História I am the Lucky One - Capítulo 9


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Categorias EXO, Originais
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanyeol, Chen, Exo, Kai, Kris, Lay, Luhan, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Exibições 89
Palavras 990
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi oi galerinha, tive uns problemas e por isso estou postando agora esse capítulo, minha intenção desde o começo era postar um capítulo por dia. Por isso, peço desculpas pra quem está acompanhando. o/

Capítulo 9 - Surpresas e fantasmas


Fanfic / Fanfiction I am the Lucky One - Capítulo 9 - Surpresas e fantasmas

Olhei por algum tempo diretamente para aquele homem de terno preto na minha frente. Ele tinha cabelos levemente grisalhos, postura rígida e olhar cansado.

Me dirigi até ele e me curvei.

- Tomei liberdade para trazê-lo até você. - Nesse instante Totó entrou na sala e veio correndo em minha direção.

- Olá meu amor! - Eu o abracei.

- Por que ela não me recebe assim? - Ouvi Kai falar no ouvido de Baekhyun.

- Porque você é um chato com ela.

- Meninos, vou pedir licença para vocês. - Nisso todos levantaram e foram para direções diferentes, D.O fez sinal de fighting para mim e piscou.

- Sente-se na minha frente para poder olhá-la. - Me sentei e o encarei. - Você não é de falar muito, não é?

- Só com quem não conheço.

- Muito bem. Imagino que tenha perguntas que gostaria de fazer. - Ele mexeu no relógio e percebi que tanto quanto eu ele gostaria de sair dali.

- Eu gostaria de saber o motivo de eu não ter te conhecido. - Olhei para ele erguendo a sobrancelha. Não poderia me mostrar fraca.

- O que você sabe? - Ele perguntou cruzando as pernas.

- Kris só me disse que você era do exército e foi dado como morto.

- Sim. Kris sempre teve dificuldades em obedecer minhas ordens, principalmente quando se tratam de você.

- O que quer dizer com isso?

- Faz uns 5 anos que coloquei os meninos de olho em você, de lá para cá ele sofreu uns castigos por criticar as minhas escolhas sobre o que era melhor para você.

- Pelo jeito ele me conhece bem.

- Sim, conhece. - Ele se levantou e colocou as mãos no bolso e andava de um lado para um outro.

- Por que os colocou para ficarem de olho em mim?

- A situação mudou. Algumas pessoas descobriram que eu tinha uma filha e tentaram ir atrás dela. Ou seja, todos os dias eu rezava para que você estivesse bem e que não descobrissem sobre você ou seus avós. Quando sua mãe morreu, não foi pelo seu parto, ela foi assassinada. Estávamos em Hong Kong quando aconteceu, não pude ficar com você para sua própria segurança. Foi a coisa mais difícil da minha vida após perder sua mãe. Você era tão pequena e frágil, não podia te colocar em risco.

- E por que estavam em Hong Kong? - E ele se sentou novamente.

- Estávamos fugindo de ex-colegas meus que tentávam nos matar. Sua mãe estava grávida quando tudo aconteceu. Foi tudo na mesma época, o incidente com a marinha e sua mãe grávida.

- E quem pagou as contas do hospital de meu avô? - Eu estava inquieta, precisava de respostas.

- Fui eu, obviamente. Me envolver com negócios ilegais me trouxe alguns lucros. - Totó deitou do meu lado com a cabeça em minhas pernas.

- Por que aparecer agora? Depois de todo esse tempo qual é o motivo?

- Kris quando apareceu na loja em que você trabalhava ele disse que suspeitava que sua chefe vendeu informações sobre você. Então ficamos por perto e D.O te levou para morar com eles.

Nos olhamos por longos minutos.

- Você se parece com a sua mãe. Teimosa e bonita igual ela. - Ele sorriu.

- Obrigada... - Abaixei a cabeça.

- Eu preciso que você fique aqui e cuide de sua avó. Os meninos vão ficar também.

- Ficar aqui? Como assim?

- Se algo acontecer com você eu não me perdoaria.

- E se perdoou pelo que aconteceu com minha mãe?

- Nunca. Mas você é tudo que me resta. Eu sei que me odeia SunHee, mas eu sempre cuidei de você e nunca vou deixar de cuidar.

- Qual seu nome?

- Apenas me chame de pai, ou se preferir me chame de Kim apenas. - Novamente ele se levantou - Preciso resolver umas coisas. Por favor, confie em mim e nos meninos. Adeus por enquanto querida.

- Adeus.

Após ele sair eu fiquei sentada por um tempo pensando em tudo que ouvi e no que aconteceu esses dias.

Meu avô morreu, descobri que minha mãe foi assassinada, conheci meu pai que é um alvo ambulante e que sou vigiada por 5 anos.

Precisava de um tempo para mim. Quando olhei no relógio já era quase duas da manhã. Me levantei e fui até o restaurante.

Estava empoeirado, mas tudo no mesmo lugar desde que fui embora. Precisava cuidar de lá, era meu lar também.

Comecei varrendo o chão e estava viajando em meu mundo. Despertei quando ouvi um barulho alto vindo de trás de mim.

Fui olhar com a vassoura na mão como se fosse o meu objeto de salvação. Estava escuro no quintal e a casa com algumas luzes acesas. Abri a porta e olhei para fora tentando enxergar alguma coisa.

Kris apareceu atrás de mim e em estado de choque bati nele com a vassoura. Kris se protegeu com os braços.

- Sou eu, SunHee! - Parei quando ele falou isso e tentava me recuperar do susto. - Você quase me matou!

- Você apareceu do nada! Poderia ser qualquer pessoa!

- Quem? O Totó?

- Eu estou preocupada com você! Dá pra parar de debochar? - Larguei a vassoura no chão e fui pegar um copo de água no balcão do restaurante para ele. - Sente-se.

- Por que me bateu com a vassoura?

- Era a única coisa que eu tinha na minha mão!

- Ótimo argumento. - Ele ficou sério e depois começamos a rir. - O que está fazendo aqui?

- Estou tentando limpar, quero abrir o restaurante novamente.

- Eu sei cozinhar. - Ele olhava ao redor.

- Você?

- Sim, não deboche de mim! Posso te surpreender.

- Me mostre.

- Venha então. - Ele levantou e me estendeu a mão e eu a peguei, aceitando seu convite.







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