História I Can't Even - Capítulo 45


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 215
Palavras 1.194
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores,
Estamos entrando na reta final... Com esse capítulo faltam exatamente quatro para o final de I Can't Even, mas já há duas novas fics Malec postadas, então, quem quiser é só da uma passada no meu perfil.

Beijoss e boa leitura!

Capítulo 45 - Capítulo 45


Fanfic / Fanfiction I Can't Even - Capítulo 45 - Capítulo 45

 

Capítulo 45

Luz, câmera e... Ação!

 

Alec estava chocado com tudo o que Magnus tinha lhe contado, mas ali estava ele ao lado do seu pai, ajudando-o com o plano de Magnus. Eles estavam estacionados em frente a um café, observando Magnus e Raphael, um em frente ao outro, com expressões de poucos amigos.

-Acha que vai dar certo? –Pergunta, encarando Alec, que suspira.

-Ragnor está contando com a compaixão de Magnus. –Responde, seguro. –Vocês são o plano B. –Revela, suspirando.

Mark, Aline e Helen estavam de tocaia, disfarçados no meio da multidão. Ragnor era esperto e mesmo que ele contasse com a compaixão de Magnus, ele sabia que tudo poderia dar errado, pois a morte de Asmodeus não foi à única consequência dos planos de Ragnor.

Pelo que Alec entendeu Ragnor não estava aliado a Valentim, os dois queriam coisas diferentes.

Ragnor queria vingança e Valentim queria poder.

-Correção... Você é o plano B. –Lembra, apontando em direção ao filho.

-Não posso ser o plano B de ninguém numa situação como essa! –Garante, taxativo.

-Não é isso que Magnus demonstrou no telefone. –Afirma, rindo.

Alexander não conseguia enxergar o que Magnus enxergava, talvez as suas seções de terapia o ajudassem no final das contas.

-Ele quem deveria estar frequentando seções de terapia. –Comenta, fechando a expressão.

-Ele disse que se existe um ser que pode o proteger... Esse ser é você... Lembre-se, você é o mais preciso e que eu saiba, você não precisa andar para atirar. –Revela, passando a arma de Alec, fazendo-o suspirar.

-Está me dizendo que ele confia na minha mira? Nos meus instintos? –Pergunta, sarcástico.

-Eu não estou dizendo, eu estou afirmando. –Responde, sincero e Alec tem que concordar que ele estava certo, ele era um excelente atirador.

-Tenho que concordar que faz sentido. –Comenta, tendendo a cabeça para trás.

-Alec, você conversou com o Max? –Pergunta, suspirando.

-Conversei e eu não vou contar o que. –Responde, semicerrando os olhos, ao observar Magnus se levantar assim que Ragnor se aproxima. –Merda, eu queria estar com ele! –Resmunga, nervosamente.

-Não precisa, Raphael está com uma escuta e a polícia nesse exato momento está tão concentrada nos dois quanto nós. –Garante, tranquilo.

-É bom mesmo, porque se Ragnor fizer algo contra Magnus, eu vou atrás dele até o inferno. –Ameaça, entre os dentes.

Alec não tinha ideia de como faria isso, mas faria!

Magnus Bane era tudo o que ele sempre sonhou, era seu amante, amor, companheiro e melhor amigo, perdê-lo não estava em discursão.

-Tenho certeza de que faria qualquer coisa por ele. –Garante, suspirando, mas Alec estava mais concentrado em Ragnor e Raphael saindo do café e Magnus pagando a conta, enquanto Aline passa por ele e segue em direção ao seu carro.

Alec analisou Magnus com atenção, a voz do amado estava tão diferente ao telefone, que Alec quis coloca-lo em seu colo e não deixa-lo ir. Foi nesse momento em que os seus olhos se cruzaram e Magnus suspira.

O empresário atravessa a rua e segue para o seu carro, deixando Alec decepcionado.

-Pode segui-lo? –Pede e Robert concorda com a cabeça.

 

***

 

Magnus não conseguia acreditar no que estava acontecendo, era como se ele estivesse num pesadelo e não tivesse Alexander ao seu lado, para abraça-lo e dizer que estava tudo bem.

