História Hypnotized - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Belieber, Chaz Somers, Christian Beadles, Criminal, Justin Bieber, Perigo, Romance, Ryan Butler
Visualizações 30
Palavras 2.856
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Muito obrigada pelos favs, amores <33 E pra todos que lêem e não deixam um comentário, pf, me digam o q estão achando :(( Boa leitura!

Capítulo 12 - Dangerous


Fanfic / Fanfiction Hypnotized - Capítulo 12 - Dangerous

Layla Sanchez' POV

"Olá, seja bem-vinda. Vai desejar uma mesa para quantos?" Diz o garoto em frente da porta do restaurante do hotel. 

"Boa tarde." Abro um sorriso antes de prosseguir. "Só para mim mesmo." 

"Nossa, eu devia ter dito Boa tarde em vez de Olá, certo? Perdão." Ele dá um tapa em sua testa, murmurando algo sobre ser idiota. Dou risada e desço meu olhar até seu crachá, onde vejo o nome Riley. 

"Claro que não! Olá é bem legal." Dou de ombros. Riley sorri e começa a andar, fazendo um sinal para eu o seguir. 

"E você também é legal, gatinha. Hoje é meu primeiro dia de trabalho, não ligue. Mas me diga, qual o seu nome?" Ele pergunta, puxando uma cadeira para eu sentar. Assim o faço. 

"Layla. Mas também pode me chamar de rainha." Pisco, o que faz Riley rir. Ou idiota. Afinal, estou aqui com o maior cafajeste a face da Terra. 

"Eu sou Riley, mas isso você já deve saber." Suspira, apertando minha mão na sua. "O que vai querer?" Tira um pequeno bloco de notas de seu bolso. "Para comer, claro." Acrescenta. Era fofo o quanto ele estava atrapalhado. 

Justin Bieber, tem? 

"Um sanduíche de atum e um suco natural de laranja, por favor." Forço um sorriso. 

"Pode deixar, gata." Diz, mandando um beijo no ar para mim antes de sair dali. Tenho minhas suspeitas de Riley ser gay... O que se for o caso, eu preciso urgentemente que ele se torne meu melhor amigo. Seria meu sonho? 

A cadeira a minha frente é arrastada com brutalidade e logo Justin senta na mesma, me encarando com a pior cara de cu de todo o sempre. 

"Eu não te convi--" 

"Cale a merda da sua boca." Ele cospe. "Qual é, Layla, vai se comportar como uma porra de uma vadia agora?" Abro a boca, em choque. 

"Desculpa?" A audácia! "Está me chamando uma vadia porque eu fui reclamar por ter sido acordada pela porra de gemi--" 

"Agora você vai dar pro garçom? É isso mesmo? Decide dar uma de vadia maluca para ir foder com o garçom?" Ele bate com as mãos na mesa, me fazendo dar um pulinho pelo susto. Uma risada sem humor escapa de meus lábios e eu encaro Justin com incredulidade. 

"Você não está na posição de me acusar de nada. E daí se eu fosse foder com a merda do garçom? Isso não tem nada a ver com você, visto que estava ocupado demais com a recepcionista." 

"Eu posso foder quem eu quiser, caralho. Não devo nada a ninguém. Já você, esta carregando meu filho, porra! Pelo menos se dê ao respeito." As palavras dele são tão amargas que eu quase me sinto mal. Como se realmente tivesse culpa de alguma coisa. 

"Exato, Justin! Eu estou carregando seu filho. Por isso mesmo você deveria me respeitar. Não seja a porra de um idiota e para de ver coisa onde não tem." Me levanto, furiosa. Isso definitivamente não era bom para mim, muito menos para meu bebê. "E saiba que se eu quiser dar para o Riley, eu dou. A vagina é minha, o corpo é meu. Faço o que bem entender. E adivinha só?" Abro um sorriso cínico. "Você não tem absolutamente nada a ver com isso." Dou as costas para ele, rapidamente sentindo seus dedos apertarem meu braço. Estávamos fazendo uma cena no restaurante, onde vários olhares curiosos se viraram em nossa direção. 

Eu queria pisar o Justin com meus saltos de 15 cm até ele implorar por misericórdia. 

"A partir do momento que eu te engravidei, eu tenho sim. Não me faça ter que te mostrar quem manda nessa porra." Ameaça, dessa vez diminuindo o tom para que apenas eu o ouvisse. 

