História I go low, he go up - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Kai, Personagens Originais
Tags Dança, Exo, Jongin, Kai, Personagens Originais, Romance
Exibições 16
Palavras 1.007
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Fluffy, Mistério, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Indico que ouça Blind do Monsta X enquanto lê ^^

Capítulo 1 - Capítulo Único


Sua silhueta vaga

Mostre-se, isto é tão chato agora

É sufocante e eu parei de respirar

Vamos parar de empurrar

 

Puxa-me, eu me tornarei luz

Se você está cansada eu serei uma pena

Mexo-me de acordo com você

(Mova-se, baby)

(Eu te sigo como uma sombra)

 

Ela sobe, ela sobe, ela sobe, ela sobe

Eu desço, eu desço, eu desço, eu desço

Me mostre, me mostre, me mostre, eu estou pronto

Eu não posso aguentar mais

 

Quero rasgar as cortinas que escondem você

Levantar as cortinas

Não se sinta envergonhada, brilhe sua luz brilhante

Tudo o que pode ser visto são as cortinas

Tudo o que pode ser visto são as cortinas

(Monsta X, Blind)

Dançar com Jongin era sempre maravilhoso, ele tinha uma forma de me conduzir fazendo com que eu pensasse que estava no paraíso. Suas mãos grandes na minha cintura mal me deixavam raciocinar e eu agradecia pela minha memória corporal não deixar que eu errasse os passos da apresentação. Nossa dança era sempre tão natural, tão nossa que geralmente fazíamos isso como se estivéssemos respirando e se parássemos não conseguiríamos continuar vivos.

As pessoas sempre nos elogiavam, falavam que éramos um par perfeito e que se namorássemos não seria grande surpresa, mas a verdade era que eu e Jongin não podíamos namorar. Nossos passos eram coordenados por isso, pela tensão sexual que nos rodeava sem que pudéssemos saciá-la, talvez por isso nossas apresentações fossem tão boas.

As pessoas a nossa volta não se davam conta disso, fomos feitos um para o outro sim, mas no palco onde seríamos amantes quentes e criativos sempre encontrando um toque, um jeito, uma técnica para deixar o outro extasiado a ponto de isso contagiar a todo e qualquer um que estivesse assistindo deixando-os no sétimo céu assim como nós mesmos.

Assim que vejo as cortinas se abrirem sinto um friozinho na barriga, olho de canto de olho para meu parceiro e vejo seu sorriso que me aquece, me deixando com um frio na barriga, mas dessa vez de ansiedade e não de nervosismo.

Ele agarra minha cintura e me impulsiona para cima me fazendo voar, sinto que estou despencando quando ele vai para baixo, mas novamente sou agarrada por suas mãos que seguras não deixam que a gravidade me atinja. Seu olhar preso no meu transmite segurança para que executemos os passos de forma bonita e estável, mas também transmite desejo e eu sei que os meus estão iguais.

Permanecemos calados durante todo o tempo e em nenhum momento nossos passos se tornam menos naturais apesar de estarmos mais atentos um ao outro que na coreografia em si. Seu perfume misturado com o suor do exercício não deveria ser tão bom, mas é... E me deixa louca. Seu sorriso não deveria me parecer tão sugestivo ou tentador, mas parece e também me deixa louca. Suas mãos na minha cintura e pernas que me dão apoio para a coreografia também não deveriam ser tão quentes contra a minha pele, porém elas são e me fazem esquecer até mesmo meu nome.

Sinto que seu corpo contra o meu foi feito exatamente para essa finalidade, executar aquela coreografia, uma coreografia de amantes que jamais poderiam se tocar. Seu rosto chega a centímetros do meu e seus lábios quase tocam minha boca fazendo com que aquela área formigue de desejo, mas como em uma atuação ele se afasta novamente me deixando apenas com a lembrança daquilo.

Nossa coreografia é apenas isso, uma atuação maravilhosa, a atuação da atuação onde sabemos que o desejo paira entre nós, mas a plateia não sabe e pensa que apenas faz parte da coreografia, da atuação. Ele morde o lábio inferior e toca meu corpo, colando nossas testas novamente executando apenas os passos da coreografia e passo a língua pelos lábios fazendo com que eu tocasse sua boca por milésimos de segundo. Aquilo não fazia parte da coreografia.

Vejo seus olhos brilhando enquanto se afasta de mim e me preparo para subir. Nos afastamos, cada um de um lado do palco enquanto olhos atentos aguardam o ápice da coreografia. Corro em sua direção e salto indo para cima enquanto ele vai para baixo passando por sob meu corpo. Aterrisso como uma pluma enquanto ele está ao meu lado fazendo a ultima pose antes de as luzes se apagarem e o nosso show terminar.

Com as luzes apagadas sinto sua mão quente em meu braço, puxando meu corpo contra o dele e respiro fundo ao sentir seu perfume tão perto. Estamos arfantes, não por causa da coreografia isso é o de menos. A pressão que nos envolve, o desejo contido faz com que o ar se torne rarefeito e nossas respirações pesadas um contra o rosto do outro.

Nossos lábios se tocam timidamente, é a primeira vez que isso acontece desde que nos conhecemos e é bom. Na verdade é maravilhoso. Ele apenas segura meu braço com força, mas sem machucar fazendo meu corpo reagir ao dele. Sinto ele se arrepiar quando seguro os cabelos de sua nuca puxando-o contra mim, ainda apenas com nossos lábios colados sem nenhum movimento a mais.

Seu corpo estava quente e seus olhos estavam semiabertos de uma forma séria e sensual como nenhum outro fazia. Ele finalmente aprofundou o beijo, largou meu braço e segurou na minha cintura agarrando-a com força e me trazendo contra o corpo dele deixando quase nenhum espaço sem se tocar. Minha boca é explorada de forma lenta e sinto como se fosse entrar em combustão, nunca senti um gosto tão bom na minha vida, nunca tive uma sensação tão gostosa.

Quando finalmente nosso ar acaba e nos separamos segundos antes da luz se acender sinto que aquilo durou horas, mas foram meros segundos. As pessoas nos olham desconfiadas e ele me abraça disfarçando.

— Você é perfeita. — Fala com a voz rouca e seu hálito toca minha face de uma forma sexy.

Saímos dali de mãos dadas como sempre, com aquela áurea sexual nos rodeando e que não sabíamos como iríamos saciar ela, ou se iríamos saciá-la.


Notas Finais


Nem sei porque postei essa fic mas tudo bem rsrsr
Boa Leitura !!! ~^^~


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