquele garoto. Por que eu não consigo descobrir nada? Por que eu estou tão curioso afinal? Eu ainda vou enlouquecer por causa disso. Quer dizer... Acho que já sou louco, afinal não deve ser normal perseguir e fotografar uma pessoa sem que ela saiba disso.

Desliguei o chuveiro e já me arrepiei de frio ao não sentir mais as gotas quentes cair sobre mim. Eu sou uma pessoa friorenta!

Peguei a toalha e me sequei, andando rapidamente até o meu quarto. Vesti uma boxer preta, uma calça moletom cinza, uma camisa branca e um moletom preto. Eu não costumava usar roupas muito coloridas.

Peguei a minha câmera e a guardei no lugar correto, me deitando na cama em seguida e me cobrindo com o cobertor grosso, encolhendo-me ali. Estava realmente frio e a tendência é piorar. Não foi preciso muito para mim logo cair no sono. Passar o dia perseguindo alguém pra lá e pra cá, tomando todo o cuidado para não ser descoberto cansa. Tenham isso em mente caso forem perseguir alguém.

 

                                                                                          - xXx -

 

Acordei com nada mais nada menos que o barulho do meu despertador, que era programado para me despertar todos os dias no mesmo horário, exceto aos domingos, como era o caso. Nos domingos eu levantava 1 hora mais tarde. Eu odiaria ter o meu sono interrompido, se não fosse por pura e espontânea vontade que eu fizesse isso. Desliguei aquele barulho que, mesmo me fazendo o favor de me manter de pé na hora certa, continuava sendo irritante.

Me levantei da cama quentinha e fui até o banheiro, fazendo as minhas higienes de sempre. Hoje estava ainda mais frio que ontem! Saí do banheiro e em seguida do quarto, descendo as escadas e sentindo o cheiro do café, como quase todos os dias, meu pai se levantava às 7:30 e fazia. No momento são 8:00, o horário em que ele ia até a varanda e observava a rua e as pessoas. Eu não fazia a mínima ideia de porque ele fazia isso, mas eu apenas o imitava. Claro que eu fingia não o ver lá. Fingia estar ali por acaso, e por "coincidência" nós dois ficávamos olhando para o mesmo lugar, no mesmo horário e mesmo dia. Ele parecia não me notar, então acho que funciona.

Cheguei na varanda da casa e puta merda! Está frio pra c*ralho! Coloquei o capuz e enfiei as mãos nos bolsos do moletom, me encolhendo um pouco. Dava uma olhada para a casa ao lado vez ou outra até que, depois de alguns minutos ele apareceu. Acabei não conseguindo conter um sorriso ao ver seu rosto um tanto sonolento, suas mãos igualmente escondidas pelos bolsos de um moletom cinza, seus fios de cabelo desgrenhados e seu olhar feroz preso a rua que se encontrava apenas com uma ou duas pessoas passando de vez em quando.

Eu me martirizaria por não ter trago minha câmera SE eu já não tivesse milhares de fotos desse momento. As fotos do meu vizinho quando ele estava nesse estado pareciam mais como um quadro em uma galeria de Artes.

Eu continuava o encarando, minha boca entreaberta levemente deformada em um sorriso, agora mais discreto. Para a minha surpresa e desespero, ele se virou. Imediatamente eu corri para dentro de casa, quase escorregando no piso liso de madeira.

Tirei o capuz e fui até a cozinha, abrindo a geladeira e pegando uma caixa de leite, logo pegando um copo e despejando o líquido branquinho ali. Meu pai apenas me observava em silêncio, acho que ele desistiu de tentar entender minhas loucuras. Coloquei o copo no microondas e apertei os botões, esperando pacientemente o leite esquentar e o tirando de lá assim que ouvi aquele típico barulho que eu também julgo irritante.

Tomei o conteúdo sem muita pressa e fui para meu quarto em seguida. Ele estava frio. Muito frio. Foi quando notei que a janela estava levemente aberta e por aquela brecha passava um vento gelado, balançando as cortinas escuras. Caminhei até lá rapidamente e a fechei completamente, fechando as cortinas em seguida.

Olhei para minha cama e em cima de meu travesseiro havia um tipo de... Carta? Ela estava lacrada por um adesivo adorável de coração. A peguei e sentei no colchão macio, cruzando as pernas como um índio e a abrindo. Meus olhos se arregalaram e engoli em seco, sentindo meu coração disparar ao ler o que estava escrito ali.

“É muito feio perseguir as pessoas, Jeon Jungkook. Isso é doentio e perigoso. Deveria tomar cuidado.”


Notas Finais


Quem será que descobriu o Jungkook? Nem eu decidi isso ainda! Mas já tenho algumas pessoas na minha lista de possível "desmascarador de Jungkook"! Enquanto eu tava marcando os avisos da história, acabei pensando em algumas coisas loucas aqui que vocês verão em breve.
Obrigada por lerem!!!
E mais uma vez: Obrigada Amandaaa!!
Beijos de açúcar e até o próximo capítulo!


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