História I gon' be the Hunter and you gon' be the Prey - VKook - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Assassino, Baby Boy, Baekhyun, Bangtan Boys, Bts, Daddy, Jeon Jungkook, Jung Hoseok, Jungkook, Killer, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Lemon, Min Yoongi, Mistério, Park Jimin, Serial Killer, Taehyung, Taekook, Vkook, Yaoi, Yoonmin
Visualizações 96
Palavras 2.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura💙📖👓

Capítulo 11 - Byun... Baekhyun?


Fanfic / Fanfiction I gon' be the Hunter and you gon' be the Prey - VKook - Capítulo 11 - Byun... Baekhyun?

 •°•Jungkook on.•°•

 

 

 

Eu não estava conseguindo dormir bem. Eu dormia durante dez minutos e acordava com pesadelos, incômodos e sensações ruins. Eram cinco horas da manhã e eu estava tremendo, minha ansiedade parecia estar atacando mas não era isso. Era medo. Aquela mensagem foi a gota d'água.

Tentei imaginar se haviam pegado o celular de Taehyung, se haviam hackeado o mesmo, não sei, só precisava de uma explicação clara e suplementar. Nisso, eu pensei em procurar pelo seu celular. Me levantei e com calma e cuidado, rodeei a cama para chegar ao lado de Taehyung, e o que eu temia, aconteceu. Eu encontrei o celular do mesmo, repousando em seu criado mudo, que estava quase ao lado de seu rosto aparentemente adormecido. Ele realmente parecia adormecido. Me aproximei mais do criado mudo e comecei a estender minha mão trêmula ao móvel, em direção ao aparelho, mas antes que meus dedos pudessem tocar em sua tela, meu pulso foi segurado com força, fazendo meu coração parar por um minuto e minha respiração sair do controle. Eu parecia ter asma naquele momento, mas tudo aquilo era medo. Deixei meus joelhos flexionados caírem de vez no chão, e tentei acalmar minha respiração. Taehyung me olhava com um olhar frio, mas logo, descansou sua feição e me olhou preocupado vendo como eu estava.

-Kook?

-S-solta meu braço.. porfavor.. - perguntei com nervosismo na voz. -Tá machucando… - Complementei. Ele logo entende e solta, olhando de forma estranha para sua mão.

-Desculpa Kook… porquê estava indo pegar meu celular.

-Eu recebi uma mensagem sua… essa noite… e queria, v-ver se você havia mandado mesmo… - Falei receoso e com medo. Eu sei que não tinha que ter aberto o jogo assim, tão fácil mas, eu queria saber se realmente, era TaeHyung.

-Mensagem? Que mensagem?  - Ele pergunta com uma feição confusa e logo, pega seu celular e desbloqueia o mesmo, abrindo o app e logo, meu chat, me mostrando o celular, que não havia mensagem nenhuma dessa noite. -Jungkook, você está se sentindo bem…?

- Pergunta ele me olhando estranho.

-A-acho que todo aquele calor de ontem n-não me fez bem. Eu vou dar uma caminhada… Pra respirar um pouco, está bem...?

-Quer que eu te acompanhe?

-Não! - Falei rápido em um tom mais alto fazendo o moreno se assustar. -Quero ficar sozinho. Ele assente e deita sua cabeça novamente no travesseiro, deixando seu celular no cômodo ao lado e se aconchegando e logo fechando os olhos.

Me levantei e coloquei um moletom e uma calça e fui ao banheiro fazer minhas higienes.

Quando sai do banheiro, me deparo com Taehyung, ainda deitado, me olhando com um olhar assustador, meio arregalado e frio. Eu estremeci dos pés a cabeça e parei.

-Já estou saindo.. - Soltei me virando de costas para ele para sair.

-Não vai me dar um beijo? - Ele pergunta com um tom baixo e sua voz estava mais rouca que o normal. Eu parei de caminhar ainda de costas para ele mas logo, volto a caminhar em direção a porta e saio, o ignorando.

Eu coloquei meus fiéis fones e sai caminhando pelas ruas da cidade. Estava frio, como toda manhã parecia ser e estava um dia não agradável, não se via o sol e estava neblinoso. Até que me recordei de suas mensagens.


 

“Viemos de um manicômio.”


