História I Got Seven Steps (Got7) - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Coréia Do Sul, Got7, Romance, Yugyeom
Visualizações 64
Palavras 6.403
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ALOOOOOOOOO
Tamo aqui na atividade com mais um capítulo pra vocês. Recomendo que preparem o coração se vocês forem cardíacas 😂❤
Demorei mas escrevi com amor pra vocês gatas ❤
Aproveitem a leitura ❤

Capítulo 14 - The First Time


 

 Yugyeom se aproximou alguns passos de mim.

 Ouvir sua voz pareceu ter me despertado de meu transe.

 Meu corpo começou a se mover automaticamente, de maneira completamente desgovernada e com pressa.

 Tudo o que mais queria era sentir o corpo de Yugyeom contra o meu, para concretizar o fato de eu não estar tendo uma ilusão.

 Foi o que fiz.

 Num movimento rápido me joguei em seus braços. Na verdade pulei, com minhas pernas ao redor de seu corpo.

 O choque de nossos corpos colidindo era algo incrivelmente bom, uma onda de sensações e arrepios começou a se estender por todo meu corpo.

 Yugyeom não pareceu ter ficado surpreso com meu ato repentino. Apenas me apertou forte contra si.

 Meu olho continha algumas lágrimas, prontas para cair. Me esforcei para manter o máximo de calma ali.

 Sentir seu cheiro era algo inebriante para mim. Me aconcheguei melhor em sua curva do pescoço, procurando mais êxtase em relembrar esse conhecido perfume.

 -Minha garota. - Ele sussurra em meu ouvido, me fazendo sorrir imediatamente.

 -O que tá fazendo aqui? Quer me matar do coração? - Reclamo no mesmo tom, com a voz falha.

 Ainda não havíamos nos largado. Sinceramente, era como se Mark, Ian e Bambam não estivessem ali.

 Nem mesmo o fato de Mark, que não sabe de mim e Yugyeom, estava me preocupando. Só queria aproveitar aquelas frações de segundo em que me encontrava junto ao meu mais novo amor.

 Sim, acabei de chegar a essa conclusão. Yugyeom é meu novo amor.

 É reconfortante ter alguém como ele junto a mim, provavelmente ele nem ao menos sabe o quão bem me faz sua companhia.

 -Cancelaram os dois últimos compromissos, queria te pegar de surpresa… - Uma de suas mãos se aconchegou em meus cabelos, fazendo leve carinho.

 -Conseguiu… - Completei, com a maior comodidade do mundo, em seus braços.

 -Alguém pode me explicar esse afeto todo? - Mark se pronuncia.

 Retiro minhas pernas de Yugyeom, apenas segurando sua mão carinhosamente.

 Não tiramos nossos olhos um do outro, apenas ficamos perdidos em nosso próprio mundo, analisando cada forma de nossos rostos.

 -Te explico depois. - Bambam responde, tendo visto que não ligavamos para isso no momento.

 -Vamos pro meu apartamento? - Pergunto mais retoricamente, certamente aquilo soou como uma ordem.

 -Agora? - Yugyeom abre um sorriso, sem mostrar os dentes.

 -Sim. - Foi apenas o que respondi, o puxando para a porta.

 Nem mesmo me despedi dos outros, liguei o foda-se para tudo e todos.

 Tanto que logo que a portas do elevador se fecharam puxei Yugyeom para um beijo nada inocente.

 Ele pareceu entender a situação ali, logo agindo com a mesma voracidade que eu.

 Puxou meus cabelos com uma certa força elevada. Me fazendo arquear a cabeça para trás. Sorri maliciosamente pelo ato, o olhando profundamente.

 Em seguida começou a distribuir beijos e leves sucções pelo meu pescoço.

 Não hesitei em deixar um gemido sair por minha boca, o fazendo estremecer contra meu corpo, que estava muito quente após essa troca de carinhos.

 Um barulho nos fez interromper nosso momento, mas não me incomodei. Apenas queria ter privacidade para aproveitar ao máximo esse garoto.

 Saímos em direção a rua, procurando algum táxi. Felizmente o motorista do meu tio estava ali, parecendo desocupado.

 Não hesitei em pedir para que me levasse até meu apartamento, já que nos conhecíamos.

 A parte de trás era separada da parte do motorista, nos dando grande privacidade.

 Mesmo tendo que moderar, aproveitamos a ocasião para continuarmos o que começou no elevador.

 O beijo não era tão voraz quanto antes, mas era excitante o suficiente para me fazer perder a parcialmente meu juízo.

 Uma de minhas mãos estava apoiada no banco do automóvel, enquanto a outra deslizava pela perna esquerda de Yugyeom.

 Meu toque começou a fazer efeito nele logo que meus dedos se aproximavam mais de sua região íntima. Um tremor o atingiu, fazendo com que me encarasse profundamente, seus olhos transbordavam luxúria e excitação, me fazendo sentir poder sobre ele.

 Mordi seu lábio inferior, com a intenção de provocá-lo mais.

 Parecia que tive sucesso com meus atos, mas toda ação tem sua reação.

 Num movimento rápido Yugyeom se distanciou de mim, mexendo em seu cabelo.

 Já comecei a preparar meu protesto, mas fui interrompida por ele abrindo a porta do carro. Finalmente percebi que já havíamos chegado a frente do meu prédio.

 Saí do carro com pressa,me despedindo do motorista com certa impaciência.

