História I feel in love. - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Thiago Silva
Personagens Thiago Silva
Exibições 41
Palavras 1.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Qual é pessoal? Nenhum comentário mesmo? Achei que estivessem curtindo a história :(
Mas postei mais um...

Capítulo 3 - A Festa!


Madu.

Faz uma semana que eu nem olho na cara do Thiago no trabalho porque o tanto de raiva que eu fiquei eu preferi fingir que ele nem existia. 

- Estou pronta pai. - gritei descendo as escadas.

- Uau, você tá linda! - meu irmão disse sorrindo.

- Filha, você ficou um mulherão. - meu pai elogiou me dando uma mão.

- Obrigada. - sorri.

Mamãe já nos esperava no carro porque hoje tinha uma festa com o pessoal do trabalho e nós fomos convidados é claro, eu estava gostando dos elogios que recebi dos meus pais mas assim que entramos no local da festa eu percebi que não eram só eles que estavam me achando bonita. Alamns amigos do meu pai me elogiavam absurdamente e eu ficava até um pouco sem graça.

- Madu! - Juliana me chamou e eu fui até ela.

- Ju, você tá linda! - sorri.

- Você também menina, ninguém diz que tu tem menos de 18. - ela sorriu e eu me animei.

- Vamos pegar alguma coisa pra beber? - ela sugeriu e eu assenti.

Estava me sentindo muito alta com aqueles saltos mas ao mesmo tempo me sentia igual a todo mundo ali, paramos no bar para beber e eu pedi um drink de morango que o barman sugeriu. Quando a música começou a tocar senti uma mão na minha cintura e virei-me para olhar.

- Lucas! - sorri animada e confusa.

- Esqueceu de quem eu sou filho? Vim aqui só porque sabia que você estaria. - ele disse me abraçando pela cintura.

- Como é bom te ver. - eu disse envolvendo as mãos em seu pescoço.

- É muito bom ter você da minha altura. - ele riu olhando para baixo.

Nós dois começamos a dançar e eu não estava nem preocupada do meu pai nos ver porque de castigo eu já estava mesmo...o que mais ele poderia fazer? Pode até parecer que a gente já transou mas isso não aconteceu por motivos de: meu nervosismo e insegurança.

- Vamos pra um lugar mais reservado? - ele sussurrou no meu ouvido.

- Vamos, mas antes eu preciso ir ao banheiro. - eu disse e ele assentiu.

Procurei pelo banheiro e entrei me olhando no grande espelho, se for pra rolar hoje tenho que fazer com que meu pai não sinta a minha ausência.

O problema todo é: como eu vou fazer isso?

Thiago.

- Tá cheio de mulheres aqui dentro, vai paquerar uma! - David disse.

- Paquerar? que coisa antiga David! - Oscar gargalhou.

- Eu vou ao banheiro, parem de ser chatos. - eu disse rindo.

Quando saí do banheiro esbarrei em alguém que me xingou antes de me olhar, quando levantei o olhar percebi que se tratava de uma mulher incrivelmente linda com um belo par de olhos azuis.

- Desculpa. - pedi.

- Tinha que ser você né? - ela revirou os olhos e eu fiquei confuso.

- Madu? - perguntei meio chocado.

- Não, a branca de neve. - ela ironizou.

- Eu não te reconheci. - fui sincero.

- Eu sei. - ela começou a andar e eu segurei seu braço.

- Espera...desculpa aquele dia o que eu disse, eu não deveria ter falado aquilo contigo. - eu disse tentando limpar meu filme.

- Tudo bem, a criança entendeu. - ela disse com raiva.

- Não era sério, eu só falei demais...hoje você parece outra pessoa. - eu disse e ela riu.

- Hoje? É só por causa da minha roupa e da maquiagem...mas eu continuo a mesma pessoa. - ela respondeu.

- Eu...- tentei dizer alguma coisa mas ela me cortou.

- Eu não sou uma criança Thiago, eu sou uma mulher como qualquer outra. Idade é algo tão relativo...eu não tenho sonhos e desejos como os de uma criança, eu tenho desejos como uma mulher adulta. - ela pausou.

- Eu gosto de sair, beber, curtir, beijar, transar. - ela disse dando um passo a minha frente e eu dei um passo pra trás.