 

“ ‘Manicômio’?... Taehyung na noite passada disse que seu “orfanato” era aqui em Gyeongju… Será que… Ele poderia estar falando a verdade e que ele realmente veio daqui? Será que esse lugar ainda existe? Se eu achar esse lugar, posso saber mais sobre ele. E isso pode me ajudar de alguma forma… eu só preciso entender o que está havendo… E quem de fato é Kim Taehyung…”

Nesses pensamentos, saí a procura das minhas respostas. Pensei que seria bem estranho então, como uma pessoa normal faria, joguei no Google “Manicômio, Gyeongju”. E para minha surpresa foi o que apareceu. Minha resposta.

“Manicômio Dr. Kyong - Hospício para atendência, tratamento e estudo de pacientes pendentes a problemas mentais. - Gyeongju”.

Pelo que dizia, o lugar ainda parecia funcionar perfeitamente. Então, peguei o endereço do lugar e me dirigi ao mesmo.

Era um tanto longe então decidi pegar um transporte onde o desembarque seria próximo ao Hospício.

Fui até o metrô de Gyeongju e entrei no mesmo. Demorou cerca de meia hora até chegar na estação, onde desci e comecei a caminhar novamente. Acabei caindo em um lugar que não apresentava casa alguma, era tão confortável caminhar por aquela estrada de terra, cercada de árvores, que faziam um arco por cima de mim. O vento era gelado mas confortável e o cheiro do ambiente, nostálgico.

Depois de mais uns dez minutos de caminhada, encontro um prédio enorme, que parecia mais uma mansão. De verdade, era muito grande, ocupava uma parte inacreditável do terreno. E tinha a escrita “Manicômio Dr. Kyong - Hospício para atendência, tratamento e estudo de pacientes pendentes a problemas mentais. - Gyeongju” Assim como apresentava no celular.

Fui adentrando mais o local, até chegar às portas automáticas de vidro, que se abriram ao meu aproximar.

Entrei e comecei a reparar em todos os detalhes. Tudo era branco, a não ser algumas paredes verde água (assim como a maldita porta) e os cantos do teto estavam escuros, talvez por conta de o estabelecimento ser antigo. Era assustador, tinha um ar horrível, que não me fazia sentir nada bem. Haviam algumas cadeiras de rodas espalhadas, mas nenhum paciente. Até que cheguei à recepção, onde tinha um homem vestido como um enfermeiro, lendo alguma coisa em seu computador e ao mesmo tempo, anotando algumas coisas em sua prancheta. Me aproximei do homem e apoiei levemente minhas mãos no balcão à frente do enfermeiro/atendente, recebendo seu olhar sereno e simpático.

-Bom dia, como posso ajudá-lo? - Pergunta abrindo um sorriso. Sorrio de volta.

-Eu queria saber um pouco sobre um paciente que… parece que esteve aqui…

-Nome, porfavor?

-.... Kim Taehyung… - Falei hesitante. Vi a feição do atendente se tornar um pouco mais séria, mas nada tão notável.

-Irei chamar alguém para ajudá-lo, espere só um minuto. - Disse gesticulando para que eu aguardasse e eu assenti e me sentei em uma das cadeiras de espera em frente ao balcão.

Vejo o mesmo falar num microfone, mas o som não saiu em lugar nenhum, talvez chegasse somente aos que lá trabalhavam. E então, ele sorri simpático novamente para mim e eu retribuo e desvio o olhar.

Aquele ambiente me deixava extremamente incomodado, mesmo que não tivesse nada de mais… Tinha um ar ruim. Eu estava nervoso, brincando com meus próprios dedos, suando. Eu tinha medo do que iria encontrar ali, e como minha vida seria depois de sair dali.

Depois de cerca de cinco minutos, um homem com uma roupa de doutor, grisalho, meio alto, cerca de uns 45 anos e com uma ficha na mão aparece e sorri para mim e eu me levanto, indo em direção ao mesmo que estende a mão e eu a aperto.

-É um prazer, sou o dr. Hwang.  - Ele se apresenta com um ar de simpatia, que me fez sentir um pouco mais confortável. Mas foi muito pouco…

-Jeon. Jeon Jung Kook.

-Bom, vamos a minha sala. - Eu assenti, então ele se vira e me guia até sua sala.

Passamos por alguns corredores até chegar a mesma, onde me sentei de frente a sua mesa, e ele se sentou frente a frente comigo.