 O processo de subida daquele elevador parecia demorar eternidades, me fazendo ficar irritada.

 Ainda mais por apenas estar aguentando os olhares de Yugyeom em cima de mim. Meu corpo estava exposto devido ao meu top, que era a única peça em minha parte superior.

 Seus olhos desciam e subiam pelo meu corpo, parecendo “faminto”. Ele morde a boca fortemente, passando a olhar em meus olhos.

 Coloquei minhas madeixas para o lado, deixando meu pescoço livremente exposto para ele.

 -Para. - Ele diz em tom autoritário, mas não liguei. Apenas sorri debochadamente.

 A porta do elevador finalmente se abriu e saí em direção a porta do meu apartamento, sentindo Yugyeom logo atrás de mim.

 Não ao menos esperou que eu terminasse de fechar a porta, me pressionou com força contra a mesma, a fazendo bater fortemente. Começando um beijo totalmente inapropriado para o horário nobre.

 Yugyeom estava usando uma agressividade que nunca havia visto das outras vezes.

 Estávamos de acordo com o que estava acontecendo, ninguém poderia nos atrapalhar ali.

 Era o nosso momento.

 De repente um pensamento começou a martelar em minha cabeça.

 Essa seria a primeira vez de Yugyeom?  

 Suas atitudes enquanto nos beijávamos não transpareciam isso, mas o fato dele ser novo e ser da Coréia me faziam ter essa dúvida. Já que aqui os meninos também são muito reservados.

 Ele pareceu ter lido minha mente, já que parou com os beijos no mesmo momento, me olhando.

 -Eu não sou experiente nisso. - Sua voz era insegura, assim como sua expressão.

 Sorri. A sinceridade de Yugyeom fez com que me sentisse ótima.

 Naquele momento percebi que Yugyeom merecia uma primeira vez marcante.

 Hoje eu trabalharia pra isso.

 Não que eu seja A expert das relações sexuais, mas meus conhecimentos são tecnicamente bons para proporcioná-lo prazer.

 Eu já sabia o que fazer, por já ter tido relações no passado, o que tornava tudo mais fácil pra mim.

 -Não precisa de experiência para isso. Apenas se deixe fazer o que quer. - O olhei profundamente, tentando fazer com que ele voltasse com a confiança que tinha.

 O puxei pela camisa, colando nossos lábios novamente.

 Nossas línguas trabalhavam em perfeita harmonia, enquanto nossas mãos conheciam o novo território.

 Ele pressionou seu corpo contra o meu, me fazendo sentir a pressão que seu “amigo” se encontrava. Arfei ao sentir o contato, sorrindo.

 Em seguida apertou fortemente minhas nádegas, deixando leves mordidas por meu pescoço.

 Naquele momento meu senso e juízo já haviam ido embora.

 Desci minha mão pela extensão de seu peitoral, não parando o caminho, chegando até seu cinto, o segurando com força. Senti Yugyeom parar o que estava fazendo, apenas continuando com a cabeça na curva de meu pescoço.

 Desci minha mão mais alguns centímetros, sentindo seu membro completamente rígido. Yugyeom gemeu contra meu ouvido, parecendo sentir certo prazer.

 Comecei a fazer movimentos naquela região com a minha mão, como um carinho, ainda mesmo por cima de sua calça.

 A reação de Yugyeom estava me deixando muito satisfeita. Era completamente excitante o ver sentir prazer por mim.

 Ele puxou meu rosto em encontro com o seu, encostando nossos lábios demoradamente. O toque suave de seus lábios nos meus apenas serviu para acender meu corpo ainda mais.

 O empurrei repentinamente, completamente ofegante.

 -Senta no sofá. - Mandei.

 Fez o que pedi logo em seguida, se sentando. Seus olhos me encarando profundamente, observando todos meus movimentos.

 Andei até o rádio, colocando uma música conhecida por mim, que achei a certa para o momento (n/a: sugiro que coloquem Drunk, do Zayn, para ouvir).

 Me coloquei em sua frente, hipnotizada por seus olhos. Não estava pensando muito no que fazer ali, apenas deixei que meus movimentos agissem por reflexo.

 Coloquei minhas mãos na barra de meu top, o tirando calmamente, apenas ficando de sutiã, ainda mantendo o contato visual.

 Seus olhos desceram para meus seios, com luxúria visível. Se remexeu no sofá, molhando os lábios com a língua.

 Ri baixinho, tirando meu sapato. Minha calça era um moletom mais largo, fazendo com que, após eu baixá-la levemente, ela descesse sem minha ajuda, lentamente.

 Senti imensa vergonha por estar desse jeito em frente à Yugyeom, mas dei graças a Deus por ter colocado uma lingerie que fossem par hoje. A lingerie era de cor branca, que dava uma certa beleza ao meu corpo.

 Me acalmei após ver Yugyeom suspirar ao olhar para meu corpo.

 Me aproximei mais dele, empurrando seu ombro para trás, o fazendo se acomodar melhor no sofá.

 Passei minhas pernas por cima de seu corpo, uma a cada lado de seu quadril, me sentando de frente para ele.

 Seus olhos voltaram a se encontrar com os meus, me fazendo falhar a respiração.

 Aos poucos comecei a mover meu quadril contra o dele, indo no ritmo da música. Agradeci aos céus novamente, por saber dançar, pois aquilo facilitava muito meu trabalho. Sei que estava agradando Yugyeom, já que ele fechou seus olhos, levando sua cabeça para trás.