- Você ainda acha que eu sou uma menina inocente? - ela perguntou chegando mais perto.

- Eu...eu não sei. - desviei o olhar da sua boca vermelha.

- Você acha que eu não seria capaz de seduzir um cara como você? - ela perguntou.

- Você tá bêbada? - perguntei e ela riu.

- Nunca estive tão sóbria. - ela disse.

- Madu? - um garoto surgiu chamando-a e ela foi com ele.

O que deu nela? Porque dava pra perceber que ela não estava bêbada e que ela estava me provocando de propósito, mas eu não iria deixar barato. Corri atrás dela e quando ela já estava entrando no carro com o garoto eu a carreguei e enfiei no meu carro, ela se debateu e tentou abrir a porta mas eu não deixei e acelerei o carro.

- Você perdeu a noção? - ela quase gritou.

- Você quem perdeu a noção, tá querendo que o seu pai te mate? - perguntei.

- Você me disse que não era sério aquele lance de me vigiar. - ela reclamou.

- E você acha que o seu pai não iria descobrir que você saiu daqui com um garoto? - perguntei.

- Você seria o primeiro a contar né? - ela perguntou e eu parei o carro.

- Sim, porque eu não teria coragem de mentir pra ele. - respondi e ela riu.

- Porque essa implicância comigo? - perguntou.

- Eu não implico com você menina, eu só não quero a consciência pesada depois. - eu disse.

- Quer saber? Obrigada por estragar a minha primeira vez! - ela disse irritada.

- Você ia transar com aquele moleque dentro do carro dele? - perguntei chocado.

- Onde quer que fosse, não importa! - ela gritou.

- Vou te levar de volta pra festa e você vai ficar lá com os seus pais...quieta. - eu disse ligando o carro.

- Ótimo, você pode sair e dormir com qualquer pessoa que eu não vou te incomodar...então para de me atrapalhar. - ela disse.

- Olha só, você já passou do estado de menina mimada para menina insuportável! Então para com essa porra de drama e fica quieta. - eu gritei e senti ela estremecer.

Mas foi preciso...

- Você me odeia né? - perguntou quando voltamos pro local da festa.

- Não, mas falta um pouco pra isso. - fui sincero e ela abriu a porta do carro.

- Entendi. - ela saiu de cabeça baixa.

- Isso Thiago! Agora ela vai contar pro pai dela que você foi um imbecil com ela e ele vai te tirar o emprego e a amizade. - reclamei comigo mesmo.

...

- Onde você estava? - David perguntou.

- Ali fora tomando um ar. - eu disse.

- Ei...aquela não é a Madu? - Oscar perguntou quando ela veio andando em nossa direção.

- Oi meninos. - ela sorriu para eles dois.

- Oi Madu, você tá linda! - Oscar elogiou.

- Obrigada! - ela sorriu.

- Eu estou com uma dúvida. - ela disse.

- Qual? - David perguntou.

- Minha dúvida é se o Oscar beija bem ou não. - ela disse e eu arregalei os olhos.

- O que? - o próprio perguntou chocado.

E ela o beijou envolvendo as mãos no pescoço dele, eu e David nos entreolhamos chocados com o que ela estava fazendo mas Oscar parecia estar curtindo o máximo.

- Para, para! - eu disse ao ver o pai dela olhando ao redor.

- Para com isso garota! - eu disse afastando os dois e me meti no meio.

- Tá querendo ferrar o emprego dele? - perguntei pra ela.

- Estou me divertindo, já que você fez o meu cara ir embora. - ela disse com um sorriso.

- Você tá ficando louca? - perguntei incrédulo.

- Pode se divertir com outra pessoa. - sugeri e ela riu.

- Então me beija. - ela disse passando a unha pelo meu lábio.

- Aí está a minha menina! - o pai dela surgiu e eu me afastei.

- Estou aqui conversando com os meus amigos. - ela disse cínica.

- Thiago? Tá tudo bem? - Marcelo perguntou estalando os dedos na minha frente.

- Tô. - respondi.

- Parece meio perdido. - ele riu.

- É Thiago, o que houve? - ela perguntou me olhando.

Agora é sério, eu odeio essa menina.



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