História Hustla - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Tinashe
Personagens Justin Bieber, Tinashe
Exibições 111
Palavras 2.700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oláaaaaaaaaaaaaaaaa
avisos rápidos: a fic está chegando no final :(
justin e bel vão terminar juntos? o que acham?
espero que gostem do cap, amores
OUÇAM ONE LIFEEEEEE
boa leitura
bjssss da bels szsz

Capítulo 7 - One life.


Fanfic / Fanfiction Hustla - Capítulo 7 - One life.

''Espero que você me dê uma chance, tudo o que quero é amor e romance, eu quero dar tudo, dar tudo para você. Eu quero sonhar o que você sonha, ir para onde você está indo, eu tenho apenas uma vida, e só quero vivê-la com você. Quero dormir onde você dorme, me conectar com a sua alma, a única coisa que quero na vida.'' — One Life. 

 

Isabel Willians. 

 

— E aí, você vai correr? — Ryan pergunta.  

 

— Hm, não...  

 

— Vamos lá, cara, eu vou também! — Ryan diz.  

 

— Não tenho mais idade para isso, Ryan.  

 

— Ah, para vai, vamos cara, como nos velhos tempos. — Justin suspira. — Você não tem essa maquina atoa. — ele aponta para o Mustang 1967 do Justin. 

 

— Só se a minha gata for comigo. — ele me puxa para o meio de suas pernas.  

 

Ryan olha para mim esperançoso e eu sorrio.  

 

— Como nos velhos tempos? — eu me viro, colocando meus braços em volta do pescoço de Justin. — Claro.  

 

— É isso aí, vem amor! — Ryan puxou Kelly para o carro.  

 

— Uh, vamos correr! — eu digo empolgada. 

 

Justin me beija e em seguida, entramos em seu carro. Eu ligo o som do carro que começa a tocar Off-Set do T.I. 

 

Assim como Ryan, ele dirigi até a largada junto com mais outros três carros.  

 

— Aí tio, você vai comer poeira e quando eu ganhar, vou querer essa gostosa aí do seu lado. — Justin ri.  

 

Eu me debruço sobre Justin para aparecer na janela e digo:  

 

— Quando você tiver um pau, a gente conversa. Não curto vaginas. — sorrio de forma cínica e volto para o meu lugar.  

 

— Ela é quente. — Justin diz para os garotos e eu dou risada.  

 

— Acaba com eles, baby. — digo e o beijo. 

 

Sou pura adrenalina, e cada mínimo detalhe desse momento me excita. Justin está calmo e confiante como sempre.  

 

— O que eu ganho se eu chegar em primeiro lugar? 

 

— Eu preciso dizer? — enfio minha mão dentro de sua cueca e acaricio seu pau.  

 

Ele dá um sorrisinho de deixar qualquer uma molhada e quando a garota dá a largada, Justin enfia o pé no acelerador e o carro saiu praticamente voando pela avenida.  

 

Ele está calmo e concentrado, uma de suas mãos descansa em meu joelho. Minha mente viaja para quando nós dois estávamos juntos de verdade e sinto meu peito apertar. 

 

E agora, eu posso realmente admitir que senti muito a falta dele, que sofri silenciosamente sem ele por perto e que, no segundo em que eu estava trocando votos com Domminic ele estava na minha cabeça, mesmo depois de anos passados.  

 

Justin consegue chegar em primeiro lugar. Ganhou uma quantia de 800 dólares e quando ele vem me abraçar para comemorar, meu coração se acende de alegria.  

 

— Vamos embora. — digo. 

 

Estou extasiada  com a noite de hoje, Justin só fazia me surpreender e eu estava apaixonada, nunca deixei de estar apaixonada por ele. Ele me fazia sentir única me dando toda atenção e todo o seu carinho e eu tinha que parar de afastá-lo de mim. Ele fazia de tudo por mim, de tudo para me agradar, de tudo para me fazer sorrir e eu queria retribuir da mesma forma. Era uma coisa é inegável, eu estava definitivamente apaixonada por ele como nunca estive antes. Sentia que poderia colocar minhas mãos no fogo por ele, me jogar na frente de um trem por ele, estava aos seus pés.  

 

— Obrigada por ter feito isto por mim. — sussurro dando beijos por todo o seu pescoço.  

 

— Se você continuar se debruçando em cima de mim, me dando beijinho e mordendo minha orelha eu vou acabar batendo o carro. — ele diz em tom brincalhão.  

 

— Pare o carro então.— coloco minha mão em baixo da sua blusa e arranho seu peitoral.  

