História I did for love - Percabeth - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Exibições 61
Palavras 1.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capitulo 1


Pov Annabeth

Andando pelas ruas do meu bairro eu corria desesperada com um único pão em mãos. Corria pois não queria ir parar em outro orfanato. Os polícias me seguiam de perto, eu realmente não entendia o motivo para tanto. Desde os meus sete anos, idade que eu fugi do orfanato, eu via através da vidraça de restaurantes, varias pessoas comendo em mesas fartas. Acho que esse é o sonho que eu nunca serei capaz de realizar, me sentar em uma mesa cheia de comida e comer a vontade sem pensar que talvez eu não tenha nada amanha. Mas eu sei que eu não devo perder as esperanças, que um dia eu vou conseguir, porem hoje a minha realidade é roubar comida velha e correr como uma louca pelas ruas movimentadas de Stratford.

Depois de correr dez minutos, finalmente eu consegui chegar à minha “casa”, que no caso é uma mansão abandonada.

Sentei-me no chão sujo, no cômodo da casa que eu considerava meu quarto, em uma parte do  chão tinha pedaços de tecidos e roupas que eu fazia de cama e vestia. Me sentei em cima delas e comecei a comer o pão, que por sorte eu não perdi na correria.

Pov Autora

O que Annabeth não sabia é que no canto mais escuro avia um ser já morto e invisível, a observando com atenção. O fantasma de cabelos negros alinhados eternamente em um perfeito topete, lábios rosados, olhos verdes e braços fechados em tatuagens, assim como outras partes do corpo, sentiu uma sensação que ele jamais pensou sentir já na morte. Ele sentiu uma mistura de sentimentos, proteção, talvez uma paixão a primeira vista, e principalmente posse. Ele sabia que a partir de agora a pequena menina de nove anos não estaria mais sozinha, que ele cuidaria dela na sua vida e morte.

Pov Annabeth

Três horas depois que eu comi o pão, ouvi passos e me assustei olhado em direção a porta. Logo eu vi a silhueta de um homem se aproximando, fazendo me encolher-me. Ele se agachou ao meu lado e me mostrou a sacola que ele tinha em mãos.

_Ei pequena, eu não quero te machucar. Só quero te ajudar. Olha isso é comida. – Ele disse e em seguida tirou uma marmita de isopor de dentro da sacola, ele a abriu e...Nossa...Eu nunca vi tanta comia na minha vida. Ele a colocou gentilmente no meu colo, depois colocou uma colher dentro. – Coma minha pequena. – Ele disse, depois se levantou se afastando para o outro lado do quarto.

Sem pensar duas vezes eu comecei a comer sobre o olhar do homem.

Pov Percy

Mesmo eu sendo um fantasma eu podia pegar em coisa e aparecer apenas para quem eu desejava, o que eu toco desaparece, se assim eu quiser. Então eu roubaria comidas, roupas e dinheiro para minha bonequinha. Eu cuidaria dela. E quando eu achasse que seria a hora certa contaria quem, ou melhor, o que eu realmente sou.

Quando ela acabou de comer, eu me aproximei dela, me sentando ao seu lado.

_Estava bom? – Perguntei lhe mandando um sorriso.

_Sim, obrigada. – Ela disse com a sua voz doce, era a primeira vez que eu ouvia essa doce melodia.

_Sabe pequena, eu posso e quero cuidar de você. Você terá que continuar morando aqui, mas eu vou traze roupas e comidas para você todos os dias. – Eu falei olhando em seus olhos, que brilharam em esperança.

_Você faria isso por mim? – Ela perguntou feliz.

_Claro que sim. – Eu disse. – Mas tem uma condição, você não pode sair daqui de dentro sem antes falar comigo.

_Por que? – Ela perguntou.

_Olha meu amor, mesmo você estando acostumada com o mundo lá fora é perigoso, e eu quero te manter segura. Você faria isso por mim? – Eu disse. E ela começou a pensar, mas logo sorriu.

_Sim. – Ela falou mostrando seus dentinhos brancos. – Qual seu nome moço?

_Percy. - Eu disse. – E o seu princesa?

_Annabeth. – Ela respondeu.

Annabeth. Minha doce e bela Annabeth. Minha menina.

3 semana depois

Eu me aproximei de Annabeth que estava sentada na cama de casal que eu consegui trazer para cá. Com muito custo obvio, além de ser pesada é difícil fazer um móvel tão grande ficar invisível. Me sentei ao seu lado e acariciei seus cabelos, era a única parte do seu corpo que eu tocava para ela não sentir a minha “pele” fria.

_Ei pequena, você confia em mim? E sabe que eu nunca te faria mal? – Eu perguntei, com um pouco de medo da resposta.

_Claro tio Percy. – Ela falou sorrindo.

_Princesinha, você sabia que fantasmas existem? – Perguntei. E ela negou sorrindo. – Eles existem e são como os seres humanos existem bons e ruins.

_Algum dia eu vou conhecer um? – Ela perguntou entusiasmada me fazendo sorrir.

_Você quer conhecer um? – Ele perguntou sem desmanchar o sorriso.

_ Quero! – Ela gritou.

_Eu sou um, meu amor. – Ele falou esperando uma reação da menina. E ela pulou em seus braços.

8 anos depois

Pov autora

Com o passar dos anos as coisas mudaram. Ela ainda morava na mansão abandonada, mas hoje em dia por dentro e por fora, ela parecia ter saído de uma revista de tão bela que era. A menina começou a estudar e hoje esta no terceiro colegial, a paixão que o fantasma sentia por ela virou amor, que ele não sabia que era correspondido. A posse que ele sentia por ela aumentava a cada dia, mais e mais, resultando assim em brigas diárias.

_Isso é ridículo! Você vai todos os dias comigo na escola, ficando invisível ao meu lado. Eu não tenho amigos, eu vou da escola pra casa sempre! – Ela gritou com raiva.

_Eu só quero o seu bem! – Percy disse pela milésima vez.

_Não! Você quer me prender! – Ela também disse pela milésima vez.

_Para de drama Annabeth, você não vai e pronto. – O fantasma disse já com raiva.

_Eu só quero ir ao cinema com uma amiga. – Ela falou.

_Amiga essa que eu não permiti que você tivesse! – Ele gritou com raiva.

_Você não manda em mim! – Ela gritou com mais raiva ainda.

_Sim eu mando! E dessa casa você não sai! – Ele disse em tom autoritário, antes de sair do quarto atravessando a parede.

A menina bufou e se jogou na cama com raiva, ela só tinha uma certeza, ela ia com ou sem permissão.

Continuo?????? 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...