História I feel in love. - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Thiago Silva
Personagens Thiago Silva
Exibições 126
Palavras 1.616
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, não estão curtindo a história? Não vi nenhum comentário de incentivo então eu nem sei o que estão achando. Mas o que eu sei é que a Madu tá curtindo o Thiago.

Capítulo 5 - Primeiro beijo.


Madu.

O que leva uma pessoa a beber? Porque beber mais de 20 shots de tequila sozinha num bar num sábado a noite? Eu estava me perguntando sobre isso enquanto analiso inconscientemente se beberia mais do que já bebi, eu estava cansada da minha vida e a única solução que eu arrumei era beber e aproveitar que meus pais não estavam em casa nesse final de semana.

- Madu? - ouvi uma voz e me virei.

- Thiago. - dei o meu melhor sorriso bêbado.

- O que você tá fazendo aqui? - perguntou.

- Curtindo o barzinho com uma bebidinha, quer? - perguntei levantando o copo vazio. 

- Não, eu...vem comigo. - ele disse me puxando pra levantar.

- Espera, eu não paguei. - eu disse tentando abrir minha bolsa. 

Ele acabou pagando porque nem conseguindo abrir o zíper da bolsa eu estava, só sei que entramos no seu carro.

- Cadê os seus pais? - perguntou.

- Foram visitar a vovó em São Paulo. - eu disse brincando com um cd.

- E você tá sozinha? - perguntou.

- Não seu bobo, eu estou aqui com você. - eu disse rindo.

- Não me leva pra casa não. - pedi.

- E pra onde você quer ir? - perguntou. 

- Pra qualquer lugar que não seja lá. - respondi encostando a cabeça na janela. 

Acordei um tempinho depois e ele abriu a porta do carro pra mim mas eu não reconheci o local onde estávamos, ou eu estava muito bêbada ou eu nunca tinha vindo aqui. Entramos no elevador e eu fiquei brincando com o espelho enquanto ele me segurava pela cintura.

- Isso é um motel? - perguntei.

- Não garota, esse é o prédio onde eu moro. - ele riu e o elevador abriu. 

- Uau, que lugar bacana. - eu disse tirando meus saltos. 

Entramos em um apartamento super legal e grande pra uma pessoa sozinha morar, sentei no enorme sofá e ele me levantou. 

- Não, você vai tomar um banho. - ele disse. 

- Ah não, eu não gosto. - eu disse correndo mas ele me segurou.

- Gosta sim. - ele disse me enfiando no banheiro.

- Não precisa me dar banho, eu não sou um neném. - eu disse.

Ele ligou a água mais fria possível e me enfiou lá de roupa e tudo, aos poucos tudo o que eu estava vendo embaçado foi ficando mais focado e eu comecei a sentir uma dor de cabeça insuportável, ele me deu uma toalha e uma camisa sua.

- Vou fazer um café forte pra você. - ele disse e eu assenti.

Tirei minhas roupas molhadas e vesti sua camisa branca que parecia quase transparentes, e um short dele que ficou folgado em mim mas era o que tinha. Quando voltei para um cômodo que parecia ser a cozinha avistei ele sem camisa colocando café em uma xícara, e comecei a reparar no seu corpo mais do que eu deveria. Ele tinha um abdómen definido e braços musculosos além de duas tatuagens no braço direito.

- Vem. - ele chamou ao me ver.

- Minha cabeça vai explodir. - eu disse e ele riu.

- Quem mandou beber que nem uma doida? - ele disse.

- Desculpa te dar trabalho, eu só precisava espairecer. - comentei bebendo o café forte.

- A camisa ficou meio apertada em você, quer que eu pegue outra? - perguntou.

- Não, tudo bem. Meus peitos enormes não cabem na sua camisa. - comentei e ele riu.

- Por favor não me leve a mal, não estava reparando nos seus...é...desculpa. - ele se embolou todo e eu sorri.

- Sua tatuagem é mais legal do que a minha. - eu disse. 

- Tem tatuagem? - perguntou.

- Sim. - eu disse.

Levantei um pouco a camisa e mostrei abaixo do meu seio a frase que eu mais gosto "O amor é a força mais sutil do mundo" e ele sorriu, eu fiz essa tatuagem escondida dos meus pais quando eu tinha 15 anos e eles só vieram descobrir uns 8 meses depois.

- Bela frase. - ele disse.

- Inspiradora. - completei. 

- Você é divertida bêbada. - ele disse.

- Porque? - perguntei colocando a xícara na pia.

- Você dormiu no carro, achou que o prédio era um motel e ainda me molhou enquanto eu te dava banho. - ele disse rindo.

- Nunca passou por uma situação tão vergonhosa né? - perguntei levando as mãos a cabeça e ele gargalhou.

- Quer que eu te leve pra casa agora ou prefere arriscar seu estômago a provar algo feito por mim? - ele perguntou sorrindo.