 

— Você não quer esperar até chegarmos em casa? — ele sorri.  

 

— Não, por favor, pare o carro.  

 

— Falta pouco para chegarmos em casa, eu quero ter você na minha cama.  

 

— Você pode também, por favor, pare o carro.  

 

Ele não parou, pelo contrário, acelerou ainda mais e como ele havia dito, em questão de segundos estávamos em sua casa.  

 

Justin abre a porta para mim e entrelaça suas mãos a minha, andamos em silêncio até o elevador. Ele me prensa contra a parede e encosta sua testa na minha.  

 

— Você não faz ideia do que eu estou sentindo por você... — ele morde meu lábio inferior. — Estou mais apaixonado do que nunca.  

 

— Justin...  

 

— Tudo bem, não precisa dizer nada. — o elevador para em seu andar e ele não perde tempo e me puxa para dentro.  

 

Tomo a iniciativa e o beijo, mal consigo respirar, mas não paro o beijo, eu o beijo como se fosse a última vez. Uma sensação de vazio vem dentro de mim, e junto com ela vem o medo de perdê-lo.  

 

— Você me enlouquece, Bel. — eu levanto os braços para que ele consiga  retirar o meu vestido.  

 

A atração e o desejo que sentimos um pelo outro está bem aqui, tão forte que poderia nos sufocar. Quando ele está apenas de boxer, ele me pega no colo e eu entrelaço minhas pernas em seu quadril.  

 

Eu o beijo em todo seu rosto enquanto subimos.  

 

Mesmo com essa sensação no peito, eu já não sentia mais que era só sexo, havia algo mais, algo maior que eu já não era capaz de explicar.  

 

Justin me deita suavemente em sua cama e me beija, tão suave e lentamente que me sinto no céu. Seus dedos são carinhosos caminhando pelo meu corpo.  

 

E eu me sinto como uma rainha pela maneira em que ele me trata. 

 

Justin Bieber. 

 

Há algo diferente acontecendo entre nós dois, contudo, faço o meu máximo para não me empolgar demais e acabar quebrando a cara.  

 

Ela me olha com ternura e me beija de forma carinhosa. Quando entro nela, ela ainda está me olhando da mesma maneira, mas a medida que intensifico meus movimentos, ela fecha os olhos, abre levemente a boca e joga a cabeça para trás.  

 

— Olhe para mim. — vou mais devagar.  

 

Ela abre os olhos, gemendo baixinho.  

 

— Justin... — sussurra. — É real...  

 

— O que é real? — sua mãos descem para minha bunda, empurrando-me para frente e fazendo-me ir mais fundo. 

 

— O meu amor por você, eu te amo. — ela sussurra.  

 

Sinto que fiquei horas olhando para o seu rosto não conseguindo acreditar no que ela acabara de dizer. 

 

— O quê? Você está falando sério?  

 

— Não pare de se mexer... — ela choraminga.  

 

— Então repita o que você disse.  

 

— Mexa-se! — ela ordena. Eu faço o que ela diz. 

 

Entrelaço meus dedos ao dela e beijo seu pescoço.  

 

— Eu te amo. 

 

— De novo! Repita para mim... — digo entredentes, metendo nela ainda mais forte. 

 

— Ah, eu te amo, te amo, nunca deixei de amar você. 

 

Isabel estava tão apertada, quente e deliciosamente apetitosa que eu não era mais capaz de me segurar. Ela gritou o meu nome repetidas vezes quando chegamos ao orgasmo, disse que me amava mais outras vezes e minha nossa, aquilo era música para os meus ouvidos.  

 

Eu não sei o que estava dando em mim, mas eu só queria gritar, abraçá-la forte e dizer que ela é tudo para mim. No entanto, mesmo que ela acabara de dizer que me ama várias vezes consecutivas, eu ainda assim tinha medo de assustá-la com a intensidade dos meus sentimentos, ou pior, tenho medo de que ela tenha dito apenas no calor do momento. 

 

Ela dá um lindo sorriso para mim, e eu me deito ao seu lado, cansado, mas muito contente.  

 

— Porque você está tão calado? — ela me dá um beijo carinhoso na bochecha.  

 

— Você... Bem, você disse que me ama... Você sabe, não foi no calor do momento, foi? — eu pergunto, mesmo que sem jeito, mas é melhor saber a verdade agora do que ficar esquentando a cabeça depois.  

 

— Você acha que eu faria isso? — ela pergunta em tom magoado. 

