História I Belive I Can Fly! - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Divergente, Meu Coração é Teu
Personagens Ana Leal, Beatrice "Tris" Prior, Christina, Eric, Jennifer "Jenny" Rodríguez, Personagens Originais, Peter, Tobias "Quatro" Eaton, Will
Exibições 59
Palavras 2.867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


olá minhas amiguxas.
mais um capitulo pra vocês.
Espero que gostem.
Zeke esta chegando na parada, tem ruiva querendo marcar território e tem amiguinha bolada com isso...
kkkkkk
Borah ler então...

Capítulo 19 - Capítulo 19


infelizmente  três dias  não foram o suficiente para a dona de casa ganhar alta, Poliana ainda sentia fortes dores  nas pernas e reclamava que os braços formigavam varias vezes ao dia. A senhora estava envergonhada por ter se estabanado no chão escorregadio, e sentia-se que se tornava, mesmo que gradativamente,  uma pessoa dependente. Ela não queria ficar presa em uma cama de hospital, mas o doutor disse que  era melhor que a mesma passasse mais algumas noites ali em observação. Essas noites já se totalizava em uma semana. 

    No fundo Tobias queria ter tido coragem de pedir para a bela ficar em  sua casa, enquanto o mesmo ficava de acompanhando de sua avó.  Queria ter a oportunidade de encontrá-la novamente em sua cama, ter o coração disparado mais uma vez ao vê-la adormecida em seu mundo, para ter a oportunidade de passar mais tempo conversando e ouvindo aquele riso único, porém, com muito custo, desistiu. Não era justo usar da boa vontade dela para atender as deles. Além do mais Bea estava a frente da loja, ela que abria e que fechava, pensou em pedir para Erica lhe dar uma mão na loja, mas temeu ao pensar nas duas juntas e sozinhas no mesmo ambiente, não por Bea, mas pelas implicâncias desnecessárias da irmã,  por isso pediu ajuda para Caleb que ia sempre para a mercearia depois do almoço. Ele e Bea se deram bem, o garoto era atencioso e esforçado. Fora uma boa escolha. Erica por sua vez ficava em casa, ajeitando tudo por ali e cuidando de Lexi que sempre que possível  "fugia" para ficar na loja com Beatrice. 

   A noite Bea fechava a loja e dona Flavia como em outras ocasiões se prontificava em cuidar das meninas até umas nove da noite, hora que Tobias chegava, preparava a comida do dia seguinte, tomava banho, dormia e levantava cedo para voltar ao hospital. E tudo se repetia. 

   Tobias ligava todos os dias em sua casa para saber se tudo corria bem, ligava na loja também para estar a par de tudo por lá e logicamente ouvir a voz da loirinha que tirava ainda seu sono e que não via desde a noite em que quase lhe roubou um beijo. Tobias sentia mais um sintoma que a paixão proporcionava, estava com saudades. Muita saudade. 

   Nas conversas de pelo menos por cinco minutos ele ficara aliviado em ver que tudo realmente estava normal, que ele não havia estragado tudo. Era  engraçado quando ele ligava e a voz do outro lado não era a que ele esperava, nem sempre  Beatrice estava livre para atender.  

 

   —  Ah... Caleb! — Ouvir aquele vozeirão do garoto quebrava todo o clima que ele  criava — Tudo sobre controle? 

 

    

   Beatrice estava voltando do banheiro quando viu Caleb ao telefone, ela olhou no relógio da parede. Era três da tarde, sabia que era Quatro, ele sempre ligava naquele horário. Bea ficou um pouco decepcionada, queria falar com ele, já que não o via, queria pelo menos conversar, era sempre bom. 

   Christina dizia que aquilo era mais que bom, já que Beatrice sempre falava dele ao telefone, era Tobias para cá, Tobias para lá, principalmente depois do não beijo que atormentou a loira em pelo menos três noites seguidas. Não queria confundir as coisas, e sabia que Christina estava exagerando porque seu coração sabia melhor que  ela mesma o quanto doía se envolver.  

