História I Can't Even - Capítulo 46


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 235
Palavras 1.190
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 46 - Capítulo 46


Fanfic / Fanfiction I Can't Even - Capítulo 46 - Capítulo 46

 

Capítulo 46

Penúltimo capítulo

Fraudas e mamadeiras!

 

Passou-se três anos e a vida seguiu.

Ragnor e Raphael não foram presos, longe disso. Quando perceberam que estavam sendo seguidos pela polícia e grampeados, eles não se deram por vencidos e iniciaram uma grande perseguição policial, perseguição essa que não terminou bem.

Ragnor e Raphael capotaram no carro e acabaram morrendo na explosão.

Jace não poderia dizer que ficou com pena deles, longe disso, mas ele tinha coisas mais importantes a se preocupar, como o seu relacionamento com certa ruiva ciumenta, que acabou tornando-se a sua esposa.

Clary assumiu o posto do seu pai nas empresas, sendo assessorada de perto por Jonathan e Lydia, que tiveram um menino chamado Louis.

A ruiva estava feliz com os seus sobrinhos a sua volta, sobrinhos, pois Queen Seelie admitiu que Violet, era mesma filha de Sebastian, fazendo com que Clary passasse algumas ações para o nome da sobrinha.

Jace e Clary se casaram há um ano e estavam grávidos de quatro meses de uma menina que irá se chamar Demétria. O casal só estaria mais em paz, se Clary não teimasse em trabalhar o tempo todo.

Ela ficava tão avoada que se esquecia de tudo, hoje mesmo ela teria uma consulta médica.

-Oi, Jace. –Cumprimenta Simon, assim que Jace sai do elevador.

-Cadê a Clary? –Pergunta, suspirando.

-Em reunião e eu duvido que consiga falar com ela. –Comenta, negando com a cabeça.

 

***

 

Se alguém dissesse para Magnus que ele se transformaria num pai babão há alguns anos, ele nunca, em hipótese alguma iria concordar com isso, mas ele virou. Desde que Magnus e Alec adotaram os seus filhos.

Max, hoje com quase um ano, de cabelos negros e olhos azuis, e Rafael, hoje com quatro anos, um hispânico de olhos castanhos e cabelos escuros, tudo, absolutamente tudo começou a girar em torno dos meninos.

Alec conseguiu deixar Maia e Lily mais responsáveis e quase não virava noites na boate e já estava, praticamente, adaptado a sua nova condição, deixando Magnus mais calmo e mais relaxado com tudo.

Ele não conseguia deixar de se culpar por tudo o que aconteceu com Alec, mas aprendeu a lidar com a situação, a cada melhora, a cada sorriso sincero, a cada momento de superação.

Hoje Alec tinha uma vida, quase, normal, ele dirigia, ele trabalhava e não tinha mais picos de depressão, hoje ele encontrou os trilhos de volta a sua vida, dando uma boa lição de vida para Magnus, mas ele nunca se esqueceu do que lhe aconteceu, tanto que todas as vezes que eles estavam em Londres eles passavam na ponte Blackfriars e deixava flores para Camille, num sinal de amizade e gratidão... Com o tempo, Magnus parou de se sentir incomodado com isso.

Hoje Magnus era um Bane-Lightwood... Ele havia se casado com Alec dois meses depois de descobrir quem era realmente o seu pai e só não tinha retirado o seu sobrenome, porque seria uma mudança drástica demais e afetaria a empresa, mesmo assim, na grande maioria das vezes, Magnus assinava, simplesmente, Magnus Lightwood.

Magnus estava trocando Blue, enquanto Rafael o observava com atenção.

-Por que não vai esperar o seu tio Max na sala? –Pergunta, analisando.

Max era o babá, ele amava os sobrinhos e como estava morando com Jonathan, ele fazia bicos de babá, enquanto cursava a faculdade de pedagogia. Max agora tinha o seu próprio círculos de amigos, ele andava muito com Kit, primo de Jace, e foi num aniversário de Clary, que Kit conheceu Ty e começou a namorar com o mesmo, em contrapartida, Jonathan é muito amigo de Julian e acabou apresentando Emma para o mesmo, formando assim mais um casal, enquanto Emma apresentou a sua melhor amiga Cristina e o seu namorado Diego para eles.