 Rapidamente se apoderou de minhas nádegas novamente, abrindo mais suas pernas, para que me aconchegasse melhor em seu colo.

 Senti muita insegurança fazendo aquilo, já que nunca havia feito antes. Mas as reações de Yugyeom me guiaram para o que fazer e o que não.

 Ele me ajudava com suas mãos, me ajudando a me mover da maneira que o agradasse.

 Aquilo estava se tornando uma via de mão dupla, pois a pressão que Yugyeom estava impondo sobre mim era extremamente estimulante.

 Eu arranhava sua nuca com minhas unhas, o instigando por mais.

 Senti um baque gigante ao Yugyeom se levantar, me carregando, com minhas pernas a sua volta.

 -Pro seu quarto. - Ele se explica, se movendo.

 Voltei a colar nossos lábios, o fazendo se direcionar para o quarto sem ao menos ver algo.

 Senti minhas costas baterem bruscamente contra uma parede. Gemi ao sentir a superfície fria em contato com minha pele.

 -Você é desumano. - Sorri entre os beijos, murmurando. Na verdade, ele parecia ser muito experiente naquilo.

 Yugyeom apenas fez um barulho com a garganta, não parecendo interessado em conversar.

 Finalmente ele acabou achando meu quarto. Me jogando na cama com certa brutalidade, logo em seguida.

 Levantei minhas costas, o afastando de mim levemente.

 -Tem muita roupa aqui. - Segurei em sua blusa, com intenção de tirá-la, mas fui interrompida pelas mãos de Yugyeom. - O que foi? - Protestei.

 -Não é o que você quer ver… não tenho um físico tão bom. - Sua expressão insegura voltou a aparecer.

 Me surpreendi por Yugyeom ter esse tipo de pensamento, ainda mais sobre mim. Sinceramente, nunca vi nada de mais em pessoas com o corpo musculoso e definido. Para mim é indiferente.

 -Yugyeom… - Respondi de forma doce. -  Você devia saber que eu não me importo com essas coisas. Eu quero você, do jeito que você for. Pode confiar em mim. - Colava nossos lábios a cada palavra que eu dizia, fazendo leve carinho em suas costas.

 Segurei novamente em sua blusa, o encarando profundamente. Movimentei minha mão lentamente, enquanto observava sua reação. Ele parecia ter se conformado. Mas ainda desconfortável. Tirei sua peça com cautela, expondo seu corpo.

 Me arrepiei ao me tocar do que estava acontecendo ali. Realmente estava acontecendo.

 Passei a desviar meus olhos de seus, encarando seu corpo parcialmente nu.

 Yugyeom não tinha um corpo atlético, realmente. Mas era um corpo de adolescente em transformação, por assim dizer, até haviam alguns pelos na região de seu umbigo.

 Aquilo me fez sorrir, por motivo algum. De certa maneira aquilo me agradava.

 Me inclinei para baixo, distribuindo leves beijos por sua pele exposta. Senti sua respiração pesada sobre mim, tão pesada que poderia pegá-la com minhas mãos.

 Um arrepio percorreu todo seu corpo, o fazendo se remexer automaticamente.

 Suas mãos foram parar no fecho de meu sutiã, tentando, sem sucesso, o abrir.

 Parei o que estava fazendo, me posicionei melhor na cama, ficando de frente pra ele. Levei minhas mãos para o fecho da minha peça, o abrindo lentamente.

Yugyeom parecia aguardar ansiosamente para que o fizesse logo.

 Me senti corar fortemente ao retirar o sutiã, tanto que acabou por doer minhas bochechas.

  Logo as mãos quentes de Yugyeom voltaram a me apoderar, me fazendo arfar ao sentir sua pele contra a minha, completamente livres de roupas. Ele pareceu sentir o mesmo.

 Peguei uma de suas mãos, a levando para meu seio, sabendo que ele estava tentado a fazer aquilo.

 Imediatamente ele o apertou com certa força, me estimulando. Minha cabeça acabou tombando para trás automaticamente, desejando que ele continuasse. E foi o que fez. Logo seus lábios quentes se chocaram contra minha pele.

 -Yugyeom… - Murmurei roucamente. Não consegui terminar de falar, já até havia esquecido onde estava, que dia era e de que mês. Tudo que eu via e pensava era Yugyeom. Segurei suas madeixas com força após sentir sua língua trabalhar.

 -Deita. - Sua voz era rouca e calma, não tão agressiva como antes.

 Fiz o que ele me pediu, tendo meu pescoço tomado novamente por seus lábios levemente molhados.

 Passei minhas mãos por seu cinto, o abrindo sem hesitar, jogando-o longe. Desabotoei sua calça, junto a seu zíper. Meus olhos se encontravam ali, observando minhas mãos trabalharem, junto aos de Yugyeom, que parecia parcialmente nervoso com meus movimentos.

 -Tira pra mim. - Pedi, já que estava por baixo, dificultando que eu fizesse o ato.

 Ele se levantou, tirando seus sapatos e sua calça, apenas deixando sua peça íntima visível. Era notável o volume que transparecia ali.

 Sempre ouvi e li que o equipamento do homem coreano é menor que o de outros homens de nacionalidades diferentes, mas não vi alguma diferença nele. Não era grande, mas muito satisfatório, na minha opinião.

