História Hurt - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Abraxas Malfoy, Alvo Dumbledore, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lilá Brown, Lord Voldemort, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Pansy Parkinson, Personagens Originais, Ronald Weasley, Salazar Slytherin, Severo Snape, Ted Lupin, Tom Riddle Jr., Viktor Krum
Tags Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Hogwarts, Personagem Original, Romance, Ronald Weasley, Severo Snape, Voldemort
Visualizações 35
Palavras 1.257
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Muito obrigada aos favoritos pessoal! Eu sei que pode estar confuso agora, mas as coisa prometem se esclarecer bem mais logo, logo e gradualmente aumentarei os capítulos.

Capítulo 2 - Respostas inexistentes


Fanfic / Fanfiction Hurt - Capítulo 2 - Respostas inexistentes

 

 

 

Vocês podem tentar, todas as vezes, podem fugir e esconderem-se, mas ainda assim o universo irá conspirar e o mundo irá girar em prol daquilo que já foi traçado muito antes de seus corpos habitarem esse plano terrestre. Há algo mais forte que querer e magia, é almas.

 

 

- Sabe, você não deveria se deixar machucar pelo Professor Snape, ele sempre faz isso com qualquer um Grifinório, Alicia, E eu aposto que ele não tem nada contra de verdade sua família. Hermione foi a primeira a pronunciar-se assim que a fatídica aula opressora do Professor de porções chegou ao fim. De qualquer forma a personalidade racional dela não compartilharia da impulsiva minha. Ainda que qualquer resposta levaria a grandes descontos de pontos e uma possível "tortura" como detenção. Mas isso de longe é o que prende meus pensamentos, seria estupido eu mentir o fato de que ainda estou presa àquela aula, mas aos olhos cor de céu de um certo alguém, precisamente.

- Tudo bem, Hermione, eu realmente não me preocupo mais com isso. Por hora. - E foi tudo o que limitei-me a responder para a loira que murmurou-me algo como 'biblioteca" e rumou com seus cachos para longe.

Meus passos ecoam ao descer as escadas da Sala Comunal, e nenhum aluno se encontrava por ali. Sigo meu caminho até o dormitório onde recolho o livro que havia esquecido outrora mais cedo. Adivinhações de fato não é a matéria mais atrativa e útil de Hogwarts , no entanto, foi onde comecei a entender e buscar respostas a coisas que eu não encontrava motivos. Foi onde eu aprendi que o passado não é tão pessoal e secreto quanto se parece. E tudo o que eu vejo passou a ter sentido. Nunca foi por vontade minha, nunca desejei, mas faço. E, foi sem querer que olhei a anos atrás pela primeira vez naqueles olhos azuis orgulhosos e egocêntricos. Eu vi tudo, e ainda vejo, agora mais dor e medo do que ele mesmo.

Ele usa essa coroa de espinhos, sobre seu trono de mentiras, transbordando de pensamentos quebrados, que eu posso consertar.

A sala da Torre Norte não era das mais cheias e havia muitos Corvinais por ali do que de outras casas, Professora Sibila curiosamente devaneia aos alunos sobre adivinhações e outras tantas loucuras de sua mente, antes de prender-se em sua própria mesa por um de seus longos colares que enganchou-se ali. O mais agradável ali era os mistos aromas incensais.

- Não entendo, você não devia estar aqui, por que não quer estar aqui, seus olhos estão mais longes e sonhadores que os meus, o que pretende? - Luna Lovegood rouba minha atenção transmitindo exatamente tudo o que estava em meu interior de forma simples e suave com suas palavras. Ela sabe ler as pessoas sem precisar de nenhuma Legilimens.
- São coisas Luna, que eu não sei o por que faço e vejo mais do que deveria ver. Ela me ajuda a entender mais, ainda que não o suficiente. Respondo.

- Entendo. Você deveria falar com ele. Responde por fim saindo no exato momento em que a aula chega ao fim. - Ele? Quem Luna? -Questiono alto tentando ir até ela se uma tropa de alunos não me empurra-se pela sala antes. -O Sonserino, oras! - Luna grita da porta antes de sair tropicando em alguém por estar olhando para alto. O problema, é que não há espaço para que Luna soubesse de qualquer sentimento estranho e inconsequente que houvesse de minha parte por ele, mas, ainda assim, ela sabia. E isso deixou ainda mais claro o fato de que Luna é mais especial do que se pudesse imaginar, ela lê além olhos.

