História I don't wanna alone fight anymore - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Haikyuu!!
Tags Haikyuu, Kagehina, Lemon, Yaoi
Exibições 93
Palavras 810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Ficção, Lemon, Mistério, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - The light became darkness


Fanfic / Fanfiction I don't wanna alone fight anymore - Capítulo 1 - The light became darkness

Era praticamente impossível não notar em como aquele garoto havia mudado, onde estava o sorriso aberto? Onde estavam os olhos brilhantes? Onde estava toda aquela alegria e determinação que o ruivo exalava? Onde estava Hinata Shoyou? 
Às atitudes do atacante haviam mudado. Ele havia mudado, drasticamente. Aquele definitivamente não era ela, ou pelo menos não estava querendo ou conseguindo mais ser. Em um curto período de tempo ele havia se tornado outra pessoa. No começo somente parecia um pouco abalado mas com o tempo foi se afastando, deixando de sorrir. Agora estava frio, só falava com os demais membros do time caso lhe chamassem, dava respostas curtas, sem emoção e algumas vezes até um tanto frias. Não havia mais o brilho no olhar, não haviam mais sorrisos. Vira e mexe o ruivo aparecia com algum hematoma leve ou alguns, que pareciam piores, enfaixados...sinceramente, isso era extremamente preocupante.
O pior da situação era que o garoto não dizia nada, alegava sempre que nada havia ocorrido, o que era claramente mentira. Ele parecia entrar no "automático" fazendo sempre o que costumava fazer mas com essa...nova personalidade, na qual não pertencia a ele. Já haviam perdido a conta de quantas vezes tentaram conversar com o número dez da Karasuno, mas sempre sendo ignorados ou não conseguiam informação alguma. Queriam o ruivo de volta. Mas, infelizmente, não tinha como. Hinata parecia cada vez mais distante, cada vez se perdia mais em si mesmo. Era como se arrancassem pena por pena das assas que antes faziam o ruivo voar.


Ele tinha uma luz intensa, ofuscante. Exalava alegria. Um dia alguém veio e lhe apagou. Assim como um dia vida vira morte e felicidade vira tristeza, luz também vira escuridão.


 * . * . * . *


Hinata estava indo em direção para casa, os pés levemente doloridos por estar forçando os pedais da bicicleta, mesmo após o longo treino.
 Estava frustado, não conseguia deixar de perceber a preocupação dos colegas sobre si e mesmo assim os ignorava e agia friamente com os mesmo. Não que quisesse agir assim, mas não é como se fosse por opção própria. Quando mais cedo cortasse os laços com quem conhecera, melhor seria. O problema é que aquilo o estava destruindo. Além de ter que aturar tudo o que acorria em casa, agora teria que lidar com fato de que estava magoando aqueles que estavam ao seu redor, sentia-se inútil. Se não conseguia nem fazer com que seus companheiros se sentissem bem, como faria para deixar sua mãe e Natsu bem? Sua cabeça borbulhava em sentimentos de culpa e tristeza.


Assim que chegara em casa e deixara a bicicleta encostada na parede, tratou de abrir a porta e ligar a luz da sala, para enxergar algo sem precisar forçar os olhos. Cerca de 20 minutos após sua chegada, sua mãe chegou em casa. A mulher colocou a bolça sobre a mesa e desfez o coque já meio desarrumado. A mãe de Hinata sentou-se a lado do filho, lhe cumprimentando com um aceno. Começaram uma conversa banal , ignorando o que se passava na TV. Repentinamente a porta fora aberta e logo fechada com força. O pai de Hinata estava em casa, o que , pelo menos nestes últimos meses, era algo terrível.
Era sempre a mesma história. O homem chegava a noite bêbado em casa - nem ele mesmo sabia quando começara com tal vicio - E extravasava toda a frustração em cima da família. Tentava agredir a esposa e era rapidamente impedido pelo filho, que , devido tal ato, acabava por sair ferido.
Por tais motivos Natsu, por ser considerada tão pequena e pelo fato de que provavelmente não entenderia o por que da situação, estava a morar com a avó, pensando - de acordo com a pequena mentira do irmão - que a mulher estava muito carente e que precisaria de alguém como companhia por certo tempo. Não tinha a menor ideia do que realmente se passava naquela casa, e quanto mais tempo continuasse assim, melhor seria.
A mesma cena se repetia praticamente todos os dias, tirando os raros em que o patriarca passava a noite fora. E não era surpresa para a "família" - se é que podiam incluir o homem nisto - que aconteceria novamente.
Shouyou tentava a todo custo tentar segurar o homem mais velho para que sua mãe saísse ilesa, mas fora jogado contra a parede com o pai proferindo algo como "Não se meta, seu viadinho de merda!". O som do baque do corpo do ruivo mesclou-se ao som da TV onde passava algo sobre uma campanha contra violência, o que era extremamente irônico para aquele momento, parecendo uma piada repleta de humor negro.

 

Ás vezes, eu quero sumir, desaparecer, ir pra bem longe, mas eu lembro para qualquer seja o lugar que eu vá, a dor irá junto comigo       - Alexandra florêncio.


Notas Finais


Caso tenha interresse - Outras fanfics de minha autoria:
Remember me: https://spiritfanfics.com/historia/remember-me-6589567
Ten years: Terminando o revisamento, logo será postado no spirit.


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