História I Dont Wanna Live Forever - Capítulo 5


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 180
Palavras 1.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction I Dont Wanna Live Forever - Capítulo 5 - Capítulo 4

 

Capítulo 4

Enfrentando

 

Jace sente uma dor louca na coluna e percebe que adormeceu no sofá da sala. O loiro consegue ouvir risadas na cozinha e levanta-se, esticando-se para tentar amenizar o desconforto que estava sentindo.

-Bom dia. –Deseja, encarando Clary e Madzie, que estava pronta para mais um dia de escola.

-Bom dia, papai. –Deseja, mandando um beijo para o pai, que pisca em direção a menina.

-Bom dia, amor. –Deseja Clary, alisando o rosto de Jace. –Tudo bem? –Pergunta e Jace suspira.

-Não, mas vai acabar ficando em algum momento. –Responde, sincero.

A verdade era que ver Imogen novamente tinha aberto uma caixa de Pandora em Jace, tudo o que ele sentiu quando ocorreu o acidente dos seus pais biológicos, o abandono veio como um tsunami arrasador em cima dele.

-Porque não vai falar com a sua mãe? –Sugere, analisando-o com atenção. –Tenho certeza de que ela vai conseguir te ajudar... Ela sempre consegue. –Comenta e Jace concorda.

Maryse era a pessoa certa para isso, ela sempre foi e sempre será o seu grande farol, aquele ser que lhe ajuda a enxergar quando tudo está escuro.

E tudo estava negro para o loiro.

-É uma boa ideia. –Diz, dando-lhe um selinho. –Vou tomar uma ducha, tenho que dar aula daqui à uma hora. –Avisa, encarando o seu relógio.

-Ok. –Sussurra, concordando com a cabeça.

 

***

 

Rafael tinha saído para a escola e Magnus estava terminando de arrumar alguns documentos para ir ao escritório, quando ouve a campainha tocar.

Magnus segue em direção a porta e assim que abre, depara-se com uma senhora de cabelos quase brancos e olhos cinzentos.

-Aqui é a residência de Alexandra Lightwood? –Pergunta, direta.

-Alexander Lightwood-Bane. –Corrige, observando-a concordar. –Sim... Por quê? –Pergunta, analisando-a com atenção.

-Eu preciso conversar com ela. –Responde, direta e Magnus sentiu-se no orfanato novamente, quando as supervisoras o encaravam.

Foi uma época difícil, como os seus pais não tinham nomeado tutor algum para a herança de Magnus. Ninguém poderia tocar no que lhe dizia respeito, os acionistas assumiram a empresa e depositavam a quantia que cabia às ações do jovem em juízo, enquanto Magnus ficou estagnado, até completar a maior idade e assumir o que tinha de direto.

-Quem é a senhora? E o que quer com o meu marido? –Pergunta, cruzando os braços, recebendo um sorriso de asco da mulher.

-Imogen Herondele, avó de Jace. –Responde, tentando entrar no loft, porém Magnus a impede.

-Que eu saiba os avos de Jace estão mortos, pois tanto os pais de Maryse, quanto de Robert não estão mais vivos, assim como o irmão de Maryse. –Revela, direto.

-Sou a avo biológica dele. –Afirma, revirando os olhos.

-A que o abandonou a própria sorte? Entendo, mas o meu marido não se encontra. –Revela, calmamente.

-Aonde eu posso encontra-la? –Pergunta, severa.

Magnus já estava começando a perder a paciência, ele odiava quando tratavam Alec pelo seu gênero de nascimento, não o seu real gênero... Logo, ele que tinha construído uma carreira, uma identidade.

-Em lugar nenhum, visto que Alexandra não existe mais. –Explica, tentando ter calma.

-Ela nasceu mulher, para mim, vai continuar mulher. –Garante, séria. –O que ela fez em si, além de nojento, é totalmente sem cabimento... Como uma mulher tão linda foi se transformar naquela coisa. –Comenta, indignada.

-Ok... Você não é obrigada a aceitar o meu marido, mas também não tem que vir na minha casa e ofende-lo, mesmo que ele não esteja aqui. –Afirma, peitando-a. –Ninguém, em hipótese alguma... Ofende o meu marido. Passar bem. –Manda, batendo com a porta na cara de Imogen.

Magnus ainda ouve a campainha tocar mais algumas vezes, mas ele estava ocupado demais pegando o seu celular e seguindo em direção ao seu quarto.

-Magnus, querido... Como está? –Pergunta Maryse, assim que atende a ligação.

A amizade de Magnus e Maryse crescia cada vez mais, Magnus a via como uma mãe e Maryse o via como um filho... Eles sempre faziam algum tipo de programa juntos.

-Poderia estar melhor. –Confessa, alisando o rosto.

-O que aconteceu? –Pergunta, preocupada.

-Imogen Herondale acaba de sair da minha porta. –Responde, sentando-se na ponta da cama.

-O quê? –Pergunta, pasma.

-Veio perguntar sobre Alexandra e quando eu a lembrei que ela não existe, ela demonstrou asco e ainda chamou o meu marido de nojento... Acredita? –Pergunta, nervoso.

-Acredito, ela sempre foi assim. –Responde, suspirando. –Mas ela disse o que queria? –Pergunta, preocupada.

-Não, mas se eu pudesse chutar, acredito que ela deve ter vindo até aqui por causa de Jace. –Responde, suspirando.

 

***

 

Simon observa Izzy estacionar o carro, enquanto encara o prédio em que  ficava a ginecologista de Izzy.

-Não quer mesmo que eu suba com você? –Pergunta, olhando-a nos olhos, fazendo-a alisar o seu rosto, com a ponta dos seus dedos.

-Não precisa, meu nerd gato... Qualquer coisa eu grito. –Responde, aproximando-se dele e lhe roubando um selinho.

-Eu estou falando sério, Izzy. –Pede, alisando o rosto de Izzy, que suspira.

-Não precisa... Não é como se Jia fosse me morder. –Brinca, piscando em direção a Simon.

Ambos sabiam que a  morena não queria admitir, mas ela não queria passar por aquilo sozinha, ela queria Simon, ela queria a sua mãe, ela queria o seu irmão... Ela precisava tanto de Alec, mas ele estava em Londres, ele não poderia estar com ela.

Alec voltaria para os EUA, caso ela ligasse, mas ela não queria fazer alarde por algo que não fosse sério.

Simon sabia o que Izzy estava esperando... Caso Jia falasse algo ruim, ai sim... Ela telefonaria para Alec e ele, como sempre, viria ao seu encontro.

-Não vai, mas pode lhe dar alguma noticia que pode lhe deixar abalada... Eu não quero que lide com nada disso sozinha. –Confessa, sincero, sentindo-a alisar o seu rosto.

Ele não a deixaria sozinha nem se ela implorasse... Simon não é o tipo de homem que abandona a sua mulher... Ele não o fez na gestação, na depressão e não faria qual seja o motivo do chamado de Jia.

-Tudo bem, você vai ficar mesmo. –Comenta, saltando do carro e sendo seguida por Simon, que entrelaça os seus dedos nos dela, tentando passar conforto e força.

 



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