XXx

O Salão Comunal está no mínimo agitado demais, e posso sentar por alguns minutos com o fim das aulas por hoje antes do jantar. Hermione cruza meu caminho sentando ao meu lado, milagrosamente sem nenhum livro em mãos e logo atrás Harry e Ron em seu enlaço. O livro de capa negra em mãos, enquanto ele fingia ouvir tudo o que Ron falava do seu lado sobre Quadribol. É o livro do Professor Snape. Como eu sei? Nem eu mesma sei dizer com precisão, mas o toque de um centímetro das páginas amareladas foi suficiente para que eu entrasse em uma realidade paralela e visse-o muito mais novo com aquele mesmo livro anotando coisas que ele mesmo criou. Mas como eu poderia chegar e dizer ao Harry, " Harry, esse livro é do morcegão, não mexa com isso. Tchau!". Seria no mínimo ridículo.

- Encontrou o que procurava em adivinhações? - Questiona Mione a mim, aproveitando que ambos garotos não prestavam atenção ali. Mordo meu lábio inferior em indecisão, eu precisava de ajuda e as aulas pouco estavam a chegar em algum resultado sólido.

- Hermione, você acha que é possível ver o passado das pessoas e coisas, sem usar Legilimens? Questiono incerta. -Bom, eu não sei mas, tenho magia, o que não torna nada mais impossível, mas podemos pesquisar sobre isso na biblioteca amanhã. Mas o que você... - Ela não termina a frase quando Rony se pronuncia para falar que estava com fome. -Amanhã depois da aula com a Sonserina. -Lhe respondo encerrando por hora o assunto.

O salão principal já está lindamente iluminado pelas velas acesas que pairam no ar, o teto mostra estrelas e nuvens acinzentadas no reflexo noturno, tão encantador olhar para o alto, que permito-me caminhar assim pela entrada antes de procurar um lugar na longa e cheia mesa da Grifinória. Eu poderia passar longas horas a observar ali, céu trazia-me a lembrança das noites de Londres, dos vai e vem Trouxa, da nostalgia e da paz. Meu corpo é fortemente jogado para frente e instantaneamente meu rosto avermelha-se em vergonha, o que eu penso na cabeça para andar pior que Di-Lua por ai? Procuro desculpar-me antes de visualizar a quem fortemente bati.

- Olha por onde anda aberração!

E antes de concretizar meu feito, aquela voz que arrepia meu corpo mesmo sem tocar-me soou em meus ouvidos de forma grossa e ríspida. Meu peito ganhou trotes imensuráveis rápidos e perdi-me em seus olhos bravos colados nos meu enquanto seu corpo parcialmente jogado em mim começa a sair do chão. Eu perco minhas palavras por um instante enquanto continuo ao chão e o observo ir,

mas apenas por um instante antes de irritar-me pela forma grossa e mal educada em que me responde.

- Trasgo! Digo alto irritada. Caminhando até a mesa onde meus amigos estavam. Ignorando os cochichos e risadas que me rodeiam por todo o salão. - O que você disse, Grifinória? - Draco parece ter ouvido meu insulto e virou-se vindo novamente até mim com a varinha em mão no segundo em que Severo Snape levanta-se da mesa dos professores ordenando-o sentar-se. Ele resmunga algo antes de voltar a andar até a mesa Sonserina, e percebo que eu também tinha minha varinha empunhada em mãos.

Arrastava as vestes do meu corpo, despindo-me do uniforme sem presa, desejava banhar-me a dormir assim que logo estivesse leve pós banho. E assim seria, meus bons sonhos, mas algo perturbaria minha mente mais tarde.

Um pequeno pedaço de papel cai de um dos bolsos de minhas vestes, pequeno e dobrado em duas partes, recuo até sentar em minha cama e o abrir calmamente, sem ter noção de como poderia ter ido parar ali. Não lembro de ter o guardado, ou pego.

" Você não sabe no que se mete, não espione quem não deve"
                                   -DM.


Notas Finais


Perdoe-me qualquer possível erro de digitação e deixe suas opiniões, por favor, caso assim desejarem.
Trilha sonora I da história: https://spiritfanfics.com/jornais/historia-hurt--trilha-sonora-i-9784845


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