 

 

 

 

 

 

 

    Metade de mais uma semana ia embora, Beatrice havia prometido uma visita no final do expediente daquele domingo, a loira havia conseguido uma carona com o senhor Taylor, dono na imobiliária que ia receber de alguns inquilinos, por isso assim que fechou, tomou um banho ali mesmo e então esperou o senhor e sua esposa que passariam ali para pegá-la. 

 

    — Peça desculpas a minha amiga por não a ver hoje – Paula a esposa dele diz assim que Beatrice desce do carro. 

    — Eu digo sim e obrigada, estarei no horario combinado aqui fora. 

    — Tudo bem querida, até daqui a pouco. 

 

    Beatrice entrou, se informou na recepção e seguiu para o quarto. 

 

    Quatro estava ajeitando o travesseiro de Poliana quando Beatrice bateu na porta.  

    — Pode entrar? — ele diz. 

    Beatrice abre a porta e entra com um sorriso segurando o buquê de flores artificiais. 

    Hospitais são lugares para nos devolver a saúde, mas o clima é tão tenso que sugam as nossas energias. Tobias  em apenas  15 dias fora das suas rotinas parecia ter emagrecido um pouco, talvez fosse o cansaço. Os olhos um pouco fundo lhe davam uma aparência um pouco pior que  Poliana que também estava mais magra, porém o rosto ainda tinha aquele vermelho saudável. 

    — Olha só vovó quem veio te visitar!- Ele disse animado indo ao encontro dela.  

    — Oi! — ela diz lhe dando um beijo no rosto, o mesmo não esperava. Na verdade nem ela esperava a reação que teve, sorriu sem jeito e em seguida disse — Saudade de você. 

    Tobias sorriu desconcertado. 

   — Com essa correria nem conseguir colocar os pés na loja.  

   — Logo tudo volta ao normal — falou ela direcionando seu sorriso agora para Poliana que observava os dois — Olá dona Poliana. 

   — Ah não querida já é péssimo me sentir velha – Poliana diz divertida — Nada de dona. Vovó esta ótimo. 

   Bea a abraçou carinhosamente, foram poucas as conversas que tivera com a senhora, mas mesmo sem tanta intimidade Beatrice sentia muito afeto pela avó de seu patrão, talvez fosse pelo fato de sentir muita falta de sua mãe e não ter tido a oportunidade de sentir o amor de avós. 

              — Sente-se querida! - Poli a convidou. 

   — Claro! — Bea tirou a bolsa e sentou na poltrona próxima a cama.  

   Tobias pegou uma revista e se acomodou em uma poltrona mais distante da cama, esta ficava ao lado da porta.  

   — Quatro disse que gosta delas assim - Bea se referiu ao buque de flores artificiais ao entregar para Poli. 

   — Sim, eu amo — Vovó Poli responde as admirando. Eram gérberas em varias cores — Elas nunca morrem, e duram para sempre.  

   Bea sorriu com a explicação da mulher. Tobias por sua vez abaixou a revista para finalmente ver e ouvir pessoalmente aquele riso. 

   — Bela resposta, tem toda razão. 

   — É como o amor verdadeiro. Dura para sempre. 

   Tobias ouvia a conversa, sem se intrometer, mas aquela frase o fez sentir pontadas no estômago, ergueu uma das sobrancelhas e balançou a cabeça discretamente ao olhar para as matérias ali sem dar importância. 

   — Se for verdadeiro, eu me ferrei! — murmurou bem baixinho. 
 

 
 

 
 

 
 

 
 

    — Já encontrou um amor verdadeiro Bea ? — Poliana perguntou docemente — Um amor para de lhe dar dores no estomago e te fazer corar sempre que o vê?.  

   Tobias pigarreou desnecessariamente ao ouvir a pergunta nada discreta de sua avó. A curiosidade de ouvir era grande , mas não estava afim de escutar mais uma vez o discurso: O amor dói... Não vou me relacionar. 

