História I do too - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, V
Tags Daddyissues, Taeseok, Vhope, Yaoi
Exibições 82
Palavras 3.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ANNYEONGHASEYO!!! oi, tudo bem com vocês? espero que sim ~~ como um pedido de desculpas pela demora, que eu vou explicar nas notas finais o motivo, tem um lemonzinho maroto nesse capítulo hehe espero que gostem

P.s: leiam as notas finais, por favor x

Capítulo 6 - I know how much it matters to you


Fanfic / Fanfiction I do too - Capítulo 6 - I know how much it matters to you


Hoseok P.O.V

Os dias são difíceis, mas não impossíveis.

 Depois de chorar como um bebê no colo de Taehyung, tive que ir embora buscar a Sook e depois voltar para casa. Mas diferente do que eu esperava quando voltasse, meu pai não me recebeu com seus punhos.

Yoosung ficou satisfeito em saber que eu me juntei ao clube de matemática, tão satisfeito que não encostou em mim nenhuma vez nas semanas que se seguiram. Mas o tiro saiu pela culatra e eu tive que dar vida a mentira e realmente entrar para o clube.

Juntando as atividades e competições do clube e as semanas de provas que haviam se iniciado, meu tempo ficou curto e apertado, sem espaço para mais nada além de comer, estudar e dormir. E agora que a minha relação com o meu pai começou a mudar, tenho medo de quebrar essa rotina.

Taehyung e eu não nos falamos à umas boas semanas e a saudade dele está começando a doer. Mas eu lido com a saudade e com o cansaço, assim como lido com tudo na minha vida: fingindo que não está lá.

Os dias são difíceis, mas não são impossíveis. 

— Tudo bem — Jimin murmura cansado, a reunião do clube terminada. — As competições vão ser adiadas em razão das férias de inverno que estão chegando, então só temos que nos preocupar com as atividades.

— Podemos fazer em casa, sem problemas — Yibo, outro membro do clube, sugeriu, quase tão cansado quanto o resto de nós. — Distribui entre o pessoal as folhas de exercicios e nós faremos, se alguém tiver dificuldade nos reunimos.

Murmúrios de concordância quebram o silêncio macabro da biblioteca e Jimin assente, tirando os óculos e coçando os olhos pequenos de sono.

O último campeonato dos matletas havia acontecido a apenas dois dias atrás e deixou todo mundo acabado. Matemática sempre foi fácil para mim, mas eu não sou um gênio e disputar com outras escolas foi um desafio.

Depois das folhas distribuídas e dos matériais guardados, começamos a nos despedir.

— Boa sorte com as folhas — Jimin sorri, os olhos sumindo em pequenos riscos. — Se precisarem de ajuda é só ligar e vamos nos reunir.

Me despeço dos outros membros e saio da biblioteca, fingindo que não estou procurando uma certa cabeça loira pelo mar de alunos enquanto vou para casa.

Não vou direito e acabo passando no mercado e comprando o jantar, o sol já sumindo no horizonte quando pego minha rota de volta.

O apartamento, como eu esperava, está vazio e silencioso. Meu pai provavelmente ainda está no escritório e a Sook em mais uma de suas noites do pijama na casa de alguma amiguinha.

Deixo minhas coisas no meu quarto e volto para a cozinha, começando o jantar. Depois de tudo pronto, eu vou tomar banho e trocar de roupa.

A água fria desce pelas minhas costas como uma mão gelado e eu suspiro, encostando minha testa no vidro do box, deixando outro suspiro sair, dessa vez mais pesado.

Estou tão cansado; as atividades do clube, as matérias na escola, estão tudo acabando comigo. E droga, sinto tanta falta de Taehyung.

Taehyung.

Sinto minhas bochechas esquentando ao lembrar de nossa última noite juntos, a forma como ele me segurou, como me tocou, sua boca tão quente contra a minha.

Mordo meu lábio inferior, quase sentindo seu gosto e balanço a cabeça; não é hora para ter pensamentos assim.

Depois, de banho tomado, cabelo úmido e frio, eu me sento para comer, o único barulho sendo o da TV na sala tocando alguma música pop. Como devagar, os olhos cravados nos legumes da sopa e imaginando um universo paralelo onde eu não precise comer sozinho todas as noites.

