História I Don’t Remember, But I Love You - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Gina Weasley, Harry Potter
Tags Harry Potter, Hinny
Exibições 127
Palavras 2.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Magia, Mistério
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


1° Fiquei ansiosa para postar esse capítulo
2° Agradeço de coração a vocês que comentaram no capítulo anterior, me anima a continuar ;3 (até porque no dia seguinte eu posto outro capítulo)
e
3° Boa Leitura ;D

Capítulo 6 - Um Dia Todo Em Casa


Fanfic / Fanfiction I Don’t Remember, But I Love You - Capítulo 6 - Um Dia Todo Em Casa

 

Ginny estava lá, colocando o garfo cheio de comida na boca, mas antes que eu fale alguma coisa ela engole a comida e eu só tenho tempo de ver ela convusar.

– Harry, o que... – Liz começa a dizer, mas é interrompida quando vê Ginny convulsando.

Pego a varinha e convoco um bezoar. Eu estava nervoso, com medo. Ginny sacudia descontroladamente e sua boca espumava.
Era tudo muito irreal!

O beazoar chega em minha mão e abro a boca de Ginny e jogo-o dentro dela. Ginny estremeçe, e seu corpo fica mole e imóvel, mas continuava quente com a pulsação lenta.

– Harry, como isso aconteceu? – Liz pergunta.

– Foi Ele, foi Ele. Toma, leia isso daqui – Entrego a carta para ela e pego o corpo de Ginny levando-a para o quarto.

Liz me segue o caminho todo com os olhos pregados na carta.

– Harry isso é...

– Assustador, horrível, chato, clichê, doentio, medonho? – Interrompo ela – Eu sei.

Coloco Ginny na cama e sento ao lado dela fazendo um leve carinho na bochecha. Um dia depois que ela sai do hospital é, novamente, atacada. Só porque é esposa do famoso Harry Potter! Como eu desejava ser uma pessoa normal e estar junto com Ginny.

– Harry... – Liz diz tristonha. – Isso é horrível, Harry! Temos que fazer alguma coisa, e... Ah Harry

– Eu sei – Digo soturno e solto um suspiro. – Ela não merece isso, mas como ela foi envenenada? Cookie e Monstro não fariam isso!

– Chame eles. – Liz opina. – Vou falar o que aconteceu hoje com Siger e aviso que não vai trabalhar hoje, depois eu volto. Cuidado einh! – Ela me da um beijo na bochecha e sai do quarto deixando a carta sobre o criado mudo.

Observo Ginny deitada. Ela parecia tão doce, inocente, desprotegida e insegura. Eu precisava protege-la, eu precisava ajuda-la; ajuda-la a se lembrar de 7 "fucking" anos que mudaram nossas vida completamente.

Solto um suspiro e pego a carta d' O Psicopata. Que nome escroto, Voldemort era melhor. Olha em que eu estou pensando! Em NOMES. Sem pensar, passo o dedo na parte em que ele dizia "Adorei estar dentro dela". Ótimo, tudo o que consigo pensar sobre essa frase é que Ginny fora estrupada.

Poderia ter sido possuída? Sim! Mas não fora, porque quando a encontrei ela estava nua. Minha Ginny nua no meio do hall...
Por que raios, Ginny tinha que ser tão gostosa?!

Deixei meus pensamentos vagarem sobre Ginny, como eramos felizes antes disso tudo, e antes que eu conseguisse prender, uma lágrima escapara e escorria livremente pelo meu rosto.

Me deitei ao seu lado e fiquei mexendo nos seus lindos cabelos ruivos que eu tanto amava. Meus olhos estavam pesando, e antes de cair no sono, falo:

– Eu sempre vou te amar Ginevra Weasley Potter.

 

P.O.V Ginny

Acordo com vozes.

Minha cabeça estava estourando e mesmo deitada eu estava tonta, e além disso, uma voz  vagava pela minha cabeça "Seu marido ficará contente em te ver assim." A voz tinha um certo desprezo, e frieza.

– Espera ela se recuperar primeiro, ela vai ficar mais confusa ainda com vocês aqui –  Harry não gritara, nem elevara a voz, mas seu tom saiu alarmado; aborrecido.

