História I don't deserve you. - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Simón
Tags Gastina, Lutteo, Romance, Simbar, Sou Luna
Exibições 133
Palavras 1.041
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


;)

Capítulo 21 - Ciúmes?


Fanfic / Fanfiction I don't deserve you. - Capítulo 21 - Ciúmes?

.Simón*

 

Acordo caído no chão, após Ámbar ter me derrubado do sofá.

Depois da noite anterior, pensava mais e mais nela. Ela era muito mais que uma garota metida e fútil como eu pensava, as pessoas apenas não notavam isso. Mas confesso que também me irritava um pouco, como por exemplo agora, quando havia acabado de virar o sofá para eu cair.

- Bom dia princesa! – diz ela irônica sorrindo. Já estava com o uniforme do Blake, batendo um lápis na mão.

- Por que faz isso? Que horas são? – digo bocejando.

- São cinco horas da manhã.

- O que!? Por que me acordou tão cedo?

- Pra ninguém te ver andando por aí! – responde. – Vamos logo!

- Ok. – me levanto e sigo-a.

Vamos até seu quarto. Lá, eu faço minhas higienes no banheiro e troco de roupa. Depois descemos até a cozinha para tomar café.

- Vai pro Roller hoje à tarde? – questiono me sentando na mesa.

- Vou patinar um pouco.

- Podemos tomar alguma coisa depois que eu terminar de trabalhar... – dizia, mas escuto vozes vindo de outro lugar.

- Droga! – Ámbar arregala os olhos. – Se esconda em algum lugar!

Não fazia ideia para onde ir, a primeira coisa que pensei foi ficar atrás da porta. Ainda conseguia enxergar Ámbar mexendo seu café um pouco nervosa quando a mãe de Luna chega.

- Bom dia senhorita Ámbar. – sorri Mônica.

- Bom dia. – diz, mas logo seu sorriso desaparece ao notar algo na mesa. Sigo seu olhar e vejo meu gorro ali, havia me esquecido dele.

- Acordou cedo hoje, não?

- Não quero ficar na detenção de novo. – a loira dá de ombros e joga meu gorro na pia. Liga a torneira e começa a lavar a xícara que usava.

- Não precisa lavar a louça. – comenta Mônica.

- Não, nem me importo.

- Use as luvas pelo menos. – avisa ela deixando a cozinha finalmente.

Ámbar suspira e tira meu gorro encharcado debaixo da espuma.

- Foi por pouco. Desculpa, foi a única coisa que pensei. – diz me entregando.

- Me deve um gorro.

- Pelo menos lavei ele, pare de reclamar. – fala pegando sua mochila e caminhando.

- Calma! – alcanço-a. – Então..., como estava dizendo, quer tomar alguma coisa comigo depois de patinar hoje à tarde? – convido e ela me encara fazendo uma careta.

- Por que diabos quer tomar alguma coisa comigo?

- Não sei..., está me ajudando bastante e talvez pudéssemos nos tornar... amigos. – acompanho seus passos apressados.

- Simón. – Paramos na frente do Blake, havíamos ido a pé. Ela me olha e sinto meu coração acelerar. – Sei o que está fazendo, mas não precisa.

- O que estou fazendo? – questiono nervoso, será que percebeu que estou gostando dela?

- Está me convidando por pena depois do que eu disse sobre ninguém se importar e aqueles dramas de ontem à noite. – comenta. – Relaxa, me saio muito bem sozinha.

- Não! Não estou te convidando por pena!

- Está me convidando para nos tornarmos “amiguinhos” então? – desconfia erguendo uma sobrancelha.

- Na verdade..., também não... – coço a cabeça.

- Então, qual é o motivo? – pergunta impaciente.

- Eu... eu... – dizia, mas sou interrompido por Gastón.

- Moram juntos e agora vão pro colégio juntos também? – fala ele cumprimentando Ámbar. – Nunca pensei que me trocaria pelo guitarrista loira... – brinca.

- Cala a boca garoto! – sorri Ámbar. – Nunca disse que era sua amiga, você que fica se iludindo.

- Assim você parte meu coração.

- Você também parte o meu. – brinca ela. – Já me trocou pela Nina também.

- Que coração? Você tem coração? – ele ri. Diante de toda aquela intimidade, só queria socar Gastón. Ciúmes? Claro que não.

- Idiota. – a loira revira os olhos e Gastón acena se afastando. – O que falava? – dirige sua atenção à mim novamente.

- Nada não. – respondo imediatamente. – Tenho aula agora, não quero me atrasar.

- Ok. Até mais tarde. – sorri seguindo para suas aulas avançadas.

*

Depois do colégio, vou para o Roller trabalhar. Ámbar e Gastón estavam juntos novamente em uma das mesas, pareciam fazer as tarefas, mas mesmo assim, eu estava irritado. Nico e Pedro perceberam isso.

- Pedido errado de novo Simón! – reclama Pedro. – Tá com a cabeça aonde!?

- Desculpa. – digo trocando o suco.

- Sei que Luna e Matteo estão patinando juntos, mas você precisa esquecer ela, tem tantas garotas por aí e... – comentava Nico, mas interrompo-o.

- Luna e Matteo estão patinando? – desvio meu olhar da loira para a pista.

- Pensei que é por isso que está assim... – aponta para mim. – ...atordoado.

- Não estou atordoado, estou bem e... – me defendia, mas Ámbar e Gastón começam a rir e eu derrubo um copo que segurava.

- Sai daqui cara. – Pedro encara os cacos no chão. – Vai tomar um ar, sei lá.

- Desculpa, se quiser eu limpo isso.

- Não, capaz de você se cortar ainda. Pode ir, pausa de vinte minutos pra você, vai, vai!

Suspiro, tiro o pano que estava no meu ombro e jogo-o na bancada. Saio irritado batendo o pé. Esse com certeza, não era o meu dia.

- Ei Simón! – escuto uma voz que reconheço imediatamente.

- Fala. – repondo ríspido voltando alguns passos e encarando Ámbar.

- Já vai embora?

- Por que quer saber?

- Porque você dorme na minha casa agora, preciso saber quando vai aparecer por lá. – diz.

- Relaxa, eu aviso quando for pra lá. Ninguém vai saber que tem um garçom dormindo no seu porão, fica tranquila. – falo e viro as costas.

- Ei! – chama, mas ignoro. – Ei! – ela se levanta e puxa meu braço fazendo com que eu a olhe. – Ninguém nunca me virou as costas, você não vai ser o primeiro! – comenta nervosa. – O que que eu te fiz, em?

- Nada, não estou bem, tenho uns problemas... – comento colocando as mãos no rosto. Ótimo, não queria ter provocado uma briga.

- E o que eu tenho com isso? Todo mundo tem seus problemas, isso não quer dizer que você tenha que descontar nos outros!

- Desculpa, sério. – encaro-a cruzando os braços.

- Afinal, qual é o seu “grande problema”? – questiona irritada.

- Eu... eu...

- Fala logo garoto!

- Eu estou apaixonado por uma garota que me odeia. – confesso.

.


Notas Finais


J.


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