História I Can Handle It. Taegi- EM CORREÇÃO - Capítulo 7


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Palavras 2.245
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Lemon, Lírica, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


vai ter 12 caps,
notas lá em baixo.

Capítulo 7 - 3:00 a.m - hot


Fanfic / Fanfiction I Can Handle It. Taegi- EM CORREÇÃO - Capítulo 7 - 3:00 a.m - hot

Kim Taehyung:

 

Já fazia semanas que fazia exames seguidos de exames por Min Yoongi, ele provavelmente esperava que eu estivesse um poço de esperança, afinal estávamos perto de poder fazer algo que podia me salvar, mas naquele momento me via no espelho e só enxergava uma pessoa infeliz que não tinha nem mesmo força para andar até o outro lado do corredor, esse não era eu, naquele momento tudo aquilo estava me matando, ele entra no quarto com um sorriso meigo acariciando meus cabelos como de costume, retribuía dando um pequeno sorriso triste, estava cansado demais até para falar.

Ele começava a ler algumas histórias para mim, era confortante ele me tratava com tanta atenção que poderia me sentir culpado por um simples paciente como eu roubar tanto tempo de um estudante de psiquiatria, não que ele tivesse começando a trabalhar com isso, mas estava perto e isso me mantinha forte, saber que meu hyung teria o que queria -Um posto de alto nível.- Depois de toda aquela leitura atenciosa tive que receber as velhas picadas com as quais já estava me acostumando.

Mentira! Murmurei sem perceber que mantia uma conversa interna em minha mente enquanto levava mais umas picadas, ele questiona o que eu falei tendo que ele não entendeu muito bem, não estava me acostumado, não queria esse tratamento, o quarto já era dominado por nosso gritos teimosos e incapazes de se compreender.

-- Você vai morrer se não fizer isso! –Ele falou balançando a cabeça negativamente, veio a mim segurando minha mão e implorando para que eu sobreviesse.

-- Você não entende! Eu não tenho nada fora desse lugar, se for para morrer! Que seja! não me importo.-- Ele me olha com uma expressão de decepção e desprezo, ele se retira do quarto, aquele olhar permanecia na minha cabeça, queria correr atrás dele, mas não conseguia, não tinha forças para isso. Um grito exasperado sai por minha garganta me arrependo de recusar toda a ajuda do mais velho, ainda sim tão emotivo continei gritando tirando todas aquelas sondas e jogando aqueles aparelhos médicos fora, abri a gaveta com fúria revirando tudo e jogando as infinitas agulhas no quarto no quarto, fui contido por 5 enfermeiros grandes e fortes, ambos com expressões assustadores, sentia meu corpo pesado sobre aqueles braços que me prendiam na cama, podia ver de canto as enfermeiras cochichando enquanto arrumavam toda aquela bagunça que havia proporcionado.

Como? Como tiver força para guardar toda essa raiva dentro de mim se não tinha forças para correr atrás do meu hyung? 

Passava horas que estava preso naquela cama, às vezes choramingava sentindo faltas dos beijinhos carinhosos de meu hyung, queria escutar mais uma de suas histórias ou escutar lorotas sobre sua infância, finalmente sou solto de minha contenção para que pudesse assinar o termo que impedia que eu fizesse o tratamento, estava tão confuso e magoado que não poderia assinar aquilo agora, queria mais uma vez ver rosto meu hyung, queria abraça-lo, queria fazê-lo sorrir.

Me apoiando na cama me levanto com dificuldade sentindo-me enjoado com um gosto ruim e acido na boca por todos os calmantes que tive que tomar, fui a secretaria perguntando sobre meu hyung, ninguém sabia responder, tive a esperança de acha-lo na sala de pesquisa, mas havia me enganado, nem sinal dele eu respirava forte me sentindo derrotado, afinal já imaginava que Yoongi estaria em sua casa me odiando por jogar todo o seu esforço em me fazer ficar melhor fora, não suportava essa ideia.

3:00a.m

Todos dormindo, menos eu por todo o tempo que dormi durante o dia, estava tão entediado que peguei minha pequena bola amarela de estresse e aperto-a por minutos longos, batia com a bola na parede de forma rítmica e constante até que para sentindo seu coração doer pensando sobre tudo que havia acontecido em apenas um dia, coloquei a bola sobre seu peito respirando fundo, meus olhos marejados não queriam chorar, ergui a cabeça levando um susto, acabei de ouvir a nota solta e aleatória de um piano.

 Imaginava que podia ser um bixinho travesso na sala de música, despreocupado resolvi zanzar por aqueles corredores escuros de forma destemida, fiz uma careta quando escutei a porta da sala de piano ranger ao ser aberta.

