História I Can't Be Just Your Friend - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Alan Ferreira (EDGE), Bianca Andrade (Boca Rosa), Christian Figueiredo, Depois das Onze, Felipe Z. "Felps", Flavia Sayuri, Gustavo Stockler (Nomegusta), Kéfera Buchmann, Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Rafael "CellBit" Lange
Personagens Alan Ferreira, Bianca Andrade, Christian Figueiredo, Felps, Flavia Sayuri, Gabie Fernandes, Gustavo Stockler, Kéfera Buchmann, Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange, Thalita Meneghim
Tags Amizade, Amor, Depressão, Drama, Escolar, Fanfic, Festa, Rafael Lange, Revelaçoes, Romance, Traição, Violencia
Visualizações 83
Palavras 3.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiii, voltei com mais um capitulo.
Agora meus amigos, a treta começa. MUA-HA-HA-HA-HA. ksjksjksjks
Obrigada pelos 35 favoritos <3 vcs são d+
e leitores fantasmas APARECAM!
Ta dificil de achar ft pra cap ;-;
Esse cap ta MUITO maior que o normal
Espero que gostem.

Capítulo 15 - A culpa é minha!


Fanfic / Fanfiction I Can't Be Just Your Friend - Capítulo 15 - A culpa é minha!

Rafael

Acordo com um ser em cima de mim me sacudindo e levo um tempo pra entender.

- ACORDA RAFAEL! A GENTE TA ATRASADO! AANDAAAAA! – Ela não parava de gritar.

- Calma! Acordei. – Falo me sentando e me espreguiçando.

- Vamos logo! A gente ta atrasado. – Ela sai da cama correndo e abre meu armário. – Vou pegar uma roupa tua porque não da tempo de ir pro meu apartamento.

- Tudo bem. Mas vai ficar grande, baixinha do jeito que tu é. – Ela mostra o dedo do meio e eu rio.

- Não importa. Agora anda logo e vai se vestir. – Ela coloca a mesma calça, a mesma blusa que eu dei pra ela colocar ontem e pega um dos meus moletons. Também pega uma meia minha e meu tênis, já que pelo visto vai usar tudo meu.

- Até o tênis?

- Sim, ontem vim de pé descalço. Tem problema?

- Não. Eu tenho outro. Mas não ficou grande? – Pego o meu outro tênis e coloco.

- Sim. Mas é o que dá. – Ela sai do quarto.

Eu vou para o banheiro e ela está escovando os dentes. Olho no espelho como meu cabelo tá e também escovo meus dentes. A Vih arruma o cabelo e sai do banheiro. Termino de fazer o que precisava e saio do banheiro, a Vih não estava em nenhum lugar no meu apartamento. Pego minha mochila, minhas chaves e meu celular. Abro a porta e a Vih estava na frente dela pronta pra bater na mesma.

- O que foi fazer? – Pergunto fechando a porta.

- Pegar minha mochila, vamos. – Ela me puxa pelo braço e nós descemos as escadas correndo.

- Calma! Não precisa arrancar meu braço! -  Falo tentando não cair enquanto ela me puxa.

- Se isso for te fazer andar mais rápido, precisa.

- Pera aí. A gente tem tempo! Não é o fim do mundo.

- Vai ser o meu fim se eu chegar atrasada mais uma vez. – Ela não para de me puxar.

- Ta bom. Vamos ver quem chega primeiro então. – Saio correndo na frente dela deixando ela pra trás. Mas ela chega perto de mim. – Meu deus. É rápida em. – Falo olhando pra trás sem parar de correr.

- Rafa! Cuidado! – Ela fala apontando pra frente, mas antes que eu pudesse parar eu esbarro em alguém.

- Desculpa, eu não quis... – Quando olho pra frente vejo a Sasa caída no chão inconsciente. A Vih chega do meu lado.

- Rafa, ela... Meu Deus!

 

Vihtória

O Rafa saiu correndo que nem uma criança na minha frente. Eu quase alcanço ele, mas ele tá muito perto de bater na Flávia.

- Rafa! Cuidado! – Eu grito, mas mesmo assim ele bate nela e ela cai no chão.

