História I ain't all bad - Capítulo 18


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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Love, Romance, Ryan Butler
Exibições 12
Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


GENTEEEEE
OLHA A SUMIDA AQUI
Não vou enrolar aqui não, leiam as nor]tas finais que eu vou estar explicando tudo.
Beijos de chocolate no core.

Ps.: Gente, tá meio triste. Se quiserem ouvir "That Should Be Me", "Little Things" e "Life is Worth Living" enquanto estiverem lendo... Não me responsabilizo por seus sentimentos

Capítulo 18 - Capítulo 17: What you did?


Fanfic / Fanfiction I ain't all bad - Capítulo 18 - Capítulo 17: What you did?

Points of View Jennyfer Dawson

 

Segui a enfermeira pelos longos corredores brancos do hospital, mesmo que tentasse distrair minha mente com alguma futilidade ou preocupação superficial – comer, por exemplo – meus pensamentos estavam tomados por uma única coisa: Justin.
 

Não sei o quê aconteceu, porque e nem como, só sei que meu Bieebs não está bem sem motivo algum. Ele tomava os remédios nos horários sem nunca pular uma única dose e tinha parado com as bebidas mesmo com o Doutor dizendo que não havia necessidade.
Sai de meus devaneios ao sentir uma mão em meu ombro e logo direcionei minha atenção a porta aberta a minha frente. Justin estava lá. Justin estava lá, naquele quarto, extremamente pálido e quieto, deitado na cama de hospital. De novo.

Engraçado como o colocaram no mesmo quarto que da primeira vez em que esteve aqui. Nada havia mudado naquele cômodo, as paredes sempre naquele branco cegante, as cortinas cobrindo a grande janela em um tom pastel apenas para combinar com o ambiente, uma poltrona – até que macia – em um rosa bebe ao lado da cama, nem um centímetro deslocada de sua posição original.
Me sentei ali e peguei a mão do meu namorado, tomando cuidado com os equipamentos e tubos postos na mesma. Sua pele não estava quente como de costume, estava simplesmente morninha comparada a minha mão, mas tudo era morninho comparado a minha mão gelada.

Me desliguei de tudo e de todos, focando apenas no rosto homem deitado a minha frente. Tão calmo, tão sereno, apenas dormindo. Observava seu peito descendo lentamente, seus cílios longos encostando na bochecha, o topete já desfeito caindo sobre sua testa, seu corpo imóvel sobre os lençóis brancos.

Dr. Jackson: – Jennyfer.

Procurei rapidamente pelo médico até ver seu corpo escorado suavemente na parede, olhando para o chão.

Jenny: – Sim. – Assenti e esperei ele entrar e me dizer que estava tudo bem. Não foi o que aconteceu.

Dr. Jackson: – Podemos conversar em outro lugar, por favor. – Acreditam em maus pressentimentos? Porque eu estou tendo um agora.

Me levantei suspirando ao soltar a mão de Justin e a colocar delicadamente sobre sua barriga, sentido a falta do seu calor envolvendo minha pele. O caminho até a sala do doutor foi meio tenso(?), silencioso e com certeza receoso.

Dr. Jackson: – Pode se sentar querida. – Apontou para a cadeira de douro que ficava a frente de sua mesa de vidro.
Me sentei e cruzei as pernas, esperando ele se sentar em sua cadeira. Ao invés de fazer isso, se escorou na porta, olhando para o chão.

Jenny: – Jackson. – Chamei sua atenção – O que aconteceu?

Um suspiro alto saiu de sua boca e pude ver seus olhos brilhando levemente. Pera, ele tá chorando? Meu deus, que porra tá acontecendo.

Dr. Jackson: – Okay, eu vou ser direto – sua voz saiu meio embargada – Justin não tem muito tempo de vida.

Jenny: – O-O-O QUE VOCÊ TÁ QUERENDO DIZER COM ISSO?!

Dr. Jackson: – E-ele acabou com o fígado, o pâncreas, pulmão, coração, TUDO!

Não, Não NÃO! Isso não pode estar acontecendo. Deus o que eu fiz pra merecer isso. Não, por favor não. Pude sentir todo meu corpo perder as forças, agradecendo a Deus por estar sentada.

Jenny: – Explica. Agora.

Dr. Jackson: – Não tem nada pra explicar. Ele morava na rua, bebia, consumia drogas... simplesmente não haviam possibilidades dele estar bem.

Jenny: – E.. se tudo isso.. é verdade. PORQUE NÃO ME DISSE ISSO DE PRIMEIRA, CARALHO? – Me esforcei muito pra dizer essas palavras. Tem um nó na minha garganta e ao mesmo tempo ela arde pra eu gritar. Isso não pode ser verdade. – O QUE VOCÊ FEZ? MENTIU PRA MIM, É ISSO?

