História Hurt - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Gay, Jeongguk, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kook, Lemon, Namjoon, Stalker, Suga, Taegguk, Taehyung, Taekook, Vkook, Yaoi, Yoongi
Exibições 20
Palavras 1.809
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu não tenho muito o que falar aqui...
Só me desculpem qualquer erro e boa leitura!! :3

Capítulo 2 - Nada poderia dar errado, certo?


Fanfic / Fanfiction Hurt - Capítulo 2 - Nada poderia dar errado, certo?

Joguei aquele pedaço de papel que se tornou meu pesadelo no chão e fiquei o encarando. Meus olhos ainda estavam arregalados e minha respiração descompassada. Me levantei da cama, saindo do quarto na correria e descendo as escadas, indo até o meu pai que ainda estava na cozinha, o encontrando com uma garrafa de alguma bebida que não consegui identificar, afinal, eu não entendo dessas coisas.

–  Entrou alguém aqui em casa? Você ouviu algo? – Tentei manter meu tom de voz o mais firme possível, ignorando o fato de que ele já estava bebendo novamente.

­­– Não... Por que pergunta isso? Aconteceu alguma coisa? – Ele me olhou com um olhar preocupado, provavelmente notando o medo nos meus olhos.

– Por nada. Não aconteceu nada. – Respondi de forma seca e dei as costas para ele, saindo de lá e subindo as escadas, voltando para o meu cantinho. Eu sei que ele sofria, mas não havia necessidade de beber tanto! Aliás, o que tem de bom naquele troço?!??

Afastei os meus pensamentos desnecessários ao adentrar o local, encarando o papel no chão. Peguei a tal carta e a rasguei em vários pedacinhos, abrindo a janela e os jogando por lá, para que o vento levasse para bem longe de mim.

Fui até o banheiro e me livrei de minhas roupas, ligando o chuveiro na água quente, como sempre. Tomei um banho demorado, a fim de relaxar e me acalmar. Eu sabia muito bem quem havia feito essa brincadeira infantil comigo. Só poderia ser ele. Eles são os únicos que me conhecem desde criança, mas ele... Ah... Ele é bem mais perceptivo e esperto. E parece adorar ver meu sofrimento.

Desliguei o chuveiro, não sentindo mais as gotas quentes cair sobre mim. Não preciso nem dizer que estremeci com isso, certo? Me sequei com a toalha e fui até o quarto. Vesti uma calça jeans preta, duas camisas de manga longa e o meu adorado casaco preto, que ia até um pouco acima de meus joelhos.

Deixei a minha câmera no mesmo lugar, já que não havia necessidade de pegá-la. Eu não perseguiria Taehyung hoje. Ele ficaria em casa relaxando. Então, no lugar da câmera, peguei meu celular. Saí do quarto e desci as escadas as pressas. Não me despedi de meu pai, pois além de ele estar acostumado comigo saindo, ele não dava a mínima, ainda mais quando estava bêbado.

Calcei as botas na entrada de casa e finalmente saí, sendo atingido pelo vento gelado. Imediatamente coloquei o capuz do casaco sobre minha cabeça e enfiei as mãos nos bolsos, andando a passos rápidos pela rua.

 

- xXx -

 

Eu tocava a campainha da casa que ficava há um quarteirão de distância da minha de forma incessante. Eu estava tremendo de frio! Por que demoravam tanto? O que estavam fazendo afinal?? Eu não me preocupava com o barulho que estava fazendo, pois sabia que os pais dos dois haviam viajado, já que estavam de férias do trabalho.

A porta finalmente foi aberta. Eu poderia até ficar parado admirando a beleza singela de meu amigo, com seus cabelos levemente bagunçados, as bochechas naturalmente cheinhas e rosadas, sua pequena mão esfregando os olhos delicadamente. Sim, eu poderia mesmo ficar aqui parado...SE eu não estivesse congelando!

– Bom dia, Jimin. – Falei rápido e passei pelo garoto antes mesmo de ser convidado. Me virei para ele com um olhar que dizia algo como “Fecha logo a droga dessa porta!” e ele realmente entendeu, pois a fechou imediatamente.