Lavo a louça e vou escovar os dentes para dormir, mas acontece que eu não consigo e acabo voltando para a sala com a folha de exercícios.

Não está tão difícil, mas também não está fácil e quando eu chego no final, já passa das nove da noite e minha cabeça parece ter alojado uma daquelas escolas de samba brasileira.

Deixo a folha de lado e me deito, o barulho da TV alto demais até que começa a diminuir, meus olhos pesando até se fecharem.

Acordo em um susto com braços me erguendo do sofá, instintivamente tento bater no invasor, levando outro susto ao escutar a voz de meu pai.

— Hoseok, para — Me repreende. — Você dormiu, vou te levar pro seu quarto.

Mesmo em um estado de dormindo/acordado, meu coração acelera. Faz muito, muito tempo desde a última vez que meu pai me segurou assim. E parte de mim está assustada, esperando algum golpe.

Mas ele não vem e eu estou sedento por qualquer carinho vindo de sua parte. O abraço pelo pescoço e afundo meu rosto em seu peito, sentindo o cheiro de perfume e café.

Aproveito o máximo que eu posso e reluto quando ele tenta me colocar na minha cama, querendo só mais um pouco daquela sensação.

Eventualmente eu o solto e ele me deita, me cobrindo até o queixo com meu cobertor. Quero continuar acordado, mas o sono é tanto e eu não resisto.

Me pergunto se já estou sonhando quando sinto um beijo ser depositado na minha testa.

///

Quando acordo de novo, parece que só dormi poucos minutos, mas os primeiros indícios da manhã já estão no céu. Estou desorientado e levo alguns minutos até acordar completamente e perceber que meu celular está tocando.

Meu coração dá um pulo quando vejo quem é.

— Taehyung? — Sussurro, minha voz rouca de sono. — Tae?

Hoseokkkkkkkk — Sua voz está diferente quando ele responde. — SeokSeok.

— Tae por que sua voz... — A realização chega e eu quase engasgo. — Taehyung, você tá bêbado?

Ele ri, mas não tem graça nenhuma. Sua risada é sem humor e amarga.

— Nããão — Diz manhoso. — Talvez... Talvez um pouquinho. Um tiquinho assim ó.

A ligação está ruim e eu ouço o barulho alto do vento enquanto me sento na cama, passando a mão no rosto e completamente desperto agora.

— Taehyung, a onde você tá? — Pergunto preocupado. — Taehyung!

— Meu pai... Meu pai, vo-você sabe? Ele bateu na minha mãe, de novo — Sua risada é ainda mais amarga agora. — Aquele filho da puta, ele bate nela, sabia? E eu nunca posso fazer nada! Que maravilha!

— Taehyung, me escuta — Digo, ja me levantando e começando a procurar meus sapatos. — A onde você tá? Você tá sozinho?

Corro para o banheiro e começo a escovar os dentes rápido, preocupado. 

— Hoseok — Sussurra meu nome. — Hoseok. Cadê você? Por que... Por que você nunca está aqui quando eu preciso? 

Engulo em seco, sentindo meus olhos começando a arder. Lidar com a minha tristeza é uma coisa, eu me viro, mas a tristeza de Taehyung... Ela me destrói.

— Eu tô aqui. A onde você está, Tae? Me diz e eu vou te buscar.

Ele fica em silêncio e eu mordo a língua, nervoso e com medo.

— A vista é tão bonita aqui em cima. — Sua voz é seria, nem uma gota de humor negro. — Lá embaixo também.

Meu sangue gela nas veias.

— Taehyung...

— Você... Você juntaria meus pedaços, Seok?

O celular faz um baque surdo quando cai no chão e meus passos parecem pesar uma tonelada quando começo a correr, atravessando o apartamento e indo direto para as escadas que levam até o terraço.

Estou suando frio e o vento bate com força contra o meu rosto quando eu quase atravesso a grande porta de metal, olhando apavorado para todos os lados.

Meu coração faz uma pirueta no meu peito quando vejo Taehyung, em pé na mureta, uma garrafa em uma de suas mãos e a cabeça tombada para trás, olhando o céu.

