História I am incomplete - Capítulo 9


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Categorias G.I. Joe, Metroid, Os Vingadores (The Avengers), Resident Evil, X-Men
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Palavras 1.531
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Capítulo 8 - Um certo cajado é encontrado


Já havia se completado três semanas desde que eu tinha começado a trabalhar para Tony Stark. Quando não estava sendo o ratinho de laboratório dele, eu o ajudava a melhorar os programas da legião de ferro e corrigindo aqui e ali um bug no sistema. Tony me ensinou muito sobre robótica nesse tempo que passou, posso até me vangloriar que ele me deixou mexer em uma das armaduras dele, pude brincar à vontade com ela, e até consegui encontrar um erro em uma das luvas que ele não havia notado.

Sobre os testes que eles fizeram em mim, Tony descobriu algumas coisas bem interessantes sobre meu DNA. Pelo que ele havia encontrado, meu sangue tinha uma espécie de vírus, que ao entrar em contato com o sistema de outro ser vivo, devorava suas células, matando-o. Porém ao fazer isso, as reativava, e o ser retornava a vida, apenas com os instintos primitivos. Lembro que nesse dia o encarei toda assustada:

-Quer dizer que eu crio zumbis?! –eu gritei quando ele me contou:

-Se quiser simplificar assim... –Tony coçou a cabeça:

-Mas não é só isso. –Bruce falou –Parece que quem for infectado irá obedecê-la, pois o seu sangue contém o vírus de forma mais completa e complexa, ou seja, o vírus que é passado para os outros é mais simples, apenas com as funções básicas. A outra função é a obediência, que se dá por quem tiver o vírus mais completo em seu sistema.

-Então você está me dizendo que quem quer que eu infecte vai me obedecer, mas se aparecer alguém com o vírus mais completo que o meu, os infectados deixariam de me obedecer?

-Se quiser simplificar as coisas assim, sim. Você é a abelha rainha até que apareça outra abelha rainha mais poderosa. –ele suspira:

-Quem em sã consciência iria querer fazer zumbis? –pergunto, incrédula:

-Tem louco pra tudo. –Tony falou –E encontramos ainda mais coisa sobre esse vírus...

-Mais?

-Se lembra que me falou daquele homem que você contaminou? –balancei a cabeça –O vírus dentro do corpo do indivíduo sempre está querendo devorar as células, por isso eles sentem a necessidade de devorar outro ser vivo, para alimentar o vírus, mas se eles não alimentarem o vírus por muito tempo, ou seja, devorar outra pessoa para o vírus digeri-la, quem irá ser devorado é o infectado, resultando no que aconteceu naquele dia, o infectado entrou em decomposição até “morrer”, de novo.

-E-e como conseguiram descobrir tudo isso? –os dois haviam se olhado com culpa –Não me diga que testaram em seres vivos...

-Apenas em ratos de esgoto. –Tony se defendeu –E nos certificamos de eles serem mortos após os experimentos.

-Menos mal... –e com aquilo se encerrou a conversa.

Depois disso, Tony quis fazer outros testes, para saber mais sobre meus poderes e ele ficou fascinado pelos tentáculos que saiam das minhas costas. Cheguei até a mencionar sobre meu irmão e que ele tinha os tentáculos em cor metálica, que eram mais rápidos e pareciam serem mais eficazes que os meus.

E então as três semanas passam, e Tony e os vingadores saem em uma missão, algo a ver com uma tal de Hydra e super-humanos, além de mencionarem um cajado. Nesse tempo que passou, me aproximei mais de Bruce, que parecia estar sempre fechado no mundo dele, além de conhecer o resto do bando.

Estava entediante ficar naquele laboratório sozinha, arrumando alguns erros no sistema da Legião de Ferro, até que Jarvis me avisa que Tony estava precisando da Legião de Ferro por causa da tal missão, e termino de solucionar o problema no sistema, deixando-os partirem para onde quer que seja o lugar que iriam.

Suspiro e sento na cadeira giratória, tomando um impulso e me girando. Até que estava divertido. Pego mais impulso e giro ainda mais rápido, deixando escapar uma gargalhada, me sentindo como uma daquelas crianças retardadas felizes:

-Senhorita Elise, está bem? –ouço a voz de Jarvis soar, me assustando e caio da cadeira em alta rotação:

-E-e-eu estou! –falo, me levantando e ajeitando, envergonhada:

-A senhorita estava girando na cadeira tão rápido...

-Não tava não! Você não viu nada, escutou bem Jarvis?! –imagina se o Tony me pega na cadeira dele girando feito uma retardada ao invés de estar calibrando as máquinas para arrumarem a Legião de Ferro? Ele me mata, não sem antes mandar para todo mundo que trabalha aqui o vídeo:

-Se a senhorita insiste... –ouço a risada dele, o humor dele era de certa forma parecida com a do Tony:

-Vou olhar as máquinas de reparo da Legião de Ferro... –murmuro, saindo da sala. Encontro Birdie dormindo numa sala, que acaba acordando quando passo e me segue.

