História Hurt - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bottom!jeongguk, Bottom!jimin, Gay, Jeongguk, Jimin, Jin, Lemon, Namjoon, Stalker, Suga, Taegguk, Taehyung, Taekook, Top!taehyung, Top!yoongi, Vkook, Yaoi, Yoongi
Exibições 105
Palavras 1.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa, Fluffy, Harem, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu não tenho muito o que falar aqui...
Só me desculpem qualquer erro e boa leitura!! :3

Capítulo 2 - Nada poderia dar errado, certo?


Fanfic / Fanfiction Hurt - Capítulo 2 - Nada poderia dar errado, certo?

Joguei aquele pedaço de papel que se tornou meu pesadelo no chão e fiquei o encarando. Meus olhos ainda estavam arregalados e minha respiração descompassada. Me levantei da cama, saindo do quarto na correria e descendo as escadas, indo até o meu pai que ainda estava na cozinha, o encontrando com uma garrafa de alguma bebida que não consegui identificar, afinal, eu não entendo dessas coisas.

–  Entrou alguém aqui em casa? Você ouviu algo? – Tentei manter meu tom de voz o mais firme possível, ignorando o fato de que ele já estava bebendo novamente.

­­– Não... Por que pergunta isso? Aconteceu alguma coisa? – Ele me olhou com um olhar preocupado, provavelmente notando o medo nos meus olhos.

– Por nada. Não aconteceu nada. – Respondi de forma seca e dei as costas para ele, saindo de lá e subindo as escadas, voltando para o meu cantinho. Eu sei que ele sofria, mas não havia necessidade de beber tanto! Aliás, o que tem de bom naquele troço?!??

Afastei os meus pensamentos desnecessários ao adentrar o local, encarando o papel no chão. Peguei a tal carta e a rasguei em vários pedacinhos, abrindo a janela e os jogando por lá, para que o vento levasse para bem longe de mim.

Fui até o banheiro e me livrei de minhas roupas, ligando o chuveiro na água quente, como sempre. Tomei um banho demorado, a fim de relaxar e me acalmar. Eu sabia muito bem quem havia feito essa brincadeira infantil comigo. Só poderia ser ele. Eles são os únicos que me conhecem desde criança, mas ele... Ah... Ele é bem mais perceptivo e esperto. E parece adorar ver meu sofrimento.

Desliguei o chuveiro, não sentindo mais as gotas quentes cair sobre mim. Não preciso nem dizer que estremeci com isso, certo? Me sequei com a toalha e fui até o quarto. Vesti uma calça jeans preta, duas camisas de manga longa e o meu adorado casaco preto, que ia até um pouco acima de meus joelhos.

Deixei a minha câmera no mesmo lugar, já que não havia necessidade de pegá-la. Eu não perseguiria Taehyung hoje. Ele ficaria em casa relaxando. Então, no lugar da câmera, peguei meu celular. Saí do quarto e desci as escadas as pressas. Não me despedi de meu pai, pois além de ele estar acostumado comigo saindo, ele não dava a mínima, ainda mais quando estava bêbado.

Calcei as botas na entrada de casa e finalmente saí, sendo atingido pelo vento gelado. Imediatamente coloquei o capuz do casaco sobre minha cabeça e enfiei as mãos nos bolsos, andando a passos rápidos pela rua.

 

- xXx -

 

Eu tocava a campainha da casa que ficava há um quarteirão de distância da minha de forma incessante. Eu estava tremendo de frio! Por que demoravam tanto? O que estavam fazendo afinal?? Eu não me preocupava com o barulho que estava fazendo, pois sabia que os pais dos dois haviam viajado, já que estavam de férias do trabalho.

A porta finalmente foi aberta. Eu poderia até ficar parado admirando a beleza singela de meu amigo, com seus cabelos levemente bagunçados, as bochechas naturalmente cheinhas e rosadas, sua pequena mão esfregando os olhos delicadamente. Sim, eu poderia mesmo ficar aqui parado...SE eu não estivesse congelando!