- Desculpa, eu não quis... – Quando percebe que a Flávia esta jogada no chão na frente dele, ele para a frase e fica a encarando assustado. Eu alcanço ele.

- Rafa, ela... Meu Deus! – Tinha um pouco de sangue do lado da cabeça dela.

- Não podemos deixar ela aqui. – Ele pega ela no colo e sai correndo pra dentro da escola. Quando eu chego ele estava na enfermaria e estavam chamando a ambulância.

- Ela vai ficar bem. – Falo colocando a mão no ombro do Rafa que estava sentado sem reação.

- A culpa é minha! A culpa é minha! – Ele ficava repetindo.

- A culpa não é tua. Tu não sabia que ela tava ali.

- A culpa é minha! A culpa é minha! – Ele continuava repetindo e me ignorando.

- Rafa! Ta me ouvindo? A culpa não é tua. – Ele continua me ignorando.

- A ambulância chegou. Vamos ligar pros pais dela. Algum de vocês quer ir com ela? – A funcionária fala assim que desliga o celular.

- Eu! – O Rafa pula da cadeira quando a funcionária pergunta.

- Tudo bem. Vamos então. Você pode ir pra aula. – Eles saem da sala e vão para ambulância. Assim que eu saio, entram alguns médicos e tiram a Flávia da cama da enfermaria.

Eu subo pra aula, mas não consigo me concentrar. Fico pensando no que acabara de acontecer. Por que o Rafa tava daquele jeito?

 

Rafael

Eu fico do lado de fora da ambulância esperando e logo eles chegam com a Sasa em uma maca e a colocam dentro da ambulância. Eu entro, me despeço da funcionária e a ambulância sai de lá.

Nós chegamos rápido no hospital. Eles levam ela pra uma sala e me deixam esperando. Um médico vem pra falar comigo, já que os pais da Sasa ainda não chegaram.

- Você é parente da Flávia Sayuri?

- Não, sou amigo dela. Estava junto quando aconteceu o acidente.

- Tudo bem. Sabe se os pais dela chegaram?

- Eles não chegarão ainda.

- Obrigada. – Ele se vira e sai andando.

- Doutor! Espera! – Ele se vira pra mim. – Ela ta bem? Posso vê-la?

- Sim, ela está bem. E não, não pode ver ela a não ser que os pais autorizem. – Ele se vira e sai.

Eu fico ali sentado esperando por mais ou menos meia hora até que a mãe da Sasa chega.

- Rafael! – Eu me viro e a mãe da Sasa vem na minha direção e me abraça. – Ah, que saudades. Já viu ela?

- Não. Disseram que só poderia entrar com a autorização dos pais já que não sou da família. – Sempre me dei bem com os pais da Sasa.

- Ah entendo. Meu marido não pode sair do trabalho então eu vim só. Eu vou ver ela e quando voltar peço pra que te deixem entrar.

- Obrigada. – Me sento e ela vai falar com o doutor.

 

 

(...)

 

 

Eu estava distraído, quando a mãe da Sasa volta e vem falar comigo.

- Já falei com o médico. Você pode entrar, ela está te esperando.

- Obrigada. – Eu pergunto à enfermeira qual a sala em que a Sasa está e entro na mesma. Eu fecho a porta devagar e me encosto nela, fico observando a Sasa que estava acordando. Assim que me vê ela sorri.

- Vem cá. – Ela me chama e eu vou até ela e sento em um canto da maca. – Sabe o que aconteceu comigo?

- Tu não lembra?

- Não.

- E a tua mãe não te contou?

- Ela esteve aqui? Acho que estava dormindo.

- Ah ta. Você ta bem?

- Sim. Mas vai me dizer ou não o que aconteceu?

- Eu estava correndo olhando pra trás, bati em alguém e quando me virei tu tava caída no chão inconsciente. Foi culpa minha. Me desculpa. – Olho pra baixo e ela coloca sua mão em meu queixo me obrigando a olha-la.

- Não foi culpa tua. Tu não sabia que eu tava ali. Foi sem querer.

- Foi culpa minha sim. Por minha causa você tá em uma cama de hospital agora.

- Ei, eu to bem. – Ela me puxa pra perto dela e me abraça. Ficamos um tempo ali e quando nos separamos, ela me puxa de volta, mas dessa vez para um beijo. Eu me assusto e me afasto na mesma hora. – O que foi?

