História I Found Love - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Descendentes
Personagens Carlos de Vil, Doug, Evie, Jane, Jay, Lorrie, Mal, Príncipe Ben
Tags Bevie, Descendentes, Descendentes 2, Evie, Evie Grimhilde, Príncipe Ben
Visualizações 33
Palavras 2.740
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heey voltei!
Sorry demorei um puco, mas vi uma sinopse de uma nova fic Bevie muito parecida com a minha e bateu a Bad e fiquei sem criatividade.
Mas voltei pq né!! Não vou me limitar por causa de uma pessoa.
E outra coisa... a fic estra chatinha e demorada nesse começo, mas sempre é assim, deem uma chance vai, não tenho certeza se é boa mas vai que vcs gosta.
Esse cap. foi mais simbólico com uma visão de outra personagem.
Mas ele precisava existir, para a historia não ficar com furos, e eu ter que remendar la para frente com uma desculpa qualquer, ODEIO ler long fics em que a historia é um resumão dos acontecimentos.
Eu sei que esta demorando para ter momentos Bevie, mas em 1 ou 2 caps eles vão estar muito mais presentes, entao não desistam de mim, que sou carente :p

Capítulo 3 - -CAPITULO 2- Some Little Truths


Fanfic / Fanfiction I Found Love - Capítulo 3 - -CAPITULO 2- Some Little Truths

*Evie*

AI CARALHO !!!

Foi essas foram as únicas palavram que passaram pela minha cabeça assim que estava consciente.

Sentia uma dor constante na minha cabeça, e assim que abri meus olhos fui tomada por uma claridade absurda, que me causou uma enorme tontura e eu tive a sensação que iria desmaiar por alguns segundos, o que felizmente não aconteceu, mantive meus olhos fechados mas estava com todos os meus outros sentidos aguçados e sempre em alerta, sentia um pequeno incomodo na milha mão esquerda, também sentia algo pinicando no meu coro cabeludo, aos poucos minhas memorias foram voltando e fui criando total consciência dos fatos, eu tinha aceitado ser a nova assistente pessoal do Ben, ficamos a tarde inteira conversando e nos conhecendo melhor no seu escritório, quando vimos o horário percebemos que tínhamos perdido o jantar e que a Mal nos mataria, por que nas segundas-feiras os garotos treinavam até tarde com a Lonnie, e a Jane ajudava a sua mãe a organizar os horários de reuniões e compromissos que ela teria com outros reinos para essa semana que seguiria, isso significa que ela tinha jantado sozinha e nós dois estavam muito fodidos, mas na minha rápida caminhada até a porta me senti tomada por uma fraqueza absurda, escutei o Ben chamando meu nome bem ao longe e em poucos segundo já me encontrava no chão, com todas as lembranças findo á tona e o esforço que estava fazendo para entender essas últimas horas que se passaram me causaram uma enorme dor de cabeça, isso e outra tentativa frustrada de abrir meus olhos e me levantar, fez com que eu as minha última palavra fosse “Fui @Deus”, antes de ser tomada pela inconsciência pela segunda vez naquele mesmo dia.

Me sentia melhor, estava acordada a uns 15 minutos, mas ainda estava com os meus olhos fechados, não ousaria abri-los até saber que estava tudo bem, e que eu não iria ficar sega com a claridade que parecia vir do sol, e que queimava a minha retina, OK posso estar Drama Queen 100% mode on, mas não me julguem é frustrante não ver o que está acontecendo ao seu redor, posso escutar uma gritaria vinda do lado de forra do cômodo que eu estou que provavelmente é um quarto de hospital, ou em um dos cubículos que existem na enfermaria da escola, pude identificar rapidamente a voz da Mal, junto com a mesma uma voz que tentava acalma-la... obviamente era o Ben, tentei escutar o que eles discutiam mais era muito difícil, era uma disputa de argumentos incessante, não conseguia identificar mais nenhuma outra voz sem ser a do casal.

