História I Can Handle It. Taegi- EM CORREÇÃO - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Lemon, Lírica, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


não me batam pela
grosseira do suga

Capítulo 5 - Uma Cura?


Kim Taehyung:

Acordo me sentindo péssimo ao lembrar do frágil corpo de meu hyung jogado no chão sua mão abanava para que eu entrasse no quarto, ao entrar queria ficar olhando e me culpando, mas ele me obrigou a fechar a porta, antes que eu pudesse fechar ele solta um sorriso meigo e inocente.

-- Sou um babaca. 

Dei um murro na minha própria cama, já fazia diass que não via Yoongi, ele ficou uma semana fora tive que ser cuidado por uma substituta abusada, jovem de cabelos loiros que ficava se esfregando em mim, só queria ser tocado pelo o mais velho, e como sentia falta dos toques cautelosos que era obrigado a receber em feridas depois de surtos diários, estava cansado de ver a cara da loira então desço as escadas com muito silêncio para que ela não percebesse que fugi do quarto.

Corro para uma mulher que estava sendo barrada na porta, não podia acreditar era a mãe do Yoongi, vi a foto no celular dele uma vez, enquanto ele cochilava.

-- Por que estão barrando a senhora Min???

-- Senhor Kim, desculpe. -- O segurança falava nervoso.-- Achei que essa mulher estava maluca quando disse que vinha visita-lo.

-- Deixa-a.

Abaixei o olhar respirando fundo, será que dava tanto medo nas pessoas ao ponto de não poder nenhuma visita na vida? A mulher me acompanhou até uma pequena varanda com uma mesinha, minha responsável substituta aparece do lado da porta para que eu não machucasse a Sra. Min, ela tomou um gole da água ruim que tinha um gosto de tinta na pequena garrafa.

-- Então você é Kim Taehyung, não achei que fosse um rapaz jovem bonitinho. Ela rir

-- Esperava que eu fosse como? Apoio meu rosto em minhas mãos livres.

-- Gigante e intimidador, assustador na verdade.

-- Por que achou isso? --Me ajeito no acento com a cabeça baixa.

-- Por causa de nosso pequeno açucar –Ela me olha de um jeito compreensivo. Algumas pessoas estavam chamando o Yoongi de sugar então achei que "açucar" era como a sra.Min o chamava. Senti um peso em minhas costas, mas tenho certeza que esse peso nada se compara ao peso dos meus chutes em suas pernas, do peso das minhas lagrimas juntas com um sorriso que eu não consegui evitar. Aquele dia em que Yoongi não ficou comigo passa em minha cabeça como uma grande tela branca. Eu não lembro o que fiz e muito menos como fiquei assim, só me lembro de poucos minutos aonde falava com a voz amiga da minha cabeça. Eu dizia para ela que estava sozinho e ela me respondia com tanta ternura, ternura que acabou em uma violência repugnante.

-- C-como ele está? Eu não queria fazer aquilo, eu juro! –Apertava as mangas de minha blusa.

-- Certamente não quis. Ele esta bem, poucos roxos ainda são presentes em sua pele, mas sabe meu jovem... –Ela se levanta apoiando os cotovelos na varanda.--  Ele se recusa a lhe entregar, por quê?

-- Ele se recusa? –Falei impressionado erguendo a cabeça de um jeito rápido e confuso. Minhas costas pesaram em dobro com a confirmação de que Yoongi era honrado, ele cumpria sua promessa mesmo que eu soubesse com toda a certeza que ele me odiava naquele momento.

– Sim, mas ele está muito medo, entende? Não posso deixar o futuro do meu filho se desfazer, ele não deixa entrega-lo, ele não deixa-me chegar perto... – Ela suspira.– Quando ele dormia, pude escutar ele chamando por você. –Não conseguia responder. --Você tem que visita-lo ele era um furacão cheio de determinação, tem que concertar o que você quebrou!

Sra.Min havia ido em bora ela voltaria no dia seguinte, não sabia o que fazer, não sabia como fazer, como faria Yoongi voltar ao seu normal? Nem podia me manter, imagine fazer alguém perder o medo de algo.

Medo... Ele está com medo de mim, me cobri o resto do dia todo nos lençóis brancos padrão pensando nessa palavra, tinha a esperança de que Yoongi fosse o único que não tivesse medo de mim, mas é tão obvio seu desespero que sua mãe veio aqui. Isso me deixou acabado de fato, choraria se não fosse o culpado de tudo isso.

Dia seguinte

Coloquei minhas antigas e únicas roupas tinha passado a vida todo nesse asilo, tudo o que tinha fora esse uniforme era curta nas calças e frouxa na blusa, parecia ter saído de um seriado dos anos 60, rir de si olhando para o espelho se não conseguisse fazer Yoongi voltar ao normal, pelo menos faria gargalhar de sua roupa ridícula.

A Sra.Min sorriu de longe com um sorriso muito semelhante do meu hyung, dentes pequenos com uma gengiva rosa. ele acenou me pedindo para ir até ela. Se encontrava em frente a seu carro preto.

Ela segurava um bolinho para mim gentil e amável, ela me dá um abraço e me leva até a casa de Yoongi, aquela casa me deixou surpreso com a semelhança do asilo, era tudo rústico e perfeitamente arrumado o lugar era arejado e tinha as suas janelas por vez abertas dando um brilho admirável a casa, menos por um canto da casa que parecia exalar trevas com sua porta fechada, Sra. Min bate na porta do filho e ele não responde, ela me explica que provavelmente estaria dormindo, acredito pois afinal o mais velho dormia muito me sento no sofá com sra.Min olhando algumas fotos antigas, que me fazia rir e espantar o nervosismo.