Minhas pernas estão moles mas eu me forço a pelo menos caminhar rápido, minha boca seca e meus olhos embaçados. Não vou gritar; se ele se assustar e cair...

Me aproximo o suficiente e agarro seu braço, o puxando com força para trás, jogando nós dois no chão. Taehyung cai por cima de mim e eu fecho os olhos de dor quando minha cabeça bate no concreto.

— Hoseok? — Murmura, seu hálito quente e com cheiro de bebida batendo em minha boca.

Levo alguns minutos para me recompor, meu coração ainda acelerado pela corrida e minhas pernas formigando.

Quando finalmente recupero minhas forças e o pânico dos últimos minutos diminui, eu o empurro com brutalidade, me levantando.

Taehyung levanta também, me olhando confuso e então espantado quando eu arranco a garrafa de vodca de sua mão e jogo com força no chão, os vidros se espalhando sem padrão.

— Hoseok! — Me segura pelos braços. — Você ficou...

O interrompo com um tapa no rosto, forte. Sua cabeça vira para o lado e ele me solta, logo levando a mão ao local atingido.

— Você ficou maluco, Taehyung? — Não estou gritando, mas minhas mãos tremem. Estou tremendo inteiro. — Você acha isso engraçado? Encher a cara e então brincar na mureta? Passou pela porra da sua cabeça que você poderia ter caído? É isso que você faz quando tem problemas?

Taehyung fica em silêncio, parecendo assimilar o tapa e minhas palavras. E então ele me olha, quase tão bravo quanto eu.

— Quando meu melhor amigo esquece que eu existo, é, sim, o que eu faço!

— Eu não esqueci! Eu nunca esqueceria! — Retruco e então respiro fundo. Uma briga não é a solução. Eu não sou os meus pais. — Eu não tive chance de te procurar, eu nunca faria de propósito. 

Taehyung revira os olhos e eu tento me lembrar de que ele não está totalmente sóbrio e de novo, que uma briga não é a solução.

— Ah, claro. Foi por que a gente transou? É por isso que você tá me ignorando? Por que deu pra mim?

Me encolho como se ele tivesse me dado um tapa e não o contrário, mas não deixo as palavras me magoarem. Pelo menos não muito.

Eu sei que as pessoas podem ser cruéis quando estão machucadas e sei que meu menino sabe ser também. 

— Me desculpa — Sussurra antes que eu possa responder. — Eu não quis dizer isso, pelo menos, não assim. Eu só... Você sumiu e a situação lá em casa está pior. Eu não sabia o que fazer.

— Você podia ter me procurado em vez de uma garrafa — Digo, mas não em tom de repreensão. — Eu teria largado tudo pra ir te ver.

— Eu sei. Eu fui um idiota. — Ele me olha, perdido e assustado. — Eu posso te tocar?

Ainda estou bravo e assustado também, mas não o bastante, nunca o bastante, para impedi-lo de me tocar.

Abro os braços e Taehyung vem até mim, seus braços me envolvendo pela cintura enquanto eu o abraço com força, fazendo uma barreira em sua cabeça com os meus. Ele respira ofegante contra meu pescoço, mas não chora.

— Vai ficar tudo bem — Murmuro contra seu cabelo, querendo chorar. São palavras de conforto, mas não são a verdade. — Eu estou aqui.

— Hoseok — Sussurra sem parar contra meu pescoço, como um mantra, seus braços em um aperto de ferro a minha volta. — Hoseok.

Taehyung me beija e eu deixo, correspondendo com vontade. Sua boca tem o gosto da vodca misturado com o seu, sua língua quente e sedenta contra a minha.

Levo minhas mãos até seu cabelo e afundo meus dedos entre os fios macios e levemente úmidos pela garoa que começou a cair. Seus lábios fervem contra os meus, deixando um rastro de fogo quando deslizam para o meu pescoço.

Suas mãos descem da minha cintura para a minha bunda e ele aperta com força, me fazendo ofegar. 

Taehyung está com raiva e eu, com saudade. Sei o que ele quer e negar não faz parte dos meus planos.

O loiro agarra minhas coxas e eu tomo impulso, enlaçando minhas pernas em sua cintura. Suas mãos voltam para a minha bunda e eu gemo, sem conseguir me controlar, quando ele começa a caminhar.