   Ele então levantou. 

   — Eu vou tomar um café.  

   As duas assentiram e ele então saiu, mas ao fechar a porta enquanto olhava para a loira pode ouvir ela dizer. 

   — Sim. Amor de mãe, amigos... Lexi-  dito isso, Bea olhou para  rumo da porta como quem não quer nada podendo ver o rosto no amigo que  lhe cumprimentou com um gesto e em seguida fechou porta.   

  

  

  

   — Caramba Tobias! Se não quer pilhar por nada trate de esqueça dessa mulher! — falou pra si caminhando para a lanchonete. 
 

 

    —Um café puro por favor! — pediu ele sentando em seguida.  

    Seu pedido chegou, ele levantou os olhos para agradecer e logo reconheceu a ruiva que lhe sorriu o reconhecendo, mas logo ficou sem graça ao lembrar do fora discreto que levou. 

   — Achei que estava de passagem 

   — É passageiro. 

   Ele sorriu e ela devolveu. 

   — Obrigado pelo café — Tobias agradeceu e ela então saiu. 

   O moço bebeu o liquido lentamente queria voltar para o quarto quando o assunto fosse outro. Olhou para os cantos e logo avistou a moça o olhando. Seu celular tocou, tirou do bolso e atendeu. Era Zeke. A tempos não via aquele número. O amigo aparecia mais nas férias e agora que era casado e recentemente papai não tinha tanto tempo para ligações. 

    — Que milagre é esse?! — era um alívio falar com ele — Ressurgiu das cinzas?!  

A risada descontrolada do amigo soou do outro lado da linha. 

 

  " Está com saudades do seu macho Alfa aqui, não é?!" 

 

    — Que nojo cara! Vou sentir saudade de homem barbado?! — Tobias riu acompanhando o amigo, Em seguida suspirou  — Mas falando sério... você esta fazendo falta sim. 

 

    " Então se prepara, vou passar o fim de ano aí nesse nada com você meu amigo." 

 

    —Sério? 

 

  " É." 

 

    — Ficarei feliz por finalmente conhecer sua filha. 

 

  "Pena que vai ficar para outra oportunidade, eu vou sozinho cara." 

 

Quatro franziu o cenho. Tinha algo errado. Zeke sem Shauna?! Era igual Pizza de calabresa sem queijo. 

 

   — Você?! Sozinho?! 

 

   " Sim, chama a turma toda." 

 

    — Vai vir em casa sozinho?! Porque?! 

 

  " Como assim porque?! Somos amigos, não somos?!" 

 

  — Claro que somos! 

 

  " Eu sou de casa, todos aí me adoram!" 

 

Ele fala sem respirar, Tobias suspirou. 

 

  — Vamos Zeke! Fala para mim. 

 

  " Não tem nada pra falar."  

 

  -  O que aprontou?! 

 

  " Eu só quero ver meu amigo." 

 

  - Zeke! 

 

  " Estou com saudades." 

 

  - Zeke! 

 

  " Você me quer aí..." 

 

  Tobias esperou. 

 

  " ... E Shauna estava irritadíssima comigo, pegou a neném  e antecipou o natal. Foi para os pais dela."  

 

  Tobias riu vitorioso, ele sabia que tinha algo errado. 

 

  " E você ainda ri Tobias?! O bagulho aqui foi louco! Eu Tive que pedir pra ela jurar pela nossa filha  que voltaria para casa. 

 

  — E ela jurou? 

 

  " Para o bem estar do meu coração,  sim." 

 

  — Lembro das brigas de vocês quando passavam o verão aqui... eram as melhores.  

 

  " Casados ficam mais doidas ainda. Você vai ver quando casar e esquecer a toalha na cama, os tênis pelo caminho."  

 

Tobias riu, mas em seguida falou serio: 

 

  — Shauna é uma garota incrível, não estrague tudo Zeke. 

