História I Can See Through You - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Deadpool, Homem-Aranha
Personagens Flash Thompson, Gwen Stacy, Mary Jane Watson, Peter Parker, Wade Willson (Deadpool)
Tags 100temas, Spideypool, Stony
Exibições 715
Palavras 2.992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, pessoas! Eu demorei muuuito pra atualizar, eu sei, não vou tentar achar desculpas...
Só uma (que nem é tão desculpa assim): eu ia postar semana passada, mas passei mal e deixei pra essa semana.

Capítulo 27 - Não ouse!


Meus pulmões pareciam ter dobrado de tamanho quando eu acordei de madrugada, na casa de Wade. Um sonho havia me despertado mais uma vez, fazendo eu ter que me sentar na cama, assustado. Meu coração estava acelerado e eu demorei alguns segundos para finalmente conseguir respirar direito, podendo me acalmar. Eu havia tido um pesadelo, mas dessa vez com minha tia; sonhei que a estava perdendo em um acidente de carro.

A sensação de estar sendo observado me fez fechar os olhos novamente, apertando o lençol entre meus dedos. Alucinações não eram um bom sinal, principalmente quando começavam a ser frequentes. Wade está aí de exemplo: um completo idiota que alucina com vozes em sua cabeça. Não querendo ficar parecido com certos indivíduos, tomei mais uma grande quantidade de ar, abrindo os olhos devagar, de forma desconfiada. Olhei de uma vez ao redor do quarto, parando meu olhar na janela, vendo um rosto conhecido próximo a ela.

Eu não sei por que continuava vendo minha mãe, mas eu sabia que era apenas uma alucinação idiota. Ela não estava ali, ela nunca estava.

— E então, pesadelo ou sonho erótico? — Wade perguntou baixo, passando o braço por minha cintura. Olhei para ele e, quando voltei meu olhar para a janela, a visão de minha mãe já havia sumido. — Uma vez eu sonhei que eu tava transando com o Jabba. Acordei que nem você. 

— Argh, volta a dormir. — me deitei de novo, agora tendo a difícil tarefa de apagar da minha mente qualquer coisa ligada a Star Wars.

— A pior parte é que nem foi um pesadelo. Foi mais um sonho erótico mesmo. Eu lembro que eu tava quase— Wade parou de falar quando eu o joguei no chão, passando a aproveitar o espaço da cama só para mim, esticando meus braços e pernas.

— Continue falando do seu sonho erótico com o Jabba e essa será sempre a minha resposta. — falei baixo, ouvindo o barulho das minhas juntas estalando. Até que a cama dele não era tão ruim de se dormir sozinho.

— Não precisa ficar com ciúmes, Petey, eu só sonhei com isso uma vez. Minhas fantasias eróticas geralmente envolvem unicórnios e você. Algumas vezes você em um unicórnio. Oh, pelo amor da minha Twilight Sparkle, eu acabei de ter uma ideia!

— Não. Não vai rolar. — me embolei na coberta, querendo perder minha audição para não ter que ouvi-lo falar bobagens.

— Mas eu nem disse o que é.

— Eu não ligo, a resposta ainda é não.

— Não seja malvado comigo, baby boy… Me dê dois meses e eu aposto que você—

— Não quero saber. Boa noite. — o interrompi antes que ele me traumatizasse ainda mais com ideias sem sentido - e pornográficas - que envolvessem unicórnios.   

Fechei os olhos e comecei a dormir, sentindo o colchão se mexer quando Wade se deitou na cama novamente. Ele pareceu incerto sobre me abraçar ou não, o que eu confesso ter achado ótimo, e demorou um pouco antes de passar o braço pela minha cintura e me abraçar por trás. Posso dizer que era bom dormir daquele jeito.

Ou tentar, pelo menos.

— Petey... — ele disse em um sussurro longo, prolongando cada sílaba.

— Hm?

— Quer passar o resto da madrugada fazendo sexo comigo? Tipo, muito mesmo. A noite inteira e um pedaço do dia.

— Pelo amor dos deuses, vá dormir, Wade. — controlei a vontade de rir, ouvindo-o resmungar como uma criança.

— Eu não consigo, você me acordou. O mínimo que pode fazer é satisfazer meus desejos pessoais. É sua obrigação como meu namorado!

Mordi o lábio inferior quando ele disse aquilo. Se eu não estivesse tão cansado, até daria uma chance. Espera. Namorado?

— E-eu não sou seu namorado.

— Continua insistindo nisso? Sabe de uma coisa, quando eu virar presidente, essa será uma nova lei: acordou tem que dar.

É, ele tinha mesmo problemas, coitado.