Me arrepio inteiro quando Taehyung me pressiona contra a parede, à alguns metros da porta, e arranca minha camiseta, o concreto frio contra minha pele e suas mãos me fazendo tremer.

— Taehyung — Ofego sentindo seus lábios envolverem meu mamilo esquerdo. — Tae...

Um gemido alto deixa meus lábios quando ele começa a chupar, sua língua massageando de leve enquanto seus dedos brincam com o outro.

Ele se afasta um pouco, observando seu trabalho e me olha, as pupilas dilatadas e um olhar de desejo que me faz pulsar.

Sinto ele puxar minha calça com força para baixo, seus dedos logos agarrando minhas coxas, afundando na pele. Agarro a barra de sua camiseta e ele me solta brevemente para tira-la, o atrito de seu peito contra o meu queimando prazerosamente.

Desço meus dedos por seus ombros, mamilos e barriga e a enfio dentro de sua calça, agarrando seu membro, o sentindo duro e quente contra minha palma. Taehyung ofega e morde meu ombro.

Movo minha mão para cima e para baixo, fechando os olhos ao ouvi-lo gemer contra o meu ouvido.

Pressiono meu polegar contra a ponta, sentindo seus quadris impulsionaram para frente e ele soltar um gemido mais alto, agarrando minha mão e me fazendo parar.

— Eu vou gozar vergonhosamente rápido se você continuar fazendo isso — Diz, sem fôlego, me fazendo rir. — Se apoia nos meus ombros.

Meu sorriso some e eu sinto uma fisgada no meu baixo ventre quando ele termina de tirar minha calça e cueca, de uma só vez, e se ajoelha. Envolvo seus ombros e sua cabeça com minhas coxas e ele me pressiona mais contra a parede.

Sua mão segura meu membro, fazendo movimentos suaves de vai-e-vem até eu começar a me contorcer e implorar para que ele faça alguma coisa.

—  Taehyung — Choramingo quando ele me envolve com sua boca, o calor me fazendo ver estrelas. — Ah, Tae...

Tensiono minhas coxas conforme ele desce, me engolindo e então voltando, meu pênis brilhando com sua saliva. Agarro seu cabelo e gemo, tombando minha cabeça contra a parede e tentando não gozar.

Taehyung solta uma de minhas coxas e leva seus dedos até meu rosto, pressionando contra meus lábios e eu abro a boca, envolvendo seus dígitos com a minha língua. Observo ele fechar os olhos e gemer quando eu começo a chupar, me fazendo gemer também com as vibrações.

Solto seus dedos com um 'pop' obsceno e volto a fechar os olhos, perdido demais nas sensações que sua boca me causa para me dar conta do que ele vai fazer.

Levo um susto e me arrepio quando sinto seu dedo circulando minha entrada e volto a agarrar seu cabelo, tentando relaxar quando o sinto introduzi-lo em mim devagar.

Taehyung faz um ótimo trabalho em me distrair enquanto me prepara, o desconforto ainda está ali, mas ele me chupa com destreza e em minutos já tem três dedos dentro de mim.

Preciso morder meu punho para não gemer alto demais, me dando conta de que se formos pegos aqui e ainda mais fazendo isso, as consequências vão ser altas.

— Taehyung — Quase grito, ofegando como se tivesse corrido uma maratona. — Taehyung, ah, Taehyung, eu vou gozar se você não parar.

Seus dedos deslizam para fora de mim e eu me contraio, sentindo uma estranha sensação de vazio. O loiro me solta  com um barulho que beira a obscenidade e levanta, os lábios brilhando.

Eu mesmo tiro sua calça, fazendo-a cair até seus tornozelos e ele me beija, me fazendo sentir meu gosto salgado em sua boca.

— Preciso tanto de você — Sussurra, se posicionando contra mim. — Eu não tenho camisinha aqui.

— Você tem alguma doença? — Mordisco seu lábio inferior e ele nega. — Eu também não. Então não tem problema.

— Tem certeza? Vai fazer uma bagunça.

Me empurro contra ele, nos fazendo gemer com a sensação.

— Taehyung, por favor...