"Você pode mandar onde caralho quiser. Mas quem manda em mim sou eu, filho da puta." Cuspo. Justin fecha suas mãos em punhos e quando eu pensei que ia levar a porcaria de um soco em cheio... Ele se vira e o deposita na mesa de vidro, a quebrando. Vários pedaços de cacos se espalham no chão e eu me limito a engolir em seco, permanecendo no mesmo lugar. 

Agora sim, toda a atenção está na gente. Algumas pessoas chegaram até a sair do restaurante, talvez por medo. 

Riley corre até a gente, pousando o tabuleiro com as coisas que eu pedi em uma mesa, para que se aproximasse de mim. 

"Layla, você está--" 

"Não toque nela." Justin diz, entredentes, assim que Riley pousa sua mão em meu ombro, num ato reconfortante. 

"Just--" 

"Eu disse para não tocar nela, caralho!" Seu tom de voz aumenta quando Riley nem sequer se afasta. Justin pega minha mão e me empurra para trás dele, pronto para acertar um soco em Riley. Solto um grito e logo vejo os seguranças do hotel vindo em nossa direção. 

"Justin, não!" Grito antes que sua mão possa acertar o maxilar de Riley. Meus dedos se embolam em sua camisa e eu o puxo para mim, abraçando sua cintura para que ele não pense em me afastar. "Por favor, não. Vamos embora." Sussurro, enterrando meu rosto em suas costas. Droga. 

A respiração de Justin está descompassada e eu realmente pensei que ele fosse me empurrar, porém, apenas se virou para mim, passando a mão por minha cintura para que saíssemos dali. Olho para trás rapidamente, lançando um olhar piedoso para Riley. 

"Você tem que--" Me calo assim que seus lábios encontram os meus, começando um beijo desesperado, onde ele procurava se acalmar. Aperto o tecido preto em minhas mãos e dou passagem para ele brincar com minha língua e explorar cada canto de minha boca. Justin passa suas mãos por meu corpo de uma maneira possessiva, o que, não vou mentir, me deixa excitada. 

O facto de saber o quanto ele tinha ciúmes me deixava, de uma forma meio louca, feliz. Porém, não vou mentir que estou irritada com o imbecil pelo show que ele deu. Qual é?! A gente nem sequer está junto. E um filho não significa que Justin agora tem algum controle sobre mim. 

Isso me faz parar o beijo com certa brutalidade, ouvindo o som que nossos lábios fazem ao se afastarem. 

"Você anda se drogando, Justin? Porque só isso vai explicar a merda dessa atitude infantil." Cuspo, apontando meu dedo em sua cara. Ele apenas revira os olhos e limpa o canto de sua boca que tinha um pouco de meu batom. 

"Vai para o meu quarto, é a suíte Master como já pode imaginar." Ele se achava tanto que chegava a ser engraçado. "E não saia dali. Caso contrário eu corto a porra do teu clitoris, Layla, está me ouvindo?" Dá um tapa em meu dedo e dessa vez é ele quem aponta o seu para mim. 

"Agora vai querer me prender, Justin? Mas que droga de garoto!" Reclamo, enfurecida. "Você não manda em mim, caralho. Quantas vezes vou precisar te dizer isso?" De canto de olho vejo os vários seguranças chegando ao restaurante, o que faz Justin abrir a porta das escadas de emergência e me empurrar para lá, entrando junto.

"Se você não for para lá agora, eu juro que se essa criança for fêmea vai se chamar Joaquina Ermelinda e se for macho, Geraldo Josefino." Arregalo os olhos. 

Ele estava tentando me distrair?

"O que?! Eu que sou a mãe, você não tem nada a ver com o nome da minha filha ou meu filho." Justin sorri cínico. 

"Engraçado... Porque eu que sou a porra do pai. E não se esqueça que alguém vai ter que assinar os papéis. Obviamente não vai ser você, já que estará ocupada demais se recuperando do parto." Dá de ombros. Ele está inquieto, não para de olhar para os lados como se estivesse procurando algo ou alguém. 

"Ok, Justin, foda-se." Cruzo os braços. "O que está me escondendo?" Ele leva seu olhar até o meu, me encarando rápido demais. 

"Caralho de menina irritante." Resmunga, logo agarrando meu braço para que eu subisse as escadas com ele. 

"Me solte." 

"Me solte." Ele imita, afinando a voz. Sua tentativa de imitar minha voz foi horrível. 

"Cala a boca Justin, eu nem falo assim." 

"Só calo se você calar primeiro, porra." Se irrita, abrindo a porta que dava para o segundo andar. "Agora entra na merda do elevador e vai para a Suíte Master." Ele me entrega o cartão magnético para que eu conseguisse entrar. 

