História I Choose You - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Florence + The Machine, Florence Welch
Personagens Florence Welch, Isabella Summers, Robert Ackroyd
Tags Félix White, Florabella, Florence & The Machine, Robert Ackroyd, Romance, Yuri
Visualizações 13
Palavras 929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Escolar, Ficção, Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olaaarr :)
capítulo um pouco menor que os habituais mas bem esclarecedor na relação FlorenceXFélix!
já estava devendo isso e achei que agora seria o momento certo.

ps: não revisei, relevem qualquer erro existente

Capítulo 8 - Capítulo VIII


Previously...

 

[POV Florence] 

Assim que havia me despedido das meninas, saí em busca de um táxi o que não foi muito difícil. Assim que entrei no carro peguei meu celular para checar se Félix havia me dado algum paradeiro. Nada. "Ótimo"! Revirei os olhos automaticamente e soltei todo o oxigênio dos meus pulmões. O caminho foi tranquilo, não demorou muito e logo eu estava em casa. Paguei o táxi e assim que me virei para entrar para cara, parei no mesmo instante. A luz do meu quarto estava acessa mas eu lembro muito bem de tê-la apagado antes de sair. Quem seria então lá dentro?

 

   [...]

 

Coloquei a mão na maçaneta e minhas suspeitas foram cessadas, quem quer que tenha entrado não havia se dado o trabalho de fechar. A mesma não havia sinais de arrombamento e eu não precisava ser nenhuma gênia para saber que quem quer que estivesse ali havia entrado com uma chave.

 

‘’A única pessoa que tem uma chave extra é o Félix, será? Mas ele me disse que seria uma viagem demorada, não me disse quando voltava mas fazia poucos dias que ele tinha viajado.’’ Pensei comigo mesma, levando meu olhar até os degraus da escada que dava acesso ao meu quarto. Joguei a bolsa no sofá, tirei as botas e subi tentando não fazer barulho durante o percurso. A porta estava entreaberta, na pequena fresta que brotava, a luz do meu abajur fazia contato com o chão. Empurrei um pouco e...

 

 

[POV Félix]

 

Minha estadia em Dublin estava ocorrendo perfeitamente. Fechei alguns contratos para a multinacional fundada pelo meu avô, e que agora eu tocava em frente. Muitas reuniões, coquetéis e mais reuniões com grupos empresariais. A capital da pequena Irlanda era charmosa e me fez esquecer um pouco as deixas do meu relacionamento. Eu conhecia Florence desde o ensino médio e namorávamos desde então. Nunca tive do que me queixar, sempre vi nela a mulher com quem eu deveria me casar e constituir uma família. Linda, inteligente e dedicada. Se eu a amo? Oh sim! Não vou mentir em dizer que o nosso relacionamento não esfriou com o tempo, crescemos e claro, adicionamos mais coisas as nossas identidades. Quando precisei assumir o ramo das relações internacionais na minha empresa tivemos que ficar cada vez mais distantes, ela também começou a faculdade e foi aí que tudo começou a desandar ao meu ver. Florence nunca foi de sair com amigos e quando o fazia era com um grupo bem seleto de amigos que o acompanhavam desde a infância e geralmente eu também comparecia. Essas saídas aos finais de semana com esses amigos que eu sequer sabia o sobrenome me deixavam cada vez mais irritado. Claro que eu confiava nela mas quem me garante até onde tantas influencias poderiam leva-la?

 

    [...]

 

Alguns grupos tiveram que cancelar alguns encontros que havíamos marcado, o que me fez ter que retornar mais cedo para Londres. Resolvi não avisar a minha namorada, ainda estava irritado com os últimos fatos. As fotos que vi em uma de suas redes sociais, juntamente com os comentários só me fez sentir mais ciúmes ainda. Ela estava definitivamente sendo manipulada por um bando de ‘’artistas lunáticos da capital.’’ Esse não é o local certo para uma mulher que futuramente irá dividir a vida com um homem na minha posição, correto?

 

Não demorou muito e eu já estava de volta ao lar. Passei em casa, tomei um longo banho e resolvi ir até a casa da mesma. Para a minha surpresa estava tudo muito quieto. Peguei a chave que eu tinha e destranquei a porta. Como eu imaginava estava tudo muito quieto por que de fato não havia ninguém ali. Subi para o quarto e resolvi espera-la por lá mesmo.

 

[POV Florence]

 

Não fui capaz de esconder minha expressão de surpresa e confusão ao mesmo tempo. Félix estava sentado na minha cama olhando para o nada.

 

- Félix!!! – Dei dois passo para traz em sinal de surpresa.

 

- Quem mais poderia ser? – Questionou-me e eu pude ver que entraríamos em uma longa DR. Sinceramente? Depois de uma tarde tão agradável, porque justo agora?

 

- Você está aqui há muito tempo? Quando chegou? Você não me disse nada... – Tentei mudar o rumo. Ele levantou cruzando os braços sobre o peito e lançando-me um olhar que eu não sabia dizer se era de raiva ou de decepção. Talvez os dois.

 

- Cheguei a pouco tempo, queria te fazer uma surpresa mas encontrei a casa vazia. – Arqueou uma sobrancelha. ‘’Surpresa?’’ Conta outra! Só eu sabia o quanto ele conseguia ser orgulhoso quando queria.

 

- Pois é eu saí mesmo! Fui em um lugar maravilhoso, me distrair. – Sorri ironicamente. – É bom se distrair um pouco, algum pecado nisso?

 

- Nenhum, desde que você me fale com quem e onde. Além do mais ainda sou seu namorado e tenho o direito de saber. – Ele disse e eu simplesmente não pude acreditar no que eu estava ouvindo. O sangue subiu a minha cabeça, não sei se era efeito da cerveja mas eu o queria expulsar dali o mais rápido possível.

 

- É melhor você ir embora. – Me limitei a isso e me tranquei no banheiro.

 

- Florence! Florence! Abra essa porta, vamos! Você tem que me ouvir! – Ele usava um tom elevado enquanto batia incessantemente na porta.

 

Não respondi mais nada. Sentei no azulejo gelado e fiquei ali por longos minutos. Quando resolvi sair ele já não estava mais lá. Não tive mais ânimo para tomar uma ducha e do jeito que eu estava, me deitei na cama e apaguei.

 

 

 


Notas Finais


quero dizer que estou muito feliz com o retorno que venho recebendo de vocês leitores <33 tudo isso é para vocês!


twitter: @witchspectrum


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