História I ain't got no type. & jikook - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Eunseok, Jikook, Namjin, Taegi
Exibições 22
Palavras 1.479
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Vai ser a segunda em que irei estar mais ativa.


Boa leitura. 📚

Capítulo 1 - O Começo.


• Jungkook • 


Caminho em passos rápidos, esperando ter chegado mais rápido que ele. Logo o avisto do outro lado da rua, pelos vistos o que eu esperava não se concretizou. Um sorriso se abre no meu rosto e corro atravessando a rua, com o objetivo de lhe fazer uma surpresa. 

Só não esperava que, pela cena que havia se passado naquele parque, eu finalmente soubesse que depois de todo esse tempo de sete longos meses tudo fosse uma mentira.

Eunsoo tinha se encontrado com uma garota alta, de cabelos longos e ruivos. Tudo estaria tudo bem se o mesmo tivesse a puxado para um beijo com direito a pegada, ainda mais não boba. 

Sinto meus olhos lacrimejarem com a cena que não gostaria de ter presenciado. O único que queria fazer era ir para casa e dormir e nunca mais acordar. 

Mas foi totalmente o contrário. Vou até o mesmo sem ao menos ter controle das minhas pernas e empurro a garota, me ponho na frente de Eunsoo e em questão de segundos, o mesmo estava com uma expressão dolorida e com a mão no seu rosto. 


Havia lhe dado um tapa.


Assim que me encarou o seu semblante rapidamente mudou de dolorido para assustado. 


-Kookie, e-eu.. - o interrompi lhe lançando um olhar de ódio e tristeza. 

-Não precisa falar.. Eu já comprovei o que tem acontecido nesse meio ano. Nada né? - murmurei com a voz trémula. O mesmo tentou se aproximar de mim, mas bati em sua mão. - NÃO TOCA EM MIM, SEU IDIOTA!


Não esperei resposta do mesmo e fui logo para casa. É hoje que minha jornada acaba.  


Primeiro meus pais me deixam sozinho por não terem coragem de admitir o próprio filho pela orientação sexual, por terem nojo de uma aberração e por seguirem os padrões dessa sociedade de merda. Depois é necessário passar a escola sofrendo por ser gay. E agora... 

Isso acontece. 

Flashback ON 

-Kookie, amor? - senti um calor na zona do meu pescoço e apertei meus olhos, acordei tendo a visão levemente borrada de Eunsoo me encarando e me acariciando. 


-Soonie.. - sorri e o abracei, senti seus braços ao torno de uma cintura. Porém, notei uma mancha levemente avermelhada em seu pescoço. Será que ele se meteu em uma briga? Onde ele andou?


Flashback OFF 


Assim que cheguei a casa, quebrei tudo que havia em volta, não conseguido conter minha raiva, e com ela, minhas lágrimas e a minha dor. 


Senti minhas pernas bambas, minha vista ainda turva. 


Meu celular vibrou. Peguei nele e abri a tela, mostrando uma mensagem. 

Mensagem on. 


Jiminie-hyung <3: 

Jeon, tá tudo bem? 

Te vi entrando em casa. Não parecia muito bem :c 


Sorri. " Ao menos você e os hyungs me amam. " Pensei. Mas esse sorriso me desmanchou ao chegar ao meu quarto e avistar os objetos que mais tinha amor: anti-depressivos, lâminas e... veneno. 


Jungkook:

Sim, hyung.. Tá tudo bem.. ^^


O facto de ver meus hyungs sofrendo não me agrada. Mas a minha vontade de fazer um favor ao mundo é maior. 


Guardo o celular no bolso e vou até o criado-mudo, pego os remédios e os tomo de uma vez. Sinto uma pontada no peito. 


Pego na lâmina e passo-a por cima de outros cortes já antes feitos. Algumas lágrimas caem por cima do sangue, e sinto uma leve ardência nos machucados. Assim que passei nas veias principais do pulso, pareceu que o corpo se desligou, não senti nada, não consegui emitir nenhum único som, apenas grunhi. 


Com as poucas mas suficientes forças que ainda tinha, peguei meu celular e mandei uma mensagem para todos os hyungs e mães dos hyungs, dos que ainda tinham. Guardei-o de novo no bolso e senti um peso nos olhos. 


Peguei no pequeno potinho de veneno, e me levantei. Bebi-o de uma só vez e, após dois ou três degraus, pisei em falso e acabei escorregando, caindo pelas escadas abaixo. 


Sinto algo bater contra a minha nuca, seguido de uma dor irritante.

De repente, ouço alguém gritando meu nome... Eu conhecia aquela voz...


-JUNGKOOK!!!!! 



Escuro.


←↑↓↑↓↑↓↑↓→


• Jimin •


Estava andando pelas ruas de Seul, acabado de sair de uma cafeteria que por sinal é a minha favorita. Dobrei uma esquina e qual foi o meu espanto ao ver uma silhueta passando por mim correndo quase que nem o flash. Mentira, essa mesma silhueta estava tropeçando e esbarrando contra as pessoas, se desculpando com cada uma, que não tinham consideração pela pessoa e resmungava com a mesma. Ao menos eu não falei nada. Otários. 