Min Yoongi estava nessa sala, chorando, com um único dedo encostado em uma única tecla.

 -Hyung você... –Falei receoso esperando que ele me mandasse em bora, mas ao contraio disso ele veio até mim com suas lagrimas e me beijou, me beijou de um jeito intenso e feroz que até duvidava que fosse Min Yoongi, me separo do beijo levemente ofegante pondo minhas mãos sobre seu rosto dando um apoio para que ele olhasse para mim, mas o menor de cabelos pretos e pele branca se recusava, ele olhava para todos os pontos possíveis menos meus olhos, ele ainda estava furioso por minha ideia de não fazer o tratamento. Varias coisas podiam passar na minha cabeça em busca de conforta-lo mas a única coisa que saiu foi um simples pedido de desculpa.

--Não-- Ele respondeu puxando meus pulsos para longe de seu rosto.

-- Me desculpe. -- Repeti 

-- Não!-- Ele repete com um tom mais alto dessa vez, começa a andar apressado para perto do piano novamente tocando de forma grotesca e confusa, fazendo apenas barulho diria, corro em direção a ele segurando seus braços, eram três da madrugada todo esse barulho acordaria muita gente, ele puxa seus braços com raiva então me ajoelho no chão o virando para mim, grudo nossas testas em busca de acalma-lo, ele afasta o próprio rosto olhando para minhas mãos. Não pude imaginar a quantidade de horas que ele passou nessa sala depois da nossa briga apenas pensando em minhas palavras e lembrando e relembrando o quão estava furioso pela perda de tempo que teve em limpar meus vomitos graças as baterias de remédio. 

-- Droga Yoongi! –Falo firme, minha voz é grave e sei que isso causa um grande impacto no mais velho, pude ver ele travar completamente com minha autoridade, mesmo assim ele me olha indiferente erguendo o nariz e dizendo que eu era um burro por negar ter uma vida saudável.

-- Eu não vou fazer o tratamento, porque é minha escolha –Falo calmo, mas isso parece piorar ainda mais as coisas, ele começa a da tapas em meu peito, me levanto saindo de sua frente e me sentando do seu lado o puxo de onde estava sentado pondo em meu colo, prendo seus braços atrás das costas, ele estava completamente incapaz naquela posição, podia ver suas pernas tremerem e seu rosto corar, ele bufa olhando o teto e respiro fundo pondo minha cabeça sobre seu ombro.

-- Yoongi... Por favor entenda meu lado.. –Falei baixinho ainda prendendo suas mãos, solto elas devagar certificando-me que não levaria mais tapas, ele põe sua mãos gélida sobre minha nuca, não parecia querer dizer nada, aquele momento poderia durar para sempre, mas era impossível com ele naquela posição, afago suas coxas deixando meu nariz esfregar na roupa de Yoongi, nem mesmo notei quando tomei tal atitude. Passei tanto tempo preso na cama sem saúde para agir que nem mesmo me lembrava quando isso tinha parado.

Os beijos quentes.

Os chupões discretos.

Os afagos.

Eu sentia falta do meu hyung, meu corpo parecia querer gastar toda a energia que não tinha se deliciando com o corpo alheio. Isso também seria um pedido de desculpas?

Eu sabia que ele também sentia falta de minhas mãos em sua bunda e das palavras quentes que não conseguia evitar falar quase que diariamente. Ele não resistiria. Eu queria que ele não resistisse.

Ele se empina mais quando levo minhas mãos até suas nadegadas buscando por mais contato de minhas mãos que aos contraio das suas estavam quentes, subo minha mão até sua cintura tirando sua blusa prontamente, um segundo foi o bastante para que eu pudesse apreciar seu corpo. Mordo o lábio olhando para o mais velho, ele continuava com aquela expressão decepcionada de mais cedo mas seu rosto parecia queimar em um rubor, ele queria que eu o tocasse. Yoongi envolve em meus fios de cabelo castanho aproximando minha cabeça de seu pescoço, distribuo beijos e poucas chupadas francas e quentes por seu pescoço e toda a extensão de seu abdômen, ele se rebolava um pouco dando inicio à ambas ereções, eu arfava de forma tímida aquelas reboladas estavam me deixando entorpecido, tiro minha blusa jogando em qualquer canto, podia escutar a chuva do lado de fora do prédio deixando o lugar abafado.