Senti inveja de ter uma casa e uma mãe. Quando era mais jovem pensava em ter uma família quando fosse adulto. Aparentemente esse sonho se perdeu quando os surtos comeraçam, nem mesmo tentava estudar para ter tanto esse futuro que eu sonhava em ter. Engraçado que nunca tive um exemplo certo de família. Tudo o que se passava em minha cabeça era em sra.Jung e o cachorro de cor mostarda que no tempo era um pequeno e adorável filhote perdido. Assim como o cachorro não tive oportunidades de ter uma familia.

Me senti em casa pela a primeira vez em um ambiente que não fosse meu quarto de asilo/ hospício. "Você é muito gentil" falei para sra. Min que parecia ter esquecido o real objetivo de me trazer aqui. talvez ela também se sentisse sozinha,

Esse sentimento passa com um pulo da sra. Min, ela sai de perto do sofá olhando para a parede ey não teria coragem de olhar para trás pois sabia que o estrondo da porta se chocando ao ser aberta era Yoongi, me viro me levantado e o olho sem reação ele tinha alguns poucos roxos na perna seu cabelo estava uma completa bagunça, era ainda mais pálido.

-- Hyung... Me descu...

-- O que você faz aqui? – Ele fala.

-- eu só...

-- Saia dessa casa agora! –Ele grita de uma forma grossa.-- Ou será que vai machucar minha mãe e abandona-la no corredor também!?

Minha boca não podia ser fechada, eu sabia que escutaria esse tipo de coisa, mas eu não podia lidar com isso, de fato não podia, apenas saí correndo pela a porta, nem mesmo tinha esperança de que alguém me seguisse pois isso de fato não aconteceria.

Algumas horas depois

Já era fim de tarde estava faminto e perdido me encolho no chão de uma pequena praça ao lado de uma árvore, só podia olhar para meus chinelos e tornozelos que não eram cobertos pela a calça.

– Hyung idiota.

Cuspo essas palavras antes de explodir em lagrimas, apertava meus olhos contra meu rosto, prendia minha respiração, furioso, triste e decepcionado. Todo aquela sensação de liberdade que eu senti antes parecia um monte de bobagens vendo que agora tudo o que se passava na minha cabeça era uma versão aonde teria que viver nas ruas porque não sabia voltar para meu lar

Mas tudo parou assim que recebo um abraço aconchegante, um abraço tão bom que nem mesmo me importava se fosse um estranho, não era um estranho, tinha aquele cheiro doce de melão e cabelos pretos. Só podia ser ele, ou eu queria acreditar que fosse.

 Chorei por minutos e mais minutos sentindo suas mãos reconfortantes passarem por minhas costas em busca de me acalmar, ergo a cabeça ainda com cara de choro e me deparado com Yoongi em pessoa, ainda de pijama e cabelos bagunçados, ele parecia suado.

-- Você não precisa -- Falei me encolhendo

-- Me desculpe, Tae

Ele me abraça mais forte e então ergue minha cabeça dando beijinhos em meus olhos marejados pedindo desculpas constantemente, ele me olha com serenidade e me deposita um beijo simples mas ao mesmo tempo tão complexo, não podia entender nada desse beijo principalmente porque nossos lábios tinham uma intimidade muito forte. Ri anasalado entre o beijo lembrando que Yoongi me fez acreditar que aquele beijo de antes tinha sido fruto da minha imaginação, apenas apoiei minha cabeça sobre seu ombro regulando minha respiração por causa das lágrimas, respirava fundo o cheiro da grama úmida e aproveitava a sombra fria da árvore até que adormeço e acordo em um carro, apenas viro o rosto para a janela voltando a dormir, Yoongi estava me levando para o asilo novamente.

Um segundo beijo... Será que foi apenas minha imaginação novamente? Não... Yoongi me olhava com um brilho no olhar que fazia me ofegar, olhos pretos e brilhantes os quais tentava evitar por não me sentir no direito de apreciar.

Durmo novamente  ~ No carro

Acordo preguiçoso me obrigando a andar até o quarto mesmo que tivesse o corpo de Yoongi me apoiando pelos ombros, meus olhos se recusavam a abrir me deixando ser guiado pelos passos do hyung e muito menos quando cheguei na cama o puxando para mais um abraço, ele se solta do abraço dando pequenas risadas, começava a tirar minha blusa coisa com que já estava costumado por parte de outros médicos, ele estava visivelmente corado.

Sorrio vitorioso quando ele se levanta e tira minhas calças, ele mantinha o olhar erguido para a janela tentando não olhar, me veste novamente com toda a cautela possível e então para as mãos em meus ombros dando mais um beijo curto e sem intriga, fico lá deitado por horas diria, minha cabeça doía e não conseguia dormir.

Resolvo levantar e procurar por Yoongi que estava em um quarto (escritório de pesquisa) ao lado dançando de jeito cômico em meios a toda aquela montanha de livros e um computador ligado, começo a rir com o nariz entupido ele vem até mim e pula em meus braços, quase me desequilibro, mas seguro suas coxas que me envolvem.

-- Eu achei um jeito de te curar! –O mais velho disse.

Minha boca caiu no chão na hora, apenas fiquei olhando ele sorrir sem conseguir parar.

 


Notas Finais


to emotiva


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