 Yugyeom percebeu meu olhar por seu corpo, me fazendo corar levemente. Ele sorriu vergonhosamente, vindo até mim.

 Colocou suas mãos em minha calcinha, a puxando com calmaria. Aquilo não me ajudava em nada, já que seus dedos passeavam por minhas pernas durante o percurso.

 Fiz o mesmo com sua peça, me deparando com seu membro completamente rígido. Meu olhar passou dali para os olhos dele. Sua expressão naquele momento era indecifrável.

 Sorri.

 Era estimulante a maneira como Yugyeom estava se comportando. Suas mãos estavam em meus cabelos, os puxando com força, para que eu o olhasse. Meu coração batia tão fortemente que poderia ser ouvido por ele, de tão perto que estávamos.

 Coloquei a mão em seu membro. Era pulsante e muito rígido. Yugyeom imediatamente gemeu contra meu ouvido ao sentir meu toque.

 Comecei a mover minhas mãos,manipulando-o com movimentos de vai e vem, para a surpresa de Yugyeom.

 Ouvi ele murmurar parte de meu nome, colocando sua cabeça na curva de meu pescoço.

 Escutar os murmúrios e ver as expressões de Yugyeom só faziam meu ego aumentar. Saber que estava proporcionando esse tipo de sensação nele era muito excitante.

 -Não vou mais aguentar. - Ele disse, me livrando de suas mãos, me empurrando contra o colchão logo em seguida.

 Ele tinha um olhar diferente sobre mim, parecendo pedir permissão para começar o seu “trabalho”, apenas assenti com a cabeça, abrindo levemente minhas pernas.

 O senti colocando seu membro contra minha intimidade, ensaiando uma entrada.

 Era difícil conseguir me controlar naquele momento, mas me mantinha com os olhos abertos, observando a reação de Yugyeom a essa nova sensação. O que acabou valendo muito a pena.

  Seus olhos estavam fechados, com a boca entreaberta.

 Colocou suas mãos em minha cintura, a apertando fortemente, tal força que eu saberia que ficaria marcado com o tempo.

 Ele gemeu ao adentrar completamente dentro de mim, me fazendo repetir seu ato. Pude sentir o quão lubrificada estava, por ele.

 Seus primeiros movimentos eram demorados e provocantes, como se ele quisesse me tentar ainda mais. Yugyeom mantinha seus olhos abertos com certa relutância, olhando em meus olhos profundamente, apenas me instigando.

 -Yugyeom… - Eu parecia suplicar por misericórdia, encravando minhas unhas em seu braço.

 Finalmente atendeu ao meu pedido, acelerando seus movimentos.

 O fato de Yugyeom dançar ajudava muito naquela hora, mesmo que ele não se dê conta disso. Dançarinos conseguem mover melhor seus quadris, podendo proporcionar sensações inexplicáveis ao seu parceiro. Era isso o que Yugyeom estava fazendo. Me deixando louca.

 Suas investidas eram mais brutais, me fazendo segurar fortemente no lençol de minha cama, como forma de extravasar aquela tensão.

 Naquele momento pude perceber que a teoria da física de que dois corpos não ocupam o mesmo espaço era uma completa farsa.

 Eu e ele, juntos, ali.

 Era como se nos tornássemos um, podendo sentir a mesma coisa, pensar a mesma coisa, e até mesmo ter as mesmas reações. Estávamos agindo com sincronia incrível.

 Coloquei uma mão em suas costas, o puxando mais para mim. Certamente estava o machucando com minhas unhas, mas ambos não parecíamos ligar, estávamos embriagados por um puro sentimento de prazer recíproco.

 Houve um momento que não consegui me conter, meu senso havia ido para o espaço, os vizinhos que me perdoem, mas aguentar o ritmo que Kim Yugyeom estava impondo não era para qualquer um.

 Comecei a exclamar de forma nada discreta, acompanhada de Yugyeom, que era mais suave.

 Era algo que agia contra minhas vontades, os barulhos saiam de minha boca sem pedir permissão.

 Yugyeom era como uma máquina. Seu ritmo não diminuía nunca, me enlouquecendo por dentro.

 Sentia meu ápice chegando, o que era algo completamente novo. Devo ter sentido isso em poucas oportunidades. Sempre fingia estar sentindo prazer para que meu companheiro desistisse de tentar.

 Tudo aquilo só me fazia concretizar meus sentimentos sobre ele, era algo muito forte.

 Meu corpo começou a tremer contra o dele. Um calor tremendo começou a subir por minhas veias, meus olhos começaram a vagar pelo rosto de Yugyeom, estava enxergando tudo quase como desfocado, uma sensação de prazer imensa ultrapassou minhas barreiras, me fazendo chegar ao meu pico. Antes mesmo de Yugyeom, que continuava sua penetração.

 Arqueei meu corpo quase por reflexo, não conseguindo conter nada. Meus olhos se fecharam automaticamente, apenas me concentrando naquela sensação pouco conhecida. Me concentrando em Yugyeom.

 Meus dedos pareciam capazes de atravessar o lençol, com a força que estava segurando o tecido.

 Yugyeom abaixou sua cabeça, distribuindo chupões pelo meu pescoço e seios.

 Toda aquela coisa estava me fazendo arfar de prazer. Mas Yugyeom ainda estava ali. Tentei me concentrar ao máximo para que ele atingisse seu pico também.