— Até lá, tome um copo de leite quente que o sono aparece. — falei puxando o cobertor para cobrir meus ombros, quase dormindo mais uma vez.

— Leite? Gostei da ideia. — o tom de voz de Wade era malicioso, o que me fez dar uma cotovelada no estômago dele, que gemeu de dor como resposta. — Okay… Acho que o sono apareceu agora.


 

Pela manhã eu acordei cedo, pouco depois das 7h00. Minha primeira prova começaria apenas às 10h, o que me dava tempo o suficiente para tomar um banho, tomar meu café da manhã e ainda estudar um pouco.

Ou, mais uma vez, pelo menos tentar.

— Não é bom estudar pouco antes da prova. — Wade apareceu atrás de mim, tomando o livro da minha mão. Eu estava sentado no sofá, concentrado em minha leitura, e só precisava de um pouco mais de tempo para estudar. Era tudo o que eu queria. Mas é claro que isso era uma tarefa difícil de se cumprir estando na casa de Wade Wilson.  

— Eu teria estudado antes, mas você me atrapalhou.

— E você bem que gostou. — ele jogou o meu livro no chão - eu repito, ele JOGOU o meu livro no chão - e se sentou ao meu lado no sofá.

— Você tirou o dia pra me irritar mais do que o normal ou é só impressão minha?

— É impressão sua, Petey. Você que tirou o dia pra me irritar quando me acordou no meio da madrugada e não foi pra transar.

— Da próxima vez eu terei um pesadelo mais silencioso, eu prometo. — falei sarcástico, tentando me levantar, mas Wade segurou meu braço e me puxou para o sofá mais uma vez. Parece que eu não posso fazer nada que eu quero nessa casa.

— Qual foi o pesadelo? Ainda sonha com seus pais ou, como eu, está sonhando que o Thanos está te atacando com um exército de vacas?

— Você tem medo de vacas? — mordi o lábio inferior, porque eu não queria rir do medo dos outros, mesmo sendo um medo bem ridículo.

— Não, tsc, claro que não. Por que eu teria medo de vacas? Digo, não, não, eu não tenho. Só prefiro elas mortas, cortadas em bifes bem passados. Só não diga isso à Hellcow.  

— Quem?

— Deixa pra lá, um dia apresento vocês. Mas e aí, me fala sobre seu pesadelo! Seus pais de novo, né?

— Não dessa vez... — falei baixo, com um sorriso bobo no rosto. Wade era meio tapado na maior parte do tempo, mas prestava atenção nas coisas que eu falava. Às vezes eu nem precisava falar, já que ele investigava, invadia minha privacidade e fazia perguntas sobre mim a qualquer um. — Eu sonhei com a tia May. Minha mãe só… estava lá, em pé ao lado da janela.

— Temos um fantasma na minha casa? Isso é incrível! Podemos chamar os Winchesters?

— É claro que não podemos. Eles sempre escolhem o caso que querem.

— Existem exceções! Mas esse não é o ponto. Como assim sua mãe estava em pé ao lado da janela. Ela está morta!

— Obrigado pelo aviso, eu não sabia disso. — cruzei os braços, olhando para o outro lado.

— Petey…

— Ela está lá! Eu a vejo em todos os lugares que eu vou. É como se… eu sei que não é ela, mas é tão real. Consigo sentir o perfume dela. Talvez esteja aqui por um propósito ou—

— Como um cara que convive há anos com duas vozes, escute o que eu vou dizer: ela não está lá, seja lá o que for, não é a sua mãe. Precisa descansar um pouco, descansar a cabeça. Não se preocupe, os primeiros dias enlouquecendo são difíceis, mas você pega o jeito com o tempo!

Eu não estava enlouquecendo!

— Mas—

— Não tem nenhum “mas”. Eu estou certo, você errado. — Wade se esticou em cima de mim para pegar algo debaixo do sofá sem precisar se levantar. Enquanto ele fazia aquilo e aproveitava para passar a mão em partes do meu corpo que não precisavam ser tocadas, eu me concentrei em ignorar os toques e aceitar que eu estava cansado e minha mente estava me pregando peças. — Eu tava mexendo na sua mochila—

— Estava o quê? — perguntei irritado, quando ele se afastou e me mostrou um portfólio meu. Eu prefiro nem saber o que ele estava fazendo debaixo do sofá.

— Mexendo na sua mochila. — ele repetiu na maior cara de pau. — Achei isso. O que é?

— Um portfólio.

— Isso até eu percebi. Mas porque um portfólio pra essas tralhas? — Wade abriu a pasta e apontou para algumas reportagens de uma revista de história que eu havia guardado ali.

— Antes de seguir com exatas eu ia fazer faculdade de história, mas desisti.