– Potter, você saber que não temos tempo. Olha o que aconteceu com ela –  Diz uma voz grave que realmente eu não fazia a minima ideia de quem era.

– Droga! – Elevou um pouquinho, Harry! – Ginny não é um robô ou um ser sem sentimentos! Por que não pode ser eu a fazer isso?

– Potter, você deve lembrar quem é superior a você – A voz grave também elevou um tom. – Eu já lhe disse que não estamos mais em Hogwarts e você não está no comando das coisas!

Já previa socos e chutes, mas em vez disso, escutei a calma voz do Harry:

– Ela é minha esposa, estamos na minha casa e ela foi envenenada horas atrás, não vou permitir que faça isso hoje. – Harry dera ênfase no hoje. Legal, eu seria alvo de alguma coisa. – Vocês já interrogaram os elfos e sabemos o que aconteceu até certo ponto, você não espera que ela se lembre de uma hora para outra o que ocorreu... Aqui.

Um suspiro.

– Eu volto amanhã – Ouço passos – E Potter, sinto muito por ter que fazer isso, você é  um dos nosso melhores aurores, mas não trabalhará até o ano que vem.

–  O quê? – Harry pergunta indignado. – Mas...

– È melhor esfriar a cabeça, Potter, sua mulher foi atacada duas vezes em pouco tempo. Te espero no ministério em 01/01, já está acabando o ano, relaxe e passe o tempo com ela, mas amanhã eu volto!

A porta se fecha. Sinto o colchão se afundando e uma mão quente tocar em minha bochecha.

– Eu sei que você está acordada. – Harry diz. Viish

– Eu não queria estar – Digo entre os dentes e abro os olhos.

Harry estava em minha frente com um sorriso triste no rosto, no lugar de felicidade naqueles perfeitos olhos verdes estavam tristesa e preocupação.

Tento sentar, mas sou impedida por Harry, e obedeço com o maior prazer.

– Está bem? –  Harry pergunta.

– Tirando o fato de eu ter escutado, sem querer, a sua conversa com um homem e de estar sentindo dor em todos os lugares possíveis; eu estou bem – Digo – Só não me lembro direito do que aconteceu –  Harry me olha mais preocupado –  Calma, eu me lembro de Cookie ter me servido o almoço, mas ai eu não me lembro de mais nada. O que aconteceu?

Harry me explicou que havia chegado em casa a tempo de me ver convulsando e me salvar com um bezoar e depois, Ron aparece com Siger, o Chefe da Seção dos Aurores, eles interrogam os verdadeiros elfos que Harry encontrou desacordados no porão e descobrem que Cookie, na verdade era uma outra elfa que foi obrigada a envenenar a minha comida. Harry contou também que meus pais e meus irmãos vieram aqui quando eu estava dormindo. Bom saber que eu sou um alvo, realmente é muito bom saber...

– É minha culpa – Harry diz abaixando a cabeça – Eu deveria ter ficado com você, ou pelo menos apresentado os elfos – Ele suspira.
inconscientemente eu pego na sua mão e sorrio quando ele me encara e retribui o sorriso.

– Eu estou bem – Digo fazendo uma careta quando me movo – Não tão bem assim, mas vou ficar. – Harry da uma risadinha sem graça e se levanta.

– Deve estar morrendo de fome, não? – Harry me indaga e eu afirmo com outra careta – Dessa vez eu faço a comida.
Harry já estava na porta quando eu chamo-o:

– Harry! – Ele se vira – Quero ir te ver cozinhar, me leva, por favor. – Peço manhosa fazendo um biquinho resultando em uma risada alegre do Harry.
Tsk tsk – Ele estala a língua. – Você deve ficar de repouso, mocinha – Dá um sorriso torto. – Eu prometo que você irá me ver cozinhando – E me lança uma piscadela antes de sair do quarto.

"Como eu estava com saudades da solidão!" Penso sarcasticamente enquanto tento sentar, mas para a minha infelicidade, cada parte do meu corpo doía. Descartei rapidamente essa decisão.