Dr. Jackson: – Nós dois sabemos que, ao entrar naquele quarto, você só pensava em escutar o que queria ouvir, e não o que precisava. A gente falou tudo pro Justin. Ele permitiu que mentíssemos pra você quando me ligaram perguntando das restrições.

Jenny: – Isso na-ão é po-ssivel... NÃO É, VOCÊ TÁ OUVINDO?! FAÇA TODOS OS EXAMES DE NOVO, TUDO, EU NÃO ACEITO ESSA MERDA. – Meus olhos já ardiam e aos poucos pude sentir minha voz fraquejar e nó se apertar mais em minha garganta.

Dr. Jackson: – Viu, essa era a reação que a gente queria evitar. Você.. não merece isso tudo. – Suspirou pesadamente – Me escuta, como amigo.

Jenny: – Diga. – Disse ríspida. Alguém me esconde uma coisa dessas e vem me falar de amizade. Pelo amor de Deus, alguém dá um tiro nele. Tipo agora, se possível.

Dr. Jackson: – Daqui a algum tempo os sedativos que a gente deu por precaução vão perder o efeito e ele vai acordar. Esteja lá. Converse com ele. Mas, por favor, se você quer o bem do Justin, não se exalte. Ele não pode se estressar.

Jenny: – Ah claro. Você quer que eu chegue como? : “Ah, oi meu amor. Quem bom que você acordou. Conversei com o doutor e ele me disse que você tá morrendo e escondeu isso de mim. A propósito vai querer o que pro jantar? Tava pensando em Pizza”? – Sei que Jackson só quer meu bem mas, cara, não dá. Simplesmente não dá pra ser menos rude. Não depois do que ele fez comigo.

Dr. Jackson: – Jenny, de adulto pra adulto, o que você e ele tem?

Soltei o ar que nem lembrava de ter prendido e peguei a caixinha de veludo roxa no bolso de meu casaco, mostrando pra ele.
Porra, as vezes parece que a vida faz isso só pra me sacanear.

Dr. Jackson: – Isso.. é..

Jenny: – SIM, EXATAMENTE ISSO! – Que se foda tudo. Quando senti a lágrima quente descendo por minha bochecha sabia que tinha perdido uma batalha comigo mesma, com tudo. Realmente queria dizer que aquela pequena gota foi um ponto fora da curva, totalmente solitária. Mas não foi.
Seria um eufemismo dizer que eu chorei. Eu tava quase tendo um ataque.
A cada segundo eu me jogava mais na cadeira até que escorreguei pelo couro, sentindo parte da minha pele tocar o piso frio. Apenas me fazendo chorar mais.

Dr. Jackson: – Me.. me desculpa, e-eu nunca ia pensar que vocês chegariam  a esse ponto.

Jenny: – Por que? Se eu não fosse pedir ele em casamento, panejar uma vida inteira ao lado dele, não iria merecer saber? – Ele abriu a boca, porem não disse nada – Imaginei – Me levantei do chão e sequei algumas lágrimas de meu rosto, logo indo em direção ao quarto de Justin. Quem está quase morrendo é ele.. Não eu, por que sinto como se fosse o oposto? Por que meu coração se quebrou sem nem dar tempo de respirar? Porque eu não consigo dar dois passos sem sentir meu rosto ficando cada vez mais molhado? Acho que ele se tornou minha vida e eu só consegui perceber isso quando estou prestes a perdê-la. 

 

CONTINUA...


Notas Finais


Hi babes,
Como vcs vão? Espero que bem.
Vamos lá, eu sei que devem estar querendo a minha cabeça pela demora mais eu juro que tenho motivo:
Primeiramente eu passei por um momento Bad essas semanas. Simplesmente não queria mais saber de porra nenhuma.
Depois, quando jesus iluminou minha mente e me mostrou que não deveria me afundar na escuridão da amargura (exagerada eu neh, só comi uns chocolate lendo smut larry) escrevi o capítulo com minha alma, aí oq acontece????
*Oque?*
Obrigada por perguntarem. A LUZ CAI
ELA SIMPLESMENTE TACA O FODA-SE PRA MIM E CAI.

Mas o word não salva uma cópia do documento gabys?
Salva sim, se ele gostar de você. E, conmsiderando as quase três mil palavras perdidas acho que posso dizer que ele NÃO GOSTA DE MIM

Mas, como amo vcs tentei reescrever. Não ficou muito bom mais eu estou satisfeita. Acho que to começando a ficar boa nisso aqui genteeeeeh.

Beijos de chocolate no core de vcs.
Gaby

Ps.: GENTEEEEEE. VCS VIRAM DOIS DOS MEUS MARIDOS NO AMA?? (vulgo justin e zayn)


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