"Eu já disse que--" 

"Olha aqui, Layla, eu não tou com tempo de aturar suas merdas e caso você ainda não tenha percebido — talvez pela burrice em excesso," Dou um tapa em seu peito. "Eu tenho que resolver problemas sérios. Aquilo foi só para atrair os seguranças para aquela área." Agora fazia sentido. "Então para de ser irritante, pelo menos uma vez na sua vida, e vai logo antes que alguém tente te matar." Sorri cínico, me fazendo engolir em seco. "Aliás, não está muito longe de eu ser essa pessoa." Revira os olhos e fecha a porta, me deixando ali parada. 

Droga. 

Vou até o elevador em passos rápidos e espero pacientemente até chegar ao último andar, onde tem a suíte Master. Saio numa pequena sala, que parece um hall de entrada, com duas poltronas, uma pequena mesa e paredes de vidro, dando uma vista maravilhosa de Londres. 

Passo o cartão na porta e logo entro na suíte. Era enorme e lindamente decorada. 

Ando pelo carpete branco até a uma outra porta que dava para o quarto e me jogo na cama, que ainda estava intocada, já que Justin decidiu estrear o quarto 1005 com a recepcionista atirada. Reviro meus olhos para meus pensamentos e sinto meu coração bater mais forte assim que me lembro das palavras de Justin. 

Tenho certeza que alguma coisa de errado está prestes a acontecer e, obviamente, o Bieber estaria envolvido. Ele é um completo idiota que não merece minha preocupação, mas, em minha defesa, não quero que minha criança cresça sem o pai. 

Suspiro e passo as mãos pelo rosto, tentando me decidir. Tudo bem que ele me pediu para vir para aqui mas... Se eu saísse para ir ver o que estava acontecendo, não ia fazer mal a ninguém... Certo? 

Errado

Vamos lá, Layla, você está grávida. E sua gravidez está em risco. 

Eu não podia me sujeitar a coisas que, com certeza, me deixariam em pânico. Por isso, permaneci deitada naquela cama gigante, encarando o quarto luxuoso, sem mais nada interessante para fazer. 

Estou encarando o esmalte rosa em minhas unhas quando um barulho suspeito chama minha atenção. Levanto meu tronco de súbito, ficando sentada na cama, atenta a qualquer barulho. 

Podia ser apenas o Justin, mas porque ele estaria forçando a maçaneta da porta? 

Sinto as batidas de meu coração acelerarem e sem fazer barulho algum, me levanto, andando na ponta dos pés até a pequena cozinha que tinha ali. Abro a gaveta com cuidado e pego uma das facas, a segurando firmemente por enquanto pensava em vários lugares onde eu poderia me esconder. 

Até que eu me lembro que Justin me deu a chave para a suíte, então talvez ele estivesse tentando abri-la por pensar que eu não a tranquei.

Mas não seria mais fácil apenas bater? 

Um murro indo de encontro com a porta me faz arregalar os olhos e levar minha mão livre até a boca, para que nenhum gritinho indesejado escapasse da mesma. 

Meu Deus, meu Deus, meu Deus. 

"Acho que ele não está aí." Uma voz masculina soa do outro lado da porta. 

Puta que me pariu. 

Entro na pequena despensa que tem na cozinha e prendo minha respiração, sem soltar a faca de minha mão. A droga do meu celular está no meu quarto por isso eu não poderia ligar para o Justin nem para 911, o que era uma merda. 

"Procure o cofre." Acho que meu coração vai sair pela boca. Eu consigo ouvir a porta se arrombando, seguida de passos rápidos, explorando toda a suíte. 

Naquele momento, eu quis tanto chorar. Já era a segunda vez que sou colocada num desses momentos que você se vê sem saída. 

"Por enquanto está tudo bem, Srta. Sanchez, mas tenha cuidado para não passar por nenhum ataque de pânico novamente. Caso contrário, fico triste em dizer que pode perder o bebê." 

As palavras do Dr. Hugo se repetem em minha mente, apenas contribuindo para o pânico que começa a se alastrar por cada canto de meu corpo. 

Não. Eu não posso entrar em meu pânico. Pelo bem de meu filho... Eu não posso. 

Mordo meu lábio inferior com força, tentando me livrar das lágrimas teimosas e penso num futuro próximo onde eu abraçarei meu bebêzinho. Ao mesmo tempo que isso me deixa mais acalma, aumenta minhas lágrimas. Principalmente quando eu oiço os passos se aproximarem da cozinha. 