Mas 5 minutos se passaram e nada de alguém entrar na porra do quarto, eu estava ficando impaciente, ainda estava com os meus olhos fechados, patética eu sei, mas isso já faz parte da minha essência, mais 6 minutos e nada... está se perguntando como eu sei que se passaram seis minutos? Simples, u estou contando os minutos, eu sei a coisa do ser retardada também veio na genética, enfim eu comecei a ficar muito desconfortável na posição que estava a um bom tempo, então comecei a dar umas leves remexidas na cama que caso alguém entrasse tivesse a impressão de que eu me mexia enquanto dormia, (JÁ FALEI, QUE É A GENETICA POVO! RELEVA PELO AMOR NÉ.) senti um grande alivio ao perceber que não estava mais com aquele troço chato enfiado na minha mão, mas esse alivio foi bem momentâneo, assim que senti uma pontada aguda na minha cabeça e o que na minha limitada percepção podiam ser pontos do lado direito da minha cabeça, não conseguia me lembrava como aquilo tinha acontecido mas tenho certeza de que a Mal não vai poupar esforços para me contar cada detalhe e já estou até vendo o sermão que vou ter que aturar, tem horas que a Mal consegue ser mais insuportável do que a minha mãe e a Malévola juntas, discutindo sobre quem é a mais malvada, não só da ilha, esse posto foi injustamente dado a Malévola, mas sim o mal encarnado, a pior de todas, o Chernabog  reencarnado, tá peguei pesado agora eu sei, mas deu para entender que aturar a Mal dando uma de mãe é foda, no meio desses pensamentos completamente aleatórios acabei perdendo a conta de quantos minutos se passaram desde os últimos seis, já estou ficando mais de saco cheio de ficar de olhos fechados, não consigo parar de me remexer nesse tédio, com certeza que se alguém entrasse aqui agora não pensaria que eu me mexo dormindo, e sim que eu estava tendo um convulsão, nessas minha remexidas na cama acabei percebendo algo muito peculiar, que para uma cama de hospital ou enfermaria, ela é estranhamente macia e confortável, eu estou me virando e desvirando aqui a minutos e ainda não e estatelei no chão, então comecei a esticar meus braços para ver se encontrava o limite da cama e puta que pariu, CADE O FINAL DESSA CARALHA?? Aquela cama parecia infinita, eu definitivamente não estava em uma cama de hospital e ainda quando esticava meus braços senti o maravilhosa sensação da seda passando pelos meus dedos, é obvio que eu conheço a seda de olhos fechados (costureira mores), antes de abrir meus olhos acabo dando uma boa suspirada e acabo percebendo um cheiro bem familiar, aspiro de novo aquele aroma e definitivamente, era o cheiro dele, virei meu rosto e afundei a minha cara no macio travesseiro e senti aquele cheiro maravilhoso do Ben, não precisava abrir meus olhos para saber que estava em seu quarto, sorri respirando aquele cheiro e não estava mais preocupada com nada ao meu redor, eu sabia que ele iria me proteger e acabei sendo vencida pelo sono.

 

 

*Mal*

Eu estava com um misto de emoção no meu corpo que seria impossível descrever, esse final de noite não estava sendo como o esperado, não chegava nem perto, mas nessa manhã eu sabia, eu já devia ter falado com ela naquele momento, iria evitar tanta coisa, ou talvez só teria agravado a situação....

-FLASHBACK ON-

Assim que a Evie entrou no refeitório eu sabia que tinha alguma coisa errada com ela, a segui com os olhos enquanto ela ia para a fila, ela passou direto por todas as comidas, como se não fosse comer nada, quando chegou no final da mesa pegou uma maçã e uma garrafinha de água, e veio em nossa direção e sentando ao meu lado, me perdi em meus pensamentos, não estava prestando atenção em nada ao meu redor, estava tentando lembrar qual foi a última vez que eu realmente vi ela comendo alguma coisa, eu só conseguia me lembrar dela falando que comia no seu ateliê, que passou para tomar um lanche rápido no refeitório e voltou pra o trabalho, eu realmente estava preocupada, nem notei quando a Jane e o Ben foram embora e que estava em uma conversa aleatória com a Evie, conversa vai conversa vem e notei sua maçã intacta, então tive que me intrometer.

- Princess Blueberry você não vai comer nada não? – perguntei levantando uma de minhas sobrancelha-

- Não estou com fome agora M! – Respondeu dando umas batidinhas na boca com o gloss.

- Você não vai começar com aquelas dietas malucas de novo, né senhorita Grimhilde?