 

— Não, quer dizer, não sei... Bel, você é casada e jogou na minha cara mais que uma vez que ama seu marido... Estou confuso! — ela suspira.  

 

— Você tem razão, mas eu estou aqui, não estou? Você não acha que isso já diz algo? 

 

— Em que sentido, Isabel, em que sentido isso quer dizer algo? Você pode estar aqui porque está sozinha e sente atração pelo seu ex, que no caso, infelizmente sou eu...  

 

— Eu estou aqui porque eu te amo, Justin, porra você não consegue notar? Você me conhece, sabe que eu não digo algo desse tipo se eu não tiver certeza do que eu estou sentido! — ela me interrompe.  

 

— Não Isabel, eu não te conheço, conhecia a Isabel de dez anos atrás. 

 

— Você está querendo me magoar? Porque se for isso, você está conseguindo! 

 

— Não, eu não quero te magoar, Bel, mas me entenda... Você surgiu da porra das cinzas, depois de 10 anos e agora diz que me ama! Você está fodendo com a minha cabeça, puta que pariu! — eu me altero.  

 

— Justin, você está criando caso sem motivo... Eu te amo, nunca deixei de te amar e dói em mim saber que você não acredita em mim. Eu pensei em você em cada mísero segundos dos anos em que ficamos separados, eu pensei em você no momento em que eu estava trocando votos com o Dom e isso é louco, eu sei, mas é a verdade, eu sempre te amei. 

 

— Então porque você não voltou? Eu estive esperando por você em todo esse tempo, poderíamos estar casados, poderíamos ser felizes e maior que isso tudo, poderíamos estar construindo uma família juntos como sempre planejamos quando estávamos juntos!  

 

— Eu achei que você estava com outra, e eu estava magoada demais com você, eu simplesmente não consegui voltar.  

 

— E daí você me deixa esses anos todos, sentindo-me um lixo por ter perdido a mulher que eu amava porque ''você simplesmente não conseguia voltar?''. 

 

— Sim, Justin, pode me chamar de egoísta, do que você quiser, mas eu precisava de alguém que me desse valor... Você só aprendeu isso depois que fui embora. — ela finalmente conseguiu me fazer calar a boca. — E agora que eu enfim voltei, e estou declarando meu amor por você... Você me trata desse jeito. Porque não acredita em mim? Eu te amo, isso é tudo. — ela se levanta da cama, mas eu seguro em seu pulso.  

 

— Não me deixe, eu só... Só estou inseguro, eu te amo, Isabel, mais do que qualquer coisa e eu acredito em você, eu só sou um idiota com tendências a estragar tudo! — seus ombros relaxam e ela envolve seus braços em volta do meu pescoço.  

 

— Eu te amo, Justin.  

 

— Eu te amo, Isabel. — ela pressiona sua boca contra a minha, num beijo casto. — Eu te amo pra caralho. — ela ri.  

 

— Eu também.  

 

Eu finalmente sinto que consigo respirar melhor e que um enorme peso saiu de minhas costas. Mal conseguia acreditar que ela enfim, disse que me ama e agora posso me permitir ter esperanças, esperanças de que vamos ficar juntos e de que ela sempre será minha.  

 

E quando ela gargalha das coisas idiotas que eu falo, me beija e diz que se sente em casa nos meus braços sinto como se nunca estivéssemos separados e que somos uma versão melhorada do casal Isabel e Justin. 

 

[...] 

 

— Você precisa mesmo ir embora? — digo fazendo biquinho.  

 

— Tenho, meu amor. Tenho muito trabalho a fazer... — ela me abraça.  

 

— Mas hoje é domingo, fica aqui comigo, você pode ficar o dia todo deitadinha aqui sem fazer nada... 

 

— Bem que eu queria, J, mas eu tenho planilhas e gráficos para terminar, estou muito atrasada com isso e preciso entregá-los na segunda.  

 

— Você trabalha em casa, vamos buscar suas coisas e você trabalha aqui...  

 

— Perto de você eu realmente não vou conseguir terminar nada! Olha, se eu conseguir terminar a tempo, volto pra cá para ficarmos juntos, pode ser? — eu suspiro, dando-me por vencido.  

 

— Tudo bem, seu carro está na garagem. — ela me abraça.  

 

— Eu te amo, não se esqueça disso. — eu a beijo e a perto forte em meus braços.  

 

— Eu te amo, gata.  

 

 

Narradora. 

 

Isabel voltou para casa com um sorriso de orelha a orelha. Estava muito feliz pela noite que tiveram juntos e finalmente admitir seus sentimentos para ele e para sim mesma. O sol já esta começando a nascer quando ela chega em casa.  

