História I Dont Wanna Live Forever - Capítulo 4


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 176
Palavras 1.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction I Dont Wanna Live Forever - Capítulo 4 - Capítulo 3

 

Capítulo 3

Portos seguros.

 

Clary ouve Jace começar a se alterar e sai da cozinha, deparando-se com uma senhora de cabelos pálidos, quase incolores, loiros e olhos cinzentos, dona de um olhar imponente e assustador.

-Você ainda não me disse que porra você faz aqui? –Pergunta, irritado.

-Não vai me convidar para entrar? Pensei que Maryse e Robert tinham feito um bom trabalho, já que você se formou e tem uma família agora. –Revela, com desdenho.

Clary sentiu um frio na sua espinha, o olhar que a mulher lançava para Jace era, no mínimo, arrasador.

-Deram-me... Isso não quer dizer que eu vou lhe tratar como avó do ano, sendo que nunca foi. –Avisa, fechando, simplesmente, a porta do apartamento.

A mulher ainda buzinou, bateu na porta, mas os dois estavam paralisados demais para conseguir se mexer.

-Eu não vou desistir! –Avisa, taxativa.

Jace vira-se em direção a ruiva e ela viu um homem quebrado... E tudo o que Clary conseguia pensar era que Jace estava revivendo os dias após a morte dos seus pais... O abandono.

-Jace. –Chama, alisando o braço de Jace e o mesmo se agarra a ruiva, chorando compulsivamente.

 

***

 

Alec alisa o rosto de Magnus, querendo mais alguns segundos ali, querendo ficar próximo o bastante para impregnar as suas roupas, seu corpo com o cheiro de Magnus. Ele encosta a sua testa na dele, roçando os seus narizes.

-Pai! –Chama Max, nervosamente.

-Só um segundo. –Pede, fechando os olhos com força.

O homem sente o marido alisar a sua nuca, roubar-lhe um selinho demorado e passar os seus braços em volta do seu pescoço.

-Você quer desistir da diretoria? –Pergunta, roçando os seus dedos na nuca de Alec, deixando-o arrepiado.

-Não. –Responde, murmurando. –Mas eu não quero desisti da minha família também. –Confessa, apertando-se contra Alec.

Alec abre os olhos e encontra os olhos âmbar de Magnus o analisando com atenção.

-Nunca vai me perder, ou as crianças... Mas tem arrumar um jeito de não se matar, ok? –Pede, alisando o rosto de Alec. –Vamos encontrar um meio termo juntos, ok? Vamos fazer o seguinte, eu tenho uma entrega para fazer, Rafael não tem provas, então, nós vamos para Londres ficar com você. –Revela, aninhando-o em seus braços, protegendo-o.

Alec sabia que ele estava colocando os seus medos de lado, para apoiá-lo.

-Eu prometo que vou me cuidar, que não vou fazer bobagem. –Promete, sincero.

-Querido, eu espero sinceramente que cumpra isso. Desde Catarina, eu... Eu fiquei com tanto medo. –Confessa, murmurando.

-Eu também. –Confessa, alisando o rosto de Magnus, atraindo a sua atenção.

O celular de Alec começa a tocar e assim que ele encara o visor do aparelho e lê o número de Lydia, ele revira os olhos.

-Vá... Nós nos vemos no máximo em dois dias. –Garante, roubando-lhe um selinho, que foi aprofundado por um beijo. Ele explora cada misero canto da boca de Magnus, apertando-se contra o marido e, como sempre, deixando as suas mãos seguirem em direção a sua bunda. –Alec. –Chama, soltando um gemido sôfrego. –Merda! –Resmunga, quando o celular do homem volta a tocar insistentemente. –Você tem que ir. –Murmura, irritado.

-Ok. –Sussurra, afastando-se, pegando a sua mala e saindo do quarto. Ele bate na porta de Rafael e o encontra alisando Presidente Miau. –Hei, Rafe. –Chama, ofegante.

-Coroa, o senhor parece que estava no maior amasso com o papa. –Revela, rindo.

-Rafael. –Recrimina, nervosamente.

-Qual é... Tudo bem. –Diz, levantando-se e o abraçando. –Boa viagem e compre muitos doces... Max precisa ser comprado. –Avisa, soltando-se do pai.

-Vou me lembrar disso. –Garante, afastando-se do filho.

-Hei... Só não para no hospital em Londres, ok? –Pede e Alec suspira.

-Ok. –Sussurra, para logo em seguida seguir para a sala, aonde Max e Lydia estão aguardando-o.

-Temos horário, Alec. –Diz, apontando em direção ao relógio.

Desde que Alec ganhou um maior destaque nas empresas Bane, Lydia e Alec acabaram se aproximando, já que ela trabalhava para Valentim, quando Alexander conseguiu comprar a companhia do pai de Clary, Lydia acabou vindo na fusão e se tornando o seu braço direito.

-Precisava de um tempo com Magnus. –Revela, abrindo a porta e deixando-a passar primeiro, para depois Max.

Max encarava o seu celular e Alec sabia que era porque não queria ter qualquer tipo de interação com o pai no momento.

-O senhor precisa de um tempo com todo mundo. –Acusa, arrancando um suspiro de Alec.

 

***

 

Izzy podia ver a preocupação de Simon, todo o cuidado que ele estava tendo para não tocar em assuntos desagradáveis e ela amava isso nele.

Ele veste o casaco na esposa e logo depois o dele, mas ao seu direcionar para a entrada, percebem que estava chovendo.

-Ainda bem que trouxe guarda-chuva. –Comenta Simon, pegando o dele e Izzy o dela.

-Alec tem abominação por guarda-chuva. –Revela, atraindo a atenção do marido. –Prefere se molhar a abrir um. –Comenta, entrelaçando os seus dedos nos de Simon.

Os dois começando a andar de mãos dadas, curtindo o momento... Com o tempo e as responsabilidades, momentos como aquele eram raros, mas bastante significativos.

-E você? –Pergunta, analisando-a.

-Eu não tenho problemas com guarda-chuvas, nem tomar banho de chuva. –Garante, despreocupada, sentindo-o passar o seu braço em volta dos seus ombros, sem se preocupar com mais nada. –Não se preocupe... Se algo acontecer, eu sei que não vou estar sozinha. –Afirma, olhando-o nos olhos.

-Que bom que sabe... Porque ficaria extremamente irritado se esquecesse de que nós somos uma dupla. –Diz, beijando a bochecha dela.

-Como é que você disse que nós nos chamávamos uma vez? –Pergunta, com uma careta no rosto.

-Sizzy. –Responde, rindo. –Nós somos o casal Sizzy e junto com Malec e, às vezes, com Clace vamos enfrentar tudo o que tivermos que enfrentar. –Afirma, taxativo, mas com um toque de humor na voz.

-Sizzy. –Sussurra, apertando a cintura de Simon e apertando-a.

Havia conforto ali, havia entendimento, assim como quando ela teve depressão pós-parto.

-Sizzy. –Repete, olhando-a nos olhos. –Eu te amo, Isabelle. E nada no mundo vai mudar isso. –Declara, apaixonadamente.

 



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