"Cadê o merda do Bieber?" 

"Está me vendo com cara de GPS?" 

"Não, estou te vendo com cara de quem quer morrer. Tá maluco, mano? Esqueceu com quem tá lidando?" 

"Você que provavelmente esqueceu com quem tá lidando! É o Bieber, porra. No segundo que ele descobrir que você está atras do dinheiro dele e da mulher dele, fodeu." Ahm? Não me diga que eu que sou a porra da dita cuja mulher do Bieber. 

"Para de falar merda, Damien. Eu só quero chegar na mulher dele primeiro que o Dominic. Já pensou? Vai ser a melhor forma de atingir o inatingível." 

Juro que nunca ouvi nada tão ridículo. Só espero não ser essa mulher, já que se eles estavam planejando me usar com o Justin... Nossa, até me dava vontade de rir. 

"Como queira. Mas quando der merda, eu estarei feliz em te dizer que avisei." Eles se calam por algum tempo e acho que estão revirando algumas coisas, devido ao barulho. "Mano, vê se tem alguma comida nessa despensa, to quase desmaiando de fome." 

Ah não. Aperto a faca com força e dou um passo atrás, sentindo minhas costas indo de encontro com a parede. Onde que porra tava o merda do Justin?! 

"Você veio aqui para roubar dinheiro, não comida, Damien." Disse o outro. Queria beija-lo de felicidade. 

"Olha quem fala! Tu vai roubar a fonte de comida do Bieber, cara. A mulher dele. E ainda fala de--" Um grito estridente soa pela cozinha, me fazendo dar um pulo de susto. O que resulta em algumas coisas caindo no chão da despensa. Droga. 

Oiço o barulho de armas sendo destravadas e quase faço xixi ali mesmo. 

"Então vocês pretendem sequestrar minha mulher?" Nunca fiquei tão feliz em ouvir a voz de Justin. O alívio foi imediato. "O quão patéticos podem ser?" Justin ri amargamente. 

"Solte ele Bieber." A voz conhecida rosna. "Se atirar nele eu atiro em você." E lá vamos nós de volta, com as batidas do coração aceleradas. 

"Atira. Acha que eu tenho medo de você?" Justin desdenha. Mas que burro idiota. Será que ele não podia ser sensato uma vez na vida? "Só não se esqueça que todos os meus homens vão atras de você para que possamos nos reencontrar no inferno." 

"Que bom." Consigo perceber o medo na voz do homem. "Então até--" Alguém atira em alguém e eu solto um grito. "Damien!" O homem berra. E eu sei exatamente o que ele vai fazer a seguir. 

Abro a porta da despensa e enterro a faca em suas costas, sem dó nem piedade, antes que ele possa atingir Justin. O mesmo me encara de olhos arregalados e antes que pudesse falar alguma coisa, Justin puxa o gatilho, acertando em seu peito. 

Os dois corpos sem vida deitados no chão fazem meu estômago se revirar. 

"Você está bem?" Justin pergunta e eu o ignoro, correndo até a pia da cozinha, onde eu vomito meu café da manhã. "Layla..." Se aproxima de mim, olhando para meu corpo de cima a baixo, como se estivesse procurando algum machucado. 

"Claro que eu não estou bem, Justin! Tem a porra de duas pessoas mortas aqui." Berro, ligando a água para que a mesma levasse o vómito. 

"A gente precisa conversar." Ele diz, como se nada estivesse acontecendo. 

"Obviamente." Digo, amarga. "Começando por você me explicar porque caralho esses homens têm medo de você e porque estavam atras da sua suposta mulher." 

"Eu não te devo explicações." Seu tom é seco. Estou pronta para o xingar quando ele abre a boca. "Mas," Me corta. "Agora que decidiram te envolver nessa porra, já não tem mais jeito." Ele dá de ombros e pega um copo, o enchendo de água. 

"Ok..." O incentivo a continuar. 

"Eu, Chris, Chaz, Ryan e Khalil pertencemos todos a uma gangue onde eu sou o líder e bem, como você deve imaginar, nós temos mais inimigos do que você tem fios de cabelo." Ele conta aquilo como se estivesse, casualmente, me falando sobre o seu dia. "Eu não queria te envolver nessa merda mas agora é diferente. Você está grávida e precisa de ficar do meu lado 24/7. Por isso não quero ouvir reclamações ou o caralho a quatro. Porque basta você se afastar de mim e bang, Lay..." Faz um suspense desnecessário. "Você está morta."


Notas Finais


Até a próxima babieees, comentem pf!!


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