História I Do - Capítulo 17


Escrita por: ~ e ~lailights

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Jackbam, Markjin, Moonsun, Yugkook
Exibições 1.174
Palavras 2.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Dezessete


Mark passava as mãos insistentemente pelos cabelos na frente do espelho tentando fazer com que ficasse pelo menos aceitável, mesmo que seus dedos só bagunçassem mais, o deixando totalmente frustrado. Bufou irritado ao ver o cabelo, que já estava grande demais, cair nos olhos.

Não se recordava da última vez que sentiu o maldito frio na barriga e nem mesmo como fazer com que ele sumisse. O nervosismo não tinha sentido, olhando pelo lado racional. Os dois se viam e se falavam praticamente todos os dias, já tinham uma convivência estabelecida.

Mas é claro que nada disso impedia o suor frio em suas mãos e aquela sensação irritante de primeira vez.

Definitivamente, Mark odiava primeiros encontros.

Seu celular vibrou com uma notificação qualquer, que indiretamente o avisou que faltavam apenas dez minutos para as sete.

Se arrependeu amargamente por fazer questão de buscar Jinyoung em sua casa, já que levaria pelo menos uns 20 minutos até lá. Agora não tinha mais volta, ia chegar atrasado.

Pegou um boné para disfarçar a tragédia capilar em que se encontrava seu cabelo e dirigiu o mais rápido que pôde.

...


Jinyoung estava emburrado encarando o relógio da sala do apartamento dos tios.

Como diabos o cara que chegava sempre em ponto no trabalho ia se atrasar dez malditos minutos? Aquilo só poderia ser um teste.

Yugyeom estava se segurando para não rir da expressão raivosa no rosto do primo enquanto o espiava de vez em quando da cozinha, fazendo pipoca e chamando Youngjae no telefone para verem uma daquelas animações bobinhas que ele amava – Divertidamente.

Antes que o Park resolvesse cancelar tudo só pela afronta, Mark ligou para que ele descesse. O moreno queria poder dizer que um sorriso não apareceu em seu rosto e que ele não saiu correndo para descer, empurrando Yugyeom que voltava para a sala no processo, mas foi exatamente o que fez.

Mas claro que a súbita animação não fez ele esquecer do quanto estava irritado quando entrou no elevador e os andares foram passando vagarosamente.

Assim que saiu do prédio pôde ver o carro de Mark a poucos metros, e enquanto o loiro o olhava atentamente, Jinyoung entrou no banco do passageiro.

— Boa noite. – Mark arriscou, sorrindo sem graça.

— Está quinze minutos atrasado. – Jinyoung rebateu, o olhando com o canto do olho.

— Eu sei. – suspirou derrotado, começando a dirigir em seguida. — Mil coisas aconteceram, fiquei preso no trânsito. – aquela desculpa com certeza era melhor que “fiquei duas horas arrumando meu cabelo igual uma garotinha e no final continuei um lixo”. — Desculpe. – observou o outro assentir e sorriu arteiro em resposta.

Sua mãe sempre dizia que ninguém resistia quando ele usava o tom de voz ligeiramente suave e aquilo o fazia querer ligar para ela apenas para agradecer.

— Está bem. – Jinyoung virou-se para encara-lo, mais tranquilo. — Aonde vamos?

— Eu não sei. – Tuan soltou uma breve risada com a careta que o moreno fez. — Estou decidindo agora.

— Você é inacreditável mesmo. – o moreno estava incrédulo. — Eu deveria ter avisado para onde eu estava indo, já que eu estou sendo praticamente sequestrado.

— Exagerado. – o carro parou no sinal dando liberdade para Mark encarar o carona. — É bom sair da rotina as vezes, não planejar nada. – explicou. — Você queria o que? As mesmas coisas de sempre, cinema e jantar?

— Não exatamente, mas já que você mencionou, tô com fome. – avisou e em seguida sua voz ganhou um tom ameaçador. — É melhor que esse tal lugar não planejado tenha comida. – ditou.

— Como o senhor quiser, majestade. – o loiro ironizou.

Os rapazes seguiram o trajeto em silêncio. O único barulho que preenchia o ambiente era o tamborilar de dedos que Jinyoung fazia. Ele não estava nervoso, mas sua curiosidade o deixava ansioso e seus pensamentos tomavam diferentes possibilidades.