 Não havia muito para fazer ali, Yugyeom estava fazendo tudo conforme devia ser. Se eu não soubesse, nunca desconfiaria de sua virgindade.

 Apenas deixei que meus murmúrios saíssem livremente, notando a satisfação de Yugyeom.

 Comecei a sussurrar palavras eróticas em seu ouvido, ou pelo menos tentar isso, já que minhas palavras saiam com um fio voz, como um suspiro.

 Senti um líquido quente dentro de mim.  Me aquecendo, com uma sensação enorme de prazer. Yugyeom havia chegado. Mas continuou seus movimentos, certamente querendo prolongar seu prazer.

 Ele foi diminuindo seus movimentos aos poucos, lenta e calmamente.

 Fechei meus olhos, sorrindo verdadeiramente. Não havia lugar que eu preferiria estar do que ali, com Yugyeom. Senti como se tivéssemos colocado toda nossa saudade ali, naquele ato.

 Poder sentir Yugyeom de uma maneira nova era completamente inacreditável, tudo parecia um grande sonho.

 Senti seu corpo chocar contra o meu, seu peso cair sobre mim.

 O abracei com carinho, passando meus braços em torno de seu pescoço. Comecei a passear com meus dedos em seus cabelos castanhos, que estavam molhados, devido ao suor de Yugyeom.

 Imediatamente ele coloca sua cabeça deitada pouco acima de meus seios. Pude sentir seus cabelos tocando meu queixo. Suas mãos passeavam por minha cintura, procurando retribuir o carinho que estava recebendo.

 -Você é incrível, Michele Belmont. - Ele sussurra baixinho, me fazendo sorrir sem mostrar os dentes.

 -Não precisa me bajular, você sabe… - Respondi em tom de brincadeira.

 -Não estou. - Foi tudo o que ele respondeu. Após isso seus olhos se fecharam, o fazendo parecer uma criança sonolenta. - Não acredito no que acabamos de fazer. - Sua voz parecia fascinada, com total inocência. Sorri com isso, Yugyeom poderia ser diagnosticado com dupla personalidade, já que sempre fazia isso.

 -Você é incrível… - Sussurrei, apenas para que eu ouvisse, já que Yugyeom parecia ter pegado no sono, ou numa soneca.

 Comecei a fechar meus olhos lentamente, absorta em meus pensamentos sobre Yugyeom. Era tudo com que eu me preocupava no momento. Tudo o que eu mais queria era que ele tenha tido uma boa experiência, que tenha se sentido completo, como me senti.

 Meus olhos fecharam completamente. Me deparei com a escuridão, esperando o sono chegar. Me sentia exausta, pelo esforço imposto momentos atrás.

 -MICHELE! - Yugyeom levantou sua cabeça repentinamente, com a expressão de quem acabou de ver um acidente horrível. Me assustei com seu tom de voz, ainda mais por ele ter feito aquilo do nada. Meu coração começou a bater fortemente, mas pelo motivo ruim.

 -O QUE FOI? Tá maluco? Não me assusta assim não, eu sou cardíaca! - Minha voz era assustada e relativamente alta.

 -Eu engravidei você! - Ele arqueou as sobrancelhas, com os olhos arregalados. - E-eu, eu ejaculei dentro de você, certo? Então… meu Deus! - Sua cabeça desceu novamente, sua expressão era de completo pavor. Me acalmei na mesma hora. Fazia sentido ele ter essa preocupação, mas eu não estava nada preocupada com isso.

 -Yugyeom, primeiro: eu tomo pílula, segundo: eu conheço meu ciclo, não estou no meu período fértil, terceiro: eu vou tomar pílula do dia seguinte, e quarto: eu não sou louca de ter relações com você com o perigo de engravidar, isso destruiria sua vida… - Falei tudo rapidamente, para que ele não me interrompesse. Minha voz saiu mais autoritária que o desejado.

 Sua expressão se suavizou imediatamente, seus olhos amoleceram e ele levou uma mão ao rosto.

 Nos encaramos por uma fração de segundo, observando nossos movimentos. Um sorriso começou a brotar em meus lábios, seguido por risos leves. Aquela cena acabou se tornando cômica. Yugyeom me acompanhou na risada, reconhecendo que acabou extrapolando um pouco.

 -Você é retardado, Yugyeom. - Coloquei minha mão em sua nuca, fazendo carinho. - Mas eu gosto de você.

 -Também gosto de você. Muito. - Ele passou o polegar por minha bochecha, acariciando a região com afeto.

 Um conhecido frio na barriga voltou a me atormentar, apenas por sentir as mãos de Yugyeom me tocando.

 Nossos olhos pareciam como imãs naquele momento. Nada precisava ser dito. Nossas íris faziam isso, poupando nosso trabalho.

-Tenho algo pra você… - Ele se moveu um pouco, alcançando sua calça, mexendo em seu bolso.

 Aproveitei para enrolar parte do lençol em mim, cobrindo meu corpo.

 Ele pegou algo em seu bolso, pequeno o bastante para caber em sua mão.

