História I Dont Wanna Live Forever - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 213
Palavras 1.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction I Dont Wanna Live Forever - Capítulo 3 - Capítulo 2

 

Capítulo 2

Sinto a sua falta

 

Simon caminhava ao lado de Izzy, ele sabia que a mulher estava preocupada e isso não era algo relacionado a Max, já que Max tinha saído da faixa de gaza na noite anterior.

Max tinha se formado em fotografia e desde o mochilão que fez quando tinha dezoito anos descobriu a sua vocação... Ele em matérias de guerra, deixando todos da família loucos com ele.

Ele abre a porta do carro para Izzy e a mesma lhe lança um  sorriso, mas os olhos escuros da morena ainda estavam apagados.

Havia algo muito errado.

Ao sentar-se a mesa do restaurante, Simon toma a mão de Izzy, olhando-a nos olhos.

-O que está acontecendo? –Pergunta, apertando a mão da morena.

-Não consigo mais esconder nada de você, não é? –Pergunta, sem jeito.

-Não desde que começou a sair comigo para fazer Magnus olhar para Alec com outros olhos. –Responde, observando-a sorrir.

-Pode não ser nada, mas... A minha ginecologista me ligou, ela quer me ver o mais rápido possível. –Revela, atraindo total atenção de Simon.

Simon engole em seco, eles eram tão cuidadosos, ela não poderia engravidar, não quando a sua saúde poderia ser prejudicada... Eles já tinham concordado com isso.

-Você acha que está grávida? –Pergunta e ela nega.

-Não, minha menstruação veio esses dias.  Não há possibilidade. –Responde, alisando os seus cabelos. –Mas não vamos sofrer por antecipação, ok? –Pede, apertando a mão de Simon. –Pode não ser nada demais... Pode ser algo hormonal, ou sei lá. –Desconversa, calmamente, mas Simon sabia que ela estava com medo.

E ele estava com mais medo ainda.

 

***

 

Magnus abre a porta do loft e deixa com que Alec passasse... Ele estava abatido e cansado, mas continua a trabalhar... Magnus estava começando a cogitar se intrometer, pois ele não queria ver o seu amado adoecer.

Depois de tudo o que ele passou com Catarina, depois de perdê-la... Ele não suportaria perder o seu grande amor.

Alec vai direto para quarto, enquanto Magnus segue para o de Blue, que estava fazendo trabalho ao lado de Cecily e Louis.

-O seu pai quer falar com você. –Comenta, atraindo a atenção de Blue.

-Ele lembrou que tem casa? –Pergunta, irritadiço.

Blue estava irritado, o último ano estava sendo difícil. Alec estava totalmente voltado ao trabalho e Max sempre foi muito próximo do pai, ele sentia muita falta dele, das suas conversas, dos momentos de lazer.

-Ele ia te chamar para ir a Londres, mas, aparentemente, você não está interessado. –Comenta, virando-se em direção ao seu quarto, mas Max foi mais rápido, arrancando uma risada do pai, de Louis e Cecily.

-Pai. –Chama Max, gritando.

Todas as vezes que Magnus encara Louis, ele lembrava-se de Catarina, ele tem a mesma pele negra, os mesmos olhos, as mesmas feições... Ele só não platina o cabelo.

-Vocês querem alguma coisa? –Pergunta, encarando a sobrinha e o afilhado.

-Não, tio, obrigada. –Agradece Cecily, com um sorriso.

Magnus acena com a cabeça e segue em direção ao quarto de Rafe, que estava deitado na sua cama, lendo um livro, com um idoso Presidente Miau ao seu lado. Rafe estava tão concentrado no livro que mal notou a aproximação do pai, que toca em sua perna, tentando afastar o sentimento de nostalgia que lhe invade ao observar que o filho estava lendo Razão e Sensibilidade, o livro que estava nas mãos de Alec no dia em que eles tiveram grandes primeiras vezes.

-Oi. –Cumprimenta, atraindo a atenção de Rafael.

Rafael e Max tinha herdado quase todos os gostos de Alec, mesmo que Magnus desconfiasse que Max iria acabar virando um baladeiro em algum momento da sua vida. Rafael é tão alto quanto Magnus e Max já estava quase do seu tamanho, ambos tinham praticamente os mesmos gostos e gostavam de praticar esportes, os cabelos cortados sempre caindo em seus olhos.

Os cabelos negros e lisos, os olhos puxados e azuis, a pele alva, o corpo largo e definido, o queixo de Alec, o nariz de Magnus... Os dois eram a mistura perfeita de Alec e Magnus.

