História Hybrid Sanguine - WonTaek - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias VIXX
Personagens Leo, N, Ravi
Tags Casal Da Nação, Levi, Vixx, Wontaek
Visualizações 25
Palavras 1.583
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - OUT


Fanfic / Fanfiction Hybrid Sanguine - WonTaek - Capítulo 2 - OUT

 Taekwoon entreabriu os lábios, se aproximando do outro. “Um cheiro bom…” pensou antes de fechar os olhos e empurrar Ravi levemente para trás, que sorriu com o canto da boca.

—Se tivesse me atacado, teria aberto aquela janela agora mesmo...Mas você não morre pela luz solar, certo?—Ele tinha um tom de deboche.

Taekwoon arregalou os olhos e se preparou para levantar.

—Onde pensa que vai?— Ravi o empurrou de volta para a maca.—Não pode sair.

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Taekwoon estava cochilando, despertando assim que ouviu Ravi sussurrar.

—É como eu pensei. Há um componente que, em contato com o sangue vampiro, causa a queimação, como verdadeiros raios solares.—

Ravi ficou em silêncio e retirou um celular do bolso, discando em seguida para alguém.

—Venha até aqui.—Falou em tom audível

—Sim, vocês estão com problemas.—Murmurou.

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Alguns minutos depois da ligação, Taekwoon percebeu que ele havia chamado Hakyeon.

—Deixe-me ver.— Disse andando rapidamente até o balcão onde de encontrava a bala, pegando-a nas mãos. Seus olhos, da cor naturalmente amarelos, mudaram para um tom laranja enquanto o mesmo observava o objeto.—O que me diz sobre isso?—

—A péssima notícia é que algum de vocês estão colaborando com quem quer que seja que criou isso. É impossível fazer isso a olho, é necessário muitos testes e muito sangue para criar algo do tipo.—

—Está insinuando que há um traidor entre nós?— O olhar de Hakyeon era frio, não havia expressão alguma nele.

—Se quer descobrir como isso ocorreu e como impedir, só há um jeito.— Hakyeon o olhava, demonstrando estar ciente de suas palavras.—Nenhum de vocês podem chegar perto disso, eu, como um humano, não me arrisco por vocês. A única pessoa que pode enfrentar esses raios…— Deu uma pausa e olhou para Taekwoon, que ouvia tudo em silêncio.—Eu não sei o quanto disso o corpo dele pode suportar, mas é o único modo que consigo pensar agora.

—Como se sente, Taekwoon?— Hakyeon se afastou de Ravi e se aproximou colocando as mãos sobre o fino colchão.—Você sabe que eu jamais faria isso se não fosse por você.—Disse tirando o celular do bolso e discando para alguém.—Hongbin, desça até aqui.—

—O que está—

—Seus lábios estão vermelhos, sabe o que isso significa, não é? Eles irão começar a sangrar pela falta de plasma em seu corpo. Há quanto tempo não se alimenta de sangue?—

—Peça para ele não vir. Não vou tomar o sangue desse homem.—Taekwoon virou a face, tirando as mãos de Hakyeon, que acariciavam seu queixo.

Hakyeon se abaixou até o nível da cabeça de Taekwoon e se aproximou de sua orelha.

—Não me desaponte.—Sussurrou.

Taekwoon fechou as mãos em punho, fechou os olhos e respirou fundo.

Todos se viraram para a porta quando a mesma deslizou dando espaço para um homem alto e de extrema beleza entrar.

Ele trajava uma camiseta branca, de tecido tão fino que era quase transparente. Os botões do pulso do jovem já estavam abertos quando ele se direcionou até Hakyeon, que murmurou em seu ouvido, levando-o até o mestiço.

Ele lentamente posicionou o próprio pulso na altura dos lábios de Taekwoon, que fechou os olhos e pressionou os lábios antes de levar os dentes até a pele branca, onde era até visível as veias.

O mestiço apenas o mordeu, não sugando o sangue. Ficou parado com os lábios e dentes cravados na pele alheia por alguns segundos e os retirou. Olhou para Hongbin, que estava de cenho franzido.

Ele percebeu que Taekwoon não havia sugado seu sangue.

—Pode ir, querido. Obrigado.— Hakyeon limpou os pulsos do namorado com a própria língua e fechou os botões, deslizando um dedo na bochecha do rapaz ao sorrir.

Nesse meio tempo que Hakyeon ficou distraído com Hongbin, Taekwoon olhou por trás do mestre. Ravi o olhava com os olhos semicerrados.

“Ele também percebeu?”

—E o que pretende fazer, Ravi?—

—Preciso analisar o corpo e ver o que impediu de queimar seus vasos sanguíneos. Ele também precisa de observação por algumas horas, talvez haja algum efeito colateral.—

—Temos quartos vazios, fique o tempo que—

—Não. Não irei ficar nesse ninho.—

Hakyeon ficou parado por um bom tempo, passando o olhar de Ravi para Taekwoon e vice-versa até concordar com a ideia.

—Tudo bem. Faça de seu modo. Quero ele de volta em um mês, no máximo.— Hakyeon suspirou e saiu pisando forte.

—Pegue o que precisa. Iremos partir essa noite.—

Aquilo estava acontecendo rápido demais. Taekwoon não podia confiar no humano, e nem queria, mas as ordens de Hakyeon eram a palavra final. Concordava de que era para o bem de seus familiares, mas tinha um pressentimento estranho em si desde que vira aquele homem.