Mas eu tenho certeza de que conheço aquele semblante entristecido e coberto de lágrimas... 


Jungkook? 


EU HEEEEIN, PORQUE O DONGSAENG COELHINHO TÁ CHORANDO? 


Meu deus.


Ele não chora nem age assim.


Mando uma mensagem para ele. 


Ando um pouco mais até chegar a minha casa, que por sinal, é na frente da dele. Entro e cumprimento minha omma, que me dá um beijo na testa e volta ao seu trabalho na cozinha. Sento no sofá da sala e ligo a TV, passando nos canais. 


Olho para a janela. 


Me pergunto o que estará acontecendo lá.

Jungkook apenas chora e age como um desnorteado quando o assunto é sério, fora isso eu posso quase chamá-lo de Yoongi versão acoelhada. O que terá sido? Ele voltou a sofrer pelos pais? Foi quase sequestrado? O que será que houve? 


Ouço um barulho na cozinha. 

-Omma? - adentro a área aquecida e vejo a minha Omma com as mãos trémulas, lágrimas nos olhos e o celular dela caido no solo. Caminho até ela e apanho o celular, vendo que tem uma mensagem. Deve ser alguma trollagem que lhe mandaram e ela agora tá toda mexida do coração. - Omma, o que hou-- - meu coração para ao ver uma mensagem do Kookie mal-escrita mas dava para entender o mínimo.

 Mensagem on. 


Jungkookie :

Adwrei mnfia jronadaa com vxces............... Obgido....mm Amo vocesld...mx


Não. NÃO.


-O-Omma.. - fui interrompido. 


-O q-que você está esperando..? V-Vamos l-lá na... na casa dele! - soluçando, a mais velha me puxa para fora de casa e atravessamos a rua.


Percebo uma luz fraca pela janela da casa de Jungkook e arrombo a porta, me dando de cara com uma visão de horrores que não me dava prazer ver neste momento.  


Tudo quebrado, quadros e mobílias arranhados e partidos, jarras e lâmpadas em pedaços, não havia sequer um objeto intacto. 


E o pior... 


Jungkook jogado no chão desacordado, com os braços arroxeados com sangue e a sua cabeça rachada, cortes no rosto e respiração começando a ficar pesada. 


Ainda pior que isso? Sim. 


A casa estava pegando fogo. 


-JUNGKOOK!!!!! - grito e corro até o corpo recém  abatido, o balanço e vejo minhas lágrimas molharem o seu rosto pálido - JUNGKOOK, PORQUÊ? JUNGKOOK! Jungkook.. P-por favor não me deixa.. - ouço sirenes perto da zona e logo a seguir abraço Kookie. 


Escuro.


 ←↑↓↑↓↑↓↑↓→


Acordo, tendo a visão de paredes brancas, mobilias brancas, máquinas brancas, tudo branco. A única coisa colorida que tinha acho que era o céu e o sol que pareciam ser de umas... 2 da tarde? 


Nossa, tô com fome. 


De repente, em um flash tudo que aconteceu hoje de manhã ou invade a minha mente, e me permito chorar pelo facto de sentir medo de não ter chegado a tempo de salvar Jungkook. 


-Jimin? - uma voz grossa se faz presente no quarto, me fazendo erguer o olhar e saber de um homem um pouco alto, cabelos loiros de certa forma chamativos e um semblante sério, mas que logo se torna divertido, mostrando um sorriso quadrado para mim. Taehyung. 


- Oi Viado. - sorri


-Teu cu. - nos rimos - fiquei sabendo do que aconteceu. E também.. Meus pais e eu recebemos a mensagem. Não acredito que ele fez mesmo isso. - se sentou do meu lado e eu suspirei. 


-Queria saber o que houve... 


-Eu só consigo pensar em uma pessoa, Byun Eunsoo. - meu coração salta e um ódio me consume ao ouvir esse nome que eu desejava não existir.


-Só podia. Só podia. - fechei os punhos mas logo me acalmo ao sentir Taehyung fazendo carinho mas minhas costas. - Obrigado... 


- Senhor Park Jimin? - um médico adentra o quarto com um copo de água cheio nas mãos, me entregando. - Se sente melhor? 

-Sim, obrigado... - bebi o líquido e devolvi o copo. - Tem notícias de Jeon Jungkook? 


Ele suspira e eu e Tae prendemos a respiração. Jimin seu capeta não espera o pior.


- Jungkook está bem, mas apenas em relação aos cortes e feridas, ele teve sorte que a racha não atingiu o crânio, mas... Sobre o veneno, receio que pela cirurgia que ele vá passar para retirar o produto ele terá risco de entrar em coma de duas semanas a onze meses. - suspirou no final. 


"Por vezes o que a maioria diz sobre seguir em frente pode não dar resultado sequer em um sorriso falso. "


Notas Finais


Uma merda ;-;
Continua?

~vaza


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