 

Mas quando ela vê as malas de Domminic na sala, seu sorriso logo se desmancha e um pânico começa a surgir dentro dela.  

 

— Domminic? — ela grita o nome de seu marido, mas não obtém respostas.  

 

Então sobe para o seu quarto e ouve o barulho da água corrente do chuveiro entrando em contato com o chão.  

 

— Dom? — o chuveiro é desligado e ele rapidamente sai com uma toalha enrolada no quadril.  

 

— Onde é que você estava a uma hora dessas e vestida desse jeito? — ele aponta para o vestido de Isabel fazendo uma careta de desgosto.  

 

— Eu... Eu estava numa festa com a Kelly. — ele balança a cabeça.  

 

— O Isabel, quantos anos você acha que você tem? 17? Você não tem mais idade para ficar indo em festinhas e voltando tarde da madrugada! — ele a repreende.  

 

— Não haja como se fosse meu pai, eu posso sim ir onde eu quiser, não sou obrigada a ficar presa nessa casa, sozinha! — ela rebate.  

 

— Oh, me desculpe se eu só queria chegar e ver a minha mulher na cama me esperando como toda mulher que se prese faz...  

 

— Que porra você está querendo dizer? Eu sou sim, uma mulher que se prese, e me desculpe se eu não tenho uma bola de cristal para adivinhar quando você, senhor machista, vai voltar! — eles se encaram soltando fogo pelas ventas.  

 

— Eu só quero saber o que aconteceu com a minha esposa...  

 

— O que aconteceu com a sua esposa que você deixou praticamente dois meses sozinha? Sabe que eu não sei?  

 

— Você sabe que estava fora á trabalho, tudo para satisfazer os seus caprichos!  

 

— Meus caprichos? Por acaso eu te peço algo? Eu te ligo dizendo "Dom, traz uma pulseira de brilhantes pra mim?'' ou algo assim? Não!  

 

— Tudo bem, me desculpe, não quero brigar com você... 

 

— Você já brigou! — ele suspira.  

 

— Me desculpe, amor, não fica bravinha comigo não, eu te amo. — ele a abraça e ela se sente mal, muito mal.  

 

— Eu só preciso tomar banho e tirar uma soneca. —digo e vou para o banheiro.  

 

E de repente ela começou a se sentir cansada demais, duas discussões sem pé nem cabeça e, agora com a volta de seu marido tudo se torna mais complicado.  

 

Quando ela sai do banheiro, seu marido a agarra e a prensa contra a parede.  

 

— Eu senti a sua falta, muito, e não me esqueci do nosso trato! — ele a beija no pescoço.  

 

— Dom, agora não, eu estou cansada e preciso terminar meu trabalho. — ele faz uma careta.  

 

— O quê? Fala sério, Isabel! 

 

— Eu estou. — ela se desvencilha dele. — Eu realmente preciso terminar  isso...  

 

— O quê de tão importante você estava fazendo que não podia terminar isso antes? 

 

Bem...  

 

— Eu só não tive tempo, ok? 

 

— Isabel, o que você tem? Porque está me tratando dessa maneira? 

 

— Me desculpe... — ela realmente não sabia explicar esse emaranhado de sentimentos dentro de si. — Eu só... Preciso terminar isso. — ele suspira. 

 

— Tudo bem, estou lá em baixo na sala. — ele balança a cabeça e sai do quarto.  

 

Seu celular vibra e ela abre a mensagem que, como sempre, é do Justin.  

 

''Chegou bem? Me mande uma mensagem. Te amo.'' 

 

''Sim, cheguei bem, obrigada.''  

 

Ela sentiu borboletas no estômago quando viu a mensagem, como se fosse a primeira vez que estivessem trocando mensagens. Assim ela não teve mais dúvidas, e lentamente, aquele emaranhado de sentimentos foi se desfazendo.  

 

E assim ela pôde ter certeza, de que era ao lado dele que ela queria estar. Que ela o amava, como nunca amou nada e nem ninguém antes. E nem seu marido, no andar de baixo, impediu que ela pronunciasse aquelas palavras:

 

     ''Eu também te amo.'' 

 

Ela completou. 

 

 

 
''Eu quero apenas vivê-la com você, só quero vivê-la com você. Se eu fosse para sua casa, você abriria a porta? Eu não quero passar por aquilo de novo, disseram que você queria muito, mas garota, eu queria mais, você é a única com quem quero ficar.'' 

 



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