 

  " Eu não estraguei não, ela que é doida."  

 

  — O que aconteceu? 

 

  " O que aconteceu?! Aconteceu que a maluca da minha esposa decidiu fazer uma bendita faxina no porão aqui de casa e adivinha o que ela achou?!" 

 

  — O que? 

 

  " Minha caixinha da masculinidade ... Tinha a agenda com os telefones de milhares de garotas e todos os bilhetes de entrada da Chicago. Todos." 

 

 

  — Chicago?! Aquele bordel que você insistia pra me levar quando eu ia te visitar? 

 

  " Boate Tobias, é bem diferente. E  sim, eu insistia e  você nunca quis ir."  

   

  — Nunca mesmo.   

 

" Porque acha que a Shauna não reclamou quando eu disse que iria para a sua casa?! Ela diz que você é o homem que toda mulher pedi em sonhos. Acredita?! Ela disse isso do meu melhor amigo, para a mim que sou esposo dela. Pode isso?! Ela disse que você é o único que não me levaria ali por isso é o homem dos sonhos. 

 

  — Ah ali não é lugar pra ir não. A não ser que queira uma noite com uma garota que todos os caras já ficaram — falou ele sem pensar, logo se arrependeu — Nossa! Foi mal Zeke! Sabe que eu nunca ofenderia a Shauna. 

 

  " De boa. Eu não fico bolado mais. Antes queria socar os caras que a reconheciam, mas agora depois de casado. Sei que  tenho ela somente pra mim, sei que ela me ama e não me trairia. Diferente do que ela pensa a meu respeito." 

 

— Mas e aí? Esses bilhetes são antigos certo? 

 

"São cara! Mas essas merdas não tem data e parecem indestrutíveis, estão intactas! " Zeke suspirou se jogando em sua cama, ele ligava do quarto. " Ela ficou uma fera. Disse que eu estava traindo ela, sendo que eu nunca mais fui lá depois se ela saiu." 

    

   — Porque não se livrou deles? 

 

  " Porque sou burro. Ela veio morar aqui, então eu  só pensei em socar as tralhas lá em baixo e pronto. Não pensei em jogar fora. Juro que não pisei mais os pés lá depois que ela parou de dançar. Ela está piradinha, disse que eu cansei dela depois que ela ganhou a bebê, disse que estou a procura da outra dançarina." 

  

  — Caramba Zeke! Você disse pra ela sobre ter olhado primeiro a outra garota antes de conhecer ela? 

 

 " Eu não disse. Acho que ela deduziu isso. A tris pode até ser a melhor ali, a mais desejada pelos caras. Mas não mais por mim, não vou ser idiota de dizer que não curtia, eu gostava e muito de ver ela dançar, mas o encanto acabou assim que conheci a Shauna. Ela é a mulher da minha vida. Nossa! Quanto mel! Ficar apaixonado é tão meloso que as vezes eu não me conheço." 

 

  - De boa. Talvez eu comece a te entender melhor. 

 

" Porque? Te amarraram? Não diga que é a Fanny por favor!" 

 

— Não, não é ela e também não, não me amarraram, entrei nessa sozinho e preciso sair urgentemente. A garota não quer nada com nada sobre namoro ou algo que envolva duas pessoas. 

Tobias disse olhando o borrão de café que ficou no fundo da xicara, em seguida olhou a ruiva que limpava o balcão. 

 

" Temos muita coisa pra conversar!" 

 

— Com certeza. 

 

" Chego em 3 dias." 

 

Tobias até pensou em dizer sobre Poliana, mas a ligação já estava longa e precisava voltar para o quarto. 

 

— Até breve. Te espero. 

 

 

   Quatro desligou, levantou com a xicara nas mãos e foi ate a atendente que agora falava com seu Nico, o senhor que lhe deu carona, logo descobriu que a jovem era irmã da moça que estava internada no hospital, a tal neta do velho. Tobias apareceu na hora certa para o senhor que não sabia como a moça iria embora. Pelo visto a carona seria quitada ali mesmo. 

