História I blossom for you, but I'm still thirsty. - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Imagine
Visualizações 11
Palavras 1.967
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei, o capítulo está curto mas prometo que o próximo será grande. ❤🌹

Capítulo 8 - Amigável.


- Estou contente que você esteja bem.- Gabriela dizia em quanto fazia uma trança em meus cabelos.- cansa mexer em seus cabelos, eles são tão grandes.



-Acha que eu devo cortar?.- tombei minha cabeça de lado.


-Não é necessário, eu que sou preguiçosa.- rimos.- as vezes eu canso da minha preguiça.


-Isso e tão complexo.- juntei as sobrancelhas.


- Não é não.


-E sim.


-Desculpe-me a indelicadeza mas, Como é ficar em coma?.- até parece que ela é delicada.


- Eu não sei.....é como dormir e acordar no dia seguinte.- ri.- mas passam-se dias.


-Parece ser legal.- ela proferiu.- acho que vou entrar em coma.


-Você fala coisas tão desnecessárias.- neguei com a cabeça.- ainda não terminou?


-Não, seu cabelo não tem fim.- bufou.


- Não exagere.- fiz bico.


- Não é exagero, é a pura verdade.- escutei barulho em minha penteadeira.- acabei.


-Finalmente.- Puchei a trança para frente é alisei-a.- ficou bom. Está com fome?.- A mesma murmurou um "uhum".- irei pedir para Hey nós trazer algo.- tentei levantar-me.


-Nem pense.- Gabriela sentou-me novamente.- o médico foi bem claro ao dizer que era para você descansar.- mostrei língua.- deixa que eu chamou Min-hey.


Seus passos distanciaran-se e logo os mesmo voltaram, conversamos por um período curto pós Hey trouxe-nos lanches; o meu de fato era Horrível pós podia comer apenas coisas saudáveis. Fiquei triste por saber que Yoongi não teria ganhado o Campeonato, mas ficaram em segundo lugar é depois de rir muito pelo platinado ter tido um birra e negar-se a aceitar que não haviam ficado em primeiro, conversamos como a escola estava. É a todo momento a menina a minha frente citava o nome de Jin, o mesmo tinha trago-me um pedaço de torta que tive que comer escondido para Hey não descobrir. Acordei de meus devaneios ao receber um tapa em meu braço.


- Estou lhe chamando.- Gabriela bufou.


-Desculpe-me.


-Tudo bem.


-É....quem levou-me para o hospital?.- ajeitei-me sobre a cama.


- Não sei. Eu não estava no dia.


-Mas Jin não lhe disse nada?.- arqueei uma sobrancelha, a mesma negou.- ah.


-Despois procure saber com ele ou, com Yoongi.- confirmei.


Gabriela despedi-se de mim e de Heyda pós está ficando tarde, optei por dormir já que não teria nada a fazer; rolava sobre aquele colchão e nada do sono vim -bufei em frustação- levantei-me e segui até a pequena caixinha de som que continha meu quarto deslizando meus dedos sobre os botões e achando o maior. Precionei meu dedo ao mesmo e logo a música ecoou pelo quarto, me pus ereta e passei meu pé pela chão frio, começando uma lenta dança, sentia meu coração encher-se de alegria com tão pouca coisa -dançar....a como eu amo dançar. Meu sonho de criança era ser uma dançarina mas, isso se foi como o vento que carrega as folhas do outono, meu interior tornou-se um grande breu é não tinha a mínima do que ser ou fazer. Deslizei minha mão por meu corpo é mechi meu quadril cuidadosamente para frente, rodei sentindo meus cabelos indo junto de meu corpo; ainda com meus olhos fechados sorri, deixando com que a música quiasse-me  -minha pele queimou-  sabia que alguém estava observando-me então parei.


-Minha menina estava tão linda dançando.- suspirei em saber que era Hey.- Você tem visita.- arqueei uma sobrancelha.- O menino Jeon está aqui.- não tinha apenas "ele" com esse sobrenome, não poderia ser ele.


-Jeon?.


- Jeongguk.- meu interior gelou.- Ele mora aqui no condôminio.


-Oque ele faz aqui?.


-Veio lhe ver.


Antes que pudesse questionar algo fui puxada delicadamente para fora de meu quarto, esquecendo assim de desligar a música, andei em passos apreensivos até o cômodo desejado. Chegamos a sala é sentir seu olhar cair sobre mim -se olhar é único.- mordi meu lábio em uma tentativa de cesar o nervosismo, eu poderia inventar qualquer desculpa para não ficar ali é um desses era; não poder fazer esforço mas, não adiantaria de nada já que eu estava em pé e dançando. Hey ajudou-me a sentar-me no sofá e disse que deixaria-nos avontade; por favor não. Meu interior gritava mais não adiantaria de nada.