- É que, sabe, eu, nós... – Não sabia como explicar.

- Não posso mais beijar meu namorado? – Namorado?

- Pera, que?

- Aff, que saber, chama minha mãe. Quero ver ela.

- Tudo bem. – Saio do quarto.

Quando eu chego na sala de espera, vejo a mãe da Sasa falando com o médico. Vou até eles e na mesma hora o médico sai.

- O que aconteceu? – Eu pergunto.

- O médico estava falando comigo sobre a Sasa.

- Tem certeza de que ela ta bem? Ela me beijou e disse que eu era o namorado dela.

- Ela está bem. Mas o médico me disse que com a batida na cabeça, ela perdeu a memória recente. Ela não se lembra de nada que aconteceu da metade do ano passado pra cá. E vocês ainda namoravam.

- Meu Deus! Como eu falo pra ela que terminamos?

- Eu sei que isso não é uma coisa boa pra se pedir, mas poderia não falar nada? O médico disse que ela vai recuperar a memória com o tempo. Poderia fingir até ela se lembrar?

- Eu não sei... Eu levei um tempo pra me acostumar com o término e, voltar agora...

- Por favor! Só até ela se lembrar.

- Okay...

- Muito obrigada.

- Ela acordou e quer te ver. Eu vou pra casa.

- Tudo bem. Obrigada de novo.

- Até mais. – Eu saio do hospital e vou pro ponto de ônibus.

No caminho de casa eu passo em um restaurante e almoço. Eu chego em casa e vou direto pro banho. Quando saio fico pensando sobre tudo o que aconteceu hoje.

Eu não acredito que aceitei fazer isso! E a Vih? Tinha grandes planos pra esse fim de semana, agora já era tudo. Como vou explicar isso pra ela? Ela vai me perdoar? Eu prometi pra ela. Eu vou me perdoar? Merda.

Eu chamo o Felps pra conversar.

Mensagem On

Cellbit: Felps...

Felps: Fala aí.

Cellbit: To fudido.

Felps: Por que?

Cellbit: A Sasa sofreu um acidente, por minha culpa.

Felps: Meu deus! Como?

Cellbit: Eu e a Vih estávamos apostando corrida, aí eu olhei pra trás e esbarrei na Sasa. Ela estava inconsciente quando eu a vi.

Felps: Ela tá bem?

Cellbit: Sim...

Felps: Então por que ta fudido?

Cellbit: Porque ela perdeu a memória recente, e pelo o que ela lembra nós estamos namorando.

Felps: É só fala pra ela que vocês terminaram.

Cellbit: A mãe dela pediu pra mim não contar. O médico falou com ela e disse que a memória dela vai voltar com o tempo, então ela pediu pra eu fingir até ela se lembrar.

Felps: E a Vih? Já falou com ela?

Cellbit: Não. Eu não sei se ela vai me perdoar. Eu não quero fazer isso. Agora tudo o que eu tava planejando foi por água a baixo.

Felps: Já contou pro Alan a surpresa que tu preparou pra ela?

Cellbit: Tu sabe que a gente não ta se falando, e agora nem faz diferença.

Felps: Vocês ainda não se resolveram?

Cellbit: Não. Eu vou tentar falar com a Vih. Tchau.

 Felps: Tchau.

Mensagem Off

Eu entro no contato da Vih e mando uma mensagem:

“Tudo bem? Precisamos conversar...”

Sem resposta.

 

Vihtória

Eu volto pra casa ainda pensando no que aconteceu hoje cedo. O Rafa tava muito estranho. Não tive mais notícias dele e não sei se ele ta na casa dele, ta um silêncio. Mas enfim, não posso passar o dia inteiro pensando nisso. Percebo que ainda estava com a roupa dele, preciso devolver.

Entro no meu apartamento e jogo minha mochila no sofá. Vou pra cozinha e procuro alguma coisa pra almoçar, olho na geladeira, no micro-ondas, em todos os armários e nada.

Mando uma mensagem pro Luba. Depois daquele dia com o Rafa nós ficamos muito amigos. Conversamos o dia inteiro, mas nos vemos muito pouco.

