História I am the Lucky One - Capítulo 8


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Categorias EXO, Originais
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanyeol, Chen, Exo, Kai, Kris, Lay, Luhan, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Exibições 91
Palavras 965
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Lágrimas


Fanfic / Fanfiction I am the Lucky One - Capítulo 8 - Lágrimas

Entrei correndo e vi minha avó sendo segurada por Luhan enquanto ela escorregava rapidamente até o chão.

- Vovó? Vovó?! - Eu não conseguia respirar direito de tanto nervoso. Só precisava ajudá-la. Me ajoelhei para falar com ela.

- Seu avô... - Ela colocou a mão no rosto e começou a soluçar. Eu olhei para o lado e vi o que mais temia. Os médicos tentando reanimar uma das pessoas que eu mais amava no mundo. Uma das pessoas que depositou sua fé, amor e tempo em mim.

Comecei a gritar e senti alguém me puxar pela minha cintura. Alguém estava me puxando para fora do hospital enquanto eu via minha avó de um lado no chão chorando e recebendo a atenção dos médicos e dos meninos e do outro lado meu avô sem vida naquela cama. Tudo o que eu ouvia eram os barulhos dos aparelhos indicando que ele não estava mais conosco neste mundo.

O choque foi tão grande que só vi que estava sentada em um banco na frente da porta do hospital com Kris jogando água no meu rosto e D.O roendo as unhas enquanto me olhava.

- D.O, eu preciso conversar com ela... - D.O assentiu com a cabeça e se retirou.

Eu comecei a soluçar e Kris sentou do meu lado e me abraçou enquanto eu chorava em seu ombro. Senti o seu cheiro de perfume de rosas levemente adocicado e me senti aliviada mas nervosa por saber que o que acontecia era real.

- SunHee, olhe para mim. - Kris segurou meu queixo com seus dedos. - Eu preciso que seja forte e saiba que estou aqui com você. - Ele enxugou minhas lágrimas com seu dedo indicador e eu olhava para seus olhos.

- Você sabia de tudo isso? - Eu perguntei olhando para as minhas mãos que tremiam.

- Eu sei de poucas coisas, mas não tenho permissão para te contar tudo. - Ele me entregou a garrafinha de água.

- Permissão de quem Kris? - Peguei a garrafinha. - De quem vocês precisam da permissão? Quem está lá dentro é meu avô!

- Do seu pai, SunHee. - Ele abaixou a cabeça. Meu mundo girava mais uma vez.

- Kris, eu nem conheço o meu pai. Do que está falando?

- Você sabe quem é nosso chefe, SunHee?

- Não, como iria saber? - Tomei um gole de água.

- SunHee, seu pai foi uma pessoa muito importante. É por isso que você não sabe quem ele é, também é por isso que eu e os meninos sempre estivemos de olho em você. Não é mentira que temos uma academia nem nada disso, mas o seu pai é dono dela. Seu pai foi do exército e era um general muito importante, mas ele foi traído e essas pessoas que traíram ele fingiram a morte dele e...

- Kris... - Ergui a mão. - cala a boca. Você acha que eu acredito nisso? Eu não aguento mais! - Eu voltei a chorar.

- Vou te levar para casa. - Ele me pegou pelos ombros e foi me guiando até o carro.

Ficamos em silêncio até chegarmos na casa e restaurante em que fui criada. Passamos reto pelo restaurante e entramos na sala onde os meninos estavam. Todos em silêncio. Suho entrou na sala de avental rosa de bolinhas brancas.

- Venha SunHee, fiz um chá para você. - Ele pegou minha mão e fui com ele.

- Obrigada Suho. - Tomei o chá em silêncio. Ele se sentou na minha frente e contou que a minha vó estava desnorteada e que ela havia pedido para ficar sozinha.

Suho me contou também que a minha avó pediu para eles não contarem da situação do meu avô. Fiquei sabendo que ela descobriu uns 5 meses antes que eu do meu pai. Os meninos receberam ajuda de meu pai quando eram mais novos e foram praticamente adotados por ele.

- Eu agradeço por me contar essas coisas, Suho. - Apertei sua mão e me levantei. - Vou ver como a minha vó está.

Subi as escadas da pequena casa e na frente da porta do quarto de minha vó vi Xiumin dormindo sentado no chão. Tossi discretamente para acordá-lo. Ele assustou e se levantou em um pulo.

- SunHee, oi, é... Eu estava aqui para ter certeza que estava tudo bem com sua avó...

- Não se preocupe. Obrigada. - Dei um beijo na sua bochecha e entrei no quarto.

Observei minha avó no quarto escuro apenas iluminado com uma fresta na cortina que iluminava suavemente seu rosto. Ela estava deitada encolhida na cama. Chorei em silêncio para não acordá-la.

- Querida, deite aqui comigo. - Ela estendeu o braço e peguei em sua mão, me deitei com ela e a abracei.

- O que vamos fazer, vovó? - Eu chorava e ela se virou para mim.

- Ouça SunHee. Tenho orgulho de você, da mesmo forma que o seu avô tinha. Eu preciso que seja forte como você sempre foi e fiquei comigo aqui. Podemos cuidar uma das outras. Seu avô te amava mais que tudo no mundo. - Ela me abraçou e senti suas lágrimas escorrerem em minha cabeça que estava entre seus braços e sua cabeça. - Você é o meu orgulho e sei que onde seu avô estiver, ele cuidará de nós assim como sua mãe, não tenha dúvida disso. Eu amo você e eles também te amam.

Quando acordei era noite e minha avó ainda dormia. Ouvi uma batida na porta e ela se abriu devagar.

- Hora de conhecer seu pai. - Baekhyun estava na porta. - Te esperamos lá na sala.

Me levantei e respirei fundo. Desci as escadas e todos olhavam para mim. Meu pai me olhava nervoso.

- Olá filha.



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