-Olá.- falei receosa juntando minha mãos.


-Oi.- rude.


- Oque faz aqui?.


- Eu....Eu vim ver como estava.- falou quase em um sussurro.


- Estou bem.- sorri.- apenas um pouco cansada mas, nada que seja grave.


-Omo, Desculpe-me então.- falou meio desesperado.- deixarei com que descanse.


-Não.- neguei com minhas mãos.- não é um cansaço físico.- tentei explicar.- é tipo um......bom, mental.


-Cansaço mental é ainda sim pior que o físico.- ditou.


-Mas eu não quero ficar sozinha.- confessei baixinho.


-Quer ir no parquinho?.- eu paralisei, Jeon estava sendo legal comigo; tão surreal.


-Não sei se posso.


-Fale com Min-Hey.- assenti levantando-me é seguindo até a cozinha.


-Min.- chamei-a.


- Diga menina.


- Eu posso ir no parquinho?.- falei com as mãos atrás de meu corpo.


- Eu deixaria minha menina mas, é se você der um recaída?.- falou sincera.- é está anoitecendo, não posso deixá-la sair sozinha; tenho que fazer o jantar.


- Eu acompanho-a.- Jeongguk indagou atrás de mim é arregalei meus olhos.


-O médico mandou a senhorita ficar em repouso mas, como está a quase quatro dias sem sair eu irei deixar.- sorri.- não chegue tarde.- assenti.


A mais velha acompanhou-nos até a porta mas antes insistiu que eu vestisse uma blusa mais quante para não pegar um resfriado.


-Você está tão grande.- Hey disse docemente para Jeongguk.- a última vez que eu lhe vi você estava com sua mãe.


-Aconteceram muitas coisas dês daquele dia.- Jeon afirmou.


- Sim. Agora vão antes que fique mais tarde.


O caminho para o parquinho foi silencioso, apenas ouvia-se os passos de ambos; eu questionava-me internamente por quê Jeon iria visitar-me por obséquio. Por isso eu afirmo sua bipolaridade. E ao chegarmos no parquinho segui para meu "cantinho" de sossego, ouvi a corrente do balanço ao lado ranger e opinei por ser o Moreno que havia sentado; seu olhar arrepiava-me dos cabelos aos pés.


-Quando voltará a estudar?.- sua voz saia tão suavemente.


-Não sei.


-Eu sei que quer perguntar algo.


Franzi meu cenho sem entender como ele sabia, respirei fundo é mordi meu lábio inferior antes de dizer qualquer coisa.


-Quem levou-me para o hospital?.- empurro o balanço.- a última coisa que lembro-me é de Você perguntar "Oque você tem".


- Eu levei-a.


Meu mundo parou, Eu não posso acreditar que ele levaria-me; Eu estava chatiando-o minutos antes. Claro que seria maldade ele não fazer algo mas, ele poderia simplesmente chamar alguém ou, algo do tipo. Eu estava sem reação e para melhorar minhas bochechas esquentaram, eu estava envergonhada.


-Obrigada.- segurei forte as correntes gélidas.


Não teve resposta de sua parte apenas um pequeno riso soprado, talvez ele estivesse achando graça por minha vergonha; escutei o mesmo levantar e seus passos afastarem-se e temi que o mesmo fosse embora e deixasse-me sozinha; então simplesmente não senti mais sua presença. Estava demorando ele ter um de seus ataques de humor radicalmente, fiquei ali balançando até alguém sentar-se novamente no balanço ao lado. Era ele -seu olhar queimou-me- isso era oque diferenciava-o de todos, seu olhar.


-Pegue.- juntei minhas sombramcelhas.- não vai querer?.- estendi minha mão direita e estremeci quando toquei em algo gelado.- é refri.


Incrivelmente a latinha já está a aberta para minha sorte, levei até meus lábios e tomeio o líquido; eu não poderia estar bebendo refri mas, uma lata não iria matar-me certo?.


-Você e o Yoongi......tem algo?.- engasguei-me com o líquido, tinha sido pega de surpresa pela pergunta.- Você está bem?.


Assenti rapidamente enquanto tentava puxar o ar para meus pulmões, toci algumas vezes antes de recupera-me por completo.


- Por quê a pergunta?.


-Apenas responda.-Rude.


-Não temos nada.- falei simplista, repriendi-me internamente; poderia ter simplismente respondido sua perguntar mas, não. Tinha que falar de mais e trazer a carranca de Jeongguk novamente.- somos apenas amigos.


-Não parece.