Mensagem On

Vih: LUBAAAAAAAAAAAAA!

Luba: O que é meu Deus?

Vih: Quer sair pra almoçar?

Luba: Esse escândalo todo pra isso?

Vih: Responde logo. Sim ou claro?

Luba: Claro.

Vih: Ta, vamos aonde?

Luba: Vem aqui na minha casa.

Vih: Eu não sei se tu sabe, MAS EU TENHO 17 ANOS E NÃO POSSO DIRIGIR!

Luba: E?

Vih: TU MORA DO OUTRO LADO DO MUNDO!

Luba: Taaaaaa, to indo te buscar.

Vih: Okay.

Mensagem Off

Já que o Luba mora na China, ele vai demorar pra chegar. Então vou tomar banho, depois ainda posso ir visitar meus pais, limpar a casa e ter um filho antes do Luba chegar, porque MEU DEUS, que casinha longe.

 

 

(...)

 

 

*Toc Toc*

Eu abro a porta e adivinha quem chegou?

- LUUBAAAAA! – Falo pulando no pescoço dele. – Demorou desgraça!

- Ta pronta?

- Quase.

- Porra! Tu teve UMA HORA E MEIA pra se arrumar e ainda não ta pronta?

- Calma moço! Só vou botar o sapato. – Entro no meu apartamento e coloco meu tênis. – Vamos?

- Pegou tudo? Celular, chave?

- Yes. – Tranco a porta.

- Vamos então. – Nós entramos no elevador.

- Onde nós vamos almoçar?

- Na minha casa ué.

- E o que vai ter de comida?

- Miojo. *risos*

- Ta né.

- Queria o que? Não vou cozinhar só porque uma gorda vai ir na minha casa.

- Eu não sou gorda!

- Mas come como uma.

- Verdade. *risos* - Nós saímos do elevador. – Quais são as novidades?

- Nenhuma infelizmente.

- Não achou nenhum cara legal?

- Tem um. Mas acho que ele não gosta de mim, não nos conhecemos direito. Eu achei ele na internet e conversamos uma vez.

- Qual o nome? – Nós chegamos na frente do carro do Luba.

- Pode entrar. O nome dele é Wellinton. – Nós entramos no carro.

- Nome estranho.

- Realmente, nem um pouco comum. – Ele começa a dirigir. – Ta, mas enfim, tem alguma novidade?

- Tem uma. Nem um pouco boa. – Ele olha pra mim, franzi o cenho e volta a olhar pra frente.

- Qual?

- Hoje de manhã, eu e o Rafa estávamos apostando corrida até a escola. Ele se virou pra trás pra me ver e esbarrou na Sasa. Ela caiu no chão, bateu a cabeça e desmaiou.

- Ela ta bem?

- Não sei.

- E por que não avisou ele?

- Eu avisei, mas não deu tempo.

- Ah... – Um breve silêncio reina entre nós. – E o Rafa?

- Ele ficou muito estranho. Pegou ela no colo e levou pra enfermaria. Ficou dizendo que a culpa era dele e não me ouvia, como se eu não estivesse ali. Ele foi junto com ela na ambulância pro hospital. Não tive mais notícias dele ou da Sasa.

- Coitado.

Eu escoro a cabeça na janela olhando pra rua e meus pensamentos voltam ao ocorrido de hoje cedo. O Luba desviava o olhar da rua pra mim o tempo todo, com uma expressão de preocupação. Nós ficamos um tempo em silêncio até o Luba se pronunciar.

- Ta muito quieto esse carro. Vamos animar um pouco. – Ele liga o rádio e estava tocando Hear Me Now.

- Meu Deus! Eu adoro essa música.

- Eu também!

- AND THINGS AREN’T EASY, SO JUST BELIVE ME NOW. DON’T LEARN THE HARD WAY, JUST LET ME SHOW YOU HOW. – Nós cantamos/gritamos juntos. Nós cantamos o resto da música, inclusive os assobios.

- Qual agora? – O Luba pergunta.

- Deixa tocar a próxima, vai que a gente gosta. – Da um tempo de intervalo e começa a tocar Let Me Love You. Essa musica me fez lembrar do Rafa...

- My God! Eu sei a letra inteira.

