História Hurts Like Hell. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, Grey's Anatomy, The 100
Personagens Clarke Griffin, Indra, Lexa, Lincoln, Marcus Kane, Octavia Blake, Raven Reyes
Tags Clarke Griffin, Clexa, Lexa, Lexa Kom Trikru
Visualizações 318
Palavras 937
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como disse antes, é uma adaptação de um casal hétero de Greys Anatomy, então estou mudando algumas coisas.
Não sei ainda se o final vai ser o mesmo do casal da serie.
Se sabe o final, não dê spolier pra o amiguinho.
Os capítulos não são betados, tendo corrigir quando dá. perdão por isso, pelos erros.

Capítulo 1 - O Pedido de Casamento - Parte Um.


Clarke já estava no hospital desde cedo, tinha entrado na sala de cirurgia três vezes antes mesmo do sol nascer. Tudo que a loira mais desejava era momentos de paz pra salvar seu dia. Ela viu o elevador parado no andar e ainda conseguiu o alcançar aberto, entrando sem causar grandes estragos ao esbarrar no colega  de trabalho que saia do elevador.

- Bom dia - Clarke disse quando encontrou amigos que tinham a sorte de ainda estarem chegando ao hospital.

- Bom dia - Finn e Harper responderam juntos. Clarke parou pra respirar e aproveitou que Finn, seu melhor amigo, estava ali para perguntar sobre sua aluna mais aplicada. Eles trabalhavam em um hospital escola, então não eram somente médicos atendentes, mas também professores.

- Como vai Raven? - Ela estava tendo problemas para voltar a operar. E isso deixava Clarke muito mal.

- Ela está bem. - Finn se limitou a responder. Harper, melhor amiga da Dra. Reyes, fez uma cara engraçada antes de comentar com cinismo.

- Ela está pescando. 

- Ela está pescando?! - Clarke teve que usar todo a sua entonação de espanto, sua aluna mais promissora na área de cardiologia estava pescando ao invés de estar na sala de operação. - Porque? 

- Pergunte a ele. - Harper direcionou o olhar para Finn, esposo de Raven, como se o culpasse por essa situação e em seguida saiu do elevador. Clarke olhou para seu melhor amigo esperando uma explicação.

- Você tem alguma ideia melhor?

- Não. - Ele já escutou a resposta se encaminhando pra fora. - Até mais. - Com o cansaço do plantão já batendo a loira se encostou na parede do elevador, fechando os olhos por alguns segundos, tentando recuperar um pouco as forças.

- Estou com a cara boa? - Clarke abriu os olhos intrigada pra notar pela primeira vez uma morena de olhos verdes sentada em uma cadeira de rodas no fundo do elevador, uma paciente. Parecendo entender a confusão no rosto da médica, a morena continuou.  - Estou prestes a pedir minha namorada em casamento. Então, além do roupão, do soro intravenoso e a cara pálida por ter passado a última semana no hospital, o que acha? Tenho alguma chance? - Clarke não pode deixar de sorrir.

- Ela seria uma idiota se dissesse não. - O sorriso cúmplice que surgiu entre as mulheres serviu para aliviar o peso do cansaço que Clarke achou que o fechar de olhos traria. Ela ainda viu um sorriso de canto nos lábios da morena de olhos verdes antes do enfermeiro a tirar do elevador. - Boa sorte. - ainda se permitiu dizer antes das portas do elevador se fecharem.

 

xxx - xxx

 

Mais tarde quando Clarke foi deixar o prontuário assinando com a alta de um de seus pacientes na recepção do andar de internação esbarrou outra vez com aquela morena de olhos verdes. 

- Oi. - puxou assunto. - Como foi? - falou com uma animação incomum para alguém que já estava em pé á 16h.

- Ei. Não tão bem. - a morena falou com um sorriso triste, mas não desanimado.

- Eu sinto muito. - Clarke se sentiu um pouco errada de ter tido tanta esperança nesse final feliz. Então voltou a focar a assinatura dos portuários. Acreditando que o assunto tinha sido encerrado.

- Ah! Não posso culpá-la. - Apesar da situação estranha a morena não deixava o sorriso em seu rosto morrer. - Eu a ia pedir em casamento pelas razões erradas. Quero dizer. - ela apressou em se corrigir. - Gosto dela e tudo mais, mas o que mais gosto nela é seu seguro saúde. - Clarke não disfarçou em nada sua cara de espanto com a sinceridade da morena. A cirurgiã não sabia como se colocar na conversa outra vez então fez aquilo que mais sabia fazer, deixou seu lado médica agir.

- Você não tem seguro?

- Eu o esgotei três cirurgias atrás. Tenho colocado tudo nos meus cartões de crédito. - A curiosidade profissional não foi ignorada nesse momento, afinal foram três cirurgias.

- Importa-se se eu olhar seu prontuário? - A médica perguntou.

- Não, vá em frente. - Depois de uma troca de sorrisos Clarke se encaminhou até a cadeira de rodas da morena e pegou o prontuário na parte de trás, retornando assim ao balcão pra ter um melhor apoio para sua leitura. - Mas vou logo avisando, não é nada bonito. - Ela se desculpou e Clarke sorriu do humor evidente em sua voz.

- Uau. - o humor logo se foi quando a cirurgiã começou sua leitura. - Você tem Síndrome de Von Hippel-Lindau. - Ela olhou pra morena sorridente ao seu lado, sem conseguir compartilhar do mesmo sorriso no momento. - e ficou hospitalizada por mais de 200 dias nos últimos… três anos.

- São muitas memórias boas. - o sorriso dominou os lábios da morena e Clarke não conseguiu evitar admirar aquela mulher.

- Dr. Kane é seu cirurgião?

- Não por muito tempo. Vai me dar alta hoje. - Clarke tirou seus olhos do prontuário mais uma vez para encarar aquela morena com espanto.

- Você tem um tumor muito perigoso na glândula adrenal. - Ela desviou seu olhar mais uma vez. - Não podem atirá-la na rua. Deixe- me o que posso fazer. - Ela voltou a encarar aqueles alegres olhos verdes.

- Não sei qual o seu preço doutora, mas tenho certeza de que não posso pagar. - Clarke abriu um enorme sorriso para aquela morena, que retribuiu da mesma maneira. As duas cheias de esperanças para aquele dia.

 


Notas Finais


pera que tem mais...


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