-Por quê não parece?.


-Ashi. Apenas não parece.


-Acredite se quiser.


-Acredito no que vejo.


-E nem sempre oque você vê, seja oque parece ser.- bufei.


Ele não pronuciou-se talvez não quisesse deixar-me com raiva já que eu não poderia passar por tal coisa, Ele ficou ali sem fazer absolutamente nada; eu estranhei de primeiro mais dei de ombro.


- Eu posso lhe pedir algo?.


-Uhum.- murmurei inacreditáda do que eu acabará de escutar.


-Conte-me o por quê, você queria tocar-me.


- Eu apenas queria.


-Não minta.- Disse sério.- está mordendo seu lábio.


Droga de mania que não deixa-me, bufei por pura birra e fiz um bico em meus lábios; realmente eu não queria contar....talvez ele achase-me uma problemática.


-É um pouco pessoal, eu não posso.


-Tudo bem.- Jeongguk disse calmo.


Ouvi o mesmo levantar-se e seus passos aproximarem-se suavemente, franzi o cenho e tudo ficou mais confuso quando suas grandes mãos pegaram as minhas delicadamente; e ao tocar sua pele um arrepio percorreu meu corpo....ele estava deixando-me toca-lo. Ele manuseava meus dígitos por sua face com maestria assim proporcionando-me a sensação de memorizar cada pedacinho então, ele soltou minhas mãos deixando-me fazer o resto sozinha, deslizei meu indicador até seus lábios contornando-os minimamente. Eu tentava Guarda cada pedaço do mesmo, lábios médios, olhos puchados, sobrancelhas grossas; como no meu sonho. Levei minha mão direita até seu cabelo e alisei-o, fazendo uma breve carícia em seus fios macios...tão convidativo-os. Ele suspirou e logo tratou de levantar-se -deixando um silêncio chato, então eu sorri para ele e em resposta recebi um; riso doce, uma felicidade súbita surgiu dentro de mim.


-Temos que ir.


-Sim!.- Disse sem graça.


-Venha eu lhe ajudo.- arregalei meus olhos e não acreditei que tais palavras saíram da boca de Jeongguk.- ou....Eu poderia ir embora e lhe deixar aqui.


-É melhor do que escutar você dizendo: venha eu lhe ajudo.


-Ashi. Que saber? Se vira.- ouvi o mesmo bufar, comecei a rir.- do que está rindo?.


-Nada.


-Além de pirralha, abusada é paranoica?


-Ainda não faço parte do seu mundo.- ditei e segui para fora do parquinho deixando-o sem entender.


Seus passos indicaram que ele corria em minha direção e previ sua irá por ter deixado-o falar sozinha, ele cesou seus passos mas os meus continuaram até eu chocar-me em algo. Fazendo-me desequilibrar mas logo recopondo-me.


- Não saia quando eu for falar algo.- Disse seco.


- Você não manda em mim.


-Tecnicamente eu mando sim.- Disse entre dentes.- Está sobre meus cuidados, pois Min-Hey deixou-a sair com tanto que eu ficasse de olho em você. Então eu mando.


-Você é um babaca egocêntrico.


-Cale-se.


- Eu já disse é repito; você não manda em mim.


-Então eu calo para você.


Antes que eu pudesse lhe xingar, surpreendi-me com seus labios de encontro aos meus em um ósculo calmo.


[...]


Eu não queria ir a escola por diversos motivo mas um em específico; Jeongguk. Depois daquele dia nunca mais encontrei-o, também evitava ao máximo sair de casa, é sempre que Hey chamava-ma para ir comprar algo ou ir ao parquinho inventava um desculpa qualquer. E agora tentava convencer a mais velha para não ir ao Colégio, apesar de estar com saudade de Yoongi, Jin e Gabriela, eu ainda não quero ir. Bufei irritada é desisti.


- Você tem que voltar minha menina.


- Eu não quero.


-Posso saber o motivo?.- neguei.- tudo bem, não posso lhe obrigar a nada.

Agradeci mentalmente por Minha babá ser legal em certas coisas e não querer saber o motivo dessas "certas coisas", ela saiu do quarto com um ar de decepção; o mesmo que ficou em um silêncio melancólico. Por alguns minutos refleti sobre tudo oque estava acontecendo e percebi que era idiotice da minha parte parar minha vida por um simple motivo...ou um simples alguém. Esse é o problema, esse alguém.


Senti minha palpebras pezare. E o sono tomar-me por completo.

















Notas Finais


Me descupem os erros e pela demora. Sei que o cap está curto mais farei de tudo para melhora, e a falta de comentários me desanima muito; eu não sei se gostarão ou não. ;-;


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