— Isso explica muito. Sabe, você mal saiu das fraldas, mas tem pensamentos de um velho de 70 anos. Olha só, tem até pornô aqui. — o “pornô” era uma pintura renascentista de uma mulher semi nua. — Você usa isso daqui pra fazer mais do que estudar que eu sei! — falou maliciosamente, sorrindo pra mim. Eu não merecia aquilo.

— Posso voltar a estudar agora?

— Nops. Por que tanta foto dessa coisa velha? — Wade virou o portfólio pra mim, exibindo uma foto de um relógio de bolso.

— É um dos primeiros relógios de bolso da história.

— Ah, sim. Uma tralha velha.

— Não é nenhuma “tralha velha”. E tem um significado pra mim… — completei baixo.

— O meu também tem. Ele mostra as horas. — Wade puxou a manga de seu casaco, mostrando o relógio de pulso da Hello Kitty. — Okay, você fazendo essa cara eu não resisto. O que essa tralha… Esse lindo relógio te fez?

— Não é nada demais…

— Você começou, agora termina!

— Pedindo assim, tão gentilmente, eu nem sei como negar. — usei sarcasmo mais uma vez. — E, por favor, não ria da minha cara por dizer isso. Eu já disse que não é nada, é só uma coisa idiota…Quando eu era mais novo, eu pensava que um dia eu encontraria esse relógio e o daria para o tio Ben. E então... Depois de... Enfim, eu continuei pensando que o encontraria, mas o daria para a tia May. Acho que ela iria odiar. Ela está sempre dizendo que os tempos mudaram e que devemos nos adaptar com a modernidade.

— E por que desistiu da ideia? É um péssimo presente, realmente ruim, mas é a sua cara.

Aquilo era um elogio ou um xingamento?

— Não consegui encontrar. Ninguém consegue, na verdade. Tá no mercado negro. Europa, provavelmente. — tomei o portfólio de sua mão, fechando-o e o colocando na mesa de centro. Quando tentou alcançá-lo, acertei um tapa em sua mão. A criatura parecia não desistir mesmo de me irritar. — Wade, eu tô com fome. Seu armário só tem coisa velha.

— É vintage.

— Ah, claro, um cereal com mofo é vintage.

— Proteína.

— Proteína? Você come aquilo?

— Qual é a resposta certa? — ele perguntou, me fazendo rir. Sim, ele comia aquilo. Espero sinceramente não pegar nenhuma doença dele. — Sei onde a gente pode comer. Vamos.

Wade não esperou que eu pegasse minhas coisas, só saiu me puxando. Tive que lembrá-lo que graças a curiosidade dele, minha mochila estava revirada e agora eu tinha que juntar tudo. Depois de finalmente me arrumar, saímos do apartamento. Wade, como sempre, estava de preto de cima a baixo, parecendo um assaltante de posto de gasolina.

Ele parecia bem tranquilo olhando pro nada, seus olhos meio amarelos pareciam desligados do mundo, como se ele tivesse viajando completamente na maionese. Com ele era algo comum demais para que ele fosse considerado normal.

Droga, mesmo assim eu gostava dele. Mesmo ele sendo meio lesado. É, vida, obrigado por continuar me fazendo de otário.

Antes que entrássemos no elevador, desci meu olhar de seu rosto por seu braço, parando o olhar em sua mão. Ainda sem saber se devia ou não, eu estiquei minha mão até a dele, apertando-a contra minha, segurando devagar.

— Não ouse! — o cortei quando ele abriu a boca para começar as piadinhas.

— Você quem manda. — Wade apertou minha mão, entrelaçando nossos dedos. A porta do elevador estava quase fechando quando uma senhora apareceu no corredor e eu segurei a porta para que ela entrasse também. A senhora parecia ter uns 60 anos e era até bonitinha, parecia ter saído de um cartoon.

— Bom dia. — a cumprimentei quando entrou no elevador, mas ela me olhou com desgosto e apertou o botão da portaria. — O que eu fiz? — perguntei em um sussurro para Wade.

— A parede do meu quarto faz parede com o dela. — Wade respondeu. Não entendi o que isso tinha que a ver com ela estar brava, mas então me dei conta de que tínhamos sido um pouco… barulhentos na última noite. Desviei o olhar e baixei o rosto, não aguentando mais um segundo com a coitada ali.

— Eu sei que a senhora gosta de ouvir! — Wade gritou para ela, quando saímos do elevador. Ela mostrou o dedo do meio para ele e saiu andando, segurando sua bolsa junto ao corpo.

— Você é horrível.

— É meu charme.