 -Quero que escute com atenção. - Ele se virou pra mim, segurando levemente em meu queixo para que eu o olhasse melhor. - Quando te vi pela primeira vez, você estava dançando, distraída. Aquilo me chamou atenção, não apenas pelo fato de que você estava rebolando livremente - Bati em seu braço, rindo. - Mas sei que vi algo diferente em você… Fiquei muito animado por saber que poderia te ver todos os dias, poder ter contato com você… Mas… Eu coloquei na minha cabeça que não tinha nenhum tipo de chance com você, também pelo fato de trabalharmos juntos, com esse lance de não poder me relacionar e etc... E, agora nós estamos aqui. Juntos. É algo surreal pra mim. - Meu coração se aqueceu com aquelas palavras. Nunca alguém havia falado coisas tão bonitas pra mim. Abri minha boca para poder falar, mas Yugyeom me interrompeu, colocando um dedo em meus lábios. - A melhor coisa que me aconteceu foi ter criado coragem para entrar no seu quarto, naquele dia que nos beijamos pela primeira vez. Você não faz idéia de como aquilo me deixou feliz, foi como ter provado para mim mesmo que eu conseguia realmente fazer algo que eu quisesse. Mas então eu acabei estragando tudo, porque fiquei com vergonha de falar com você… me senti um otário por aquilo. Mas eu não podia te deixar escapar, então corri atrás novamente. - Ele se aproximou mais de mim, fazendo leve carinho em meu rosto. - Ter ficado dois meses sem te ver foi como uma tortura pra mim, mas de certa maneira foi bom. Pois percebi que realmente não posso te deixar ir nunca. E não vejo hora melhor para fazer isso que não seja agora… Queria fazer isso direito, em uma oportunidade melhor, mas não consigo esperar… - Ele abriu sua mão, algo brilhava ali. Senti algo tremer dentro de mim, provavelmente estava tendo um ataque do coração, mas não dei atenção, apenas fitei Yugyeom sem expressão alguma. Não haviam palavras que descrevessem a maneira com que eu estava surpresa por aquilo. Yugyeom segurou em minha mão, pude sentir que ele tremia um pouco, podendo ser nervosismo. - Quer namorar comigo?

 Aquelas palavras me atingiram em cheio, como se em meu coração houvesse um grande alvo vermelho.

 Yugyeom sorria de forma nervosa, parecendo ansioso para uma resposta.

 Eu não conseguia dizer nada naquele momento, sabia que, mesmo se tentasse, as palavras não sairiam. Apertei sua mão levemente, como forma de ele saber que pelo menos viva eu estava.

 Namorar com Yugyeom?

 Se fosse outra pessoa, que não fosse Yugyeom, certamente eu não aceitaria. Mas tudo em meu corpo trabalhava em um grande sim.

 Olhar para Yugyeom, estar perto dele, senti-lo, era como uma grande onda, e a maré estava me levando mais para dentro. Não havia escapatória. Mas eu não queria nadar contra.

 Ouvir aquelas palavras foi a grande confirmação de que Yugyeom é alguém que eu quero ter como companhia por pelo menos o resto da vida. Pelo menos é o que sinto no momento.

 Meus braços se moveram automaticamente, enlaçando seu pescoço de forma um pouco agressiva.

 O abracei com força que não cabia em mim. Tudo aquilo não parecia estar acontecendo de verdade.

 Senti ele me abraçar de volta, tão forte que pude perder a respiração por uma fração de segundo.

 Eu não precisava dizer mais nada. Yugyeom já sabia a resposta. Meu corpo havia feito isso por conta própria.

 -Quero ouvir você falar… - Yugyeom sussurra em meu ouvido, sua voz era doce.

 Demorei alguns segundos para perceber que tinha que responder algo pra ele.

 -É claro que eu quero! - O apertei mais, sentindo uma lágrima descer pelo meu olho. Aquilo estava ficando muito estranho pra mim, nunca fui tão emotiva quanto esses últimos dias.

 -Então me deixa fazer… Estive sonhando por muito tempo com isso. - Ele se afastou, com o anel em uma mão, a outra segurava minha mão direita. - Minha namorada… - Ele colocou o anel em meu dedo anelar. Era lindo. De certa forma simples, por ser apenas um anel de compromisso, mas para mim nenhum anel se comparava com aquele. Senti pontadas fortes no meu peito, ao cair a ficha de que agora eu estava comprometida. - Minha… - Ele dá ênfase na palavra, tomando meus lábios com um beijo apaixonado. Retribui com vontade exagerada, mas era o que o momento pedia.

 Mas não houve nada de mais depois daquilo, apenas nos deitamos na cama, encarando o teto em silêncio. Estava com a cabeça em seu peito, fazendo carinho ali. Yugyeom me abraçava com os dois braços fortemente, como se estivesse impedindo de alguém me arrancar de seus braços.

 -Yugyeom… - O chamei manhosamente. Ele apenas fez um barulho com a garganta, para que eu continuasse. - Você… Bom… - Sentia certa vergonha por estar perguntando aquilo para ele. - O que achou do nosso… - Me sentia sem graça, não pude nem terminar a frase, mas ele certamente havia entendido. Já que soltou uma risadinha abafada.

 -O que eu achei? - Pude senti-lo sorrir enquanto falava.

 

                

                  ~Yugyeom ON:~

 Aquela era mais uma das perguntas que eu teria milhões de argumentos para explicá-la o quão prazeroso havia sido aquilo.

 Me sentia como o homem mais sortudo do mundo naquele momento. Nada poderia me tirar de perto dela.

 Michele pode nunca se dar conta daquilo, mas o que ela me proporcionou hoje foi algo inimaginável pra mim. Algo completamente novo e tão bom. Nunca passou por meus pensamentos poder sentir sensações tão fortes como as que senti momentos atrás.