– Bom dia, Jimin. – Falei rápido e passei pelo garoto antes mesmo de ser convidado. Me virei para ele com um olhar que dizia algo como “Fecha logo a droga dessa porta!” e ele realmente entendeu, pois a fechou imediatamente.

– O que faz aqui a essa hora? – Se aproximou de mim, usando aquele tom de voz doce e infantil de sempre. Jimin era um filho da puta, assim como eu, mas ele era incrivelmente adorável em alguns momentos!

– Desculpa Jiminnie. É importante. Onde está Yoongi? – Perguntei enquanto olhava ao redor, procurando algum sinal do loiro. Olhei novamente para Jimin, vendo suas bochechas ficarem mais rubras que o normal. Seu olhar estava fixado em um ponto qualquer, evitando o meu.

– Nunca chame o nome de Deus em vão, querido Kookie. – Ouvi a voz um pouco mais grave ressoar pelo cômodo e olhei na direção de onde a mesma vinha, encontrando a figura pálida descendo as escadas com calma, um sorriso debochado no canto de seus lábios rosados. – O que quer comigo? 

– Não se faça de bobo, Min Yoongi! Quantos anos você tem? 13? Pare com suas brincadeirinhas estúpidas! – Falei entre dentes, mostrando toda a raiva que estava sentindo. Analisei o seu rosto, em busca de algum sinal que me mostrasse que foi realmente ele o autor daquilo, mas tudo que encontrei foi confusão.

– De que porra você ‘tá falando, Jeon Jeongguk? Você usou drogas? Uau, nem mesmo eu fiz isso ainda! – Seu tom de voz no começo parecia tão irritado quanto o meu, mas logo fora substituído pelo seu tom debochado de sempre. Yoongi era o tipo de pessoa que não se cansava com discussões. Não costumava explodir de raiva facilmente, apenas aquele seu sorriso e tom de voz debochado era o suficiente. Não havia quem o contrariasse, pois ele fazia você se enrolar com suas próprias palavras e duvidar de seus próprios pensamentos.

– Não use seus joguinhos comigo! Vai dizer que não foi você que deixou a porra daquela carta na minha cama?

– Deixaram uma cartinha pra você?? – Ele sentou no sofá, rindo de forma sincera, como se estivesse realmente se divertindo com aquilo. Eu fiquei totalmente confuso com isso. Ele não sabia? Não foi ele?? – Jeongguk... Você acha mesmo que eu perderia meu precioso tempo e gastaria minhas poucas energias para simplesmente ir até a sua casa e deixar uma carta para você? Até porque, existe celular para isso. Se você não acredita, pergunte a Jimin. Ele estava comigo o tempo todo.

Assim que ele terminou de falar, direcionei meu olhar ao menor, o analisando. Já havia esquecido de sua presença. Jimin é extremamente fofo, manhoso e quieto pela manhã. Seus olhos se arregalaram ao ouvir o que o irmão havia dito e ainda mais ao ter o meu olhar sobre ele. Revirei os olhos e desviei o olhar. Ele acham que sou um idiota? Eu os conheço desde pirralho. Óbvio que já notei que há uma tensão sexual entre os dois. Eu apenas finjo não perceber. Bufei irritado e um tanto frustrado, me jogando ao lado de meu amigo mais velho.

– Desculpa, hyung... Mas, se não foi você, então quem foi...? – Meu tom de voz era baixo, assim como a minha cabeça. Estava tudo uma bagunça em minha mente. Jimin e Yoongi são os únicos que me conhecem... Quer dizer, eu acho... Então quem além deles faria aquilo...?

– E como eu vou saber? Mas o que dizia nessa carta afinal? – Meus olhos se arregalaram ao ouvir sua pergunta. O que eles pensariam de mim se soubessem que sou a porra de um stalker? Se bem que, eles não têm muita moral.

– Hyung, eu vou fazer algo para comer. – Jimin se pronunciou, interrompendo a conversa e se dirigindo até a cozinha. Perfeito.

– Eu te conto... Se... Você me contar o que está acontecendo entre você e Jimin. – Mordi o lábio inferior, com um sorriso de canto. Meu olhar malicioso queimava sobre o maior.