– O que faz aqui a essa hora? – Se aproximou de mim, usando aquele tom de voz doce e infantil de sempre. Jimin era um filho da puta, assim como eu, mas ele era incrivelmente adorável em alguns momentos!

– Desculpa Jiminnie. É importante. Onde está Yoongi? – Perguntei enquanto olhava ao redor, procurando algum sinal do loiro. Olhei novamente para Jimin, vendo suas bochechas ficarem mais rubras que o normal. Seu olhar estava fixado em um ponto qualquer, evitando o meu.

– Nunca chame o nome de Deus em vão, querido Kookie. – Ouvi a voz um pouco mais grave ressoar pelo cômodo e olhei na direção de onde a mesma vinha, encontrando a figura pálida descendo as escadas com calma, um sorriso debochado no canto de seus lábios rosados. – O que quer comigo?

– Não se faça de bobo, Min Yoongi! Quantos anos você tem? 13? Pare com suas brincadeirinhas estúpidas! – Falei entre dentes, mostrando toda a raiva que estava sentindo. Analisei o seu rosto, em busca de algum sinal que me mostrasse que foi realmente ele o autor daquilo, mas tudo que encontrei foi confusão.

– De que porra você ‘tá falando, Jeon Jungkook? Você usou drogas? Uau, nem mesmo eu fiz isso ainda! – Seu tom de voz no começo parecia tão irritado quanto o meu, mas logo fora substituído pelo seu tom debochado de sempre. Yoongi era o tipo de pessoa que não se cansava com discussões. Não costumava explodir de raiva facilmente, apenas aquele seu sorriso e tom de voz debochado era o suficiente. Não havia quem o contrariasse, pois ele fazia você se enrolar com suas próprias palavras e duvidar de seus próprios pensamentos.

– Não use seus joguinhos comigo! Vai dizer que não foi você que deixou a porra daquela carta na minha cama?

– Deixaram uma cartinha pra você?? – Ele sentou no sofá, rindo de forma sincera, como se estivesse realmente se divertindo com aquilo. Eu fiquei totalmente confuso com isso. Ele não sabia? Não foi ele?? – Jungkook... Você acha mesmo que eu perderia meu precioso tempo e gastaria minhas poucas energias para simplesmente ir até a sua casa e deixar uma carta para você? Até porque, existe celular para isso. Se você não acredita, pergunte a Jimin. Ele estava comigo o tempo todo.

Assim que ele terminou de falar, direcionei meu olhar ao menor, o analisando. Já havia esquecido de sua presença. Jimin é extremamente fofo, manhoso e quieto pela manhã. Seus olhos se arregalaram ao ouvir o que o irmão havia dito e ainda mais ao ter o meu olhar sobre ele. Revirei os olhos e desviei o olhar. Ele acham que sou um idiota? Eu os conheço desde pirralho. Óbvio que já notei que há uma tensão sexual entre os dois. Eu apenas finjo não perceber. Bufei irritado e um tanto frustrado, me jogando ao lado de meu amigo mais velho.

– Desculpa, hyung... Mas, se não foi você, então quem foi...? – Meu tom de voz era baixo, assim como a minha cabeça. Estava tudo uma bagunça em minha mente. Jimin e Yoongi são os únicos que me conhecem... Quer dizer, eu acho... Então quem além deles faria aquilo...?

– E como eu vou saber? Mas o que dizia nessa carta afinal? – Meus olhos se arregalaram ao ouvir sua pergunta. O que eles pensariam de mim se soubessem que sou a porra de um stalker? Se bem que, eles não têm muita moral.

– Hyung, eu vou fazer algo para comer. – Jimin se pronunciou, interrompendo a conversa e se dirigindo até a cozinha. Perfeito.

– Eu te conto... Se... Você me contar o que está acontecendo entre você e Jimin. – Mordi o lábio inferior, com um sorriso de canto. Meu olhar malicioso queimava sobre o maior.