Ele nem sabia por que aceitou aquele convite totalmente inesperado, muito menos o por que de Mark querer ter um encontro consigo. Aquele encontro estava se tornando uma grande incógnita para si.

Mark agradeceu aos céus quando finalmente chegaram em seu destino, já tinha perdido as contas de quantas vezes havia aberto a boca para tentar começar um diálogo e a fechado no instante seguinte.

— Rio Han? – Jinyoung sibilou enquanto o outro estacionava o carro.

— Sim. – assentiu. — Foi o primeiro lugar que me veio à mente. Eu venho aqui às vezes...

— Sozinho?

— Sim. – confirmou, ambos saindo do carro. — Quer dizer, se a minha cadela não contar como companhia.

— Você está fazendo o mesmo passeio que faz com a sua cadela, mas comigo? – o moreno observou de propósito quando chegou perto o bastante de Mark, rindo ao vê-lo ficar corado ao perceber a gafe.

— Aish! Não diga essas coisas, Jinyoung-ah! – levou a mão até a cabeça para retirar o boné e deixar o cabelo cair no rosto. — E você não disse que estava com fome? Logo ali tem uma loja e a gente pode comer algo.

— Está bem, só foi engraçado. – o moreno riu e levou os dedos até a franja de Mark, a ajeitando, mesmo que seus cabelos voltassem a cair sobre a testa. — Assim você parece um adolescente.

— E você parece que está prestes a me corromper. – comentou e riu divertido ao notar que agora era Jinyoung que ficava corado. — Que feio.

— Alguém já te disse que você fala besteiras demais? – Jinyoung murmurou envergonhado e Tuan riu novamente.

— Todo mundo, basicamente. – Mark deu de ombros e voltou a caminhar em direção a tal loja, logo sendo acompanhado pelo moreno. — Eu costumava ser calado antigamente, aí quando entrei na faculdade decidi falar mais, e agora falo tanto que me arrependo.

— Eu não consigo imaginar Mark Tuan calado. – riu e direcionou seu olhar para uma pedrinha que chutava até a porta do local. — Tenho minhas dúvidas se você se arrepende mesmo.

— Bom, tenho que concordar com você nesse ponto. – Mark parou subitamente entre a porta e Jinyoung, o encarando. — Não me arrependo de ter seguido meu impulso e ter chamado você para sair, por exemplo. – e sorriu, deixando o moreno do lado de fora atordoado por alguns segundos.

Não é como se Jinyoung fosse a pessoa mais experiente em relacionamentos, mas já tinha algumas historias para contar. E mesmo assim, aquele jeito direto de Mark nunca falhava em lhe deixar surpreso.

E bem, não é qualquer pessoa que consegue deixar Park Jinyoung, aquele que sempre tem uma resposta afiada na ponta da língua, sem palavras.

Naquela altura da noite, Mark já havia até esquecido de estar nervoso e o friozinho na barriga estava sob controle. Não queria se gabar, mas apesar dos imprevistos estava se saindo bem a julgar pelas reações de Jinyoung.

Podia jurar que o viu corar levemente quando se aproximou abruptamente e limpou o resquício de molho em sua boca – que para início de conversa nem existia.

Após se alimentarem, foram caminhar na área próxima ao rio, a brisa gelada que os envolvia fora a desculpa para que Mark o abraçasse de lado, dando espaço para Jinyoung apoiar o braço em sua cintura.

Assunto era o que não faltava entre os dois, entre as histórias vergonhosas da adolescência e uma ou outras farpas trocadas, carícias sutis eram deixadas por ambos os lados. As mãos de Tuan antes escondidas com o moletom e geladas pelo clima, agora sentiam o morno calor que Jinyoung transmitia ao brincar com seus dedos despreocupadamente.

Park resmungou ao ouvir a sugestão de Mark para se sentarem na grama, mas o fez do mesmo jeito.

Se não estivesse no primeiro encontro com o loiro provavelmente ia listar todas as razões para não se sentar ali, e a número um seria aquela placa que o Tuan fazia questão de ignorar mas dizia que era proibido pisar no gramado, quanto mais sentar nele. E entre as que jamais diria em voz alta estaria trocar o calor do corpo dele pela grama fria.

No fim das contas a ideia não foi de todo mal, já que os dois ficaram ali, sentados encarando as estrelas como um bom aluno de humanas faria enquanto dividiam um fone de ouvido que tocava músicas aleatórias no celular de Mark.