E do nada eu me lembro da marca de uma rosa vermelha em minhas costa. Harry indubitavelmente sabe que tem uma rosa vermelha no meu corpo, mas porque raios tinha uma rosa vermelha aqui? Por acaso eu fui marcada? E se esse novo bruxo das trevas tiver me marcado? Tem coisa ai. Ah eu sei que tem!

Passando uma hora de tédio, Harry finalmente entra carregando uma bandeja com uma tigela e colocando no criado mudo.

– Eu te ajudo a sentar, vem – Harry com todo o carinho me ajudou a sentar, na verdade ele me carregara, mas não é a força do Harry que está em jogo e sim aquela rosa.

Harry coloca a bandeja sobre as minhas coxas e depois senta ao meu lado cruzando as pernas me ajudando a comer. E devo admitir que fiquei um pouco constrangida, eu parecia uma criança.

Quando termino decido fazer a pergunta, mas ai está! Como fazer uma droga de pergunta como essa?

– O que te deixa tão inquieta assim? – Harry me indaga

– Eu não estou inquieta – Falo na defensiva e Harry sendo um cara chato como é arqueia a sobrancelha – Ok, bom, é estranho, mas por que raios tem uma rosa vermelha na minha costa?

Se Harry estava tentando reprimir uma risada, estava fazendo um péssimo trabalho, mas mesmo assim ele respondeu a minha pergunta:

– É uma historinha boa, vai querer ouvir? – Mas que pergunta mais obvia! É claro que eu vou querer ouvir.

– Claro!

Harry se acomodou melhor na cama encostando as costas na cabeceira macia.

– Tudo começou quando a gente tinha uns 19 anos, quero dizer, quando eu tinha 19 anos – Ele faz um gesto de desinteresse com a mão – Eu e você fomos em uma festa que Elizabeth estava dando, e bom, ela nos desafiou a fazer uma "marca trouxa" como ela diz – Harry solta uma risada – Isso ai, é uma tatuagem.

– Então você também tem uma...

– Tatuagem, sim, quer ver?

Fiquei indecisa, e se a tatuagem dele ficasse na bunda? Claro que não Ginevra, deixa de ser burra.

– Quero – Digo curiosamente

Harry desencostou da cabeceira e tirou a blusa que vestia.

Pelas cuequinhas de Merlin! O Harry de Hogwarts era muito magricela e hoje ele está um deus-grego.

Ahh, tomara que eu não esteja fazendo uma cara de boba!

O abdômen do Harry era por completo definido, tinha algumas cicatrizes espalhada e no caminho do peito esquerdo tinha a tal da tatuagem, eu acho. Era um dragão, não me lembro da raça dele, mas eu lembro que foi o dragão que Harry enfrentou no Torneio Tribruxo.

Só percebi que estava tocando-o quando senti o calor da pele dele nos meus dedos e um leve desnível como uma cicatriz, mas agora que a merda já estava feita era melhor ligar aquele botãozinho "foda-se" (se minha mãe me visse pensando nisso ela me mataria).

– Gostou mesmo de enfrentar ele, Harry? – Indago-o quebrando o meu clima, porque para ele, parecia estar sendo tortura, mas ao mesmo tempo sendo bom .

– O Rabo-Córneo Húngaro. Você  lembrará de um dia, eu tenho certeza que lembrará, e vai saber o porque eu fiz essa tatuagem. – Harry riu e se virou de costas para mim – Tenho outra também.

A outra ficava bem abaixo da nuca, era um simbolo estranho onde tinha um triangulo e dentro dele tinha um circulo e uma linha separando os dois lados do triangulo.

Abaixo desse simbolo louco estava escrito...

– "Juro Solenemente Que Não Pretendo Fazer Nada De Bom" – Harry dita.

– Essa frase não cai bem em você Harry! – Digo franzindo o cenho e Harry dá outra risada.

– Vou te mostrar uma coisa – Harry fica de quatro e vem até a minha direção, quero dizer, na direção do criado-mudo ao meu lado – Eu normalmente dumo nesse lado, desculpe – Harry abre a primeira gaveta onde tinha um pergaminho velho, um óculos, penas, mais pergaminhos e um pomo de ouro.