 Não haviam palavras suficientes para explicar o quão excitante havia sido aquilo.

 Será muito difícil que algo supere essa lembrança de hoje.

 Vê-la se esforçar para me agradar foi meu grande ponto de pico. Era possível ver que aquilo ultrapassa as barreiras de apenas um simples sexo.

 Poder ter minha primeira vez com alguém que significa muito pra mim foi como poder ter super-poderes. Me sinto como alguém invencível. Alguém que poderia realizar qualquer coisa a qualquer momento.

 Certamente também posso me orgulhar de meu trabalho, já que pude senti-la completamente entregue a mim. Sentindo tanto prazer quanto eu. Pude ver isso em seus olhos, em sua voz e em seus movimentos.

 Poder conhece-la com tal profundidade é gratificante para mim. Poderia rever aquelas imagens por muito mais tempo. Apenas alimentando minha imaginação.

 Provavelmente a partir de agora vou me sentir muito mais tentado a repetir o ato.

 Compartilhar tudo isso com ela será algo muito bom. Agora nós somos um casal e não há nada nem ninguém que possa nos separar.

 O que as pessoas vão pensar, principalmente os staffs, não me importa nem um pouco. Tenho tudo o que quero bem aqui, agora.

 Me senti muito satisfeito por ter comprado um anel logo antes de ir vê-la. Como se tudo fosse feito para ser daquele jeito. E dessa vez o destino acabou sendo generoso conosco, nada e nem ninguém para nos atrapalhar nesse momento. Tudo parecia trabalhar a favor.

 -Foi a melhor coisa que já senti na minha vida. - Foi tudo o que me veio à cabeça naquele momento, após ficar alguns segundo sem falar nada. A senti sorrir abertamente contra mim. - Você foi perfeita em todos os sentidos, Michele. - A apertei mais contra mim, como forma de dizer que nunca a deixaria. - Nada pode explicar o que eu senti naquele momento… Foi tudo uma grande utopia… - Estremeci levemente ao sentir seus dedos passearem mais livremente por mim.

 -Yug… - Ela murmurou baixo, mas não respondi, sabia que era algo retórico.

 Não pude deixar de sentir uma pulga atrás da orelha, ao me perguntar sobre o que ela havia sentido durante nosso ato.

 -E… e quanto a você? - Perguntei como quem não quer nada. - Foi tão bom pra você quanto foi pra mim? - Senti uma certa insegurança ao perguntar aquilo, não queria ouvir uma resposta negativa. Ela, para ajudar, não havia falado nada ainda. Se mantinha quieta, parando de me fazer carinho.

 - Sinceramente. Tenho uma teoria de que você é um stripper profissional que fingia ser novo nesse aspecto. - Gargalhei felizmente com seu comentário. - Eu falo sério, Yugyeom. Na minha primeira vez eu fui horrível… Não sabia o que fazer ou dizer pro menino… - Fechei um pouco a expressão. Imagens de outro cara se satisfazendo com ela, a tocando, começaram a rodar minha cabeça, me fazendo sentir raiva imensa. Mas não havia nada que eu pudesse fazer, eu sabia que ela não era virgem desde que nos beijamos pela primeira vez. Ela não parecia nada nervosa durante as partes mais calientes.

 Fiz um barulho com a garganta, apenas para não deixar seu comentário passar em branco. Mas ela pareceu não notar meu descontentamento.

 Seu silêncio começou a se alastrar pelo quarto. Ela parecia pensativa.

 Comecei a me perder em meus pensamentos também. Vagando por minhas lembranças de pouco tempo atrás.

 -Yugyeom… - Sua voz era falha, como quando tinha lágrimas nos olhos. Me posicionei melhor na cama, podendo olhar em seu rosto. Notei que havia acertado no meu argumento, seus olhos estavam marejados.

 -O que foi? - Coloquei minha mão em seu rosto, arqueando as sobrancelhas. Me perguntei o que poderia a estar incomodando nessa altura do campeonato.

 -Ninguém nunca me perguntou isso antes… - Minha expressão se suavizou. Parecia que alguém havia pisoteado meu  coração naquele momento.

 Como alguém poderia não se importar com os sentimentos dela? Um homem pode mesmo ser egoísta a esse ponto?

 -Não deve ter se relacionado com pessoas decentes na sua vida então… - Procurei sorrir docemente pra ela, tocando nossos lábios com carinho.

 -Até agora… - Ela completa, fazendo o mesmo carinho em meu rosto.

 Ao nos afastarmos limpei suas lágrimas, recebendo um sorriso maravilhoso em troca.

 -Ah, como eu sou idiota… - Ela respirou pesado, olhando vergonhosamente pra outro lado. Estava preparado para protestar, mas ela acabou se soltando de mim, com um lençol em volta de seu corpo. - Preciso de um banho… E você também. - Ela se levantou, me olhando dos pés a cabeça, analisando meu corpode forma maliciosa.

 -Estou me sentindo violado. - Brinquei ao perceber seus olhares pouco discretos. Ela riu lindamente, me fazendo suspirar.

 -Então espera aí que eu vou tomar banho, você vai em seguida. É perigoso que eu te viole mais… - Ela saiu andando em direção ao banheiro, trancando a porta logo em seguida.

 Me aconcheguei preguiçosamente na cama, fechando os olhos.

 Me sentia exausto, como se tivesse colocado todas as minhas forças a perder.