Dizem que as melhores memórias são criadas em momentos assim, tão aleatórios quanto a variedade de estilos musicais salvos na biblioteca do loiro.

Se alguém perguntasse a Jinyoung, ele não saberia responder ao certo se foi durante uma música da Lady Antebellum ou da Colbie Caillat que entrelaçou os dedos com os de Mark, o fazendo virar o rosto em sua direção.

Se encararam apenas por dois segundos antes que Mark tomasse os lábios alheios num beijo doce e sem pressa alguma, suave como a brisa fria que os envolvia.

Jinyoung poderia jurar que derreteu um pouco por dentro ao ver o sorriso de Mark quando eles se separaram.

...


As horas passavam e o frio conseguia ser mais forte do que a vontade de ficar ao ar livre. Em meio a sorrisos bobos e beijos breves os dois voltavam para o carro, caminhando com os dedos entrelaçados.

Pouco antes de alcançar o estacionamento, os olhos do loiro pararam em um Half onde alguns garotos praticavam.

— Eu não tinha visto isso antes! – Mark exclamou animado. — Ai que saudades de andar de skate!

Jinyoung riu. Ele estava certo no fim das contas.

— É bem a sua cara mesmo. – o moreno comentou. — Mas eu duvido que você consiga fazer isso agora com esse corpo de velho. – provocou.

— Duvida mesmo? – Mark arqueou uma sobrancelha. O moreno assentiu e Mark se afastou dele, caminhando até os garotos decidido a fazer pelo menos algumas manobras com o skate, que nem ao menos se lembrava como se chamavam.

Jinyoung ficou observando de onde Mark o deixou o mesmo tentando arranjar um skate. E por Deus, a lábia dele era boa demais para ele ter conseguido.

Mark subiu no ponto mais alto da rampa e desceu. Nesse momento Jinyoung até fechou os olhos para não presenciar a tragédia que felizmente não ocorreu naquele momento e sim quando Mark lembrou do tal flip, pisou num lado errado do skate e caiu no chão segurando o tornozelo.

Jinyoung correu até ele, dispensando os adolescentes que se aproximaram, e o colocou sentado, se certificando de que nada de grave havia ocorrido, por sorte nem uma torção.

— Mark, você é burro por acaso? – esbravejou. — Tá se achando o garotão de novo?

— Ok, eu acho que mereço isso. – o mais velho concordou, cabisbaixo.

— Consegue se levantar? – Jinyoung o apoiou em pé, mas o loiro fez uma careta ao tentar apoiar o pé no chão. — Droga... – murmurou o ajudando a andar.

— Você sabe dirigir? – perguntou quando já estavam próximos do carro. — É que eu não vou poder desse jeito.

— Sei sim. – odiava dirigir, mas pelo menos as aulas tinham valido de alguma coisa. — Me dá as chaves. – pediu quando Mark já estava no banco do passageiro.

Seriam esses os dias de luta que Youngjae reclamava? O Park estava começando a achar que o azar dele era contagioso.

Levou Mark até a casa do mesmo, mas não sem reclamar metade do caminho da irresponsabilidade dele, o ajudando a colocar gelo no tornozelo.

E mesmo que estivesse com uma carranca de preocupação, a desfez quando o loiro o encheu de beijos no rosto pedindo perdão pela sua teimosia ter arruinado o fim do passeio.

— Eu tenho que ir, Mark. – suspirou ao olhar pro relógio.

— De jeito nenhum! – o mais velho exclamou e Jinyoung o olhou confuso. — Não vou te deixar voltar sozinho uma hora dessa. – se explicou. — Fica aqui comigo. – corou ao perceber o que havia dito. — Quer dizer, aqui em casa.

Jinyoung levantou-se do sofá com todo aquele ar dramático que adorava apenas para deixar Mark um tantinho nervoso pela resposta.

— É, eu aceito. – assentiu com um sorriso. — Acho que o Yugyeom se vira uma noite sozinho.


Notas Finais


alo amigas

Esta aqui resolvido o misterio de aonde markjin estava. Ficou longo? desculpa, é que nós ama os side ship dessa fic d+

ai é tão bom ver as coisas finalmente acontecendo jhbsjdh!!!! Se o jaebum fosse danado igual o mark esse beijo 2jae ja tinha rolado ehehehe MAS ELE TA VINDO

SOON

ps: deem uma olhadinha nos nossos perfis que tem fanfics novas cheia de açucar e coraçoes

até a proxima, lessica ama voces


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