-- Está com calor hyung? –Falo o trazendo para mais perto passando a língua em sua pele, ele aperta forte meus ombros afirmando com a cabeça, rio anasalado o levantado e colocando na beira na janela, tiro suas calças puxando cautelosamente, abro a brecha da janela vendo um pouco de chuva escorrer por suas coxas, me coloco sobre suas pernas arrastando nossos o membros de forma lenta. Ele ofegou ao me ter no meio de suas pernas. A quintura da sala era muito diferente à a brisa fria e molhada que saia da janela. beijei seus labios novamente aprofundando o beijo, ele arrastava sua lìngua na minha empinando um pouco o quadril para frente, sua cueca parecia não querer mais segurar suas partes. Yoongi estava tão fodidamente duro e tão fodidamente fodível. Mas ele parecia receoso em gemer ou fazer algo. Talvez por ainda ter um sentimento de raiva pelo ocorrido de hoje.

-- Hyung, não precisa se conter –Dou uma apertada em sua bunda recebendo um tapa em resposta bravo em resposta.

-- Eu ainda estou com raiva! -- Ele falava com os olho fechados e jogando a cabeça pra trás até enconstar na parte da janela de madeira que estava fechada, franzo o cenho fazendo nossos corpos chocarem em pé.

-- Ótimo que esta com raiva, assim não preciso me preocupar em ser delicador, Huh? -- Ele pareceu duvidar.

-- Fala o frouxo que não aguenta algumas agulhas -- ele falou debochado. Ergui uma das sombrancelhas "Yoongi... nâo devia ter tido isso" falei esfregando minhas mãos em seus testículos.

Ele arfou recebendo uma mordida na orelha, o jogo no chão e o viro pondo-o de quatro, dou um tapa em sua bunda rasgando a única peça de roupa que restava.

-- Idiota!Ele resmunga grudando a testa no chão, rio em seguida ficando de joelhos atrás de Yoongi.

-- Esse idiota te deixou assim? Falo pegando em seu membro pulsante. Ele gemeu fechando o punho, e responde com um sim abafado.

-- Ótimo, -- Respondo curto tirando minhas calças e esfregando a ponta do pau em sua entrada, ele rebolou um bolo daquela forma de quatro e molhado pelas poucas gostas de chuva que pareciam querer evaporar por fogo que o corpo de Yoongi tinha, coloco bem devagar vendo-o gemer de dor.

"Isso dói", ele falou insistindo em contrair a sua entrada querendo me expulsar. Tiro meu membro roçando em sua bunda, o deito de frente para mim e seguro suas pernas com uma de minhas mãos e com a outra começo uma masturbação, a voz do mais velho estava tremula e seu rosto entregava seu prazer.

-- Posso agora hyung...? Falo meio que babado pela visão pornográfica do corpo de Yoongi aberto daquele jeito. engolindo a seco fechando os olhos por um segundo para me conter.

-- Não

-- Hyung, não seja tão mau... –Começo a esfregar-me em sua bunda mais rápido enquanto ao aumento a velocidade da masturbação, suas costas arqueiam abrindo mais suas pernas.

-- Eu preciso... Falava fechando os olhos para não gozar ali mesmo com aquela cena.

-- Você vai fazer o tratamento? –Falava com uma voz arrastada que me fez arrepiar, neguei com a cabeça contraindo os lábios.

-- Então não. --Ele responde gozando em minha mão, abaixo o olhar passando minha mão sobre seu abdômen arrastando todo o gozo para a ponta de meus dedos, eu estava tão duro, lambi meus dedos sentindo meu pau pingar.

Me afasto procurando por minhas vestimentas, precisava correr de lá para não estuprar Yoongi, principalmente com ele negando de forma tão maliciosa, mas fui puxado pelo o pulso me sentindo esperançoso com razão, Yoongi me deita no chão engatinhado sobre mim, ele me da mais um beijo intenso e se senta sobre meu membro, gemo em um reflexo rápido e inesperado, Yoongi tapava minha boca para que ninguém pudesse acordar. Estava prestes a gozar, sexo rápido e suado, o ajudo a cavalgar sobre mim mesmo sem forças para isso. A sensação era como se estivesse sendo esmagado por sua bunda farta que sentava e rebolava em mim com tanta vontade tendo uma seu rosto uma expressão perversa com cabelos desgrenhados. Eu parecia não caber ali, era como se o interior do meu hyung queimasse minha pele de um jeito tão bom que não consegui me conter e gozei logo. Yoongi praticamente se contorceu ao ter tanto dentro de sí.

Os dois se olhavam de forma cansada, deitados ambos um de cada lado, dou um beijo carinhoso no mais velho pedindo desculpas mais uma vez por me recusar a fazer o tratamento, Yoongi me deixa sozinho no chão coberto de gozo, suor e lembranças quentes, mas acima de tudo com um aperto triste no coração, me levantei e fui para meu quarto assinando de vez meu nome no papel.

-- Pronto!-- Falei me olhando no espelho, não seria mais obrigado a nada, nem que isso o matasse.

 


Notas Finais


Park Jimin homen vai brotar no próximo cap


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