 

 

— Claro! Saio daqui em meia hora, se não tiver problemas em esperar — ele diz educadamente. 

— Sem problemas — ela diz lhe estendendo a mão — e aproposito... meu nome é Vanessa. 

Tobias recebeu o cumprimento ao pegar nas mãos da moça. 

— Tobias. 

A moça alisou em constrangimento nenhum a mãos do mesmo antes de recolher a dela.  

 

 

 

Beatrice estava a sua procura, iria dizer tchau. 

Olhou para o café e de longe o viu conversando com a moça, ela a reconheceu. Beatrice era boa para ler lábios, entendeu perfeitamente o que a moça disse ao sibilar a frase entre os lábios vermelhos. 

 — Nos vemos em meia hora! 

O rosto da loira enrijeceu e uma sobrancelha se arqueou involuntariamente ao se perguntar o que aconteceria em meia hora. 

 Tobias consentiu e recebeu um beijo no rosto como agradecimento, a moça se foi e ele seguiu para o rumo de Bea que sorriu forçadamente para o mesmo. 

Não demorou muito para o mesmo chegar até ela. 

 — Você é rápido hein! Pelo jeito terá a oportunidade de trocar telefones — falou ela o mais natural possível, querendo mostrar para si mesma que tudo bem seu amigo ter momentos divertidos e esbanjar aquele belo sorriso para outra garota. Afinal eram apenas amigos, certo?! 

— Pois é! Nem tudo esta perdido — ele disse meio sem jeito colocando as mãos no bolso da calça, de repente se sentiu no dever de se explicar —  O avó dela me deu carona naquela noite, ele vai posar aqui e como ela esta hospedada perto de casa eu ofereci carona. 

Beatrice sorriu pelo nariz, o rosto de repente queimou, a moça umedeceu os lábios olhando para os pés ao cruzar os braços. 

— Claro! Quem ganhou a medalha de camaradagem por 3 anos seguidos não pode deixar de ajudar uma garota — falou ela com um leve toque de sarcasmo na voz olhando direto nos olhos inocente do rapaz que mal sabia o que passava na cabeça dela. 

 —É impressão minha ou isso soou um pouco sarcástico? — perguntou confuso. 

— O que?! — sorriu sem vontade novamente — Claro que não! — continuou ela lhe dando um beijo rápido no rosto para demonstrar que tudo bem — Já vou indo. Eu só vim dar tchau. 

Virou rapidamente para o rumo da saída, confusa com isso mesma. 

Tobias a segurou pela mão direita. Um arrepio caminhou pelo corpo de ambos. 

— Ei! — ele disse alisando a costa da mão captura de Beatrice. — Também senti saudades. Muita saudade. 

Ela sorriu e então percebeu que só agora ele tinha dito. 

 — Preciso ir ... Eu vim com o senhor e a senhora Taylor... devem estar me esperando — Falou ela ainda de mãos dadas com ele que assentiu separando as mãos de ambos. 

— Minha avó terá alta terça, tudo vai voltar ao normal. 

— ela contou — falou ela com um meio sorriso caminhando para longe dele. 

— então tchau. 

Beatrice acenou timidamente virando o corredor ajeitando a alça da bola, já distante fez uma careta pra si com medo do que estava por vim. 

 

— Coração nem vem! Você esta totalmente proibido de gostar de alguém novamente, mesmo que esse alguém seja o cara mais bacana que já conhecemos, mesmo que seja o Tobias Eaton. 

 

Bea balançou a cabeça pra ver se os pensamentos voltavam ao lugar, porém esse simples gesto não adiantaria nada. Tobias por sua vez ficou com cara de bobo com a sensação de que havia feito algo errado de novo, porem desta vez não fazia ideia do que exatamente. 


Notas Finais


o que me dizem?????????


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