– Gosta tanto de ser apanhador, eihn?! – Digo fazendo Harry rir e pegar o pergaminho velho junto com o pomo.

– Esse pomo foi o que eu capturei no meu primeiro jogo, eu levo ele para as missões, ele me da segurança e confiança, é estranho.

– E esse pergaminho velho? – Pergunto.

Harry pega a varinha e coloca na minha mão junto com o pergaminho velho.

– Dita a frase que está abaixo desse simbolo com a varinha apontada para o pergaminho. – Diz Harry se virando de costas novamente para eu poder ler a frase.

–"Juro Solenemente Que Não Pretendo Fazer Nada De Bom " – Digo e na mesma hora, linhas de tinta muito finas começaram a se espalhar como uma teia de aranha a partir do ponto em que a varinha tocara. Fiquei apreensiva, e se fosse como o diário de Riddle?Mas elas convergiram, se cruzaram, se abriram; e em seguida, no alto, começaram a aflorar palavras, palavras grandes, floreadas, verdes, que diziam:

Os Srs. Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas, fornecedores de recursos para bruxos malfeitores, têm a honra de apresentar

O MAPA DO MAROTO

– Harry, isso, o que é isso? – Me embolei.

– Isso, querida – Guardei bem o pronome que ele usou – é o Mapa do Maroto, mostra Hogwarts inteirinha.

Abri o mapa e vi muitos e muitos nomes. Avistei a Profº McGonagall na cabine do diretor, Hagrid em sua cabana e vários outros professores. Minha boca se abriu em um perfeito "O"

– Harry! Você tem um mapa de Hogwarts! Meu Deus isso é ouro!

– Pois é, mas achei que você queria saber o significado da sua tatuagem.

Encaro Harry. É claro que eu queria saber!

– Você escolheu a rosa vermelha porque ela tem o significado de paixão, amor ardente, respeito, coragem, admiração; nós dois... –

Harry tinha um sorriso bobo na cara e parecia estar em outro planeta, me lembrando muito de Luna.

–  Que bonito. Fiz uma ótima escolha –  Digo sorrindo –  E esse simbolo doido, o que e significa?

– As Relíquias da Morte. –  Harry responde.

– As relíquias o quê?

– Conhece o Conto dos Três Irmãos, certo? –  Harry me indaga e eu aceno positivamente –  Os três objetos são verdadeiros, são as Relíquias da Morte

– A Varinha das Varinhas, a Pedra da Ressurreição e a Capa de Invisibilidade? – Pergunto e Harry afirma com um sorriso. – E você tatuou esse simbolo por que?

– Algumas pessoas não acreditam nas Relíquias, mas eu acredito, até porque eu já tive a posse delas e sei onde estão.

Minha boca abre em um perfeito "O" fazendo Harry rir e contar cada detalhe do que ele fez para consegui as Relíquias, contou também como usou elas e devolve-as para os lugares certos.

– Harry – Ele me encara – Você é um grande homem.

Um sorriso verdadeiro se abre no rosto dele. Eu já disse que ele é mais bonito ainda sorrindo?

Nossos rostos se aproximavam mais e mais. Eu já respirava o mesmo ar que o dele, e podia ver todos os detalhes do seu rosto. Faltava pouco, pouco mesmo para os nossos lábios se encontrarem, mas porém contudo entretanto todavia; uma coruja filha duma outra coruja entrou no quarto parando bem entre nós fazendo voltarmos a distância em que estávamos.

Droga de carta, remetente e coruja. Só faltava quebrarmos a distância de um fio de barbante para que os meus sonho se tornarem realidade, mas também, eu fui muito imbecil, poderia ter beijado ele antes, não poderia?

Pela cara que Harry fez, ele também não gostou nadinha dessa interrupção, mas o seu semblante mudou completamente quando leu o envelope.


Notas Finais


"Tatuagem, sim, quer ver?" Eu juro que eu não pensei em Divergente (quem já viu sabe que no filme a Tris beija o Quatro depois de perguntar sobre a tatuagem dele).
Eu não sei se convulsão causa dor, mas caiu legal ela estar sendo obrigada a ficar na cama por causa da dor.


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