- É Evie, você sabe que não faz bem ficar sem comer, tirando o fato que você não tem nada p emagrecer ai. – O Jay disse, se intrometendo na conversa encarando a azulada querendo ler meus pensamentos-  

- Concordo 100% - Disse o Carlos com cara de paisagem a encarando-

- Ai gente que isso? Calma, eu só estou sem fome, vocês sabem que eu não gosta de comer de manhã, mas eu peguei essa maçã p caso eu tenha fome durante o dia, eu estou me cuidando, relaxem. - Ela respondeu um pouco alterada demais, para quem não tem nada a esconder.

-É sério E, você sabe que pode confiar na gente- o Jay disse colocando sua mão sobre a dela dando uma leve apertadinha-

- Estaremos sempre aqui para você, assim como você sempre esteve lá para cada um de nós- disse isso com o braço ao redor de seus ombros, e os apertando em um abraço de lado-

- Gente é só uma maçã que eu não tive vontade de comer, não vamos voltar nesse assunto, vocês sabem que me deixa desconfortável- disse isso depois de descolar sua cabeça que estava encostada na minha - Vocês são uns amores, mas não precisa dessa atenção toda sobre mim- disse nos encarando- Nossa já são 7:45, tenho que passar na biblioteca, e pegar alguns livros antes da aula, tenho que ir.- Disse se levantando dando um beijo em cada um pegando sua bolsa, e deixando a maçã sobre a bandeja.

Sabia que ela não voltaria para pegar, e que tinha deixado ali de propósito, ela começou a caminhar em direção a porta de saída, eu e os meninos a encarávamos, não deixaria ela fazer isso com o próprio corpo.

-EVIE!

Ela se virou a tempo de pegar a maçã que estava indo em direção a sua cabeça.

- O brigada M, me esqueci totalmente, beijos.

E assim ela saiu do refeitório de cabeça baixa e pensativa me virei para os meninos e quase que instantaneamente eles logo entenderam o que estava acontecendo.    

- FLASHBACK OF-

 

 

Que a Evie é uma excelente atriz ninguém pode negar, mas quando ela está pensativa demais ou com muita coisa na sua mente ela deixa pequenos detalhes de fora, como por exemplo pegar uma maçã verde para comer, ela só as come se estiver em uma torta e de preferência junto com as vermelhas, passar gloss em cima do seu batom vermelho e ainda mais com os dedos, ela nunca faria isso, ela disse que tinha que passar na biblioteca para pegar alguns livros, sendo que na hora que sai esta manhã do quarto ela estava com todo o material pronto em cima da cama e ao lado da sua roupa e quando eu cheguei na sala poucos minutos depois que ela deixou refeitório já a encontrei lá com a cara de paisagem perdida nos seus pensamentos.

Sim sou uma amiga observadora, me julguem!

Mas eu odeio ver a Evie fazendo isso com ela mesmo, assim como ela sempre está lá me ajudando e me tirando de todos os problemas sem nem perguntar eu questionar qualquer coisa, eu quero estar lá por ela, mas é muito difícil por que ela não se abre para ninguém, é muito difícil ver ela falando sobre o seu passado, sobre a ilha, eu sei que ela sente falta de lá tanto quanto eu, também sei que ela é malvada e cruel, e que aqui ela esconde esse lado dela, sempre que entramos nesse assunto ela diz para “ Deixarmos o passado no passado”, mas está com dificuldades que fazer isso desde que voltamos da ilha, das lutas contra a Uma e seus capangas, e ensinando ao Ben como ser um vilão, eu sei que ela gostou de se sentir poderosa de novo, mas ela se nega a ser a garota da ilha outra vez, e eu não posso culpa-la, eu mais do que ninguém vi o que aquele lugar vez com ela, ou melhor o que a sua mãe fez com ela, quantas vezes eu chegava no nosso kanto (sim com K, prega. Mas eu gosto) e via ela com a cara no vaso sanitário do banheiro, colocando tudo para fora, ou na cama cheia de remédios para dormir, tirar o apetite ou acelerar o metabolismo, e eu me culpava muito, por que antes de sermos amigas eu sempre zoava ela na escola, a xingava, fazia de tudo para ela se sentir pior, mas quando eu vi que o que eu estava fazendo estava piorando o processo de autodestruição eu me senti horrível, e depois de algumas tentativas viramos amigas, e por um tempo eu acreditei que ela estava bem, até que ela caiu na rua e o Jay teve que acudi-la, mas depois daquela fase todos nós melhoramos, um sempre ajudava o outro e nessa acabamos virando essa família louca e remendada que vocês conhecem.