Era engraçado ver um grupo de pessoas tão diferentes se tornarem tão amigos, não que fosse muito diferente no caso de Magnus.

Agora todos estavam numa nova fase, à fase de casamentos e bebês, quer dizer, nem todos. Mesmo casados Mark e Kieran e Helen e Aline, não pretendiam ter filhos tão cedo, pois segundo eles “já criaram mais filhos do que eles poderiam aguentar no momento”. O que aos olhos de Magnus era totalmente compreensível.

-Porque é chato. –Resmunga, emburrado, quando Magnus terminar de arrumar Max.

-Você gosta do seu tio, provavelmente, Jonathan vai aparecer e vocês vão acabar brincando muito. –Revela, carregando Max, sentindo-o apertar a gola da sua camisa social.

-Tio Max disse que tio Kit e Ty podem vir também. –Comenta Rafael, colocando a mão na boca.

Esse comentário poderia deixar Magnus de cabelos em pé, se ele não soubesse exatamente o que ele faziam quando se reunião, assistiam filmes, ou faziam maratonas de séries intermináveis, mas quando estavam com as crianças, tornavam-se uma delas e assistiam desenhos, brincavam de batalha ou coisas do tipo, quando Ty não contava histórias de suspense para os dois, deixando-os ligados.

Às vezes Magnus não sabiam quem era a criança e quem era o adulto.

-Acho que vai se divertir muito, rapazinho. –Garante, bagunçando os cabelos do filho, que sorri.

-Eu gosto do tio Ty. –Revela, rindo.

Magnus segue em direção ao quarto de Max, colocando-o em seu berço e o observando agarrar o seu urso, no segundo que Rafael, escala o berço do irmão, deitando ao seu lado.

-Ok, então. –Sussurra, beijando os cabelos de Rafael e de Max e seguindo em direção à porta assim que alguém toca a campainha, encontrando Ty, Kit, Jonathan e Max. –Eles estão no quarto... Vou buscar Alec e não tenho ideia de que horas eu volto. –Revela, pegando o seu casaco. –Só há uma restrição. –Avisa, apontando em direção aos quarto.

-Nada de filme de terror. –Dizem em coro.

-Ótimo! –Comemora, saindo do apartamento.

 

***

 

Clary sabia que estava esquecendo-se de alguma coisa, mas ela não tinha ideia do que seria e só foi lembrar-se da consulta quando encontrou Jace encostado à sua mesa, com os braços cruzados.

-A consulta? –Pergunta, com uma careta no rosto.

-Exatamente, Clarissa. –Responde, mal-humorado. –Nós estamos com quatro meses, Clarissa, não pode não ir às consultas. –Afirma, apontando em direção à esposa, que concorda com a cabeça.

-Tem toda razão. –Garante, aproximando-se dele. –Desculpa, é que sem a Lydia a minha vida está uma bagunça. –Revela, alisando o rosto.

-Por que não segue a cartilha de Magnus? Ele sempre está com tudo pronto, tudo bem que Alec enlouquece quando Magnus vira a noite, mas ele também vira de vez em quando. –Comenta Jace, beijando os cabelos de Clary.

-Eu sei, eu conheço a rotina de Magnus... Trabalhei com ele anos, lembra? –Pergunta, revirando os olhos. –O problema é que eu estou com sono vinte e quatro horas por dia. Estou mais lenta do que nunca. –Comenta, com um biquinho nos lábios, observando Jace derreter.

O biquinho sempre funcionava, todas as vezes que Jace estava bravo com ela, ela sempre usava está tática.

-Tudo bem... Eu consegui remarcar. –Comenta, dando-lhe um selinho. –Agora vamos para casa? –Pergunta, roçando o seu nariz no dela.

-Vamos sim. –Garante, sorrindo.

-Mas... Temos que passar num lugar primeiro. –Comenta, despreocupado, ao pegar seu celular.

 

 



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