Quando chego na sala das máquinas, Birdie pula no meu ombro, me fazendo rir:

-Você quer me ajudar a calibrar essas coisas? –pergunto rindo, ele pula do meu ombro e sai correndo. Ouço um barulho e logo ele volta, empurrando a caixa de ferramentas que eu ia usar –Quem diria que você realmente vai me ajudar? –olho surpresa, e logo começo o trabalho.

 

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Logo após eu e o Birdie (que surpreendentemente pegava todas as ferramentas na caixa antes mesmo de eu dizer que precisava) terminarmos a calibragem nas máquinas, a Legião de Ferro chega na Torre, e isso só podia significar uma coisa, que Tony já havia chegado.

Vejo todos os robôs chegarem, sendo que algum deles estavam com a cara derretida, acho que haviam jogado ácido neles, pessoas ignorantes, não sabem o trabalhão que deu fazer esses robôs!

Subo um andar e logo encontro os vingadores reunidos, e também a Doutora Helen Cho, que tinha conhecido alguns dias atrás por causa das suas pesquisas acerca da máquina que ela apelidou de “o berço” e sua amizade com o Bruce. O Gavião estava na máquina, parecia que a luta deles havia sido feia:

-Elise! Finalmente apareceu! –Tony me cumprimenta com o seu bom humor de sempre:

-Estava calibrando as máquinas da Legião, quando eles chegaram imaginei que vocês também tinham chegado, e que não haviam me chamado. –falo, o Birdie no meu ombro encara a todos:

-Hawkeye saiu ferido da batalha. –Natasha fala, me encarando:

-Como aconteceu?

-Um tiro daquelas armas da Hydra, mas não foi muita coisa não, eu não vou morrer só por isso. –Clint ri, me fazendo rir também:

-E estávamos a discutir sobre eu levar o cajado de meu irmão de volta a meu pai... –Thor fala:

-Cajado? Aquele que o tal do Loki usou para controlar todo mundo na batalha de Nova York? –pergunto:

-Esse mesmo. –Bruce fala:

-Não vamos nos precipitar, daqui a dois dias temos uma festa! Depois dela você pode levar pro Deus-Pai Caolho. –suspiro para o apelido que Tony deu pra Odin, enquanto Thor o encarava com desaprovação:

-Ok, eu fico até o final da festa. –isso arranca um sorriso de todos. Tento me escapulir da sala, obviamente eu não ia a aquela festa, festas não combinam comigo. Sinto alguém agarrando meus ombros:

-Onde pensa que vai? –Tony me lança um olhar travesso:

-Vou dar uma olhadinha nos programas da Legião de Ferro e...

-Que nada! Aposto que estava se escapulindo porque não quer participar da festa!

-Qual o problema de eu não querer? Festas não combinam comigo!

-Papo furado! E além do mais, estou precisando de algo de você.

-E o que seria? –estou até com medo do que ele quer...

-Me encontre depois no laboratório. –ele me solta e se vira –E eu quero que esteja com um vestido bem bonito na festa!

-Chato! –mostro a língua e saio.

 

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Mais tarde, eu e Bruce estávamos no laboratório, e Stark segurava o cajado:

-Ok, temos dois dias para brincar com esta belezinha... –Stark indica o cajado:

-Não sei porque me chamou, eu lido mais com softwares e afins, não sou boa arqueóloga. –ironizo:

-Não chamei os dois para ficarmos procurando de qual metal alienígena é feito o cajado... –Tony larga o cajado e pega uma tela touch:

-Vá direto ao assunto Tony. –Bruce bufa:

-Enquanto eu analisava o cajado, encontrei algo bem interessante... –ele mostra dois hologramas, deixando Bruce boquiaberto:

-I-isso é o que eu estou pensando?

-Boiei, o que é? –pergunto:

-Isso é Jarvis, o sistema inteiro dele, o modo como ele “pensa”. –ele aponta o holograma laranja –E isto –o outro holograma, azul –é o que eu encontrei na Joia do cajado.

-Isso é como uma inteligência artificial, é basicamente como um cérebro... –Bruce murmura –Stark, não me diga que está tentando recriar o “Projeto Ultron”...

-Bruce, imagine as possibilidades! Aquilo é o que tentamos desenvolver a anos!

-Isso é loucura!

-Olha, temos dois dias, dois dias para tentar fazer o Ultron funcionar, prometo que se não der certo a gente desiste disso tudo. –Tony coloca a mão sobre os ombros dele –Por favor.

-Ok, eu vou te ajudar... –ele se rende:

-Hã, sem querer interromper o momento fofo, mas o que esse tal projeto tem a ver comigo? –pergunto:

-Simples, vai nos ajudar na parte técnica, você vai ver, seus conhecimentos de software vão ajudar bastante, afinal foi você mesma que me ajudou com a Legião!

-Ok, vamos ver no que essa coisa vai dar... –suspiro.


Notas Finais


Oho, finalmente alcancei o Nyah, reescrevi totalmente até esse capítulo :3
Em breve sai o próximo :3


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