História I Can be your eyes - XiuChen-ChenMin - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Lu Han, Sehun, Xiumin
Tags Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol, Chen, Chenmin, Hunhan, Kim Jongdae, Kim Minseok, Luhan, Sehun, Xiuchen, Xiuhan, Xiumin, Yaoi
Visualizações 100
Palavras 1.980
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


[Desculpe os erros de português e outros erros]



~Boa Leitura

Capítulo 24 - Privado


Eu desaproximei nossos lábios e Min sorriu. Ele começou a rir de repente.

- Do que está rindo? - eu perguntei sorrindo.

- Você está me enrolando... só para não dar os motivos as estrelas...

- Eu? Foi você quem disse que podiamos esquecer o que estava a nossa volta, ou já se esqueceu? - ele riu.

- É verdade... - ele aproximou nossos rostos mais uma vez - Tudo bem... então... podemos fazer isso mais uma vez... - ele selou um beijo terno em meus lábios. Eu ri. 

- Você não vai parar de fazer isso, não é? - ele selou mais um beijo.

- Isso? Isso o que? - ele segurou o riso.

- Parece uma criança que aprendeu uma palavra nova e não para de usa-la... - ele riu.

- Estou colocando em dia os dez anos perdidos... só isso... - eu sorri.

- Só os dez anos? Você está colocando até os anos que ainda vão vir... - ele riu.

- Aah... talvez... - ele se deitou de bruços e apoiou a cabeça nas mãos e ficou me olhando. Ele sorriu com sua expressão fofa. Eu apoiei minha cabeça na minha mão para olhar Min melhor. Nam se deitou no nosso meio o que nos fez rir.

- Hum... acho que preciso voltar pra casa... - eu me sentei e Min também. 

- Ah... sério? - ele fez uma expressão triste fazendo bico. Eu ri.

- Sério... - eu afaguei sua cabeça como se fosse um gatinho. - Obrigado pelo piquenique... - ele sorriu. Ele engatinhou até mim e deixou nossos rostos bem próximos. Eu selei um beijo carinhoso em sua testa. Ele sorriu. Eu me levantei e ele também. Ele pegou Nam no colo e me levou até a porta. Eu abri a porta para sair.

- Chen... - eu me virei para ele - Você volta amanhã... não volta? - eu sorri.

- E você ainda tem dúvidas disso? - ele sorriu. Eu sai e peguei minha bicicleta. Min veio até mim com sua expressão fofa. Ele fechou os olhos e esperou pelo seu "beijo de despedida" eu aproximei nossos lábios em um beijo rápido e carinhoso. Ele sorriu. Eu afaguei a cabeça de Nam e sai pedalando de volta para casa.

Eu guardei minha bicicleta na garagem e subi devagar e sem fazer barulho para meu quarto, para não acordar meus pais. Eu me joguei na cama. Era obvio que seria dificil dormir. Eu passaria a noite toda pensando em Min e sobre o que ele disse. Mas ainda sim, depois de me revirar tanto na cama eu consegui dormir.

No dia seguinte eu acordei completamente disposto. Eu fiz tudo que fazia sempre que levantava de manhã. Me vesti. Escovei meus dentes. Lavei meus rosto. Pentei meu cabelo. Eu desci para tomar café. Minha mãe estava falando com o meu pai.

- Ai está ele, onde está o gato? - ele estava furioso.

- Bom dia mãe, e bom dia pra você também... - ele revirou os olhos - já disse que o gato é de Minseok... ele volto para ele...

- Otimo... Ah... e... você tem ido muito para a casa desse tal de Minseok... hoje você vai ficar em casa

- Ha, só por que você quer?

- Só vai sair daqui pra procurar um emprego ou algum lugar pra morar

- Então otimo... eu vou sair pra procurar emprego com o Min...

- Jongdae, você tem que ser um homem idependente... mas como vai ser isso se pra tudo precisa desse "Min" - ele fez um tom de voz estranho para falar o nome de Min, como se tivesse tentando me imitar.