O asiático nunca tinha ficado tão perdido como estava naquele momento, ele só queria ir para casa e foi isso que fez. Assim que entrou em casa, ele se jogou no sofá, tendendo o seu corpo para trás, no segundo que Alec abre a porta e entra no apartamento.

-Hei! –Chama, assim que Magnus desvia o olhar.

-É minha culpa, você está assim por minha culpa. –Garante, murmurando.

-Não foi sua culpa, foi por culpa de Ragnor que quis fazer justiça com as próprias mãos, em vez de achar algum crime que Asmodeus cometeu que não tivesse sido prescrito. –Comenta, aproximando-se de Magnus.

Os olhos de Alec estavam o avaliando com cuidado, ele estava seguro do que estava dizendo, tão seguro que por um segundo Magnus concordou com ele.

-Ele mutilava garotas asiáticas, ele as sequestrava, estuprava, mutilava e matava. –Revela, olhando Alec nos olhos, passando o envelope com as fotos dos corpos para Alec, que deixa o envelope de lado. –Eu sinto nojo dele... Sinto nojo de ter o sangue dele. –Confessa, encarando-se. –Eu sempre soube que ele não era santo, que fazia transações ilegais e consegui controla-lo nas empresas, mas... A cada dia eu encontro mais podres. –Murmura, decepcionado.

O mundo estava girando, todas as vezes que ele se lembrava das fotos o seu estomago embrulhava.

-Magnus, você não é seu pai. –Diz, taxativo.

-Alexander, isso não vai aliviar a minha consciência ou deixar de pensar que tudo isso, todo esse inferno é culpa de Asmodeus e por tabela é minha culpa também. –Garante, levantando-se e seguindo em direção ao quarto.

O peso de saber que tudo isso, todo esse sofrimento e privação era culpa dele, estava deixando Magnus tão sufocado, que ele só conseguia pensar em ir embora e não olhar para trás.

-Nem pense nisso. –Manda, interceptando-o. –Mesmo ainda não tendo nos casado... Você é meu marido, você é o homem que eu amo e eu não vou deixar que nada faça você sair por aquela porta e se afastar de mim. –Avisa, irritado.

-É certo a se fazer, Alexander. –Garante, seguro.

Ele podia lembrar-se da decepção que viu nos olhos de Isabelle, ele podia ver a repulsa nos olhos de Jace e tudo o que Magnus queria fazer era se afastar de tudo isso.

-Magnus, olhe para mim. –Manda, tocando a mão de Magnus. –Magnus Bane, eu não vou mandar de novo. –Avisa, seguro.

O empresário engole em seco e o encara, observando-o o analisando. Alec o puxa para o seu colo, aninhando-o ali e alisando as suas costas, permitindo-se chorar.

Magnus nunca deixava que alguém o visse vulnerável, desde que ele se conhece por gente, ele sempre se fez de forte, pois um Bane não chora ou demonstra as suas emoções para ninguém.

Entretanto, Alexander não era qualquer pessoa, ele era o seu Alec.

-Eu sinto, eu sinto tanto, Alec. –Murmura, ofegando.

-Tudo bem, amor, tudo bem. –Murmura, beijando as bochechas de Magnus, enquanto alisa as suas costas. –Eu estou aqui e não vou sair. –Garante, tomando os lábios de Magnus.

O choro de Magnus se intensifica, Alec separa os seus lábios dos de Magnus, colando a sua testa na dele, observando-o ofegar.

-Desculpe. –Pede, murmurando.

-Pare de se desculpar! –Manda, apertando-o contra si. –Você não tem culpa de nada! –Lembra, nervoso. –Ok? –Pergunta, severo.

Magnus pensa em retrucar, pensa em se desculpar mais uma vez, mas, aparentemente, Alec estava irredutível, passando tanta segurança que ele não tinha como negar.

-Ok. –Responde, sussurrando.

-Agora vamos limpar essas lágrimas. –Murmura, secando as lágrimas de Magnus com os seus lábios, arrancando uma risada do asiático. –Porque nenhum deles as merece. –Murmura, distribuindo beijos em toda a extensão do rosto de Magnus. –Eu te amo... Nada vai mudar isso! –Declara, seguro.

-Eu também te amo. –Declara,  aninhando-se ainda mais no colo de Alec e pela primeira vez no dia... Sentiu-se seguro.



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