Eu nunca achei que a Evie ia ceder a pressão, ela é a mais forte de todos nós, se desdobra para se adaptar em qualquer lugar, e tenta ser o mais gentil possível, me sinto péssima por não ter visto isso chegando, eu estava muito preocupada comigo, que acabei esquecendo da minha família, eu deveria desconfiar que depois do termino dela com o Doug as coisas piorariam, mas não pensei nas proporções, deveria ter desconfiado que a coisa estava feia, ela nem se quer tocou no assunto comigo ou com qualquer pessoa, ela simplesmente engoliu a dor e escondeu na parte mais profunda de sí mesma.

 

Eu já estava na minha cama e minha cabeça não me dava trégua, o dia inteiro foi como vários flashes, primeiro o café da manhã com a troca de olhares com os meninos e a encenação da Evie, depois a certeza da mentira entrando na sala de aula, uma Evie estranhamente silenciosa ao meu lado durante todas as aulas, depois a ausência dela no almoço com a desculpa de assuntos reais, chegando no quarto e encontrando suas roupas de academia de baixo da sua cama o que claramente respondia a minha pergunta de onde ela estaria durante o almoço, depois rápidas lembranças das aulas de comportamento com a Fada Madrinha, indo ao jogo dos meninos depois de entrar no refeitório e ver que o Ben e a Evie não estavam lá, que provavelmente ainda estavam trabalhando, o que me deixou furiosa e sem apetite, então fui ver o jogo que teria dos meninos, contra um reino que não me lembro, e ai que tudo começa a passar mais rápido, uma chamada perdida do Ben, muito barulho, quase no final do jogo, 56 chamadas perdidas do Ben, 89 mensagens não lidas, meu coração na boca, minhas mão suadas, descendo as arquibancadas como louca, o celular na orelha ligado para o Bem, correndo pelo campo como louca em direção aos meninos, o Ben me disse o que aconteceu, um soco no estomago, contanto para os meninos, os três correndo em direção ao quarto do rei, vimos uma Evie pálida em uma cama enorme, os meninos ficaram por uns minutos dentro do quarto enquanto eu discuti com o Ben, meninos foram embora, a minha discussão virou uma briga feia com o rei, sobre com que direito ele tirou ela do hospital, sem a minha autorização ou dos meninos, o que para mim parecia um total absurdo, a briga continuou, decidi concordar porque aquela briga estava ridícula, concordei em deixa lá no quarto do Ben até que ela estivesse 100% recuperada contanto que ela tivesse supervisão 24 horas, entrei no quarto e vi por surpresa um sorriso no rosto já mais corado da Evie, a chegada da madrugada, Ben me leva para o meu quarto, estava com um buraco no coração de não ter a Evie dormindo comigo, Ben disse que ficaria na cama da Evie e que qualquer, qualquer coisa mesmo era para chama-lo, não dormíamos na mesma cama desde que voltei da ilha não me sentia 100% presente e fiel ao Ben sempre que olhava em seus olhos verdes era atormentado por uma imensidão azul de um certo pirata, não me sentia confortável dividindo a cama com ele e tento vãos pensamentos de um antigo amor, não me sentia mais confortável com essas mentiras, lagrimas silenciosas carregadas de culpa descendo pelo conto do meu rosto, pensamentos me atormentando e emoções se misturando, e nessa confusão toda acontecendo na minha cabeça fui vencida pelo sono.

 

 

 

*Autora*

Ben sabia que era errado, pensar em outra enquanto está dividindo o quarto com a sua noiva, mas era inevitável, ela estava por todo lado, nos mínimos detalhes de cada canto de seu lado do quarto, estava no lençol delicado que cobria cada centímetro do colchão, na colcha que agora cobria e aquecia o seu corpo, e assim que afundou seu rosto nas travesseiros da azulada sentiu seu cheiro por todo lado, foi inevitável o sorriso de satisfação que se formou no rosto do rei de Auradon, sentiu mais uma vez o cheiro nos travesseiros da companheira de quarto da sua noiva acalmando todos seus nervos, e se entregando a inconsciência.


Notas Finais


Nada p falar qui não.
......
Isso é tudo p-p-p-p- peeessoal


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