Ele é um rapaz especial, quando o mundo descobriu a tranxessualidade de Alec e os colegas de escola começaram a implicar com ele e Max, Rafael fez com que a orientadora colocasse palestras sobre o assunto e enfrentou o preconceito de peito aberto, não concordando em momento nenhum com a opção de estudar em casa, pelo simples fato de que o seu pai era normal e que ele não tinha de ter vergonha disso.

Enchendo os seus pais de orgulho, pois tudo o que eles haviam ensinado tinha alcançado os dois.

-O coroa está ok? –Pergunta, preocupado.

-Não, mas ainda vai ter que viajar. –Responde, sentando-se na ponta da cama. –Eu estou muito preocupado. –Confessa, suspirando. –Tanto que eu dei a ideia de Max ir com ele. –Afirma, alisando o rosto. –Max vai acabar seguindo pelo mesmo ramo. –Murmura, alisando o pelo de Presidente Miau.

-Não, quem vai acabar assumido o lugar dele sou eu... Max odeia tudo o que tem relacionado à empresa, por causa do afastamento do nosso pai. –Comenta, ajeitando-se na cama.

-Bom... Isso só o tempo vai dizer. Vou ver se o seu pai precisa de alguma coisa. –Comenta, beijando os cabelos de Rafael e seguindo em direção ao seu quarto, não antes de ver Max fazendo as malas.

Magnus fecha a porta e encosta-se à mesma, observando Alec terminando de arrumar a sua mala. Alec encara Magnus e solta um suspiro.

-Eu estou sendo um péssimo marido e pai, não é? –Pergunta, murmurando.

-Não posso dizer que estou feliz com toda a situação, querido, mas eu estou contando que volte a normalidade quando a sede vir para cá. –Responde, aproximando-se de Alec, tocando em seu braço.

-Eu também, querido. –Confessa, murmurando. Magnus vira Alec, alisa o seu pescoço, observando-o fechar os olhos e soltar um suspiro de satisfação. –Eu sinto tanto a sua falta. –Sussurra, encostando o seu corpo no de Magnus.

Magnus vê Alec fechando os seus olhos e Magnus toma os lábios do marido, embrenhando os seus dedos nos seus cabelos, matando um pouco da saudade do seu gosto, da sua pele e tentando afastar o medo de que ele adoecesse.

-Pai, Lydia chegou! –Chama Max, aos berros.

Os dois se separaram e Magnus viu uma frustração profunda nos olhos azuis de Alec.

 

***

 

Jace tinha acabado de sair do banho, quando viu Clary sair do quarto de Madzie, pedindo silencio com o indicador.

A ruiva estava exalando felicidade, o apartamento tinha ficado ao gosto de todos da casa, Magnus tinha feito um ótimo trabalho, mais uma vez.

-Vamos tomar uma taça de vinho. –Chama, estendendo a mão em direção à ruiva.

Clary aprendeu a beber, mesmo que de vez em quando ainda a usasse como válvula de escape.

-Kieran me disse que ele e Mark vão para Paris amanhã. –Comenta, ao adentrar a cozinha.

-Exposição? –Pergunta e ela concorda com a cabeça.

-Sim, Mark vai porque não quer deixar Kieran solto com os seus admiradores... Uma desculpa esfarrapada, já que Kieran nem olha para o lado. –Comenta, rindo, enquanto Jace abria o vinho.

Kieran e Mark tinham um relacionamento feliz, tem um filho chamado Liam, que é muito parecido com Mark, eles sempre levavam o menino para todos os lados, deixando Julian com os irmãos mais novos, pois os pais de Mark morreram e deixaram as crianças sob a guarda de Mark e Helen.

Helen ajudava, mas não levava jeito com crianças, ela e a sua esposa Aline, não pretendiam ter filhos.

-Eles são muito felizes juntos. –Garante, sorrindo.

Jace se desprezava por desejar mal aquele casal, assim como desejou mal a Rafael... Foi uma fase tão tétrica da sua vida, que ele queria esquecer.

-Merecem isso. –Garante, piscando em direção ao marido, que estava servindo duas taças de vinho. –Está esperando alguém? –Pergunta, quando alguém toca a campainha.

-Não. –Responde, deixando a garrafa em cima da bancada da cozinha e assim que Jace abre a porta do apartamento, o seu sangue gela. –Imogen? –Pergunta, confuso.

-Prefiro vovó. –Rebate, arrogante.



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