- Eu também! – Nós esperamos começar a melhor parte e começamos a cantar.

- NEVER LET YOU GO. – Eu começo.

- NEVER LET ME DOWN. – O Luba continua.

- DON’T YOU GIVE UP! NAH-NAH-NAH. – Eu canto.

- I WON’T GIVE UP! NAH-NAH-NAH. – O Luba continua de novo.

- LET ME LOVE YOU! LET ME LOVE YOU! – Nós cantamos/gritamos juntos e o Luba abaixa o volume.

- Somos dois retardados! – Eu falo rindo muito.

- Com toda a certeza! – Ele fala aumentando o volume de novo.

Nós ficamos cantando outras músicas que tocavam no carro e conversando no resto do caminho. 

 

 

(...)

 

 

O Luba para o carro na frente de um condomínio gigante.

- Chegamos.

- Ta e não vai estacionar o carro não?

- Vou, mas queria fazer uma daquelas cenas de filmes. Mas uma estraga prazeres quebrou o clima.

- Eu vou saber. – Ele revira os olhos.

- Ta. Te perdoo.

- Estaciona logo esse carro que eu to com fome.

- Taaa. – Ele liga o carro de novo e abre o portão. – Feliz?

- Vou ta quando tiver comida na minha frente.

- Depois diz que não é gorda. *risos* - Ele para o carro, agora dentro do estacionamento. – Ta desce.

- Calma moço.

- Moço o meu ovo. Não ta mais com pressa? – Saímos do carro.

- To.

- Então anda logo. – Ele pega a chave e abre uma porta que dava pra dentro do prédio.

Nós entramos no elevador e ele aperta no último andar.

- Caralho! Tu mora no último andar?

- Sim.

- Porra!

- Vai demora bastante.

- Afferson.

- Prefere subir de escada?

- NÃÃO!

- Então não reclama.

- Ta grosso hoje em.

- É a fome me consumindo.

Depois de bastante tempo, chegamos no andar do apartamento do Luba. Ele abra a porta.

- Entra logo piranha.

- To indo. – Eu entro e dou de cara com uma escada. – CARALHO TEU APARTAMENTO TEM DOIS ANDARES?

- Sim.

- Tu é milionário ou o que?

- Não sou milionário, só gastei todo meu dinheiro com isso.

- MEU DEU! GATOS! – Eu vejo 2 gatos deitados em um tapete no meio da sala.

- Essas são a Misty e a Galadriel. – Pego uma no colo.

- MEU DEUS QUE FOFAS!

- Essa é a Galadriel. CUIDADO! NÃO VAI ESMAGAR MINHA GATA! – Eu aperto a Galadriel e ela me arranha e pula pro Luba e ele bota ela no chão.

- Desculpa. MAS É MUITO FOFOOO!

- Ta! Já entendi.

- Nossa! Tua casa é gigante.

- Vamos come logo.

- Faz os miojo ai. – Ele abre o armário.

- Er, não tem miojo.

- COMO ASSIM NÃO TEM MIOJO? SÃO TRÊS HORAS DA TARDE E TU ME DIZ QUE NÃO TEM MIOJO?

- Para de gritar! Vamos ter que sair pra almoçar.

- Nem fudendo! Eu como ração, mas não saio daqui.

- O prato da Misty ta aí. Fica a vontade.

- Sério, alguma coisa tem que ter.

- Não.

- PROCURA DIREITO!

- Taaa, calma. – Ele procura melhor nos armários e na geladeira. – Tem resto da comida de ontem e dois pedaços de pizza.

- Eu fico com o resto da comida. Comi tanta pizza que quero distância.

- Ta bom. – Ele pega as coisas e coloca no balcão. – Bora come.

Nós comemos em silêncio, estávamos com muita fome pra ficar conversando quando tem comida na nossa frente. Não era muita coisa, mas o suficiente pra matar minha fome por um tempo. Mais tarde ficaria com fome de novo.


Notas Finais


E aí? O que acharam? Comentem aí em baixo o que acharam e me avisem dos erro pra poder arrumar.
No próximo cap TEM TRETAAA
(com o Alan só mais tarde hehe)
Novamente obg pelos favoritos.
Até o próximo cap. BBJJJSSSSS


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