 Fechei meus olhos devagar, sentindo um agradável sono chegar em meu redor.

 Nem ao menos havia avisado aos meninos onde estava. Bambam sabia, pelo menos, poderia me ajudar caso perguntem algo. Mark também sabe, mas ele me preocupa, já que soube tudo de um jeito bem repentino. Mas sei que ele será racional o suficiente para entender a situação.

 

 -Yugyeom… - Senti uma superfície macia passar por minha pele. As mãos de Michele passeavam por meu tronco, sua voz era doce e calma. - Levanta, precisa tomar banho, seu fedido… - Ela se aproximou de mim, me beijando na bochecha várias vezes.

 Abri os olhos devagar, a observando. Estava linda. Seus cabelos estavam úmidos e bagunçados. Seu corpo era coberto apenas pelo pano da toalha que ela usava.

 -Vaaaaamos. - Ela insistiu, puxando minha mão para que me levantasse.

 Fiz o que ela pediu, indo em direção ao banheiro. Não tive vergonha de ir pra lá completamente nu, ela já havia visto tudo, não é mesmo?

 -Que bundinha einh… - Ela comenta normalmente, com um sorriso nos lábios.

 Naquele momento senti certa vergonha, apenas soltando uma risadinha abafada.

 Antes de fechar a porta do banheiro, acabei voltando ao quarto para pegar meu celular.

 Mandei algumas mensagens para Bambam, pedindo para ele dar alguma desculpa para os meninos, já que eu não dormiria lá hoje.

 Olhei o relógio, eram por volta das 22:30 horas.

 Quando voltei ao banheiro, tratei de tomar banho com a água fria, para me acalmar por pelo menos hoje, tentando assimilar melhor as coisas.


 Quando saí, notei que as roupas de cama não eram as mesmas, haviam sido trocadas por outras, limpas.

 Vaguei pelo quarto, sem saber o que fazer. Estava enrolado na cintura por uma toalha, mas não queria vestir minhas roupas, não estavam limpas.

 Comecei a procurar por Michele ao redor da casa, a encontrado na cozinha. Havia um cheiro muito bom ali, fazendo meu estômago se pronunciar,  me lembrando da fome.

 -Tá cozinhando? - Me aproximei dela. Parando para olhar suas roupas. Na verdade ela vestia apenas uma peça. Uma camisola preta, curta o bastante para me fazer pensar besteiras. Ela estava de costas pra mim, o que dificultava minha concentração. Mas procurei ignorar aquilo, olhando para ela, que se mexeu rapidamente ao me ouvir.

 -Que susto, Yugyeom… - Ela se virou pra mim, com a mão no coração.

 -Desculpa. - Sorri, dando um beijo em sua testa.

 -Eu pedi comida pra gente… se eu cozinhasse você não sairia vivo daqui… - Ela se desviou de mim, com um prato em mãos, indo para a sala. Comecei a fazer mesmo que ela, pegando comida suficiente para a refeição de uma manada. - Não vai vestir nada não? - Ela parou seu caminho, se virando para mim.

 -Não tenho o que vestir… - Respondi ainda concentrado em pegar minha comida.

 -Então vai ficar pelado? - Ela tinha um sorriso cômico no rosto. Me aproximei dela, com meu prato.

 -Por que não? - Completei, indo até a sala. - E eu estou de toalha… - Me sentei no sofá, sendo acompanhado por ela.

 -Você que sabe… Contanto que não surpreenda de madrugada com seu amigo aí… - Rio prontamente, sendo acompanhado por ela, que procurava algo para vermos na TV.

 Ficamos vendo canais aleatórios, conversando sobre coisas aleatórias a todo momento.

 Ainda sobrando tempo para trocarmos alguns beijos. Sem malícia, apenas aproveitando a companhia do outro.

 Aquilo me agradava muito.


 

Me deitei em sua cama, a olhando procurar travesseiros e cobertores para dormirmos.

 Estava me sentindo a vontade apenas vestindo uma toalha, sempre dormi sem roupas, então não seria um problema pra mim.

 -Você é espaçoso demais… - Ela me empurrou para o lado, para se deitar junto a mim. Nos cobrindo pela coberta.

 -Pior que não sou, estou disposto a dividir sua cama com você… - Sorri, a abraçando logo que se deitou na cama. A beijei em todas as partes de seu rosto, a fazendo rir graciosamente.

 -Dorme, garoto… - Ela coloca a mão inteira em minha cara, me fazendo sorrir. Logo se virando para o outro lado.

 Retirei minha toalha imediatamente, ficando completamente nu. Fiz questão de jogar a toalha para seu lado, a fazendo notar o tecido se chocando contra o chão.

 -Garoto não. Homem. - Brinquei, me aproximando dela, a abraçando fortemente contra mim.

 Ela riu, colocando uma mão em seu rosto, parecendo envergonhada. Sorri com o ato, me perdendo em sua beleza.

 

 Apenas nos mantemos quietos, esperando o sono chegar.

 O que não tardou a acontecer, minha visão ia ficando turva, enquanto me embriagada pelo cheiro dela. A tendo em meus pensamentos.

 Tudo estava bem, ali, com ela...




Notas Finais


Eeei pessoas ❤
Espero que tenha sido a altura que vocês que queriam ❤
Comentem se quiserem, o feedback de vocês me ajuda muito ❤
Até o próximo capítulo, amoras.


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