– Não está acontecendo nada! – Ele se levantou repentinamente, bagunçando os fios loiros e bufando, um tanto incomodado.

– Tudo bem. Não está mais aqui quem falou! – Dei uma risada e me levantei do sofá – Eu tenho que ir agora, hyung. Diz pro Jimin que eu disse tchau.

Eu nem mesmo dei tempo para ele responder, apenas me dirigi até a porta e saí da casa, andando a passos ligeiros para a minha, me encolhendo como podia, tentando evitar o frio que beijava o meu rosto desprotegido.

 

- xXx -

 

Já era aproximadamente 18:00 e eu estava no meu quarto, usando um jeans surrado e um moletom quentinho cinza, escrito em letras vermelhas “Fuck me if you can” . Havia passado as fotos de minha câmera para o computador, e agora eu as olhava e analisava cada detalhe, como se de repente, naquelas fotos, pudesse surgir alguma pista sobre o garoto. Tudo que eu descobri sobre ele foi nada mais nada menos que seu nome. Kim Taehyung.

Suspirei e me levantei, saindo da frente daquela tela reluzente que já estava me dando dor de cabeça. Fui até minha janela e observei a casa ao lado, a janela do quarto do maior ficava de frente para a minha e eu podia ter visão quase que total de seu cantinho íntimo. O estranho era: Estava tudo desligado. Por que é estranho? Simples. Porque Taehyung não deixa as luzes desligadas. Não sei o motivo, talvez ele tenha medo do escuro. Isso quer dizer que ele não estava em casa...?

Sorri ao imaginar as possibilidades. Era a minha chance! Eu já fiz isso umas três ou quatro vezes, então nada poderia dar errado. A casa era ao lado, então não me preocupei em trocar de roupa e por algo mais quentinho. Apenas calcei as pantufas e peguei a cópia da chave da casa. É claro que tenho uma cópia da chave! Eu tenho meus métodos, ok? Desci as escadas as pressas, logo saindo de casa. Caminhei até a casa vizinha e abri a porta rapidamente. Não demorou mais que alguns segundos para eu estar na sala simples e espaçosa do meu querido vizinho.

Olhei cada cômodo com calma. Meus passos eram tão leves e silenciosos quanto os de um gato. A casa realmente estava vazia. Subi as escadas, atento a qualquer movimento suspeito. Entrei na primeira porta que apareceu, me deparando com o quarto relativamente organizado do acastanhado. Olhei para a janela do quarto e, atrás das cortinas, percebi que havia algo escondido.

Minha curiosidade foi violentamente despertada de vez agora! Fui me aproximando a passos lentos, mas logo fui interrompido por uma voz grave e levemente alterada, o que me fez virar na direção da mesma, me deparando com a vítima de minha curiosidade.

– O que faz aqui? – Ele perguntou com a voz firme. Seu olhar de poucos amigos me fez congelar.

– Eu... Eu... – Tentava encontrar uma desculpa qualquer. Qualquer cosa que pudesse me livrar dessa situação – Eu vi alguém suspeito entrar aqui e vim ver se estava tudo bem!

– Eu pareço ser tão idiota assim 'pra você? – O vi se aproximar de mim, e conforme ele se aproximava, eu me afastava, até que senti a parede atrás de mim me deixar sem saída, as mãos grandes dele apertando cada um dos meus braços sem piedade alguma. – Me responda. E é melhor você me convencer. Você só tem uma chance. – Seu olhar intenso, fixado no meu, juntamente com a sua voz que saiu em um tom baixo e extremamente sério me deixaram um tanto desesperado. Nunca senti meu coração tão acelerado. Um nó se formando em minha garganta e minha visão ficando turva devido as lágrimas que se acumulavam em meus olhos.

 

 


Notas Finais


Não sei de nadaaaa
Tá tudo nas mãos de Deus! qq
Ahaushuahsua Obrigado por lerem e até o próximo capítulo!
AH
E PARA AS PESSOAS QUE NÃO VÃO PODER IR NO SHOW
VAMOS CHORAR JUNTAAAS T-T


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...