 

Eu gostaria de dizer que me surpreendi quando Wade parou na porta do bar de mercenários que ele frequentava, mas eu já imaginava que iríamos ali. O lugar estava quase vazio, só havia Jack e alguns outros homens bebendo ou desmaiados sobre a mesa. Jack quando me viu ficou me encarando e não desviou o olhar nem quando eu me sentei no balcão, ficando frente a frente com ele. 

— Você é mais bonito ainda sem máscara. — ele comentou.

— Obrigado, eu—

— Tira o olho, Jack. — Wade disse ao meu lado. — Vou trazer algo para comermos. O que vai querer?

— Um cachorro quente com muita mostarda, obrigado. — Jack disse antes que eu sequer abrisse a boca.

— Eu tava falando com o Petey.

— Um cachorro quente com muita mostarda. — ele repetiu sério, ainda me encarando. Se eu não tivesse desconfortável, provavelmente teria rido da cara dele.

— Qualquer coisa comestível seria bom.

— Eu volto já. — Wade me deu um beijo no rosto, saindo do bar logo em seguida. Fiquei observando ele atravessar a rua e se distanciar, mas tive que quebrar o contato quando senti a mão de Jack passando tão próxima ao meu rosto que ele quase furou meu olho.

— O que tá fazendo?

— Vendo se você enxerga mesmo. — ele sacudiu a mão na quase na minha cara mais uma vez.

— Sim, eu enxergo. Agora pare com isso, por favor. — reclamei baixo, vendo que Jack arrumou os óculos e aproximou o rosto de mim, observando-me detalhadamente. — O que é agora?

— Você já viu a cara dele?

— Sim, parece um cruzamento de uva passa com maracujá.

— Um abacate com um abacate mais velho, é o que eu digo. — Jack disse como se estivesse imaginando a cena. Ou a cara de Wade, acho que a reação seria a mesma.

— Eu tô muita fome, cara, tem alguma—

— Pode me dizer a verdade. — ele me interrompeu.

— Que verdade?

— Ele tá te ameaçando?

— Que tipo de pergunta é essa? Não! — acho que Jack estava realmente levando a sério o negócio de pensar que Wade estava me chantageando ou me forçando a algo. Era um tanto cômico. — Falando nisso, lembra-se daquele cara que me ameaçou—

— Wade o matou. Me diga a verdade! 

— Wade o quê?

— O matou. Ele disse alguma coisa como “ninguém mexe com o meu Spidey”. — disse novamente, sem sequer se importar e ainda imitando a voz de Wade.

Eu tenho que confessar de que a ideia que Wade havia matado um cara por mim — ou quase isso — era assustadoramente excitante. Sinto muito pelo cara, realmente sinto, mas Wade havia feito algo por mim, era bom saber disso — se ignorarmos a parte trágica.

— Pode me contar, eu prometo ajudar. Você é muito novo pra esse mundo cruel! — Jack falou baixo, aproximando-se ainda mais. Estávamos a menos de cinco centímetros de distância e… olha só, ele tem olhos verdes mas em um deles há uma pequena mancha marrom. — Me diga! — ele bateu a mão, me fazendo rir.

— Cara, você tá muito perto, tô me sentindo desconfortável.

— Oh, meu Deus. Você ficou vermelho, o caso é pior do que eu imaginava.

— Ele é seu amigo, seu melhor amigo, acha mesmo que ele me forçaria ou sequer conseguiria me forçar a ficar com ele?

— Nós somos amigos, mas isso não impede ele de ser feio pra caralho. E você ser uma criança.

— Dezoito, cara, eu já tenho dezoito.

Depois que percebeu que Wade realmente não estava fazendo nada demais, Jack começou uma conversa normal comigo. Ele era engraçado, do tipo que não precisava se esforçar para te fazer rir. Wade chegou alguns minutos depois com um café e um pedaço de bolo — e quando digo “um pedaço”, quero dizer que ele comeu pelo menos metade no caminho.

Acabei tendo que ir comendo no caminho da faculdade, ou acabaria me atrasando para a prova. Wade, por outro lado, foi chamado para uma missão da S.H.I.E.L.D. e saiu reclamando de como a vida era injusta por ele ter que trabalhar em missões enquanto eu “ficava com a bunda na cadeira durante o resto da tarde”, segundo as palavras dele.

Eu não sei se passar mais tempo com ele estava me fazendo odiá-lo por ser tão idiota, ou amá-lo pelo mesmo motivo.


Notas Finais


Não briguem comigo, pessoinhas, eu sei que eu demorei, mas vou me esforçar na próxima vez!
Antes que eu me esqueça, obrigada pelos mais de 800 favoritos e quase 700 comentários! Eu estou tão feliz que nem sei o que dizer!
Comentem o que acharam - mas sem brigar comigo porque eu demorei kk
Até o próximo!
xoxo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...