-Então, no que posso te ajudar, Jeon?

-E-eu queria saber se… Kim Taehyung já esteve internado aqui…

Ele hesita um pouco mas logo responde certeiro.

-Sim, ele já esteve. Precisa de algo?

Meus olhos se alagaram, mas segurei o choro e olhei nos olhos do mais velho.

-O senhor, poderia… Me contar um pouco sobre Taehyung? - Disse com a voz meio embargada.

-Claro… - Coloca sua mão em meu antebraço e o chacoalha divertido, para me animar um pouco, com um sorriso, baixando um pouco o rosto, em busca dos meus orbes. -Taehyung esteve aqui desde os quatorze anos. Ele era um dos mais especiais aqui. Apresentava comportamentos diferentes do que sua doença mental o permitia. Ele sofre de TDI.

-TDI? - Pergunto confuso.

-Transtorno dissociativo de identidade. Dupla personalidade. - Ele responde, clareando a resposta para meu entendimento.

Sim, tudo estava tão claro como nunca esteve antes. Era isso. Dupla personalidade. Como eu nunca notei? Fazia todo sentido e agora tudo estava sendo jogado contra mim. Senti meu peito doer mas tentei me manter firme.

-Ele ficou internado até seus dezoito anos, quando seus pais vieram buscar ele e seu irmão de consideração. Mas, depois de cinco meses, seu irmão voltou e parecia que sua doença havia piorado.

-Irmão?

-Sim. Os dois foram adotados juntos em um orfanato daqui de Gyeongju, e eram inseparáveis, mesmo no orfanato. Se consideravam irmãos e sempre se cuidaram. Byun Baekhyun, é o nome do irmão postiço. Ele sofre de Transtorno de personalidade limítrofe, mais conhecida como Síndrome de Borderline, ele costumava ser confundido com alguém com esquizofrenia. Quando Taehyung foi trazido para cá, com 14 anos, seu irmão também veio, com 17 anos. Eles haviam sido adotados por um casal que tinham um filho esquizofrênico. Os mesmos nunca souberam lidar com a doença do filho e nunca se interessaram em procurar ajuda ou informação sobre a doença. Quando o estado do garoto se tornou crítico, eles acharam que o doente apenas precisaria de alguém para conversar. Então, adotaram Baekhyun e Taehyung, mas, não sabiam de suas doenças mentais. Porém, depois de um ano, o garoto se suicidou. Isso foi um trauma para todos, mas Taehyung foi o menos afetado, e sequer ligou para a perda dos pais adotivos. Foi nessa época que os sintomas de Borderline de Baekhyun começaram a se mostrar mais fortes e agressivos, e a TDI do mais novo estava ficando instável. Os pais não sabiam até aquele momento da doença dos filhos adotivos e a mãe ficou louca, casada de filhos “problemáticos” e depressiva demais, jogou todo o ódio em cima dos dois e os internou aqui, dizendo que nunca mais queria ver aqueles “projetos de humanos”. Baekhyun se abalou muito com tudo e Taehyung não ligou. Os dois ficaram separados pela primeira vez e durou anos. Taehyung começou a mostrar mais sua segunda personalidade, e a mesma, passou a controlar o corpo mais constantemente. Nós a chamamos de “O jogador”. Ele vê tudo como um jogo, e mesmo que machuque as pessoas, ele se sente alegre com isso. Foi um dos nossos pacientes mais interessantes em décadas e então, seus pais voltaram, depois de quatro anos. Diziam que haviam se arrependido e queriam os meninos de volta, se sentiam sozinhos demais. Não podíamos fazer nada então, os deixamos ir. Mas, depois de cinco meses, Baekhyun voltou por conta própria, seu estado estava o pior possível. Ele tinha sangue nas mãos e roupas, e por conta da Borderline, achamos que ele poderia ter feito algo. Nunca mais vimos Taehyung e até tememos seu estado. Tentando acha-lo mas, ele parecia ter saído do país. Cheguei a ver alguns… casos… na TV e tentei acha-lo… temos medo de que sua segunda personalidade possa estar tomando total controle dele. Isso é perigoso… Jeon, o senhor sabe onde ele está?