– Não está acontecendo nada! – Ele se levantou repentinamente, bagunçando os fios loiros e bufando, um tanto incomodado.

– Tudo bem. Não está mais aqui quem falou! – Dei uma risada e me levantei do sofá – Eu tenho que ir agora, hyung. Diz pro Jimin que eu disse tchau.

Eu nem mesmo dei tempo para ele responder, apenas me dirigi até a porta e saí da casa, andando a passos ligeiros para a minha, me encolhendo como podia, tentando evitar o frio que beijava o meu rosto desprotegido.

 

- xXx -

 

Já era aproximadamente 18:00 e eu estava no meu quarto, usando um jeans surrado e um moletom quentinho cinza, escrito em letras vermelhas “Fuck me if you can” . Havia passado as fotos de minha câmera para o computador, e agora eu as olhava e analisava cada detalhe, como se de repente, naquelas fotos, pudesse surgir alguma pista sobre o garoto. Tudo que eu descobri sobre ele foi nada mais nada menos que seu nome. Kim Taehyung.

Suspirei e me levantei, saindo da frente daquela tela reluzente que já estava me dando dor de cabeça. Fui até minha janela e observei a casa ao lado, a janela do quarto do maior ficava de frente para a minha e eu podia ter visão quase que total de seu cantinho íntimo. O estranho era: Estava tudo desligado. Por que é estranho? Simples. Porque Taehyung não deixa as luzes desligadas. Não sei o motivo, talvez ele tenha medo do escuro. Isso quer dizer que ele não estava em casa...?

Sorri ao imaginar as possibilidades. Era a minha chance! Eu já fiz isso umas três ou quatro vezes, então nada poderia dar errado. A casa era ao lado, então não me preocupei em trocar de roupa e por algo mais quentinho. Apenas calcei as pantufas e peguei a cópia da chave da casa. É claro que tenho uma cópia da chave! Eu tenho meus métodos, ok? Desci as escadas as pressas, logo saindo de casa. Caminhei até a casa vizinha e abri a porta rapidamente. Não demorou mais que alguns segundos para eu estar na sala simples e espaçosa do meu querido vizinho.

Olhei cada cômodo com calma. Meus passos eram tão leves e silenciosos quanto os de um gato. A casa realmente estava vazia. Subi as escadas, atento a qualquer movimento suspeito. Entrei na primeira porta que apareceu, me deparando com o quarto relativamente organizado do acastanhado. Olhei para a janela do quarto e, atrás das cortinas, ao lado da janela, percebi que havia algo escondido.

Minha curiosidade foi violentamente despertada de vez agora! Fui me aproximando a passos lentos, mas logo fui interrompido por uma voz grave e levemente alterada, o que me fez virar na direção da mesma, me deparando com a vítima de minha curiosidade.

– O que faz aqui? – Ele perguntou com a voz firme. Seu olhar de poucos amigos me fez congelar.

– Eu... Eu... – Tentava encontrar uma desculpa qualquer. Qualquer cosa que pudesse me livrar dessa situação – Eu vi alguém suspeito entrar aqui e vim ver se estava tudo bem!

– Eu pareço ser tão idiota assim pra você? – O vi se aproximar de mim, e conforme ele se aproximava, eu me afastava, até que senti a parede atrás de mim me deixar sem saída, as mãos grandes dele apertando cada um dos meus braços sem piedade alguma. – Me responda. E é melhor você me convencer. Você só tem uma chance. – Seu olhar intenso, fixado no meu, juntamente com a sua voz que saiu em um tom baixo e extremamente sério me deixaram um tanto desesperado. Nunca senti meu coração tão acelerado. Um nó se formando em minha garganta e minha visão ficando turva devido as lágrimas que se acumulavam em meus olhos.

 

 


Notas Finais


Não sei de nadaaaa
Tá tudo nas mãos de Deus! qq
Ahaushuahsua Obrigado por lerem e até o próximo capítulo!
AH
E PARA AS PESSOAS QUE NÃO VÃO PODER IR NO SHOW
VAMOS CHORAR JUNTAAAS T-T


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