História I don't deserve you. - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Simón
Tags Gastina, Lutteo, Romance, Simbar, Sou Luna
Exibições 175
Palavras 1.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpa não responder os comentários.
O tempo que tenho livre eu escrevo.
Sorry ;)

Capítulo 8 - Perfeita.


Fanfic / Fanfiction I don't deserve you. - Capítulo 8 - Perfeita.

.Ámbar*

 

- O que foi isso na pista? – pergunto para Matteo depois de vê-lo patinando com Luna.

- Isso o que? – questiona bebendo água. Estávamos na sala dos armários.

- Matteo, - sorrio sarcástica. – confesso que sou muitas coisas na vida. Metida, chata, irritante, implicante, mas trouxa eu não sou, tá legal? – continuo. – Se está gostando da Luna é melhor me falar logo!

- Não! Como iria gostar daquela garota!? – diz não me convencendo.

- Tem certeza? Não foi o que pareceu.

- Acho que não viu direito Ámbar, não imagine coisas. Eu e Luna nunca acontecerá. – fala saindo.

- Ótimo! – grito irritada.

- Ótimo! – grita ele.

Nós sabíamos que nada estava "Ótimo".

Caminho atrás de Matteo. Tamara estava no Roller e iria nos ajudar a ensaiar.

- Olá pessoal! – acena ela. – Prontos para começar?

- Sim! – fala Simón animado enquanto eu colocava meus patins.

- Ok, todos na pista. Cada um com seu casal. Comecem a coreografia!

Patino com Matteo, tentamos fazer alguns movimentos, no entanto, nada dava certo. Estava irritada e ele parecia estar com a cabeça em outro lugar. Até continuaria, mas escuto um baque no chão da pista. Era Luna que havia caído com Simón. Nenhum casal estava com sorte naquele dia.

- Para pessoal! – diz Tamara ajudando Luna a se levantar. – O que está acontecendo aqui?

- Só estava distraída... – comenta Luna.

- Tá legal, sem distrações. Vamos tentar de novo!

Continuamos a coreografia e no primeiro passo, Tamara grita novamente.

- Chega! O que aconteceu com vocês? Não olham um para o outro, não conseguem finalizar um movimento se quer!

- Desculpa Tamara. – falo.

- Parece que ninguém está em um dia muito bom... O que posso fazer? – diz pensativa. – Já sei! Troquem as duplas.

- Como? – pergunta Luna.

- É, nunca patinamos com o outro, isso só piora as coisas. – me manifesto.

- Concordo. – fala Simón me olhando.

- Não queriam minha ajuda? – diz Tamara e afirmamos com a cabeça. – Pois então, troquem as duplas!

Reviro os olhos, Simón e Matteo trocam de lugares.

- Pelo menos disfarce sua cara de nojo em patinar comigo. – Simón murmura para mim.

- Na verdade, não é essa minha maior indignação. – respondo olhando para Luna e Matteo.

- Tá com ciúmes patricinha? Deveria confiar mais em seu namorado. – provoca.

- Não confio em nada capaz de pensar. – falo.

- Pois eu confio em Luna. Relaxa. – diz inseguro.

- Se estivesse aqui há meia hora atrás, acho que sua opinião mudaria rapidinho.

- Do que está falando? – questiona.

- Ué, basta prestar atenção neles. – digo.

- Chega de conversa! – grita Tamara. – Vamos lá, desde o início.

Fazemos alguns movimentos e realmente ela tinha razão. Simón e eu íamos muito bem. Pude perceber que vez ou outra, ele desviava sua atenção à dupla ao lado. Também iam muito bem, estavam nervosos, tensos, mas tinham uma ótima conexão.

- Confia tanto em Luna agora? – sussurro em seu ouvido.

- Es-estão patinando normalmente. Como eu e você.

- Só que a única diferença é que nós sentimos ódio um pelo outro. Acho que eles sentem o oposto, não? – provoco.

- O que eu supostamente devo fazer? – pergunta se irritando.

- Segure sua namorada!

- Ei! Ámbar e Simón! Concentrem-se nos passos! – berra Tamara.

Continuamos a coreografia e pude percebe-lo distraído. Espero que isso sirva para ele prestar mais atenção em Luna.

- Está bom por hoje! – fala Tamara. – Foram muito bem com as duplas trocadas. Já pensaram em competir assim?

- Não! – eu e Simón respondemos juntos.

- Então pensem. Seria muito bom para a apresentação de vocês. – aconselha.

- Ok. – sorrio irônica. Já havia pensado e a resposta era não.

- A-acho que já vou pra casa. – comenta Luna diferente.

- Eu também. – diz Matteo.

- Mas já Luna? Não quer tomar nada comigo? – convida Simón.

- Não, estou cansada. Desculpa. – fala.

Não falei nada com Matteo. Ainda estava irritada com ele. Só vi-o pegando sua mochila e saindo. Luna também foi embora, pouco tempo depois.

- Posso falar com você? – pergunta Simón enquanto eu tirava meus patins.

- Ok. – respondo. – Vamos sentar em uma das mesas.

Caminhamos até a lanchonete e eu falo:

- Pode começar.

- Temos que afastar Luna e Matteo.

- Não me diga! – comento sarcástica. – Pensou nisso sozinho?

- Estou falando sério! – fala irritado.

- Ok. – penso. – Na próxima vez que formos ensaiar, podemos ser péssimos juntos, um desastre. Tamara terá que deixar as duplas como antes.

- Tá legal. – continua. – Fique sempre com Matteo, não podemos deixá-los sozinhos.

- Acho que podemos fazer só isso por enquanto.

- É, se forçarmos demais, eles perceberão. – comenta.

- Certo. Combinado então. – digo me levantando.

- Está confiando em mim para seu plano? Não era você que não confiava em nada capaz de pensar? – provoca.

- Quem disse que você pensa garoto? – sorrio. – Tenho que ir agora.

- Vai comprar sapatos patricinha? – sorri ele.

- Como adivinhou? – pergunto irônica.

- Você tem uma cara daquelas garotas que tem tudo o que quer.

- Não podia estar mais certo! – respondo no mesmo tom me afastando.

Saio do Roller e mando uma mensagem para meu motorista. Enquanto espero, ligo para Delfi.

- Oi Ámbar! – fala.

- Oi. Tá ocupada agora?

- Na verdade sim, - diz com pena. – vou sair com meus pais.. Sinto muito.

- Não, sem problema.

- Tenho que me arrumar. Até amanhã! – diz.

- Até.

Desligo e procuro Jazmín nos meus contatos.

- Oi. – digo.

- Ámbar! Tudo bem? – pergunta.

- Sim. – falo. – Estava pensando em sairmos, não sei, compras talvez?

- Aah, desculpa. Vou na casa do meu pai hoje. Não posso faltar, você sabe, só vejo-o uma vez por semana. – diz.

- Não, tudo bem, deixa pra outra hora.

- Ok, tchau! – ela desliga o celular.

Droga, penso quando vejo meu motorista chegando. Não queria ir para a mansão e jantar com a minha madrinha. Aquilo era tão desconfortável. Mas também não iria fazer compras sozinha. Aquilo era triste. Imagina se alguém visse Ámbar Smith andando sozinha pelas lojas. Nem pensar! Optei pela primeira opção.

Não tem muito do que dizer da minha vida. Ela era normal como a de todos. Talvez até um pouco mais sem graça. A diferença era que todos os dias quando acordava, eu subia em cima de um salto e fazia todos acreditarem que a vida da garota mais popular do colégio era, impecável, perfeita.

.


Notas Finais


J.


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