Eu fiquei completamente abismado com tudo. Foi muita informação de uma vez. Eu estava sentindo como uma facada na boca do estômago. Me sentia tonto mas precisava resistir. Eu não podia entregar tudo. Não podia prendê-lo. Eu queria chorar, gritar mas queria ajudá-lo.

-Não… Eu o conheci mas… Não sei mais onde ele está, desculpe… Eu queria saber mais sobre ele, apenas isso…

-Jeon, não tem problema se você não quer entregá-lo. Não vamos obrigá-lo a vir, só quero te ajudar está bem? - Eu assenti e respirei um pouco mais aliviado.

-Doutor…

-Sim? - Ele corresponde.

-Eu… posso falar com Baekhyun? - Ele sem dizer nada, assente. Nos levantamos e vamos para um outro setor diferente, bem distante da ala onde estávamos.

 Durante o caminho eu ouvia gritos, barulhos estranhos, enfermeiros pedindo para os pacientes se acalmarem e gritos de dor... aquele lugar tiraria a sanidade de qualquer um e, já estava começando a tirar a minha também. Eu realmente estava atordoado dentro daquele ambiente ruim.

Chegamos em uma porta onde ele passou seu cartão para desbloqueá-la e começamos a andar num corredor cercados de salas e chegamos na última delas.

-O senhor quer ir mesmo, Jeon?

-.....Sim…

Então, ele abre a porta para mim me deixando sozinho, e eu entro.

Me deparo com um garoto de cabelos avermelhados sentado na cama, de costas para mim. Ele era mais velho aparentemente. Estava completamente quieto.

-B-Baekhyun?

-Quem é você? - Pergunta frio.

-S-sou Jungkook… Namorado de Taehyung… - Sussurro a ultima parte, mas ele pode ouvir.

Ele me olha incrédulo.

-Taehyung…? - Eu assenti.

Começamos a conversar. Ele me contou que Taehyung sofria de Dupla personalidade desde que conheceram mas não era tão forte. Ficamos horas conversando e então, quando perguntei de seus pais adotivos, ele explodiu.

Avançou para cima de mim gritando coisas desconexas e os guardas nos separaram e eu saí correndo.

Conversei com o doutor e voltei para o hotel.

 Então ele não estava mentindo? Ele realmente veio de um orfanato...

Eu estava completamente abalado, tudo fazia sentido agora… Eu comecei a temer me aproximar de Taehyung e ….

 

Do Jogador.


Notas Finais


E AI OQ ACHARAM? REVELAÇÕES POHAAAAA
Comentem o que acharam plz💙💙💙
Espero que tenham gostado
Mais uma vez OBRIGADA PRLOS FAVS E COMENTS AMOS VCS💙💙💙💙
SARANGHAEEEEE
Pra quem não sabe o que é Borderline, vou deixar aqui em baixo.

Porfavor leiam minha outra fic💙
Até o proximo cap💙💙💙💙

The era of war [∆VKook∆] >>>>>>>>>>>>>>

https://spiritfanfics.com/historia/the-era-of-war-10258959

°•°•°•O QUE É BORDERLINE?•°•°•°

A Síndrome de Borderline, também chamada de transtorno de personalidade limítrofe, é caracterizada pelas mudanças súbitas de humor, medo de ser abandonado pelos amigos e comportamentos impulsivos, como gastar dinheiro descontroladamente ou comer compulsivamente, por exemplo.

Geralmente, as pessoas com Síndrome de Borderline têm momentos em que estão estáveis, que alternam com surtos psicóticos, manifestando comportamentos descontrolados. Esses sintomas começam a se manifestar na adolescência e se tornam mais frequentes no início da vida adulta.

Os sintomas mais comuns da Síndrome de Borderline podem ser:

Alterações do humor ao longo do dia, variando entre momentos de euforia e de profunda tristeza;
Sentimentos de raiva, desespero e pânico;Irritabilidade e ansiedade que pode provocar agressividade;
Medo de ser abandonado por amigos e familiares;
Impulsividade e dependência por jogos, gasto de dinheiro descontrolado, consumo exagerado de comida, uso de substâncias e, em alguns casos, não cumprindo regras ou leis;
Baixa autoestima;
Sensação de solidão e de vazio interior.

Os portadores deste transtorno têm medo que as as emoções fujam do seu controle, demonstrando tendência para se tornarem irracionais em situações de maior estresse e criando uma grande dependência dos outros para conseguirem estar estáveis.


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