Não há um cheiro vindo dele, é muito sutil. Alguns de seus movimentos parecem limitados. E mesmo ele se dizendo humano, por que seus olhos eram um pouco luminescentes?

Taekwoon se perguntava ao descer as escadas para seu dormitório.

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O mestiço dormiu durante todo o dia, despertando no fim da tarde por Hakyeon.

—Suas coisas estão prontas?— Sua voz era baixa e mansa.—Quero lhe dizer algumas coisas antes que vá. Por precaução...—Falou se sentando na poltrona ao lado da enorme estante de livros.—Taekwoon, não confie nesse homem. Ele está -e se está- ao nosso lado por alguns favores que lhe cedi anos atrás. Seus familiares foram mortos por nossa espécie, e o mesmo, sozinho, massacrou muitos de nós. Fizemos -eu e ele- uma trégua. Ele me pediu muitas coisas estranhas em troca.

—Como o que?— Taekwoon se levantou indo até o guarda-roupas.

—Um par de olhos.— Riu soprado. Respondendo rapidamente a expressão feita pelo mestiço, como se perguntasse o que ou para que.—Você percebeu que os olhos dele—

—Há uma luminescência.— Interrompeu Taekwoon.

—Exato. E ele enxerga como nós, talvez ainda melhor. Não duvido da capacidade científica dele e por isso o quis como aliado.—

—Bom, eu não reconheço ele do jeito que você fala dele.—Hakyeon franziu o cenho e cruzou as pernas.—Melhor dizendo, ele conversou comigo e me fez algumas perguntas. Ele até…

—O que? — Perguntou se inclinando para frente.

—Ele ofereceu o próprio sangue como um teste. Estava me testando.—

—Não pegue o sangue dele. Jamais.— A última palavra saiu baixa, mas autoritária.

Taekwoon ficou olhando por um bom tempo para Hakyeon.

—Taekwoon, escute. Não vou entrar em detalhes, mas aquele homem não é totalmente humano como se diz ser. O corpo dele -se é que é dele- é completamente modificado, e sendo bem direto, eu nem sei se há sangue circulando naquele frasco, pois veja bem, você sente algum cheiro vindo dele?

Taekwoon negou.

—Foi o que pensei.— Hakyeon se levantou e caminhou para a porta. Sem se despedir, saiu rapidamente.

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Taekwoon carregava uma mala quando saiu pelos portões. Havia um táxi estacionado do outro lado da rua.

Ravi estava encostado no Táxi, tragando o que parecia ser um cigarro enquanto o mestiço colocava a mala no porta-malas.

Após alguns minutos ali fora, esperando Ravi terminar o seu cigarro que mais parecia infinito, Taekwoon olhou o relógio em seu pulso.

—Já são sete da noite.—

Ravi então jogou o cigarro no chão e o pisoteou, abrindo a porta do carro.

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Após um trajeto de quase uma hora, ambos chegaram no metrô.

—Percebi agora que não perguntei para onde estamos indo.—Falou puxando a mala do táxi e apertando o passo para o lado de Ravi, que não respondeu nada.—Ei, se você não vai me dar informações, acho melhor ficar por aqui.—Parou para trás da linha amarela quando Ravi entrou no metrô.

Yeosu. Estamos indo para Yeosu.—Respondeu puxando Taekwoon pelos braços para dentro antes que a porta se fechasse.

Yeosu, de pelo o que o mestiço se lembrava, ficava ao sul do país. Então provavelmente demorariam mais horas para chegarem.

Taekwoon se encostou na porta do lado oposto onde Ravi estava, sentindo uma leve dor onde o outro havia pego e o puxado para dentro.

Puxou a manga do látex e viu que a área estava vermelha. Olhou no mesmo instante para as mãos do homem, se perguntando de onde viera tanta força.

—O que está olhando?— A voz de Ravi o tirou de devaneios.

Ele levantou o olhar e negou com a cabeça lentamente.

—Não é nada.— E voltou o olhar para os bancos vazios do metrô.

Após algumas horas em pé, a viagem parecia não terminar e Taekwoon estava sentindo tonturas. Por isso se sentou e abriu a mala, buscando qualquer coisa para encher o estômago.

—Você não tomou o sangue dele.— Taekwoon, de cabeça baixa, percebeu um par de coturnos brancos se aproximarem acompanhado da voz familiar.

—Do que está falando?— Mordeu mais um pedaço de um pão com bacon que havia pego.

—Você está com tonturas e náuseas. Provavelmente sua visão já está quase borrada e sua cabeça—

—Não fale como um doutor. Eu sei o que estou sentindo. O que quer eu faça?— Disse num sorriso irônico, olhando para um casal que estavam sentados há alguns metros de distância.—Está pedindo para que—

—Não se atreva. Posso cortar seus braços aqui mesmo.—

—Olhe aqui...humano— Disse entredentes, pegando o antebraço alheio.—Você vai fazer o que lhe foi pedido e eu o mesmo. Não se intrometa em meus assuntos e vice-versa.—E quando foi dar um puxão para frente antes de soltar Ravi, o mesmo ficou imóvel, como se Taekwoon não tivesse usado força alguma para puxá-lo.

 E foi nisso que percebeu que o braço parecia não ser feito de carne, mas sim de algo muito duro, pois era frio e sem maciez humana.


Notas Finais


E então? O que estão achando?

Se puderem comentar fico grata. É sempre bom saber a opinião de vocês 😊
Beijinhos e até o próximo capítulo 💜


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