- Isso não idependência... é aliança... união... todo o ser humano precisa disso... ah é... me esqueci que você nunca ouviu falar disso... você não sabe o que é ter qualquer tipo de sentimento por qualquer pessoa... - ele me deu soco que pegou em um canto na parte inferior dos meus lábios, minha mãe tampou o rosto e começou a choramingar - Viu? É o que você faz com todos nós e não só comigo! - eu passei a mão na minha boca para me certificar que não estava sangrando. Mas o pior é que estava.

- Jongdae, não vou perder meu tempo deixando outra marca em seu rosto. - Eu engoli seco, eu estava realmente nervoso com esse cara. - Vou apenas... ignorar você e deixar você aqui dentro de casa... no seu quarto durante o dia todo... quanto a sua bicicleta? Pode ir esquecendo... já está na hora de economizar e comprar um carro... uma moto... - eu revirei os olhos. 

- Isso já é demais... por que bateu nele? E por que ele não pode sair? - Minha mãe protestou.

- Você não vê o que está acontecendo? Essas pessoas com quem ele está agora... são as mesmas más companhias de dez anos atrás... não quero que Jongdae perca todos aqueles anos na China só por voltar a ficar com esses deliquentes...

- Eles não são deliquentes... - Minha mãe continuava seu protesto.

- Ah, não?

- Não... - ela olhou para baixo mas depois olhou para meu pai novamente. - Chanyeol e Sehun são grandes empresários...

- Não me faça rir...

- Baekhyun é um otimo professor, e Luhan cuida de Minseok, além de trabalhar duro durante a manhã... - meu pai bateu na mesa.

- Chega... - ele estava bravo - chega... - ele olhou para mim - Jongdae não vai sair com esses "moleques" enquanto ainda estiver na minha casa... 

- O que? 

- Isso mesmo... você tem andado muito estranho ultimamente... não quero isso pra você... quero o melhor pra você.

- E o melhor pra mim... é me privar dos meus amigos? E... me machucar?

- Eles não são seus amigos... eu sou! E isso não é nada comparado ao quem vem por ai se você continuar a me desobedecer!

- Com um belo amigo desses... quem precisa de inimigos?

- Chega Jongdae, eu só quero que se torne um homem de verdade! Arrume sua casa, seu emprego, e ai sim você pode fazer o que quiser... mas por enquanto... ainda sou eu quem manda em você...

- Você não pode fazer isso... eu não entendo... - eu olhei para ele - Por que está fazendo isso? Qual é o motivo?

- Eu já disse... só quero o melhor pra você! - ele virou a cabeça evitando olhar para mim - Acho que essas pessoas estão fazendo mal pra você...

- Você é o único que faz mal pra mim fazendo isso... - eu subi para o meu quarto. Eu tinha um plano: esperaria até que ele saisse de perto da porta e assim que ele saisse, eu sairia. Passaria a noite na casa de Min... talvez... mas não podia ficar ali...

Várias vezes ao dia eu saía do quarto e ia para a cozinha, fingindo ir pegar algo para comer ou beber. Mas a verdade é que eu ia para ver se meu pai ainda estava lá. Mas ele sempre estava sentado na sua cadeira, na cozinha, lendo seu jornal, e o pior de tudo é que sempre olhava para mim quando eu descia. Eu desisti do meu plano idiota. Eu me sentei na cama e abri a janela recebendo uma brisa suave no rosto. 

A janela! Era uma otima opção! Como ainda não tinha pensado nisso? Eu me sentei na beira da janela e joguei meus pés para fora, estava pronto para saltar para fora de casa mas ouvi passos vindo das escadas. Se fosse meu pai eu estaria perdido. Eu voltei a me jogar para dentro do quarto. Minha mãe abriu a porta.

- Querido... - eu olhei para ela.

- Sim? 

- Eh... - ela olhou para trás conferindo se meu pai estaria ouvindo ou não - Minseok está na porta... - eu fui até ela.

- Eu posso falar com ele?

- N-não! Seu pai vai te matar... só me diga o que eu devo falar para ele...

- Ah... bem... diga que me espere...

- Esperar?

- Sim... diga isso... por favor...