- Eu posso pegar um táxi e ir embora, não quero te incomodar mais. - eu disse levantando do banquinho.

- Você não está me incomodando e eu faço questão de te levar pra casa. - ele disse me parando.

- Eu vou fazer uma comida pra nós. - ele disse.

Fiquei ali observando ele cozinhar e passei a perceber seu  corpo enquanto ele murmurava algumas coisas que eu nem estava prestando atenção. Levantei e fui checar o que ele estava fazendo mas levei um susto quando ele se virou ficando de frente pra mim.

- Algum problema? - ele perguntou sorrindo.

- É...eu...só queria ver o que você estava fazendo. - eu disse olhando a sua boca.

- É um macarrão. - ele disse e eu sorri.

- Tá tudo bem? - perguntou.

- Sim, tudo. - desviei o olhar e vi o que ele estava fazendo.

Thiago. 

Ela estava meio esquisita e ficou sentada quietinha no balcão, aprovou meu macarrão e ficamos conversando. Ela era uma menina engraçada e bem doida mas muito novinha pra ficar enchendo a cara num bar...

- Não precisa me devolver essas roupas hoje não. - eu disse quando terminamos de comer.

- Você tem algum remédio pra dor de cabeça? - perguntou.

- Sim, na primeira prateleira ali na sala tem um potinho cheio deles. - eu disse e ela assentiu saindo da cozinha.

- Thiago, eu não alcanço. - ela chamou.

Fui até lá e ela estava na ponta do pé tentando alcançar a prateleira e eu comecei a rir, ela era baixinha e eu tinha esquecido disso. Alcancei o remédio e peguei para entregar a ela e ela ficou me encarando e eu não entendi o porque mas ela me olhava fixamente sem nem piscar.

- Porque tá me olhando assim? - perguntei.

- Porque você é incrivelmente gostoso e eu só percebi agora. - ela disse e eu arregalei os olhos.

- Oi? Você ainda tá bêbada? - perguntei confuso.

- Não, eu estou falando sério. - ela disse.

- Toma aqui a água, engole logo esse remédio. - eu disse entregando um copo a ela.

- Você é um homem atraente Thiago. - ela disse colocando o comprimido no meio da língua. 

- Pare de falar essas coisas menina! - eu disse sentando no sofá. 

- Se incomoda com elogios? - perguntou.

- Quando são vindos dessa maneira de alguém mais nova, eu fico bem sem graça. - eu disse e ela veio até a mim sentando do meu lado.

- Eu não disse nada demais, só te elogiei. - ela riu.

- Nada demais? Chamar um colega de trabalho de gostoso na cara dele não é nada demais? - perguntei rindo.

- Acho que já tá na hora de eu ir. - ela disse pegando sua bolsa.

- Vou por uma camisa e já volto. -  eu disse levantando. 

- Vai assim mesmo. - ela disse rindo.

Descemos o prédio e entramos no carro mas não conversamos muito durante o caminho porque primeiro: não tínhamos assunto, e eu estava meio sem graça com os 'elogios' dela. 

Quando chegamos na frente da casa dela eu parei o carro e desci junto com ela porque a rua estava deserta, ela abriu a porta de casa e se virou pra mim.

- Valeu pela ajuda, e desculpa pelo incômodo. - ela disse sorrindo.

- Sem problemas, não me incomodou. - eu disse.

- Não diz pro meu pai que eu bebi que nem uma louca, tá? - pediu.

- Ok, vai ser nosso segredo. - brinquei e ela desceu um degrau.

- O que mais pode ser um segredo entre nós? - perguntou. 

- Como assim? - fiquei confuso com o que ela disse.

- Isso aqui também pode ser um segredo nosso. - ela disse antes de me beijar.

Ela me pegou de surpresa com aquele beijo porque eu jamais imaginaria que ela faria isso, uma das minhas mãos foi em direção as suas coxas grossas mas ao perceber o que estava fazendo eu soltei ela.

- Não deveria ter feito isso. - eu disse me afastando. 

...

Acordei um pouco atrasado na segunda feira porque fiquei até tarde na casa dos meus pais ontem a noite, tomei café o mais rápido possível e corri para a empresa. Quando cheguei já pude ver Madu saindo do táxi e entrei correndo só pra não ter que dar de cara com ela, e corri logo para a minha sala.

- Thiago? - ela apareceu para o meu desespero.

- Oi, agora não dá pra conversar porque eu estou muito ocupado. - eu disse sem olhar pra ela.

- Eu só vim entregar suas roupas, obrigada de novo. - ela disse.

- Tudo bem. - respondi e ela foi para a porta.

- Madu, aquilo que você fez naquele dia...não faz de novo. - pedi e ela assentiu.

- Já entendi. - ela disse antes de sair e fechar a porta.

Espero que ela não conte pra ninguém também.



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