História I forgive you - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Personagens Originais, Sabine Cheng, Tom Dupain
Visualizações 30
Palavras 572
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meus pimpolhos, essa história é postada na Wattpad por mim com os personagens originais.
Porque eu quis passar para fic aqui? Porque ás vezes é bom tratar sobre assuntos sérios como a depressão, mas além de tudo, também se trata de culpa e perdão. E como eu gosto do fandom de miraculous optei em passar para ele <3 Enfim, nem todas as pessoas que estão ao nosso lado realmente estão bem. Então, já dando um aviso, terá sim cenas fortes :')
Espero que gostem e desejo boa leitura.
Ps. Sim, meu nome é Micaela bjs -q

Capítulo 1 - Prólogo.


As pessoas costumam me perguntar porque eu ando com uma garota tão estranha. Para ser franco, eu sou tão estranho quanto Marinette Dupain-Cheng. Mari, como costumo chamá-la, é a menina que se tornou minha vizinha à menos de seis meses, ela tinha um sorriso animador e umas brincadeiras infantis que talvez fizesse as pessoas querer se afastar dela. Mas quem visse ela daquela forma, não imagina o quanto ela era na verdade uma garota triste, passando por tantos problemas quanto outra pessoa - talvez até pior -. Olhando-a, agora, deitada naquela pequena cama de hospital eu posso dizer com todas as palavras que poderia ter feito o meu melhor para ajudá-la, mas não o fiz, talvez por egoísmo ou medo de assumir qualquer coisa com aquela garota doida e varrida. Mas quando você está preste a perder alguém, então percebe o quanto foi idiota o suficiente em negar ajuda quando mais essa pessoa precisava. Marinette estava doente, mas não uma doença que você sabe que existe chances - mesmo pequenas - de cura. Era algo mental, algo emocional atingindo todas as suas emoções. Ela sorriu quando abriu seus lindos olhos azulados e me viu, parado, ao seu lado. Sua mão cansada se arrastou até a minha e eu segurei, apertando com firmeza.

— Por quê está com essa cara, bobo? — A voz, antes tão alegre, agora era fraca. Mostrando sua fraqueza e cansaço. A sua pele estava mais pálida que natural e pela primeira vez, pude perceber o quanto ela havia emagrecido. — Eu estou bem. — Ela riu baixinho e me encarou. — Ande, sorria. Daqui a pouco estaremos fazendo nossas apostas de novo. — Disse tentando mostrar o seu antigo estado de espírito. Eu, Adrien Agreste, queria acreditar que Marinette Dupain-Cheng estava bem, mas não estava. Puxei a cadeira e me sentei ao seu lado, a dor no meu peito me atingia em jeito toda vez que ela me olhava tão profundo, buscando qualquer reação minha além da dor que eu carregava em mim. — Você está me assustando Adrien. — Ela disse arregalando levemente os olhos.

— E desde quando eu não assusto as pessoas? — Digo, ajeitando os óculos que escorregou até a ponta do meu nariz.  Marinette sorriu para mim, aquele sorriso torto dela.

— Cala a boca, Agreste. Se você soubesse o quanto és lindo e notável não estaria falando uma merda dessa. — Bravejou, revirando os olhos. Marinette era famosa por ser boca suja, geralmente, isso me fazia passar vergonha quando estávamos juntos. Mas agora percebo que não me importo tanto assim. Talvez, esse fosse o charme daquela garota. — Por que está me olhando tanto? — Perguntou e pude perceber que ela estava corada, era tão difícil vê-la daquela forma que eu sentia vontade de rir.

— Oh! Não posso mais olhá-la? — Pergunto, provocando-a. Se ela não tivesse tão fraca, nesse exato momento eu estaria levando belos tapas dela. Marinette também era raivosa, eu costumava chamá-la de baixinha diabrada. Isso fazia com que ela ficasse ainda mais furiosa comigo, mas no final, ríamos.

— Você é um verdadeiro idiota. — Ela mordisca o lábio inferior e sorri para mim. Nossa grande conversa é deixada de lado quando a mulher que serve os lanches entrava no quarto do hospital trazendo o café da tarde de Marinette. Ela sorri animadamente, ao vê-la nesse estado, percebo que nem sempre o que as pessoas demonstram são o que realmente é. Pelo ao contrário, é apenas uma máscara para esconder o seus verdadeiros “eu”.



 



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