Taehyung desliza para dentro de mim e eu me arqueio contra ele, fechando os olhos com força ao sentir como arde. O abraço com força e ele me segura, gemendo fraco contra meu ouvido até estar completamente conectado a mim.

— Porra, Hoseok. Tudo bem?

— Uhum — Murmuro e respiro fundo. — Só... Me dê um minuto.

Taehyung fica parado enquanto eu me ajusto a sensação de tê-lo dentro de mim pela segunda vez, deixando beijos suaves pelo meu rosto e fazendo carinho nas minhas pernas.

Movo meus quadris devagar e ele entende o recado, saindo e entrando novamente, roçando minhas paredes internas e me fazendo gemer sôfrego. A dor e o prazer e a vergonha se misturando, me deixando louco.

O loiro ganha ritmo e logo minhas costas estão batendo contra a parede com a força de suas estocadas, meus gemidos sendo abafados por sua boca. Taehyung engole cada um deles.

— Olha pra mim — Pressiona sua testa contra a minha.

Abro os olhos com esforço, sentindo meu rosto queimar de vergonha e prazer quando encontro seus olhos fixos em mim, escuros e brilhando de desejo e amor.

Seu corpo desliza sobre o meu, o vento frio em contraste com minha pele quente.

Sinto quando Taehyung se desloca, mudando suavemente o ângulo das investidas e voltando a se movimentar com força, mordendo e chupando meu pescoço.

Seu membro pressiona algo e eu arquejo, minhas pernas tremendo e estrelas explodindo por trás das minhas pálpebras. O prazer invade cada parte de mim, um gemido alto e agudo arranhando minha garganta.

— Taehyung, eu vou... Taehyung!

Ele continua se movendo, acertando esse ponto doce todas as vezes e meu corpo inteiro tensiona quando eu sinto o nó em minha barriga ficar apertado.

Seus dedos envolvem meu membro e só é preciso dois movimentos de sua mão e mais uma estocada profunda e eu estou gozando, molhando seu abdômen e gemendo seu nome alto.

Taehyung perde o ritmo controlado e começa a se mover de forma frenética, ofegando contra minha bochecha. Viro meu rosto e deslizo minha língua para dentro de sua boca, fincando minhas unhas em suas costas e abafando seus gemidos quando ele goza.

Ele sai e eu faço uma careta ao sentir o líquido quente começando a escorrer pelas minhas coxas. A sensação não é ruim, mas está longe de ser confortável.

Ficamos abraçados, tentando regular nossas respirações. Taehyung deita sua cabeça em meu ombro e respira fundo.

— Obrigado. — Deixa um beijo suave na pele suada. 

Fecho os olhos, deixando as palavras aquecerem meu coração e o abraço com mais força.

— Eu disse, eu estou aqui. — Beijo sua testa quando ele me olha. 

Ficamos mais alguns segundos ali, abraçados, só ouvindo o coração um do outro e então nos afastamos. Está começando a chover forte.

Minhas pernas estão moles e eu mordo a boca de vergonha quando Taehyung usa sua camiseta para limpar a bagunça entre minhas pernas, dizendo que tem um casaco seu por ali.

Me visto devagar, ignorando o desconforto nas regiões baixas e vou até ele.

— Não some mais assim — Diz — Eu não funciono bem sem você, Hoseok.

— Eu não vou — Sorrio — Eu prometo.

Ele me olha; o rosto sério e o olhar carinhoso. Taehyung acredita fielmente em promessas e com uma casa cheia delas quebradas, eu sei o quanto importa para ele.

Selo a promessa com um beijo e nós saímos do terraço de mãos dadas, a raiva e a mágoa deixadas para trás junto dos cacos de vidro no chão.


Notas Finais


OI DE NOVO !! mil perdões pela demora absurda, mas esse último mês foi uma bagunça pra mim, de verdade, fiquei atolada na escola e de quebra minha mãe tinha cancelado o wifi e eu fiquei sem ter como postar :''( me desculpem mesmo. MAS eu estou de volta e prometo não demorar com o próximo capítulo que será postado no sábado sem falta ~~ espero que tenham gostado desse capítulo, me digam o que acharam, até a próxima, chu~~

misaki xx


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