- Kim Jongdae, o que você vai fazer?

- Apenas diga isso e vou estar grato... - ela fez uma expressão preocupada.

- Você não pode se meter em encrenca, ouviu? Seu pai... eu nem posso imaginar o que ele vai fazer se você fizer alguma coisa...

- Não vou me meter em encrenca... - ela não pareceu acreditar mas mesmo assim desceu as escadas. Eu não consegui ouvir ela falando com Min. Esperei um pouco e voltei a me sentar na janela, mas antes me certifiquei e tranquei a porta, para que ninguém percebesse que eu não estava ali... para eles eu apenas estaria dormindo. Joguei meus pés para fora e pulei da janela. Eu caminhei lentamente até a porta da frente. Min estava sentado na calçada apoiando a cabeça nas mãos. Eu me aproximei devagar dele e me sentei ao seu lado. Ele me olhou preocupado mas mesmo assim sorriu.

- Por que não foi até lá? Você disse que ia... - ele parecia triste.

- Eu sei disso... - eu olhei para baixo - Desculpa... - eu sorri, com dificuldade graças a minha boca machucada.

- O que aconteceu? - ele passou a mão no local da minha ferida.

- Não é nada... - eu tirei sua mão delicadamente do meu ferimento e sorri.

- Eu não acredito que não seja nada... você tem que me contar...

- Não é nada... não se preocupe... - eu peguei sua mão e entrelaçei nossos dedos. Eu deitei minha cabeça em seu ombro.

- Chen... você sabe que pode confiar em mim... e pode me contar qualquer coisa... e que se precisar de ajuda... eu estou aqui... 

- Eu sei disso... - ele olhou para mim preocupado e eu sorri - Eu só... preciso de você... - ele sorriu ainda com sua expressão preocupada. Ele encostou sua cabeça na minha.

- Tem certeza que não precisa de nada?

- Só de você... - ele riu.

- Por que?

- Porque... você é uma especie de super-herói, entende? Com o seu "super sorriso" - ele riu - Está sempre salvando meu dia...

- Viu... se você precisa de um super-herói... é porque as coisas não estão nada bem... Chen... - ele ergueu minha cabeça para me olhar. - Eu preciso que me conte... por que está ferido?

- Não é nada - eu forçei um sorriso e engoli seco - Você não vai acreditar se eu te contar mesmo...

- Me conta...

- Eu fui atacado por um cachorro... ele era muito grande... ele pulou para brincar e o osso da sua cabeça bateu aqui... - eu apontei para a ferida na minha boca - e... acabou cortando...  não é nada demais... 

- Foi... só isso mesmo?

- Sim...

- E por que não veio me ver hoje mais cedo?

- Meu pai queria que eu ajudasse ele...

- Ajudar com o que?

- A... cuidar da minha mãe...

- Entendi... - ele não parecia ter acreditado nisso. - Chen... eu confio em você... por isso se estiver mentindo... se considere a pior pessoa do mundo... porque eu acredito! - eu ri.

- Tudo bem... - é... talvez eu seja a pior pessoa do mundo. Mas se eu preocupasse você... eu seria a pior pessoa do universo... - eu encostei nossas testas - Obrigado por vir... - eu sorri. Min ainda parecia preocupado mas apenas sorriu. Eu aproximei nossos lábios e selei um beijo terno nos labios de Min. Eu afastei nossos rostos.

- Seu pai precisa da sua ajuda... eu estou atrapalhando... - ele riu - Você precisa cuidar da sua mãe hoje... para que amanhã cuide de mim - ele sorriu e se levantou eu ainda segurava sua mão. Eu não queria que ele fosse embora.

- Certo... - eu me levantei também. Seria melhor se Min fosse embora agora... se ele ficasse mais um pouco... talvez... se meu pai visse ele... isso iria causar problemas graves para ele. Nós despedimos com um beijo terno e carinhoso. Min sorriu e acenou indo de volta para casa. 

Eu esperei até que ele desaparecesse na esquina para que eu escalasse minha janela, voltando para meu quarto.


Notas Finais


*to be cotinued*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...